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Problemática tanto para Goiás quanto para Brasília, região que abrange 19 municípios goianos localizados ao redor da capital federal aos poucos vem se desenvolvendo. Mesmo com pontuais avanços, ainda há problemas de sobra decorrentes de anos de descaso
Com primeira edição neste domingo, às 19 horas, “Pais e Filhos”, produção independente da Yela Filmes, dará destaque para a Capital da Fé
Fábio Ph
Especial para o Jornal Opção
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Prefeito Jânio Darrot concede entrevista ao programa “Pais e Filhos”[/caption]
Estreia neste domingo, 3, às 19 horas, o programa “Pais e Filhos”, uma produção independente da Yela Filmes do Brasil, que está sediada em Goiás desde 1989. “Pais e Filhos” terá em seu conteúdo a valorização da família, com quadros dirigidos para crianças, jovens e adultos. A cidade de Trindade, seus aspectos sociais, culturais e de negócios, será evidenciada. Para Ana Karynna, diretora comercial da PUC TV, canal 24 em televisão aberta, que definiu a exibição do programa em dia e horário nobres, “Pais e Filhos” atrairá o público jovem para a emissora. “Pelo piloto [programa experimental, para testes], avaliamos que a revista eletrônica está muito animada, divertida, interessante. A expectativa é grande para que o programa seja um dos diferenciais em nossa grade dominical”, disse Ana Karynna.
No programa de estreia, vários destaques. Entre eles, uma situação inusitada vivida pela produção de “Pais e Filhos”, na captura de entrevistas com o governador Marconi Perillo (PSDB); uma coleta de projeções, feita com o prefeito de Trindade, Jânio Darrot (PSDB), o padre Robson de Oliveira e também Marconi, a respeito de como será Trindade daqui a oito anos, com a inauguração do Novo Santuário Basílica do Divino Pai Eterno; também uma enquete sobre o ato de presentear os pais pelos filhos, aproveitando a oportunidade da data do Dia dos Pais; a cobertura da chegada da Caminhada Ecológica 2014 — que este ano teve seu início em Trindade — em Aruanã; e uma entrevista com o diretor de teatro Amarildo Jacinto de Souza. “Pais e Filhos” tem apresentação da atriz Ivone Cruz, do garoto Pedro Ticks, de 14 anos, e do diretor cinematográfico Fábio PH.
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Em cálculos simples, é possível estimar que R$ 127 bilhões por ano são surrupiados do erário
Se ocorrer o foco com prioridade na aprovação ou não da figura do governador, o quadro tende a piorar para seus adversários
Observe o leitor que só falamos até aqui da Petrobrás, embora o setor elétrico, cuja administração foi entregue ao PMDB, isto é, a Sarney, Renan, Jader Barbalho, Romero Jucá e outros, também movimente recursos bilionários. Os ativos do setor petrolífero chegam a 520 bilhões de reais, e os do setor elétrico, a 150 bilhões de reais. Cinco por cento desses ativos (um montante modesto, para a voracidade dos aproveitadores), daria algo como 35 bilhões de reais. Valor modesto, repetimos, pois só em Pasadena, o TCU aponta 1,5 bilhão de reais e em Abreu e Lima, suspeita-se de 30 bilhões desviados. Mas deixemos barato: fique a terceira parcela em 35 bilhões. A quarta parcela não é menos difícil de ser avaliada, estimada, ou, seja “chutada”, pelos esforçados avaliadores de desvios, nós inclusive. Mas para não deixar tarefa incompleta, sigamos em frente. As empresas financeiras do governo federal (BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste, além de outras menores) movimentam um ativo de 2 trilhões de reais. Se a cifra é astronômica, aqui existem regras mais rígidas, e a fiscalização do Banco Central. O que significa que o roubo é mais difícil. Por outro lado, quando ele ocorre, pode também ser astronômico. Se puxarmos pela memória, vem muita coisa. Muitas empresas “escolhidas” pelo governo Lula para serem exemplos empresariais acabaram explodindo no colo do BNDES, como as do Grupo X, de Eike Batista, e a Marfrig. A Caixa Econômica embarcou no Banco Panamericano, de Silvio Santos (só aqui foram 4 bilhões de reais desviados). No mensalão, um dos canais de desvio passava pelo subterrâneo do Banco do Brasil, via Visanet, administrado pelo finório petista Henrique Pizzolato, hoje descansando numa prisão italiana. E outro tipo de desvio surge aqui, inteiramente de responsabilidade da cúpula do governo federal: financiamentos ditos sociais, na sua origem, mais que permitem, até sugerem o não cumprimento das obrigações, eleitoreiros que são. O Minha Casa, Minha Vida é o exemplo acabado, principalmente nas moradias mais baratas. O que deveria seguir o padrão de inadimplência normal do mercado (inferior a 2%) não o é: neste segmento de habitações quase totalmente subsidiadas, o calote está acima de 20% como demonstrou a revista “Veja” em setembro de 2013. Só esse montante, de difícil recuperação, chega aos 14 bilhões de reais. Se, também aqui modestamente, levarmos em conta apenas o que surgiu nos escândalos, teremos uma quarta parcela de mais de 20 bilhões de reais. Mas fiquemos por aí. A soma das quatro parcelas que nos propusemos a muito grosseiramente estimar, chegaria então a 23+49+35+20= 127 bilhões. É um cálculo estimativo, aproximativo, reconhecemos, pois a corrupção, obviamente, recusa-se a ser medida com maior precisão. Mas não é, convenhamos também, uma estimativa desmedida, diante de tantos escândalos. É considerável esse valor, perante nossos problemas? Dê o leitor a resposta, sabendo que em 2013 os gastos do governo federal foram: Segurança, 66 bilhões, Educação, 65 bilhões, Saúde, 31 bilhões, e Transportes, 19 bilhões. E todo o programa de governo de um presidenciável (Eduardo Campos) prevê um investimento de 125 bilhões de reais.
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A prefeitura de Anápolis realizou a 1° Copa de Balonismo, atraindo anapolinos para a Avenida Brasil, de onde os balões partiram | Foto: Yago Rodrigues[/caption]
Julho foi marcado pelas festividades em comemoração ao aniversário da cidade, cuja história remonta a 1870, com a construção da Capela de Santana. Ali se inicia a história do arraial ou povoado de Santana das Antas. A expedição de certidões de nascimento, casamento e óbito foi possível um ano depois com sua inauguração, pois a igreja tinha funções públicas. Foi construído um cartório e um padre colado se estabeleceu, em 1873, elevando o povoado ao status de freguesia de Santana das Antas.
A capela cresceu para paróquia e o núcleo urbano foi se consolidando. Já em 1887, com uma lei provincial, houve a criação da Vila de Santana das Antas, se emancipando politicamente. A primeira bandeira estampava suas potencialidades comerciais: o fumo e o café. Durante a Primeira República, em 31 de julho de 1907, a vila se tornou o município de Anápolis, com o status de cidade. Quem conta é o diretor do Museu Histórico de Anápolis, Tiziano Mamede.
Em 1956, o prefeito Carlos de Pina autorizou a confecção da bandeira, cuja alusão de ser uma cidade eminentemente industrial e comercial simbolizasse Anápolis. Hoje, com 107 anos, a logística soma às potencialidades de um dos maiores polos industriais nacionais. Em comemoração, balões sobrevoaram as ruas da cidade e militares caminharam em desfile cívico.
Gastronomia, arte e esportes incrementaram a comemoração, com festivais, apresentações e campeonatos. Os horários das atrações se estenderam pelo mês de julho, em uma programação diversa para variados setores. A saúde e o lazer marcaram a última semana do mês.
Dona Natalina Vieira viveu os 30 anos do Bairro Vila Esperança. Lá, viu o chão de terra batida, campo de pelada para os meninos nos domingos, virar hospital. É assim que chamam a Unidade de Pronto-Atendimento 24 horas (UPA), inaugurada na quarta-feira, 30. Também viu, meses antes, a nova Praça Central Vila Esperança acolher os meninos e sua bola. E ainda compareceria à inauguração do Parque da Cidade, também na quarta-feira.
As atrações listadas são benefícios e melhorias para os anapolinos. O prédio da UPA ultrapassa as medidas preconizadas pelo Ministério da Saúde, de 1.300 m². Não apenas 3.300 m² construídos, e sim uma área equipada para atender cerca de 400 pessoas por dia. A unidade é localizada estrategicamente junto a outros hospitais e Cais, por toda a cidade. Sua qualidade de nível 3 significa atendimento pediátrico, ortopédico e clínico 24 horas. A obra recebeu investimento municipal e federal.
Como ela, outras obras foram feitas em parcerias com o Estado, com secretarias e até investimentos internacionais.
E mais um diferencial está se tornado realidade com o aeroporto de cargas. A partir deste ano, as cargas de outros países chegarão não só pelo aeroporto de Goiânia ou Brasília. A pista de 3 mil metros do aeroporto de cargas já está asfaltada e a obra deve ser entregue ainda em 2014. Os cidadãos poderão articular suas ideias e impulsionar a economia local no novo centro de convenções que contribuirá, ainda, como infraestrutura para que o corredor Brasília-Anápolis-Goiânia concorra, mais acirradamente, com o eixo Rio-São Paulo.
Para isso, outras ações são necessárias. Logística no transporte, como exemplo. As obras já em andamento do anel viário, viadutos (ambas próximas ao aeroporto de cargas) e duplicação do trecho da BR-153, entre Anápolis e Aliança do Tocantins (TO). Investimentos energéticos, como a intenção da texana CCD Biofuels & Energy, LLC (EUA) em criar um parque de energia verde. E, dentre outras ações, a ampliação e criação de distritos industriais. Nesse sentido, a Secretaria de Indústria e Comércio já informou o adiantamento na desapropriação de 13,5 alqueires e o interesse de empresas no terreno. Assim, a expectativa é que as próximas festividades celebrem a cidade com mais avanços e que sejam, eles, não só para festim e sim para consolidação de um polo em crescimento.
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Aliado do PT, empresário Armando Monteiro Filho lidera em Pernambuco. Foto: Elza Fiuza/ Agência Brasil[/caption]
O levantamento do Ibope em Pernambuco é duplamente frustrante a Eduardo Campos (PSB), que entregou o governo do Estado há exatos quatros meses para entrar na corrida presidencial. Ele está atrás da reeleição da presidente Dilma e seu candidato a governador, Paulo Câmara, também socialista, caminha para a derrota no primeiro turno da eleição.
Como se fosse uma praga do pernambucano Lula pela deserção de Campos das antigas alianças com o PT, Dilma lidera a disputa no Estado com 41%. A seguir, o socialista ostenta 37 pontos. Aécio Neves (PSDB) figura na pesquisa com inexpressivos 6% de apoio.
Na corrida ao governo estadual, a liderança é de um aliado do PT, o empresário Armando Monteiro Filho (PTB), com 43% das preferências. Em segundo, Paulo Câmara (PSB) arrebata 11 pontos. Em terceiro, Zé Gomes (PSol), com 2%.
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Baldy, o candidato tucano na cidade[/caption]
Nesta semana, o PSDB inaugurará o comitê do candidato ao governo Marconi Perillo, na Praça das Mães, no Setor Central. A coordenação é do pastor Vitor Hugo de Queiroz. A inauguração faz parte da campanha da sigla em Anápolis, presidida por Valto Elias. Ele fala da ação com os partidos aliados para colocar a campanha nas ruas. “Não temos uma pesquisa, para informar cientificamente. Mas, com o cotidiano e as conversas que temos, observamos uma melhora substancial nas intenções de voto, por causa das políticas do governador Marconi na cidade”, diz Elias sobre a imagem do candidato. Ele afirma que por mais que haja uma boa avaliação da gestão de Antônio Gomide no município, também há reconhecimento das ações estaduais pela população.
Essa folha de trabalho será utilizada na campanha. “Nós temos que espalhar à população que fizemos. Como exemplos, as parcerias com a Prefeitura de Anápolis, o asfaltamento das ruas, investimento na saúde, pois as unidades que funcionam são as que recebem patrocínio do Estado como a Santa Casa, o Hospital Psiquiátrico, o Hospital de Urgências”, completa o presidente.
Na sexta-feira, 1° de agosto, o comitê do candidato a deputado federal Alexandre Baldy foi inaugurado. Marconi Perillo esteve no ato. Quando perguntado sobre o forte cabo eleitoral que é o governador tucano, Elias diz que Baldy não é o único. “Todas as candidaturas da base aliada são importantes para o projeto político de Marconi em Anápolis. É claro que Baldy é o candidato federal que representa Anápolis, mas temos muitos candidatos a deputado estadual, como José de Lima e Onaide Santillo, que darão consistência à campanha.”
O vereador Fernando Cunha é outro nome que contribuirá com o tucano. Segundo Elias, ele não se candidatou por não ter encontrado condições para colocar uma campanha nas ruas. O projeto à prefeitura em 2016 é assunto para o próximo ano.
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Garotinho tem 21% de apoio para voltar a governar o Rio de Janeiro. Foto: Renato Araújo[/caption]
A pesquisa do Ibope no Rio é simpática à reeleição da presidente Dilma no terceiro colégio eleitoral. Teoricamente, os quatro principais candidatos a governador fecham com a reeleição dela. Mas, certos mesmo, são os dois que lideram. Na ponta, Anthony Garotinho (PR) tem 21% de apoio para voltar a governar. Depois, Marcelo Crivella (PRB), com 16%.
A seguir, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ostenta 15% de apoio para se reeleger. Em quarto lugar, Lindbergh Farias (PT) exibe 11% das preferências. Na realidade as bases peemedebistas estão rachadas pelo apoio de um grupo ao presidenciável Aécio Neves (PSDB), enquanto o próprio candidato petista reclama da falta de apoio de Dilma.
No Estado, o Ibope atribui a liderança presidencial a Dilma com 35%. Aécio recebe 15% das preferências de voto. Eduardo Campos (PSB) conquistou 5 pontos na pesquisa. É certa a realização do segundo turno de votação para governador, mas não é segura a previsão do nome que concorreria contra o favorito Garotinho.
Em 2009, a rede municipal de educação estava com déficit em salas de aulas e professores. Desde então, um trabalho sério foi ralizado. “A cidade não para de crescer. É um desafio muito grande e temos trabalhado bem e alcançado bons resultados”, diz a secretária de Educação, Virgínia Maria Pereira de Melo. “Montamos um planejamento e estamos reestruturando a rede física. São 92 unidades e outras serão construídas, além de reforma e ampliação.” A qualificação dos professores é outra ação. “Aqui o professor também é pago para fazer parte de grupos de estudo e, assim, se aperfeiçoar”, afirma Virgínia. O plano de cargos e salários foi aprovado e, assim, os professores recebem o piso. O uso de notebooks e espaços digitais foi uma conquista e continua em expansão. No cronograma constam três inaugurações de Centros Infantis.
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, inaugurou com o prefeito João Gomes, o Centro de Artes e Esportes Unificados (Ceu) na terça-feira, 29, no Jardim Alvorada. Além de promover a cidadania em locais com alta vulnerabilidade social, políticas de prevenção à violência e inclusão digital são objetivos do centro. Os 3.000 m² construídos reúnem áreas esportivas, culturais e de lazer, além do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). “O Ceu tem equipamentos necessários para oferecer às crianças e jovens da região oportunidades de crescimento pessoal e profissional”, disse Gomes. A gestão do centro é compartilhada entre a prefeitura e a comunidade. O Ministério da Cultura (MinC) garante recursos para o funcionamento do espaço, através do edital Funarte de Ocupação dos Ceus das Artes.
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Petista Fernando Pimentel lidera a sucessão no Estado de Minas Gerais. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr[/caption]
No segundo maior colégio eleitoral, Minas, os números da pesquisa do Ibope oferecem ao PSB do presidenciável Eduardo Campos a oportunidade de ser decisivo, com a Rede da vice-presidenciável Marina Silva, no segundo turno para governador. Logo eles, Campos e Marina, que eram os menos pretensiosos quanto à eleição ao governo mineiro.
A dupla desejava não mais do que ter um palanque mineiro à disposição da chapa presidencial do PSB-Rede para marcar presença no Estado. Ocupar o território com candidato próprio, que poderia ser o ambientalista Apolo Heringer, como desejava Marina para colocar holofote sobre um militante da Rede, o partido que gorou no Tribunal Superior Eleitoral. No fim, ficaram com o ex-deputado Tarcísio Delgado.
Agora veio a pesquisa e colocou na liderança Fernando Pimentel (PT), velho amigo da presidente Dilma, com 25% da preferência dos eleitores. A seguir, o tucano Pimenta da Veiga, que representa o presidenciável e ex-governador Aécio Neves, como opção de 21% dos mineiros. Entre os dois favoritos, há um equilíbrio.
Aí, surgiu a incógnita Tarcísio Delgado (PSB). Abaixo deles, em terceiro, com 3% de apoio. Ele que entrou na disputa apenas para garantir o palanque, cedeu-se ao apelo de Campos e de seu próprio filho Júlio Delgado, deputado pelo PSB deles. Agora, todos eles podem decidir a eleição mineira em conjunto com a sucessão presidencial.
A incógnita está na tendência do PSB-Rede quanto aos dois segundos turnos, o de Minas e o presidencial. Campos fez história com o PT de Lula, de quem foi ministro da Ciência e Tecnologia. Depois se afastou do governo para ter vida própria com o PSB. Aproximou-se de Aécio Neves numa inclinação de ambos a aliança no segundo turno federal.
Veio Marina, levou a Rede, aliou-se a Campos e impôs a distância deles a Aécio. A inclinação anterior de Campos era apoiar o PSDB na disputa pelo governo de Minas. Mas Marina insistia na candidatura de Apolo Heringer, sem experiência eleitoral. Então se chegou a Tarcísio Delgado, deputado da antiga ala autêntica do MDB.
O movimento das contradições entre Campos e Marina sugere que, na negociação do segundo turno, eles podem assumir qualquer posição. Tanto apoiar Dilma ou Aécio quanto ter apoio do tucano se ele não chegar lá.
Na opção entre Pimentel e Pimenta, a decisão deve ser uma cláusula do acordo maior, o presidencial. Segundo o Ibope, Aécio tem 41% dos votos em Minas. Dilma, 31. Campos, 5 pontos.
Notícia satírica sobre overdose de maconha, que usou personagens de filmes no texto, foi reproduzida em portal do grupo antidrogas da Polícia Militar e “caiu na rede”. Não é a primeira vez no ano que instituições policiais sofrem com pegadinhas
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Tucano Geraldo Alckmim: pesquisas dão sua vitória no 1º turno em S. Paulo. Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil[/caption]
A mais nova pesquisa do Ibope confirma que a reeleição de Dilma Rousseff ficará mais fácil se a presidente conseguir se colar ao mesmo tempo a dois candidatos ao governo paulista, Paulo Skaf (PMDB) e Alexandre Padilha (PT). Lula ficaria feliz com a possibilidade de levar um os dois governistas ao segundo turno contra a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin.
Há duas semanas, a pesquisa do Datafolha atribuiu a Alckmin a preferência de mais da metade dos eleitores paulistas, 54%. Agora, veio o Ibope e reduziu a opção pelo tucano à metade exata, 50 pontos. A cotação de Skaf também foi desvalorizada: desceu de 16% no Datafolha para 11 no Ibope. Padilha cresceu de 4% no Datafolha para 5 no Ibope.
Nas duas pesquisas, Alckmin seria reeleito em primeiro turno, mas o Ibope ofereceu, na hora certa, um estímulo ao PT-PMDB para trazer Skaf à companhia de Dilma. Se o peemedebista rebelde, em linha de queda ibopiana, se juntar ao PT, teria mais chance de um duelo em segundo turno contra o também decadente Alckmin — ou Padilha em ascensão.
O momento da recomposição entre candidatos teria de ser este, a dois meses do primeiro turno. Para os petistas, está passando da hora de Dilma conquistar Skaf para, pelo menos, reduzir a rejeição que recebe em São Paulo.
A diminuição viria com o apoio de eleitores e empresários que hoje estão com o peemedebista. Os amigos continuariam com Skaf apesar de Dilma ao lado do governadoriável? O Ibope atribuiu 30% dos votos no Estado a Dilma, 25 a Aécio e 6 pontos a Eduardo Campos (PSB).

