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Jorge Kajuru: “Recebi 84 mil votos em Goiânia para deputado federal” / Divulgação[/caption]
O jornalista e radialista Jorge Kajuru mudou-se para Goiânia e com uma ideia fixa na cabeça: vai disputar a prefeitura da capital em outubro de 2016. “Tenho 54 anos de idade, estou bem de saúde [embora quase cego], depois de ter sido revirado da cabeça aos pés por um médico que é filho de Adib Jatene, e tomei uma decisão: disputarei a Prefeitura de Goiânia nas próximas eleições. Acrescento que vou entrar no páreo para ganhar e não para fazer número”, disse ao Jornal Opção na quinta-feira, 12. Ele é filiado ao PRP.
Perguntado se a aliança política com Vanderlan Cardoso, do PSB, foi rompida, Kajuru é peremptório: “Sim. Como Vanderlan se tornou aliado do governador Marconi Perillo, quero ser seu adversário e derrotá-lo no próximo pleito. Vou criticá-lo duramente na campanha e é possível que, depois de me enfrentar, tenha de voltar para Senado Canedo”.
Procede que Kajuru pode ser vice de Iris Rezende (PMDB) — atraído pelo senador Ronaldo Caiado? “Papo furado. Por que Iris, com toda a sua experiência, não pode ser meu vice? Depois, eu iria a deputado federal, meu sonho, e ele assumiria a prefeitura.”
Kajuru diz que seus adversários não podem esquecer que, como candidato a deputado federal, recebeu 84 mil votos em Goiânia.
Por que o jornalista e radialista Jorge Kajuru quer ser prefeito de Goiânia? “Devido a alguns problemas de saúde, perdi parte da visão. Porém, ainda assim, posso perceber que a capital de Goiás tem o pior asfalto do mundo e a cidade está suja, encardidíssima. Se eleito, Goiânia será uma das cidades mais limpas e, ao mesmo tempo, uma das mais seguras do país.”
A gestão do prefeito Paulo Garcia, na opinião de Jorge Kajuru, é uma das piores da história do país. “Tenho 54 anos e mudei-me para Goiânia em 1978 — há 37 anos. Sinto-me como parte da cidade, com a qual tenho identidade e gosto das pessoas. Portanto, aceito o desafio e digo que quero ser candidato a prefeito.”
Jorge Kajuru afirma que, se eleito, vai montar uma equipe com notáveis de Goiânia e de outros Estados. “Meu secretário da Cultura será o músico, compositor e cantor Ivan Lins, um dos artistas mais completos do país. Como sou ousado, vou contribuir para colocar Goiânia, de maneira positiva, no cenário nacional. Quem viver, se quiser, verá.”
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Enil Henrique / Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption]
A saída de Henrique Tibúrcio da presidência da OAB-GO e a eleição de Enil Henrique para o mandato-tampão provocaram uma divisão na advocacia. Para a eleição de novembro, embora esteja cedo para definir o quadro — que deve afunilar —, 5 nomes estão colocados: Enil Henrique (favorito, se unir sua base), Lúcio Flávio (nome forte das oposições), Pedro Paulo Medeiros (bancado por Felicíssimo Sena), Flávio Buonaduce Borges (nome de Miguel Cançado) e Djalma Rezende.
De um parlamentar da base governista: “O deputado Mané de Oliveira denunciou o padre Luiz Augusto Ferreira como funcionário fantasma da Assembleia Legislativa de Goiás”. O motivo? “O fato de o religioso da Igreja Católica ter visitado Maurício Sampaio na prisão.” Sampaio é acusado de mandante do assassinato de Valério Luiz, filho do tucano.
A denúncia contra o padre Luiz Augusto teve, assim, uma motivação pessoal. Mas não deixa de ser louvável. Parte dos deputados está irritada com Mané de Oliveira, para fazer média com o padre e com a Igreja Católica, mas não pode dizer que ele está errado.
Versão do deputado tucano
A versão do deputado estadual tucano — ele garante que não é o responsável pela denúncia — pode ser lida no link: https://jornalopcao.com.br/bastidores/deputado-manoel-de-oliveira-garante-que-nao-e-o-autor-da-denuncia-contra-o-padre-luiz-augusto-31023/
Dois nomes populares, o delegado-deputado Waldir Soares (PSDB) e o jornalista-radialista Jorge Kajuru (PRP), se candidatos a prefeito de Goiânia, em 2016, prejudicam sobretudo a campanha de Iris Rezende (PMDB). O delegado Waldir e Kajuru podem atrair votos exatamente do eleitorado de Iris Rezende na periferia de Goiânia. Fala-se que a votação do delegado Waldir contribuiu para a derrota de Iris Araújo na disputa para deputada federal. A votação da peemedebista em Goiânia caiu assustadoramente. Mas poucos se lembram que Kajuru foi decisivo para a redução dos votos da peemedebista.
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Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
A senadora Lúcia Vânia blefa? Só diz isto quem não a conhece. Na verdade, ela está tentando sair do PSDB a algum tempo. Como tem sido boicotada pela cúpula do partido, em nível nacional — seu problema não é local —, quer deixar o partido, e com certa urgência. Já consultou advogados e o TSE. Para sair, quer estar amparada integralmente pelas leis.
O caminho mais seguro para Lúcia Vânia é o PPS, presidido em Goiás pelo deputado federal Marcos Abrão, seu sobrinho. Mas a senadora abriu conversações com o presidente do PSB, Vanderlan Cardoso, que quer vê-la no partido. “Lúcia vai colonizar a PSB?”, pergunta um socialista. Não se sabe. Mas, se for para o PSB, quer o comando partidário.
Vanderlan diz que dará tudo o que Lúcia Vânia quer. Até a presidência? Não se sabe se chega a tanto. Para Lúcia, que pretende disputar mandato de senadora em 2018, ter o controle de dois partidos, o PP e o PSB, lhe daria força política para uma negociação com o governador Marconi Perillo. A tendência é que, naquele ano, Marconi seja candidato a senador junto com Vilmar Rocha (PSD). Uma vaga seria do PSDB e outra do PSD. Estando noutro partido, com controle de sua cúpula, Lúcia Vânia poderia bancar sua candidatura.
O prefeito de Rio Verde, Juraci Martins (PSD), vai vestir pijama a partir de 2017. Ele decidiu não disputar mais mandato político. A primeira gestão de Juraci Martins foi realizadora. A segunda, depois que o médico e político teve problemas cardíacos, é tida como uma das piores da história do município. O prefeito estaria desmotivado e seus aliados fazem o que querem na prefeitura.
Nas inaugurações no interior de Goiás, o governador Marconi Perillo tem dito que vai se comportar de maneira republicana, atendendo todos os prefeitos. Em Jussara, na semana passada, sublinhou que ganhou as eleições em 229 dos 246 municípios goianos. O tucano-chefe ressaltou que perdeu em 17 municípios, mas que eles também vão continuar recebendo seu apoio. Marconi Perillo avalia que o desenvolvimento de Goiás começa pela expansão dos municípios e, por isso, nenhum deles pode ser boicotado pelo governo.
Marconi elogia Jânio Darrot e diz que prefeito “está de bem com o povo”. Cidade recebe 1ª unidade móvel Mulher com +Saúde
Contra abuso de poder – O advogado Habib Badião (foto) lembra: “Remédios constitucionais são ações judiciais postas à disposição dos indivíduos e cidadãos para provocar a intervenção das autoridades competentes, visando sanar ilegalidades ou abuso de poder. Entre elas estão: habeas corpus, habeas data, mandado de segurança, direito de petição, mandado de injunção, ação popular e ação civil pública.”
Honorários 1 – A expectativa é grande por parte de toda advocacia pelo aumento do valor da unidade de honorário dativo (UHD). O presidente da OAB-GO, Enil Henrique de Souza Filho, em conjunto com o ex-presidente Henrique Tibúrcio, se empenhou essa semana nessa grande conquista que pode transformar boa parte da advocacia.
Honorários 2 – Outra expectativa por parte dos advogados é a sanção sem vetos da presidente Dilma Rousseff sobre honorários advocatícios e sucumbência, pois o novo Código de Processo Civil (CPC) acaba com a subjetividade e a miserabilidade de alguns honorários fixados por juízes.
Sem juiz 1 – “Aqui na minha região (Posse) a Justiça comum se encontra em desuso. Não temos juízes e, quando aparece um como respondente, não despacha — ou melhor quando se nomeia, pois aqui nunca pisam os pés”, diz Jucemar Bispo Alves, presidente da subseção da OAB-GO de Posse.
Sem juiz 2 – “Suas palavras precisam ser encaminhadas ao TJ. Ficam brincando com a cidadania? Enquanto o sistema judicial entra em colapso. Mas, não acreditam, pensam que o culpado é o advogado. E o caos esta aí na porta nossa e na deles. Só tomam medidas depois que a vaca vai para o brejo”, desabafa o presidente da OAB de Acreúna, Antônio de Pádua.
Sem juiz 3 – O próprio colunista é prova da carência de juízes em Goiás: visitando Iaciara, no Norte do Estado, descobri que um único juiz responde por toda a região e ainda fica dois dias da semana em Águas Lindas, no Entorno de Brasília.
A inclusão obrigatória de exemplares da Bíblia em escolas e bibliotecas públicas é inconstitucional. Este é o argumento central de Rodrigo Janot, procurador-geral da República, em quatro ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) propostas no Supremo Tribunal Federal (STF) contra leis estaduais de Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, e Amazonas.
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) se deslocou para a cidade de Não-Me-Toque (RS) onde se debate a obrigatoriedade do emplacamento dos tratores. A discussão é se a medida visa a maior segurança no trânsito ou apenas significa aumento de impostos.
A ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB-MA) e o senador Edison Lobão (PMDB-MA) entraram na quinta-feira, 12, com dois pedidos de arquivamento de inquéritos contra os peemedebistas, abertos pelo ministro do STF Teori Zavascki, no âmbito das investigações da Operação Lava Jato. A defesa, argumenta que houve “duas medidas para uma mesma régua” em alguns casos. Roseana é investigada por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, crimes pelos quais Lobão também é investigado, além da suspeita de ter participado de organização criminosa.
O Partido Social Liberal (PSL) decidiu apresentar ação no Supremo Tribunal Federal contra regras da Lei Anticorrupção (12.846/2013), por considerar inconstitucional que empresas sejam punidas mesmo sem ficar provada a participação em irregularidades. A sigla questiona os dispositivos que fixam a chamada responsabilidade objetiva, quando é irrelevante se houve dolo ou culpa. Com a lei, empresas podem ser punidas mesmo se um funcionário, parceiro ou contratado pagar vantagem indevida a servidor público, por exemplo. A ideia é que as companhias invistam em controles internos para conter esse tipo de prática. Como os processos são administrativos, cabe a cada ente federativo julgar os casos, o que vem gerando temor de empresas e advogados quando se fala em municípios pequenos.
Regime impulsiona novos escritórios e diminui a burocracia. Comparado com 2014, o número de sociedades de advocacia na OAB-SP aumentou 130%.

