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Lúcia Willadino Braga: disposição para servir o paciente com qualidade e eficiência[/caption]
Aloysio Campos da Paz deixa uma herdeira profissional: a coautora de seu livro “Método Sarah de Reabilitação Baseada na Família”, a neuropsicóloga, música (e hoje presidente do Sarah), Lúcia Willadino Braga. Ela, que entrou na existência do hospital (melhor dizer dos hospitais Sarah Kubitschek) despretensiosamente, imbuiu-se, com o passar dos anos, do espírito de dedicação, sacerdócio, inovação e profissionalismo de Aloysio Campos da Paz. Acabou, naturalmente, por simples gravidade, tornando-se sua substituta e sucessora.
A revista “Veja” de 23 de maio do ano passado traz uma reportagem sobre a cientista. Entre outros fatos, reporta que ela teve oferta milionária do Qatar para se mudar para o emirado e lá trabalhar. Possivelmente ganharia dez vezes o que percebe no Sarah. Não quis trocar o prazer e a devoção profissionais pela fortuna, tal como fizera Aloysio no início de sua carreira. Rendemos nossas homenagens a ela.
O Sarah é hoje mais difundido pelo tratamento perfeito que deu a famosos, como o músico Herbert Viana, o escritor Jorge Amado, ou o humorista Millôr Fernandes. Ministros, senadores, deputados e autoridades várias experimentaram seu tratamento e falam maravilhas.
Mas para Aloysio eles não foram diferentes dos outros milhares de anônimos que provaram os mesmos cuidados, pelos mesmos profissionais, com o mesmo respeito e com o mesmo carinho. Quando morre e deixa uma lição clara, que cabe aos que ficam aprender e praticar, Aloysio Campos da Paz cumpriu sua missão na Terra, exemplarmente. Esperamos que seu comportamento sirva, efetivamente, de lição e que o percebam os que têm responsabilidade na saúde pública. Podemos, sim, ter uma saúde de primeiro mundo, desde que exista dedicação, honestidade e vergonha na cara. Essa, a lição que Aloysio mostrou de sobra.
Criador do Sarah Kubitschek colocou medicina e paciente acima de questiúnculas político-corporativistas
Aloysio Campos da Paz era um apaixonado colecionador de armas, e um atirador ocasional. Aborreceu-se muito com a edição do Estatuto do Desarmamento, que colocava as armas das pessoas de bem, como ele, na mira de um controle absurdo, de uma burocracia insuportável, que os criminosos nunca experimentaram. Evitava polemizar sobre o assunto pois tinha amizades em todos os partidos e facções, inclusive as mais radicais de esquerda, para os quais o tal estatuto é um instrumento da luta de classes, e que consegue, a despeito da vontade popular, “desarmar a burguesia”.
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Idelma Lucia Chagas Ribeiro Vendo as propostas para a educação no Estado de Goiás na reportagem “O ensino público pode se igualar ao privado? Goiás tenta descobrir” (Jornal Opção 2064), percebemos a necessidade de que essas discussões saiam do papel e passem a ser materializadas, pois a educação precisa, com urgência, estar em outro patamar de prioridades por ser fundamental na formação de uma sociedade. E repensar como tem sido a realidade dos cursos de licenciatura na formação docente e como tem sido o processo formativo dos professores dentro da universidade são coisas que não podem mais ser adiadas. Quando nos deparamos com declarações como “precisamos pensar muito antes de fazer uma mudança, pois, não apenas na educação, há escassez de profissionais de ponta no País”, percebemos, sim, uma realidade. No entanto, nossos questionamentos ainda permanecem na intenção de chegar à raiz dos problemas. Por que não temos profissionais de ponta? Ou também o que fazer com os profissionais que não estão correspondendo às expectativas almejadas? Buscam- se resultados, porém, não é percebida a materialização de ações para se chegar à raiz do problema, que é sempre ocultada. Concordo plenamente que um dos caminhos para uma boa educação está na formação inicial dos professores, e isso percebemos estar cada vez mais em estado deplorável. A universidade precisa ser vista, nesse processo, como o caminho de partida e, para isso, a realidade no campo acadêmico precisa ser outra. Para construirmos um modelo de educação, mesmo que copiado de outros países, precisamos primeiramente pensar no processo de formação que vem de nossas universidades e, para isso, as políticas públicas precisam ser em prol de melhores condições de trabalho e de formação dentro das universidades. Como ser um professor de ponta se não há o necessário investimento para esse fim? E outro fator importante é: como melhorar a prática dos professores na sala de aula? Daí repensar a formação continuada e extremamente relevante e precisa ser um dos focos desse processo. Espero muito que essa realidade seja transformada, porque dói muito ouvir as expressões: “nesse governo a educação e a saúde serão prioridades” ou “a educação será o carro chefe desse governo”, mas termina governo e inicia governo e nada, nada muda. É justamente esse novo olhar que precisamos ter para dar sentido à nossa caminhada para uma mudança significativa na educação, principalmente, no que se refere à formação docente, pois, a falta de planejamento, de políticas educacionais e de ações nesse propósito tem nos levado a caminhos incertos, práticas incoerentes, a pouca reflexão sobre nossa prática e ao silêncio diante das questões relacionadas à formação inicial e continuada de nossos professores e, até mesmo, ao pessimismo diante das problemáticas decorrentes da falta de reconhecimento profissional e a falta de autonomia consciente. Ainda acredito na educação, ainda acredito que teremos profissionais de ponta e ainda acredito que nossas escolas serão escolas ideais. Por isso, ainda acredito que o governo do nosso Estado fará as mudanças necessárias para que esse “sonho de uma educação melhor” se torne realidade. Temos esperança de que as buscas de propostas que a Secretaria da Educação tem procurado sigam a um modelo de educação, além de necessário, que seja de acordo com a nossa realidade e, principalmente, que nosso aluno seja realmente beneficiado na sua luta por um País melhor e nossos professores sejam valorizados de fato. Idelma Lucia Chagas Ribeiro é secretária geral do Polo da Escola de Formação/NTE Porangatu e mestranda em Educação pela Universidade Federal de Goiás. E-mail: [email protected]
Coordenador de núcleo sobre violência na UFG critica as estratégias do Estado no combate à criminalidade e diz que é preciso fazer debate sério sobre a legalização das drogas
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Fernando Navarrete (Celgpar): “Investimento de R$ 800 milhões para resolver problema de queda de energia em Goiás” | Reprodução[/caption]
A Celg poderá se chamar Eletrobrás Goiás, a exemplo do que aconteceu em outros Estados em que houve negociação semelhante com a estatal federal, mas ainda não houve decisão fechada sobre isso. O controle acionário da companhia passou definitivamente para as mãos da Eletrobrás na terça-feira, 27, com a conclusão do acordo de aquisição de 50,93% das ações da Celg D.
O presidente da Celg Participações (Celgpar), José Fernando Navarrete Pena, informou na quinta-feira, 29, que a Eletrobrás terá de investir em torno de R$ 800 milhões para pôr fim aos problemas ocasionados com a queda de energia e outros problemas nos próximos dois anos e meio.
Segundo Fernando Navarrete, esse plano de investimento terá de ocorrer para reforçar a rede de distribuição, aumentar a capacidade de entrega das cargas energéticas em todo o Estado e revisar a malha da eletrificação rural, a fim de dar maior consistência e confiabilidade ao sistema.
O presidente da companhia disse que o governo de Goiás atendeu a praticamente todas as propriedades rurais, no entanto, como os investimentos ocorreram num período em que a Celg estava inadimplente com a União, não pôde receber a contrapartida do governo federal. Navarrete afirmou que estas intervenções farão com que a estatal preste o serviço que a população precisa.
Nos últimos quatro anos foram investidos cerca de R$ 5 bilhões na Celg, conforme disse Navarrete, para que a empresa seja viabilizada.
Com a inspiração lulista de sempre, Gilberto Carvalho retoma a fidelidade ao antigo líder, que tenta atrair o apoio da presidente rumo a 2018
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José Dirceu: antes foi o mensalão, agora também suspeito no petrolão | Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil[/caption]
Há um mês, o companheiro Gilberto Carvalho deixou o batente no Planalto, onde a presidente Dilma não o quis mais. Mas ele continua a ser o grilo falante que procura acordar a consciência de Dilma com alertas para se lembrar de Lula, que está quieto naquele momento, mas atento ao que se passa. Hoje, a acariciar a nova candidatura presidencial em 2018 com apoio da sucessora.
Mesmo fora do governo, Carvalho continua a zelar pelos interesses de Lula junto ao poder. Ao longo do ano passado, o companheiro fez contraponto a momentos em que a presidente esteve em evidência. Foi assim na Copa do Mundo, quando Carvalho, ainda secretário-geral do Planalto, corrigiu a ideia da chefe sobre a origem social da hostilidade que ela sofreu nos jogos.
Em janeiro, foram duas intervenções do companheiro, sempre com a cobertura de Lula. Logo no dia dois, Carvalho rompeu a placidez com que Dilma assumiu o segundo mandato sem dar bola aos interesses do ex-presidente. Ao repassar a Secretaria-Geral ao dilmista Miguel Rossetto, Carvalho, indignado, soltou aquele grito de guerra dirigido a sujeito oculto:
— Nós não somos ladrões! Nós não somos ladrões!
A mira lulocarvalhista era a presidente em pessoa. Ela que não se fizesse de ingrata, não isolasse Lula para não se contaminar com a mancha do petrolão que, com a cumplicidade de Dilma, instalou-se na Petrobrás no antigo governo há dez anos, mas avançou pelo dilmismo. Estão todos no mesmo barco. Dilma que não queira se blindar, como diz hoje o petismo.
A corrupção acaba de voltar à pauta. O segundo passo de afirmação lulista, em janeiro, veio há uma semana. Carvalho se antecipou, na noite de segunda-feira, à reunião de Dilma com o novo ministério no dia seguinte. Em encontro com a militância do PT, na sede do partido, o grilo falante retomou o estigma da corrupção que pesa sobre o poder petista:
— Eles querem nos levar para as barras dos tribunais. O envolvimento do Zé, agora de novo, é tudo na mesma perspectiva.
O grilo Carvalho se referiu ao companheiro Zé Dirceu, que liderou a operação do mensalão e agora retorna ao palco com o petrolão. Quatro dias antes da fala do grilo aos militantes, a Justiça quebrou o sigilo bancário e fiscal da empresa de consultoria de Dirceu depois de apurar que ela recebeu pagamentos de empreiteiras comprometidas com o petrolão.
A menção de Carvalho a Dirceu é simbólica. Significa que Lula procura se reaproximar de seu ex-chefe da Casa Civil no primeiro mandato presidencial. Restabelecer a velha parceria no bojo, agora, de uma parceria atenta aos movimentos de Dilma no governo. A ordem lulista é evitar que a corrupção afaste o PT de novo mandato presidencial, que teria Lula como candidato.
A trama lulista procura reabilitar Dirceu, que estava no ostracismo desde a condenação, como mensaleiro, a quase oito anos de cadeia, agora convertida em prisão domiciliar. Como não passa pela cabeça de Dilma, nem vagamente, uma parceria com Dirceu, Lula seria o único a articular-se com Zé, cujo carisma junto à militância está em repouso, mas ainda deve ser produtivo.
Cabe nisso um aviso à presidente: Dilma que se cuide, pois Lula e Zé Dirceu estão de olho. É visível a insatisfação das bases do PT com a guinada conservadora do segundo governo da companheira. A militância sindical está nas ruas do país. Há campo para Lula e Dirceu semearem.
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Gilberto Carvalho, o grilo-falante de Lula: “Nós não somos ladrões” | Marcelo Camargo/ Agência Brasil[/caption]
A partir dos anos 70 da ditadura, o advogado José Costa se elegeu sucessivamente deputado federal por Alagoas, desde o velho MDB, sob o impacto de uma palavra de ordem pichada nos muros das cidades: “Contra eles, Zé Costa!” Quem eram eles? Não precisava afirmar. Seria até temerário tentar explicar aquilo na ditadura.
O universo imaginário de cada pessoa é povoado por fantasmas, vultos malignos que sobressaltam diariamente o portador. Cada eleitor que aplicasse o alerta de Zé Costa aos demônios que infernizam a vida pessoal do indivíduo, às antipatias íntimas da pessoa eleitora.
Na mensagem de Gilberto Carvalho aos militantes petistas, extensiva a quem mais se expôs à repercussão da fala do companheiro lulista, “eles” são mais do que a oposição institucional ao governo Dilma, instalada em partidos.
“Eles querem nos levar para as barras dos tribunais”, discursou o companheiro Gilberto Carvalho aos militantes do PT. Eles quem? Todos os que se opõem aos rumos do poder petista 12 anos depois de sua instalação com Lula. A mira está na oposição em geral, não apenas aquela sustentada em partidos.
Eles são todos os insatisfeitos com a gestão da presidente Dilma, mais aqueles que condenam Lula pelo aparelhamento que vai além do governo e contamina o Estado. Associação que se estende aos empreiteiros que se aliaram ao PT para o saque da Petrobrás e, neste momento, alegam que foram pressionados por petistas em busca do projeto de poder infinito do partido.
“A leitura que se impõe diariamente na cabeça do nosso povo é esta de que a corrupção nasce conosco e por isso não temos condição de continuar governando o país”, queixou-se Carvalho de que a resistência ao PT está fazendo a cabeça da sociedade – certamente com apoio da mídia, à qual o companheiro não se referiu por gentileza.
Como anotou a repórter Fernanda Krakovics, na opinião de Carvalho há um aparelhamento amplo para bloquear o poder do PT:
“Tem uma central de inteligência disposta a fazer o ataque definitivo ao Partido dos Trabalhadores e nosso projeto popular. Não vamos subestimar capacidade deles para nos criminalizar, nos identificar com o roubo para nos chamar de ladrão, para tentar impingir em nós uma separação definitiva em relação à classe média, para tentar nos isolar e inviabilizar, em 2018, a candidatura do Lula.”
Nisso, Carvalho condenou empreiteiros que, hoje, defendem-se com a alegação, por advogados, de que não foi de empresas a iniciativa de corrupção, que o emissário de Lula não aceita:
— São empresas que se unem e corrompem funcionários de uma estatal para auferir lucros, fazer lavagem de dinheiro.
E as empresas que contribuem aos partidos com dinheiro? “A contribuição política é apenas um pequeno capítulo do grande crime que é todo o processo de acerto com empresas que fazem seu cartel, como fizeram no metrô de São Paulo e fazem na Petrobrás”, Carvalho estendeu a acusação ao PSDB paulista e admitiu roubo na petroleira.
No fim da fala, o companheiro procurou resgatar Dilma para o lulismo Abriu uma porta à reconciliação com a presidente. Solicitou aos militantes que não façam restrições em público ao governo, “para não colocar água no moinho da oposição”. Pediu paciência com a política econômica da presidente. O que mais Dilma poderia desejar dos lulistas?
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Graça Foster: Petrobrás desmancha na corrupção, mas Dilma confia nela | Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil[/caption]
A concepção estratégica da presidente Dilma para manter a companheira Graça Foster o na presidência da Petrobrás inclui a cautela em não conceder ao mercado, interno e externo, uma demonstração de fraqueza que esvazie sua autoridade pessoal na gestão da crise econômica nos próximos anos.
Porém, é na qualidade de gestão que a questão se complica. Dilma se viu constrangida a aceitar que Foster divulgasse no balanço do terceiro trimestre do ano passado, improvisado pela Petrobrás sem passar por auditoria externa, o prejuízo de R$ 88,6 bilhões, que não se atribui apenas ao roubo do petrolão. O dinheiro perdido inclui resultados de má gestão da petroleira.
O problema é que os grandes projetos petroleiros não são geridos propriamente na empresa, mas no Planalto desde a era Lula. O petrolão nasceu com ele em 2004, quando saiu a nomeação do amigo Paulo Roberto Costa a diretor de Abastecimento da Petrobrás com a missão de abastecer o caixa do PP, PT e outros partidos aliados ao governo.
A má gestão de investimento levou Foster a anunciar, no meio da semana, a redução da injeção de dinheiro em quatro refinarias idealizadas por Lula quando presidente. Entre elas, a complicada Abreu e Lima em Pernambuco, fonte de roubos do petrolão. Foi idealizada como uma parceria bolivariana com a então Venezuela do companheiro Hugo Chávez, que deu calote.
Como prometeu Foster, agora a exploração de petróleo deve ser reduzida ao “mínimo necessário”. A falta de grana e a desvalorização da Petrobrás têm a ver com isso, mas, junto, cairá o roubo provocado por má gestão. Além disso, coloca-se em dúvida a viabilidade da exploração do pré-sal, que levou Lula e Dilma a imaginarem fontes poderosas de dinheiro.
Toda a má gestão já compromete a autoridade de Dilma perante os mercados – o externo sabe de tudo o que acontece por aqui, inclusive por causa da concorrência. A presidente leva consigo, na crise de autoridade, o projeto de poder do PT, que se alimenta no vigor financeiro de programas sociais que arrecadem votos infinitamente.
É nisso que Lula pensa quando se esforça para evitar, há um ano pelo menos, que Dilma se afaste dele enquanto estiver no Planalto. Há a preocupação do ex em participar da gestão que garanta ao PT a permanência no poder depois de 2018. Inclua-se o poder como fonte da geração de dinheiro para a política.
Há uma ironia nisso. Lula quer estar próximo de Dilma, sua sucessora por escolha dele, para o próprio voltar ao palácio na primeira oportunidade, em 2018. Dilma se afasta de seu antigo patrocinador para não ser devorada pela liderança dele. Ela deseja ter uma via de trânsito própria que lhe assegure autonomia política. Considera-se amadurecida para a vida própria.
Como efeito, a disputa entre ambos por autoridade coloca o PT numa via inferior, pelo menos como as coisas estão. O partido acompanha o embate entre duas lideranças ou personalidades sem ter a oportunidade de dizer o que prefere. Os petistas dispõem de mecanismos internos de consulta, mas são lentos. Dilma e Lula têm pressa.
A ação dos dois líderes converge numa concepção de poder: a Petrobrás é muito poderosa para ser administrada profissionalmente, ter autonomia de gestão. A importância da companhia, na concepção dos dois, está na oportunidade que oferece a negócios político-ideológicos. Nisso, convém a Dilma manter a companheira Graça Foster na direção da empresa. Elas se entendem.
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