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Três candidatos vão disputar o mandato-tampão de presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-Goiás na eleição de quarta-feira, 4: Enil Henrique de Souza, Sebastião Macalé e Alexandre Caiado. Quem foi eleito vai ficar no comando até novembro, quando será feita nova eleição, aí com todos os advogados filiados à OAB podendo votar. Os três postulantes estão em campanha aberta, conversando com todos os conselheiros (são 80 com direito a voto). O tempo é curto, mas estão se desdobrando. Macalé é o atual presidente da OAB-Goiás. Era vice-presidente e assumiu depois da renúncia de Henrique Tibúrcio, que decidiu ocupar a Secretaria de Governo de Goiás. Enil Henrique é o tesoureiro da instituição. Alexandre Caiado é o presidente da Comissão de Prerrogativas da Ordem. Advogados disseram ao Jornal Opção que os três postulantes têm a competência e o equilíbrio necessário tanto para defender a OAB, portanto os advogados, quanto a ordem democrática e a sociedade.
Notificações das vítimas dessas ocorrências vigoravam desde 2005. Porém, não havia o registro dos gêneros dos pacientes
O parlamentar se refere à representação do MPF contra ele e mais 10 deputados eleitos por crimes eleitorais cometidos durante campanha de 2014
Por Duanny Gumesson
Era ela, a aspirante a escritora. A escritora dos momentos de desabafo. Sentava na dura cadeira de madeira, lia alguns textos diversos, esvaía aquela breve inspiração e desistia. Precisava de bem mais que inspiração. Precisava de fatos, de gente, de sentimento, vida pra transformar tudo em um misto de palavras. Era quase um diário da menina. Digo, da pseudoescritora. O que não permite que os críticos ferrenhos digam que não há vida, ou verdade. Porque ela é toda verdade, toda vida, toda movimento, encanto, marcação.
Precisava de um start pra iniciar a sessão de textos do novo ano. E a melhor forma de iniciar escrevendo em um novo ano é falando sobre ele, claro. Teste, início, formas... Chegaram! Um dos encantadores da menina aspirante à escritora forneceu a matéria-prima pra brincadeira de palavras que ela queria elaborar. Era um texto sobre 2015. Um ótimo texto. Ela, então, saiu da crise criativa em que estava e produziu algo que era mais ou menos assim:
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Reprodução[/caption]
"Sem saber o que falar, não posso me dar ao luxo de não desejar um belíssimo ano aos meus companheiros fiéis. Andam dizendo por aí que 2015 será um bom ano. Concordo. Que será um ótimo ano. Concordo. Disseram que será o melhor ano. Discordo.
"O melhor ano da sua vida será 2015", ouviu de longe 2016, que contou para 2017, que repassou a informação pra 2018. Os três próximos anos ouviram e foram reclamar com as autoridades competentes (seriam os maias, talvez?). Chegaram, pegaram a senha e ficaram discutindo na sala de espera a pretensão de 2015. Se fosse 2015 o melhor ano de todos, era melhor que os próximos nem chegassem, porque 7 bilhões de pessoas iriam se lamentar pelo resto de suas vidas por não terem mais ótimos anos como aquele.
Chamaram a senha de número 15 e lá se foram os três anos revoltados, na ordem crescente. Chegaram à sala do Senhor Cronos –– coincidentemente (ou não), o mesmo nome do deus do tempo da mitologia grega. Explicaram a situação, Cronos os ouviu, atentamente, e silenciou. Os anos também calaram-se. O ruído calado incomodava aqueles elementos temporais todos.
Cronos levantou-se, acendeu um cigarro, olhou a vista da janela. Achou normal. Voltou-se para os três anos ali, revoltados. Apoiou seu cigarro no cinzeiro, desligou as luzes e ligou o datashow. Logo no começo apareceu o calendário maia. Perguntou aos presentes:
–– Sabem o que é isso?
–– Claro –– responderam em coro.
No próximo slide, os anos 2000 aparecem com a ilustração das panes nos sistemas informatizados. Cronos questiona:
–– Reconhecem? –– e eles responderam afirmativamente.
Cronos acelerou a velocidade de apresentação dos slides e mostrou, em sequência, o efeito Júpiter de 1974, a Ruptura de maio de 2011 e o Armagedon de 1914. Tragou mais uma vez seu cigarro, pousou-o no lugar apropriado, voltou-se para 2016, 2017 e 2018 e disse:
–– E então?
2015 disse, meio envergonhado, que achava não ter compreendido o que o responsável pelos tempos tentou transmitir.
Cronos sorriu e afirmou, conclusivamente, que estavam todos ali, discutindo acerca de um novo ano que iria acontecer de várias formas para várias pessoas. Podia ser que alguns aguardassem o fim, que outros alcançassem objetivos, que muitos iniciassem de forma otimista ou pessimista. Sonhos se realizariam em 2015, tragédias também. E assim seria em 2016, em 2017, em 2078. Porque não adiantaria os tempos se preocuparem, os personagens principais são humanos. Ou desumanos.
Os três anos subsequentes agradeceram a explicação de Cronos e deixaram a sala. Se olharam, sorriram. E perceberam que 2015 deixaria espaço e bons acontecimentos para todos os outros. Porque a vida é assim: expectativa, indecisão, decisão, sorte, amor, azar, companheirismo ou a falta dele, independentemente de quatro algarismos."
Assim sendo, a escritorazinha terminou. E esperou muito do 2015 dela, que, aliás, havia começado muitíssimo bem. E levava consigo muita esperança, amor, sonhos, alegrias pra viver aquele ano. E todos os outros. Queria tudo de bom pra quem amava, pra quem a fez se sentir bem nos anos anteriores e para quem ainda iria aparecer e colorir com diferentes motivos tudo aquilo.
Amazonense, Duanny Gumesson é escritora, formada em Letras, e pós-graduanda em Revisão de Texto e Educação a Distância
O Salão Santa Bárbara, em Pirenópolis, se enfeitará de guarda-chuvas e a culpa é toda de Conceição, uma senhorinha de 75 anos, que sobrevive na monotonia sem cor dos dias. Neste sábado, 31, ela descobre que “Quando se Abrem os Guarda-Chuvas”, a lembrança vem e lança aquelas perguntas todas sobre o amor, a vontade de viver, a esperança e, mais, lança aquela vontade de viver outra vez. Para clarear um pouco o céu ou, melhor, as coisas, “Quando se Abrem os Guarda-Chuvas” é um espetáculo do grupo teatral Farândola, que tem circulado Goiás, por meio do Fundo de Cultura do Estado. Às 20 horas, as portas do Salão se abrem a quem quiser ver os guarda-chuvas –– e, ó, vale dar um pulinho em Piri, se você vive aqui, em Goiânia e mais ainda se você vive em Anápolis ou próximo. “Basta estarmos vivos para suportar os obstáculos da vida”, diz Fernanda Pimenta, atriz que interpreta a Dona Conceição. É de graça, só entrar. E, para constar, Pirenópolis é a quarta das seis cidades escolhidas para a circulação –– o grupo já viajou com o espetáculo até para Portugal. No próximo mês, a galera do Farândola segue para Alto Paraíso e, depois, em abril, para Uruaçu.
Serviço
Espetáculo: "Quando se Abrem os Guarda-Chuvas" (Farândola Teatro)
Local: Salão Santa Bárbara, em Pirenópolis
Horário: 20h
Entrada: Franca
O jornalista Leo Dias, colunista do jornal “O Dia”, diz que a onda de demissões chegou à TV Globo; antes, estava circunscrita ao jornal “O Globo” e outro setores do Grupo Globo. “As demissões, que antes estavam restritas ao Projac, central de estúdios da emissora, acabam de chegar à sede do Jardim Botânico, onde fica o jornalismo.” Leo Dias afirma que os cortes agora estão sendo feitos na equipe técnica dos telejornais. “O ‘RJTV Segunda Edição’, que, normalmente, trabalha com três operadores de câmera no estúdio de vidro, agora passa a ter apenas dois profissionais. A outra câmera passa a ficar fixa, sem a necessidade de um funcionário”, afirma o colunista. “Na GloboNews está oficialmente extinto o cargo de auxiliar de câmeras nos estúdios de transmissão dos noticiários. A função do auxiliar é sinalizar ao apresentador todas as mudanças de câmera que acontecem durante a transmissão”, informa “O Dia”. Leo Dias atribui as demissões à diretora da Central Globo de Jornalismo, Silvia Faria, mas possivelmente têm a ver com a cúpula administrativa do Grupo Globo, e não com a redação. Silvia Faria pode ter sugerido demissões em áreas que, com uma equipe menor, a qualidade do jornalismo não cairá. Jornalistas não gostam de demitir e só o fazem em última instância.
Eles foram detidos, mas liberados logo após prestarem depoimentos e gravarem um pedido de desculpas
Mulher atuava a mando do filho, segundo a Polícia Civil. Uma prensa e 25 quilos de cocaína foram apreendidos pelos investigadores
Percentual médio de propina citado nos depoimentos da é 3% dos contratos. Perda estimada da companhia é R$ 4,06 bilhões
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Sisu oferece 205.514 vagas em 5.631 cursos, em 128 instituições[/caption]
Os candidatos selecionados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) devem providenciar a matrícula nas instituições de ensino a partir desta sexta-feira (30/1). O prazo vai até a próxima terça-feira (3/2). O candidato deverá verificar, na instituição em que foi aprovado, o local, horário e os procedimentos para a matrícula.
O Sisu seleciona estudantes para vagas em instituições públicas de ensino com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesta edição, o Sisu oferece 205.514 vagas em 5.631 cursos, em 128 instituições. O sistema registrou quase 2,8 milhões de inscritos.
Aqueles que não foram selecionados na primeira opção de curso poderão aderir à lista de espera do sistema. Para isso, deverão acessar o boletim pessoal napágina do Sisu e clicar no botão correspondente à participação na lista. O prazo de adesão vai até 6 de fevereiro.
Os selecionados na segunda opção de curso poderão fazer a matrícula e ainda assim participar da lista de espera para a primeira opção.
A lista com os selecionados está disponível na página do programa desde segunda-feira (26). Os candidatos em lista de espera serão convocados pelas instituições a partir do dia 11.
O grupo de humoristas Porta dos Fundos faz sucesso na internet e na Fox. Fábio Porchat é divertido, mesmo quando excessivo. Seu humor escrachado às vezes parece, paradoxalmente, uma conversa natural, até séria, mas é de uma graça estupenda. Com sua cara de menino levado, faz rir até o mais sisudo dos homens e mulheres. Agora, decidiu virar a Globeleza da Fox (http://www.foxplaybrasil.com.br/watch/390070851916), supostamente a realização de um sonho. Todo pintado, como a Globeleza da TV Globo, dança, pinta e borda, tendo ao lado um gari, protagonizado por Gregório Duvivier, a pitada “heterossexual” do quadro. É a vinheta de Carnaval da Fox. Bem criativa.
Não é bonito de se ver? Pode até não ser. Mas é impossível não rir, ou sorrir, de Fábio Porchat dançando como se fosse o Globeleza masculino.
Além da posse, o dia 1º de fevereiro será marcado pela eleição da mesa diretora do biênio 2015-2016. Pelo menos 10 goianos apoiam Cunha
Em nota, deputado alega que não teve conhecimento de "chuva de santinhos" e que não autorizou espalharem os materiais de propaganda que motivaram ação do MPF
Alegando que o baixo movimento do shopping Bougainville está puxando seu faturamento para baixo, a empresária Maria do Carmo fecha no sábado, 31, o Café & Cia (antigo Café do Ponto). O quiosque do Café & Cia é um dos empreendimentos mais antigos do Bougainville. Está instalado no shopping há mais de 20 anos. A proprietária vai manter o quiosque do Goiânia Shopping.
A história mais quente do mercado dos restaurantes é que o empresário Marcelo Marquez Batista (foto acima), Piquira, estaria vendendo as quatro unidades do restaurante e empório Piquiras — no Setor Marista, o mais antigo e tradicional, no shopping Flamboyant, o mais recente e mais movimentado, e nos shoppings Bougainville e shopping Buena Vista. Segundo a informação, ele estaria “reclamando muito” dos aluguéis dos shoppings e, por isso, estaria disposto a ficar apenas com o buffet.
No domingo, 25, um funcionário da direção do Piquiras do Bougainville disse a um repórter do Jornal Opção que a história “não passa de fofoca, possivelmente de algum concorrente incomodado com o sucesso do Piquiras. O Marcelo não quer e não vai vender os restaurantes”.

