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Mercado prevê inflação de 6,67% em 2015

[caption id="attachment_26479" align="alignleft" width="300"]Foto: Marcos Santos/USP Imagens Foto: Marcos Santos/USP Imagens[/caption] Conforme divulgado pelo boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC), o mercado prevê a inflação para 2015 em 6,7%, número acima da estimativa anterior, de 6,6%. A projeção, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está acima da meta de 6,5%. O boletim divulgado reduziu ainda a projeção de crescimento da economia este ano, que era de 0,4% e passou para 0,38%. A estimativa para os preços administrados passaram de 8% para 8,2%. Quanto à taxa Selic (taxa básica de juros), a previsão é 12,5% para 2015. Na próxima quarta-feira (21/1), o Comitê de Política Monetária (Copom) faz sua primeira reunião do ano para decidir a taxa básica, que atualmente é 11,75%. A mediana das estimativas do Produto Interno Bruto (PIB) caíram de 0,4% para 0,38%. Já quanto à produção industrial, o número saiu de 1,02% para 0,71%. Para 2016, o mercado prevê o IPCA fechando em 5,7%. Para o PIB e para a produção industrial, a estimativa é de expansão de 1,8% e 2,65% para 2016, respectivamente.

Goiás tinha 319 e agora tem 688 milionários. O Tocantins tinha 10 e saltou para 61

  A “Folha de S. Paulo” publicou no domingo, 18, a reportagem “Novos riscos prosperam com agronegócio, assinada por Julio Wiziack. Na primeira página, o jornal titula: “Regiões Norte e Centro-Oeste ganham mais milionários”. O foco da matéria é mostrar que “um brasileiro com espírito empreendedor tem mais chance de fazer fortuna no Norte e no Nordeste do que no eixo Sul-Sudeste”. O número de milionários mais do que dobrou em Goiás entre dez anos, entre 2003 e 2013, segundo a Receita Federal. Saltou de 319 para 688. No Tocantins pulou de 10 para 61 os milionários. Os dados da RF são baseados em informações declaradas, portanto estão subestimados. O número de milionário é bem maior, sugere a “Folha”. De onde saem tantos milionários? Do agronegócio, conclui a reportagem. “Em 2003, o governo federal turbinou os incentivos para os produtores rurais, mirando os elevados preços das commodities agrícolas no exterior. O agronegócio, que já era forte na exportação, virou motor da economia. Os produtores de minérios também surfaram nessa onda.” Segundo a “Folha”, consultorias estrangeiras avaliam que, “em 2007, já após o ‘efeito commodity’, o Brasil contava com 130 mil afortunados (com mais de US$ 1 milhão em aplicações financeiras). Hoje, seriam 230 mil”. A “Folha” menciona dois milionários — um do Tocantins e um de Goiás. Gustavo Rizatti se tornou milionário com a construtora Inovatec, em Palmas, no Tocantins. Construiu um edifício e, com o dinheiro, investiu em novos imóveis e se tornou milionário. Um dos casos mais interessantes citados pela “Folha” é o do empresário Ismael Alves de Almeida (foto acima), de 35 anos. Seu pai, quebrado pelo confisco da poupança no governo de Fernando Collor, decidiu fabricar picolé e ele mesmo decidiu vendê-los nas ruas. Clóvis, o patriarca, criou a marca Milka, no Setor Coimbra, que, rapidamente, se tornou um sucesso. Cresceu tanto que a família criou outra marca, a Frutos do Cerrado, porém, como o empreendimento ganhou o país e até o exterior, a marca teve de ser mudada para Frutos do Brasil. Em 2015, segundo estimativa, a empresa deve faturar 13 milhões de reais, com a produção saltando de 400 mil para 1 milhão de picolés. Há lojas franqueadas em 12 Estados. “Vendemos tudo o que fabricamos”, afirma Ismael Alves de Almeida.

Promotor argentino que denunciou a presidente Cristina Kirchner é encontrado morto

Nisman iria comparecer ao Congresso na manhã desta segunda-feira para detalhar a denúncia referente ao atentado contra um centro de convivência de judeus, em 1994

Entenda como a nota do Enem é usada no Sisu

Cada instituição pode adotar pesos diferenciados para as provas do Enem [caption id="attachment_26463" align="alignleft" width="300"]Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil[/caption] A partir desta segunda-feira (19/1), aqueles que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão usar as notas para ingressar em instituição de ensino superior pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Na hora da inscrição, o candidato insere o número de inscrição e a senha do Enem 2014 e o Sisu resgata, automaticamente, as notas obtidas no exame. Caso tenha esquecido a senha, é possível recuperá-la na página do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cada instituição pode adotar pesos diferenciados para as provas do Enem. A nota pode variar de acordo com o curso escolhido. Ao se inscrever, o sistema calcula automaticamente e informa a nota para o candidato. Além disso, as instituições participantes do Sisu podem, eventualmente, adotar um bônus, a ser atribuído à nota dos candidatos, como forma de política afirmativa. Com isso, a nota desse candidato vai variar caso ele opte pela modalidade de ampla concorrência ou pela modalidade de ação afirmativa. Para cumprir a Lei de Cotas (12.711/2012), as instituições federais deverão reservar, no mínimo, 37,5% das vagas para os estudantes de escolas públicas. As instituições também podem ter ações afirmativas próprias. Feita a inscrição, o candidato deve acompanhar diariamente, a partir de amanhã (20), a nota de corte do curso. A nota serve como referência, não é uma garantia de que o candidato será aprovado. Ela é calculada uma vez por dia, com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência. O candidato também tem acesso a uma classificação parcial, que deve servir apenas como referência. É possível mudar de opção de curso até o fim do período de inscrição, no dia 22. O sistema considera a última opção escolhida. Na página do Sisu, os estudantes podem consultar uma série de perguntas e respostas sobre o processo seletivo. Nesta edição, são ofertadas 205.514 vagas no ensino superior público, em 5.631 cursos de 128 instituições. Para participar, é preciso ter feito o Enem 2014 e não ter tirado nota 0 na redação. info_enem

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Para entender a crise da educação é preciso ir além da discussão das notas baixas em redações no Enem

bertha-worms-brasil-1868-1937-2O resultado do Enem de 2014 mostra que os jovens brasileiros vão mal em matemática e redação. O jornal “O Globo” ouviu dois estudantes que obtiveram nota máxima em redação. Carlos Eduardo Lopes Marciano, de 19 anos, diz que, acima de tudo, é um bom leitor. Aprecia, por exemplo, Jorge Amado, que, se não é um Machado de Assis ou um Guimarães Rosa, portanto pouco dado à inventividade literária, é uma espécie de sociólogo da vida brasileira, um discípulo literário, digamos, de Euclides da Cunha, Gilberto Freyre, Caio Prado Júnior, Sérgio Buarque de Holanda e Raymundo Faoro. Quer dizer, um intérprete, quiçá indireto, da história e do cotidiano do País. “Sempre tive o dom de escrever. Escrevia poemas e outros textos e gostava de redação argumentativa”, sublinha. Ao tentar uma vaga na Universidade de São Paulo (USP), leu os nove livros indicados. Leu as obras, não resumos elaborados por professores ou encontrados na internet. Maria Eduarda de Aquino Corrêa Ilha, de 18 anos, sugere que a paixão pelos livros contribuiu, de maneira decisiva, na elaboração de uma redação estruturada e convincente. O tema “publicidade infantil”, admitem os dois, por ter sido menos divulgado que “lei seca”, o tema de 2013, é mais “difícil”. Porém, a facilidade de lidar com as palavras e as ideias facilitou a escritura da redação. “O Globo” ouviu professores do ensino médio, em busca de uma explicação para as notas baixas — de maneira surpreendente, o jornal praticamente ignorou a disciplina matemática — e colheu platitudes, ainda que objetivas. O mestre Bruno Rabin, do ensino médio, acredita que as notas baixas têm a ver com o tema da redação, que, por ser mais “árido”, exige uma formação cultural mais ampla. Ele sugere outra explicação: como a redação foi feita junto com as provas de linguagens e matemática, é provável que não tenha sido a prioridade de vários estudantes. “Os alunos provavelmente ficaram pressionados com o tempo, e isso influiu”, avalia. O professor Filipe Couto, do ensino médio, atribui parte da responsabilidade a um possível rigor dos corretores das redações. Ora, o rigor é necessário e os corretores não podem ser apontados como “culpados” pelo fato de os estudantes não escreverem bem — muitos nada escreveram, daí a nota zero — ou de escreverem e argumentarem mal. Rafael Cunha, professor de redação, corrobora Filipe Couto: “Questiono se todos os corretores seriam capazes de tirar nota mil se fizessem a prova”. Destacar isto é passar ao largo do que realmente importa. A “Folha de S. Paulo” buscou a opinião do professor Reynaldo Fernandes, da USP e ex-presidente do Inep — que organiza o Enem. Ele atribui o fato de muitas redações terem sido entregues em branco ao “peso maior das provas objetivas em algumas faculdades que usam o exame” (o texto entre aspas é do jornal, sintetizando o pensamento do mestre). “Tem instituições que não usam a nota da redação em seus vestibulares”, afirma Reynaldo Fernandes. O ministro da Educação, Cid Gomes, entra de maneira apressada no debate. “Eu arriscaria uma tese: o tema de 2013 foi lei seca. Essa questão foi muito debatida, discutida. O tema da publicidade infantil [no ano passado] não teve um grande processo de discussão como o outro.” O que se depreende do exposto acima? Que os dois estudantes que obtiveram nota máxima na redação têm mais razão do que os especialistas e o ministro da Educação. Eles disseram, sem firulas, que estudar (ler), e de maneira lógica e atenta, é fundamental. Os especialistas, ao discutirem certas minúcias, deixaram de enfatizar que a educação precisa de reformas, que incentivem o estudo mais detido da própria língua — a falta de domínio da Língua Portuguesa (o populismo de especialistas como Marcos Bagno faz um mal enorme àqueles que precisam competir por vagas em boas universidades e, depois, no mercado de trabalho) talvez esteja na base dos textos caóticos, sem sentido e sem lógica, e não precisamente o domínio do tema — e, sim, de matemática. Não se chega a Estados Unidos, Japão, Alemanha com estudo deficiente de matemática. A China e a Coreia do Sul investem pesado no ensino de matemática, incentivando competições entre os estudantes. A falta de qualidade da educação é geral. Porém, como há escolas, privadas — como o WR, do professor Rubão — e públicas, como as administradas pela Polícia Militar, para ficar com exemplos goianos, de qualidade inquestionável; é preciso verificar, com estudos específicos, sem desconsiderar o geral, o que de fato está acontecendo. Há mestres, dados a manipular e distorcer a realidade por meio de ideologias, que consideram o WR, o Visão e o Olimpo como “amestradores” de estudantes para o vestibular ou, agora, para o Enem. É uma infantilidade pensar assim. Na verdade, o ensino dos colégios é de qualidade e seus alunos são, no geral, os melhores. Claro que, para lá, vão os mais qualificados, mas deve-se dizer, para além das ideologias ditas educacionais, que, de tais escolas, saem ainda mais qualificados, e não apenas para exames. A disciplina do WR, ao contrário do que comumente se pensa, não cria robôs; pelo contrário, forma estudantes mais comprometidos com a aprendizagem. Nas escolas militares, como o Colégio Hugo de Carvalho Ramos, a disciplina atua em favor da aprendizagem. Educação não é festa — é transpiração, diria o poeta João Cabral de Melo Neto. É evidente que não se deve discutir tão-somente nichos de qualidade. A educação do País como um todo precisa melhorar. O ministro Cid Gomes, embora muito combatido, talvez devido ao seu destempero verbal, fez um trabalho de qualidade na educação do Ceará, garante o ex-reitor da Universidade Federal de Goiás Edward Madureira. Veremos se terá energia para dobrar o corporativismo — que sempre aposta no quanto pior, melhor — e consegue implantar mudanças graduais na área. Se começar a falar em mudanças profundas — ao estilo dos socialistas —, o leitor deve ficar desconfiado. Em geral, aqueles que falam em “mudanças profundas” ou “mudanças estruturais” não querem mudar nada. Nas escolas públicas, um bom começo é ter aulas todos os dias, sem greves, com professores qualificados e mais exigência, sem populismo e adulação, na avaliação dos estudantes e, também, do corpo docente.

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