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Nove partidos podem ser punidos por descumprimento de lei eleitoral

Os partidos que receberam representações foram o PCdoB, o PRB, o DEM, o PSDB, o PMDB, o PSB, o PSC, o PTB e o PP por não promoveram a participação feminina na política em suas propagadas partidárias

Militantes petistas e servidores da Educação entram em confronto em convenção do PT

Enquanto ocorria a entrevista coletiva do candidato ao governo do Estado Antônio Gomide, professores e outros servidores brigavam com os petistas na porta da Assembleia

Jayme Rincón afirma que prática de atrair políticos com máquina do governo é de Caiado e seus familiares

A resposta veio depois das acusações de Caiado de que Marconi estaria utilizando a estrutura do governo, com liberação de convênios e recursos, para garantir que prefeitos se aliem a ele

Quem matou José Arcadio?

O primogênito dos Buendía, a família que atravessou em Macondo os “Cem anos de solidão” magistralmente engendrados pelo escritor colombiano Gabriel García Márquez, foi morto em misteriosas circunstâncias. José Arcadio, diferentemente de seu irmão Aureliano, e principalmente de seu pai,  era um gigante sem imaginação. Ainda adolescente, fugiu de casa com os ciganos, deixando para trás um filho que jamais saberia seu. Voltou um homem descomunal, tão pobre como partira, após ter cruzado os mares do mundo inteiro. Viveu de michê e de jogos de força até se casar com Rebeca Buendía, sua irmã postiça. O casamento o transformou num pacato lavrador de terras de ninguém, até o início da guerra em que se meteu seu irmão, o agora coronel Aureliano Buendía. A corpulência de José Arcadio não o estimulou a ir à guerra, mas da família Buendía foi ele quem mais se beneficiou dela. Tirando proveito da fama e valentia do coronel Aureliano, ele grilou todas as terras de Macondo. Contra quem resistiu, usou sua descomunal força bruta. José Arcadio contava com a remunerada proteção do administrador da cidade, nomeado pelo coronel Aureliano – o último a saber das tramóias do irmão. Esse administrador cruel e rapace – belamente  chamado alcaide de Macondo – era ninguém menos que Arcadio, o filho deixado para trás por José Arcadio na fuga com os ciganos. Mas pai e filho ignorariam até a morte seu verdadeiro parentesco. Arcadio, o filho, foi fuzilado pelos inimigos quando a maré da guerra virou. José Arcadio sobreviveu ao filho incógnito e à guerra, mas foi misteriosamente assassinado com um tiro no ouvido em seu quarto, em pleno fim de tarde, ao voltar de uma caçada. Rebeca, a viúva, estava em casa durante o ocorrido, mas alegou nada ter visto nem ouvido. Segundo disse, se fechara no banheiro após a chegada do marido. Embora pouco crível, a versão prevaleceu, à falta de outra melhor. Além do quê, ninguém acreditou que Rebeca pudesse ter matado o homem com quem era escandalosamente feliz e por quem rompera um longo noivado e enfrentara a família. Se o assassinato de José Arcadio tivesse sido investigado, não faltariam suspeitos. Além de Rebeca, no rol estariam: os fundadores de Macondo, de quem ele usurpara as terras; os camponeses pobres que explorara; os muitos homens dos quais ganhara apostas de quedas de braço; e as tantas mulheres que o tiveram e o perderam para Rebeca, o cobiçaram ou foram por ele desdenhadas. Na delicada teia familiar, o principal suspeito seria o coronel Aureliano Buendía. Orgulhoso e honrado, ele seria capaz de matar o irmão para reparar o criminoso uso de seu nome e devolver as terras griladas aos seus verdadeiros donos. Poderiam ser levantadas outras factíveis ou descabidas suspeitas, mas agora tanto faz. Afinal, o assasssinato de José Arcadio “foi talvez o único mistério que nunca se esclareceu em Macondo”. Mas certamente não foi o primeiro nem o último crime sem solução. Ultimamente, aliás, garantia de resultado em investigação de crimes, só em novela das oito.

Prefeito de Acreúna diz que presidente do Pros declarou sim apoio à vice-candidatura de Magda Moffato

Rogério Sandim, também da base, sustenta ser testemunha da declaração do presidente nacional Eurípedes Júnior

PCdoB oficializa apoio à reeleição de Dilma

O presidente do partido, Renato Rabelo, disse que a decisão estreita e amadurece a relação histórica com o PT

Marcelo Melo não apoia Iris Rezende e desiste de disputar mandato de deputado federal

O parlamentar alegou incompatibilidade de ideias quanto ao atual projeto do PMDB

Iris e Caiado criticam atual situação do Estado em reunião com apoiadores do interior

Setores de infraestrutura, fornecimento de energia elétrica e segurança pública foram tratados pelos pré-candidatos, que vão ser oficializados em convenção na semana que vem

Programa Olho Amigo: ação do governo estadual promete trazer mais segurança às ruas de Goiânia

Até o final do ano, serão instaladas mais 80 câmeras nas vias mais movimentadas e em bairros de maior incidência criminal

Expectativa de Marconi Perillo é entregar o Hugo 2 dentro de três meses

Equipamentos do hospital já foram adquiridos. A unidade será administrada pela mesma Organização Social que cuida do Crer

Secretário de Saúde de Goiânia apresenta proposta do prefeito aos grevistas

Fernando Machado se reuniu com Paulo Garcia e outros secretários municipais, como o de Finanças, para analisar pauta da Saúde. Categoria aguarda maiores avanços nas tratativas

Lei obriga escolas a exibirem filmes nacionais mensalmente

Com a nova norma, a música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular

Governador inaugura primeira etapa da reforma do Hospital Materno Infantil

Unidade passa por obras desde agosto de 2013. Restam duas etapas para serem concluídas, cuja previsão é para o início de 2015

Nasce o primeiro filho do poeta Carlos Willian e da publicitária Tainá Corrêa

ceu O primeiro filho do jornalista e poeta Carlos Willian Leite e da publicitária Tainá Corrêa (filha do brilhante publicitário Ailso Braz Corrêa e da psicóloga Walquíria) nasceu na sexta-feira, 27, na Maternidade Ela, em Goiânia. Céu é seu belo e criativo nome. Carlos Willian Leite é editor de Cultura do Jornal Opção e, junto com Tainá Corrêa, é o editor da “Revista Bula”, uma das publicações culturais mais bem-sucedidas do país.