Notícias

Encontramos 148454 resultados
Presidente do Supremo nega liberdade a dois executivos da OAS

[caption id="attachment_24702" align="alignleft" width="300"]Foto: Fellipe Sampaio/ SCO/STF Foto: Fellipe Sampaio/ SCO/STF[/caption] O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, negou na sexta-feira (26/12) pedido de liberdade de dois executivos ligados à empreiteira OAS. Eles foram presos durante a Operação Lava Jato, da Policia Federal, em novembro. O ministro manteve na prisão Agenor Franklin Medeiros e José Ricardo Nogueira Breghirolli por entender que não há ilegalidade na decretação das prisões. Na decisão, o presidente do Supremo também argumentou que o pedido de liminar só pode ser analisado após julgamento do mérito de outro habeas corpus, que também foi rejeitado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os investigados estão presos na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a OAS e outras empresas investigadas na Operação Lava Jato participavam de um “clube” para acertar quem venceria licitações com a Petrobras. Seis pessoas ligadas à OAS já se tornaram réus em ações penais na Justiça Federal em Curitiba. Mais cedo, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, rejeitou pedido de liberdade feito pelo presidente da OAS, José Aldelmário Filho, e Mateus Coutinho de Sá Oliveira, funcionário da empreiteira.

Desta vez os riscos existem. E são imensos

Tão logo foram confirmados os números da terceira derrota de Iris no confronto direto com Marconi, surgiram especulações sobre nova candidatura dele à Prefeitura de Goiânia. Será uma boa?

2014, o ano do “mar de lama”

Nem tudo foi revelado na sucessão de episódios de escândalos na Petrobrás; no próximo ano, cada dia mais coisas escabrosas serão dadas ao conhecimento público

Jornal Opção faz 39 anos com mais de meio milhão de acessos por semana

[caption id="attachment_24573" align="alignleft" width="620"]Patrícia Moraes Machado e Herbert Moraes: jornalistas e empresários responsáveis pelo amplo e histórico sucesso editorial do Jornal Opção / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Patrícia Moraes Machado e Herbert Moraes: jornalistas e empresários responsáveis pelo amplo e histórico sucesso editorial do Jornal Opção / Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Não é qualquer dia que um jornal (ou uma empresa) completa 39 anos, quase meio século. O Jornal Opção, que fez 39 anos na semana passada, é uma criação do jornalista e economista Herbert de Moraes, hoje dirigido por sua filha, a jornalista Patrícia Mo­raes Machado. Leitor da imprensa al­ternativa, aquela que combatia a ditadura com inteligência, coragem e talento, o jornalista decidiu criar, não um simulacro, mas um jornal ativo, regional mas sem perder a universalidade. Criado nos tempos da ditadura, que na época tinha 11 anos, o jornalismo comandado por Herbert Moraes enfrentava sua fúria ao fazer reportagens e análises inteligentes e sutis. Talvez tenha sido o jornal goiano que percebeu a oportunidade da distensão/Abertura, do governo Geisel ao governo Figueiredo, com mais perspicácia. Publicou reportagens questionadoras e abriu amplo espaço àqueles que defendiam a Anistia dos presos e dos exilados políticos. Hoje, como antes, o forte do Jornal Opção é sua capacidade analítica. Durante a campanha eleitoral, enquanto as oposições combatiam um governador Marconi Perillo “mutante”, sem compreendê-lo, o jornal apresentou algumas ideias que nortearam o debate. Primeiro, o jornal disse que Marconi estava recuperando sua popularidade por intermédio da gestão. De fato, o gestor recuperou o político e, em seguida, o político potencializou o gestor. Segundo, o jornal frisou que Iris Rezende era o opositor “adequado” para o tucano-chefe. Por­que, além de não ganhar dele, impedia a ascensão dos novos, dada sua es­trutura partidária e nome cristalizado. Marconi Perillo derrotou Iris Re­zende, mas foi este quem derrotou Vanderlan Cardoso e Antônio Gomide. As 39 anos, com corpinho de 20, quer dizer, sempre novo, o Jornal Opção mantém o semanário impresso e o Jornal Opção Online. Na semana passada, o jornal obteve 526.605 visualizações únicas — mais de meio milhão. O Jornal Opção se tornou um veículo de dimensão nacional. Na semana passada, obteve alta visualização nas principais cidades do país: São Paulo (só a capital) — 65 mil; Rio de Janeiro — 51.072; Brasília — 24.783; Belo Horizonte — 22.579; Porto Alegre — 12.920. Em Goiânia, sua base, foram 113.690 visualizações.

“Alzheimer” do Vaticano quase levou o padre Marcelo Rossi ao suicídio

marcelo rossiQuando o papa Francisco diz que há um “terrorismo do falatório” na Igreja Católica, nas suas várias seções, deve-se admitir que Marcelo Rossi, um padre pop, que canta e escreve livros, é uma de suas vítimas. Um bispo encaminhou “documentação” para o Vaticano informando que o religioso brasileiro “desvirtuava” a liturgia católica ao se apresentar como um pop star. Como a sanha persecutória existe em qualquer lugar, o Vaticano iniciou uma investigação das ações de Marcelo Rossi. Durante o processo, em que várias pessoas foram ouvidas, novos documentos foram apresentados, e imagens do padre em programas de televisão foram enviadas para a Itália. Depois de gastar dinheiro, e de deixar o padre doente — sofreu depressão, ficou magérrimo e chegou a pensar em suicídio —, o Vaticano descobriu o óbvio: Marcelo Rossi não oferecia risco algum à liturgia católica. Marcelo Rossi é o típico religioso que — apesar de aparecer muito, por ser um comunicador nato — nada tem a ver com ideologias de esquerda e de direita. É um tradicionalista que usa meios modernos para se comunicar com os fieis.

Papa Francisco, que mais atualiza do que muda a Igreja Católica, aponta suas doenças

papa-francisco-3 O surpreendente papa Francisco apresenta-se, ao dizer que a Cúria sofre de “Alzheimer espiritual”, como uma espécie de psicanalista ou psiquiatra dos homens da Igreja Católica. Há doenças incrustadas nas estruturas da Igreja Católica, sempre perniciosas, frisou o papa. Francisco fala em 15 doenças, apontando o “terrorismo do falatório”, “esquizofrenia existencial”, “exibicionismo mundano”, “narcisismo falso” e “rivalidades pela glória”. Setores conservadores da Igreja Católica começam a atacar o papa, às vezes não de maneira frontal. Os mais cautelosos sugerem que as ideias de Francisco têm sido distorcidas, para torná-lo, junto com a Igreja, mais progressista do que, de fato, é. Um religioso chegou a dizer que a Igreja está uma “bagunça”. Porém, o que parece caos, caos não é. O papa Francisco está implantando uma mentalidade mais arejada na Igreja Católica, atualizando-a, mas sem mudá-la nos seus valores básicos, que são religiosos e humanistas.

Quebra de sigilo telefônico de jornal vai espantar fontes em todo o País

O jornal “Diário da Região”, de São José do Rio Preto (SP), e a TV Tem, afiliada da Rede Globo, tiveram acesso ao processo e transcrições de escutas telefônicas de denúncias sobre corrupção na Delegacia Regional do Trabalho em Rio Preto. As denúncias eram verdadeiras — funcionários anularam multas trabalhistas e fiscalizações após receber propinas — e foram publicadas. Porém, por discordar do vazamento das informações, a Procuradoria da República pediu a quebra de sigilo telefônico do jornal. A Procuradoria da República quer saber qual ou quais são as fontes que vazaram as informações. A Justiça avaliou como correto o pedido do procurador Svamer Cordeiro e mandou quebrar o sigilo telefônico. O jornal entrou com mandado de segurança no Tribunal Regional Federal (TRF). Por lei, a imprensa tem o direito de preservar suas fontes, por isso os jornalistas decidiram não revelar o nome do autor ou autores do vazamento. “O jornal não concorda de maneira alguma [com a ação da Procuradoria da Repú­blica]. Nós [imprensa] temos um direito de sigilo a fonte, garantido pela Constituição”, disse o editor-chefe do “Diário da Região”, Fabrício Carareto. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo frisa que é “inconstitucional” a decisão da Justiça “e uma afronta ao exercício pleno de liberdade de expressão e jornalística”. A As­sociação Brasileira de Jornalismo Investigativo diz que é “uma afronta não só à prerrogativa constitucional do sigilo da fonte, mas à própria liberdade de expressão e de imprensa”. Em nota, a Abraji acrescenta que a preservação da fonte é um “instrumento constitucional para assegurar um direito humano fundamental no Estado Democrático de Direito, que é o da liberdade de imprensa”. O diretor-executivo da Associação Nacional de Jornais, Ricardo Pedreira, considera “absurda” a quebra do sigilo telefônico. “A própria Constituição garante que o jornalista tem o direito de informar dados de processos sigilosos, inclusive há decisões do Supremo Tribunal Federal a respeito disso”, afirmou o dirigente da ANJ ao Portal Imprensa. Se a Procuradoria da Repú­blica ganhar a batalha, poucas fontes vão repassar informações confidenciais para a imprensa.

“Depressão” de Dilma Rousseff sugere que não tem como escapar do cerco corrupto

A presidente Dilma Rousseff passa a impressão de que está deprimida. É uma depressão diferente, de matiz político. A presidente, mais lulista do que petista, está cercada por uma máfia de desonestidade, mas permanece honesta. Está sob cerco, não da oposição, e sim de um esquema corrupto, que não criou e não aprova. Mas do qual não pode se libertar. É prisioneira de seu governo. Quando chorou durante a divulgação do relatório da Comissão Nacional da Verdade, que apontou crimes cometidos pela ditadura, é bem possível que a presidente, apesar da tristeza por se lembrar dos muitos amigos torturados e mortos, tenha chorado também devido à sua atuação atual. Dilma Rousseff sabe que terá de governar com os homens e mulheres possíveis, por causa das alianças políticas, e não, como queria Marina Silva, com os melhores. Noutras palavras, Dilma Rousseff sabe que novos escândalos virão e, sobretudo, sabe que não terá muito a fazer.

Maior crítico brasileiro, Luiz Costa Lima diz que Everardo Norões é um grande contista

Luiz Costa Lima é, talvez, o mais importante crítico literário (além de teórico) brasileiro. E, dos críticos de primeira linha, é dos poucos (ao lado de Alcir Pécora) que examinam autores não consagrados pela crítica, seja acadêmica ou de jornal. Ele é um descobridor de talentos, um especialista que firma reputações. No suplemento de cultura do “Valor Econômico”, o “EU&”, de 19 de dezembro, escreveu uma crítica notável do livro de contos “Entre Moscas”, de Everardo Norões. Embora premiado pela 12ª edição do Prêmio Portu­gal Telecom, Everardo No­rões é pouco conhecido e ra­ra­mente é comentado nos jor­nais. O texto de duas páginas de Luiz Costa Lima certamente é a crítica mais consistente e empática que recebeu em toda a sua vida de escritor.

A “loucura” do presidente Jânio Quadros e o escritor Otto Lara Resende

Ao dizer que iria consultar o Ministério Público Federal antes de escolher seus ministros, a presidente Dilma Rousseff teve um surto? Não se sabe. O jornalista A. C. Scar­tezini conta uma história curiosa: em 1961, ao assumir a Presi­dên­cia da República, Jânio Quadros “in­sistiu em levar o escritor e jornalista Otto Lara Resende para o governo”. Ante as dúvidas de Otto Lara Resende, sempre irônico e travesso, o presidente Jânio Quadros explicou a escolha: “Tenho um fraco por mulheres bonitas e homens inteligentes”. Em seguida, acrescentou: “Imagine este país nas mãos de nós dois”.

“Estamos vivendo o melhor momento da Polícia Militar”

Comandante-geral faz avaliação de seu trabalho à frente da corporação e aponta ganhos, da questão salarial ao desempenho dos colégios ligados à PM

Paulo Mourão pode ser o novo presidente da Assembleia Legislativa

[caption id="attachment_24532" align="alignleft" width="400"]montagem tocantins Paulo Mourão (acima) tem mais chances, dada sua proximidade com o novo governador. Porém, é certo que deverá disputar a presidência com mais três nomes da base: Toinho Andrade (no alto), José Bonifácio e Nilton Franco / Foto: montagem Fotos: Divulgação (Paulo Mourão) e Diretoria de Comunicação (Toinho, José Bonifácio e Nilton Franco[/caption]   O PT já definiu que tem candidato à presidência da Assembleia Legislativa, cuja eleição da mesa diretora acontece daqui a pouco mais de um mês. O nome ungido pelo partido é o deputado eleito e ex-prefeito de Porto Nacional Paulo Mourão. Da base do futuro governador Marcelo Miranda (PMDB) são quatro os pré-candidatos: juntam-se a Mourão, Toinho Andrade (PSD), José Bonifácio (PR) e Nilton Franco (PMDB). Um deles deve ser ungido por Miranda e todos estão em franco processo de articulação. Pesa em favor de Mourão o seu preparo político e o seu traquejo em aglutinar apoio, além de ter bom trânsito junto ao governador eleito. No entanto, outros ingredientes devem pesar nesse processo, como: convencer parte do grupo que fará oposição ao novo governo. O parlamentar petista já foi secretário de Marcelo Miranda em gestão anterior e se relaciona bem com a senadora e ministra anunciada Kátia Abreu (PMDB). Embora tenha sido reeleito pela coligação de Sandoval Cardoso (SD), José Bonifácio apoiou Marcelo Miranda e, por isso, pode ser que mantenha sua candidatura. Ele já disse que sua candidatura é avulsa e tenta ganhar a simpatia das duas alas da Casa. É polêmico por natureza, mas coerente em seus posicionamentos. Toinho Andrade, também de Porto Nacional, a exemplo de Mourão, ainda que tímido na tarefa de articular, espera que seja o preferido de Marcelo Miranda. Nilton Franco corre por fora, mas está em conversações com as lideranças de todos os partidos com representação na Casa. Entende que, pelo fato de ser do mesmo partido do governador eleito, leva uma ligeira vantagem sobre os outros postulantes. Do lado da bancada que fará oposição ao novo governo, o único que se apresentou como postulante foi o deputado Osires Damaso (DEM), que é o atual presidente.

Iris Rezende pode bancar Ronaldo Caiado para o governo e deve rejeitar Júnior Friboi e Daniel Vilela

[caption id="attachment_24667" align="alignleft" width="620"]Ronaldo Caiado e Iris Rezende: a míssão do primeiro é qualificar  e renovar o discurso arcaico do veterano líder peemedebista goiano | Foto: Fernando leite/Jornal Opção Ronaldo Caiado e Iris Rezende: a míssão do primeiro é qualificar
e renovar o discurso arcaico do veterano líder peemedebista goiano | Foto: Fernando leite/Jornal Opção[/caption] A tricotagem política entre o senador eleito Ronaldo Caiado e o principal líder do PMDB em Goiás, Iris Rezende, tem a ver com a eleição para prefeito de Goiânia, em 2016, mas também com a disputa do governo de Goiás, em 2018. É fato que Iris Rezende tem forte capital eleitoral em Goiânia, tanto que foi eleito em 2004 e reeleito em 2008. Na primeira, derrotando o PT e um candidato da base governista. Na segunda, contando com o apoio do petismo de Paulo Garcia, derrotando a base marconista. Porém, de­pois da terceira derrota para o governo do Estado e porque terá 83 anos em 2016, sua candidatura possivelmente seria mais complicada. O apoio de Ronaldo Caiado poderia dotar sua campanha de um discurso mais contemporâneo e uma contundência mais qualificada. Porém, como não há nada de graça em política, o irismo terá de apresentar a contrapartida. Em conversas reservadas, com os mais íntimos de seus aliados, Iris Rezende estaria dizendo que veta apenas dois nomes para governador em 2018: Júnior Friboi e Daniel Vilela. O irismo, especialmente aquele mais familiar, considera o empresário e o deputado federal eleito como “traidores”. Se veta Júnior Friboi e Da­niel Vilela, qual seria o nome de Iris Rezende para o governo? Não tem. Aí entra Ronaldo Ca­iado como seu possível candidato a governador. Aliados de Ronaldo Caiado frisam que ele não quer disputar o governo como candidato da terceira via, porque sabe que seria atropelado pela histórica polarização entre o peemedebismo e o tucanato. Por isso, a aproximação com o PMDB de Iris Rezende. Este tem admitido que prefere apoiá-lo a compor com integrantes do partido que trata como adversários e, em alguns casos, até inimigos pessoais. O vice de Ronaldo Caiado seria indicado por Iris Re­zende. O presidente do DEM por certo consideraria a hipótese de um vice como Daniel Vilela, mas o peemedebista-chefe não aceitaria.

Sem finalizar os trabalhos, CPI do Igeprev acaba em pizza

[caption id="attachment_24526" align="alignleft" width="620"]Foto: Aragão: “Se tivesse vontade de fazer, teríamos até delação premiada aqui” / Divulgação Foto: Aragão: “Se tivesse vontade de fazer, teríamos até delação premiada aqui” / Divulgação[/caption] Como já se previa, a CPI do Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev) vai mesmo acabar em pizza. Não há mais tempo de os membro da comissão apresentarem qualquer resultado prático sobre as investigações, mesmo porque os principais depoentes não compareceram para prestar seus depoimentos. Argumenta-se que a CPI pode ser reinstalada na próxima legislatura. Diante da impossibilidade de dar prosseguimento aos trabalhos, o presidente da CPI, deputado Stálin Bucar (SD), propôs aos membros da comissão o encerramento do levantamento sem a produção de relatório. “Aguardávamos a presença dos convocados e não foi possível a vinda deles”, argumentou o parlamentar que, a partir do próximo ano, ficará sem mandato. “Concordo até em encerrar a CPI, mas tem que apresentar o mínimo do relatório. Eu me preocupei desde o início e falei que faria um relatório paralelo”, diz o deputado Sargento Aragão (Pros), membro da comissão, que também ficará sem mandato a partir de 2015. “Se o MPE tivesse aberto um procedimento, com vontade de fazer, teríamos até delação premiada aqui. Não temos procedimento real, o que para mim é uma vergonha”, lamenta Aragão. O deputado defende também, para que seja adicionado no relatório a ser produzido, a informação de que já existe procedimento investigatório em relação ao Igeprev, conduzido pela Superin­ten­dên­cia da Polícia Federal do Tocantins e pelo Ministério Público Federal (MPF). Porém, o processo tramita em segredo de Justiça. Segundo Aragão, a Procu­radoria da República no Tocantins informou que existe um mandado de segurança nas mãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Roberto Barroso, protocolado em novembro de 2014 e que visa “impedir a investigação” dos órgãos. O parlamentar apresentou requerimento para solicitar o nome do responsável pelo mandado e, assim, adicionar a informação no relatório.

Amastha investe em ações que dão visibilidade

O elenco de ações que o prefeito Carlos Amastha vem realizando após as eleições tem lhe dado visibilidade política. Recentemente, ele assinou quatro Termos de Cooperação Técnica (TACs) com a presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO), Ângela Maria Prudente. O primeiro tem como objetivo a disponibilização pelo município de Palmas de dez vagas por semestre no Programa Jovem Empreendedor da Se­cretaria Municipal de Desenvol­vimento Econômico e Emprego, ao Tribunal de Justiça para provimento por adolescentes egressos do Sistema Socioeducativo da Comarca de Palmas. O segundo tem como objeto a disponibilização pela prefeitura da capital, por intermédio da Se­cretaria de Desenvolvimento Rural, de profissionais para elaboração de projeto de paisagismo e cultivo de hortaliças, e para ministrarem aulas teóricas e práticas com insumos necessários, nas dependências do Centro de Atendimento Socioedu­cativo (Case) de Palmas. No terceiro, o objeto é a disponibilização pelo município de Palmas, por intermédio da Se­cretaria Municipal da Educação (Semed), de um professor de música com os instrumentos e equipamentos necessários para ministrar aulas teóricas e práticas aos adolescentes privados de liberdade no Centro de Atendimento Socio­educativo (Case) de Palmas. O quarto TAC tem como objeto a disponibilização pelo município de quatro estagiários do curso de Direito para desempenharem atividades no âmbito das Varas dos Feitos das Fazendas e Registro Público.