Notícias

Encontramos 149230 resultados
Médicos da Saúde municipal entram em greve

Simego garante que médicos têm tentado negociar com a gestão desde o ano passado, mas não obtiveram avanços significativos

Próximo peixão a cair nas malhas da Polícia Federal pode ser José Dirceu? Não se sabe

O ex-deputado José Dirceu, do PT, será o próximo a cair nas malhas da Polícia Federal? Não se sabe. Mas o bem informado Reinaldo Azevedo, maior polemista da imprensa patropi na atualidade, escreveu no seu blog na revista “Veja”: “Consta que, em breve, um outro peixão da legenda [do PT] cai na rede”. Seria José Dirceu? Pode ser. Mas não vazou nada da Polícia Federal e do Ministério Público a respeito. O peixão pode ser outro. O que se sabe é que as denúncias estão cada vez mais “coladas” em José Dirceu e estão se “aproximando” do ex-presidente Lula da Silva.

Estudantes da rede pública de Goiás podem participar de plantão para Enem

Projeto Goiás Enem ocorre nas subsecretarias de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Trindade

Vanderlan Cardoso pode disputar a Prefeitura de Goiânia pelo PSDB?

O empresário Vanderlan Cardoso afirma que só disputará a Prefeitura de Goiânia se tiver o apoio de um grupo político forte. Como o PMDB já definiu seu candidato — será Iris Rezende —, as conversas do presidente do PSB tem sido com integrantes do PSDB, como o governador Marconi Perillo. As conversas, por enquanto, são preliminares, porque, como os líderes políticos sabem, não é mesmo o momento de definições de longo prazo — a eleição será em outubro de 2016. O momento é de conversar e de não arrombar portas abertas. O que se especula, entre integrantes do PSB e PSDB, é que Vanderlan Cardoso tem chance de ser o candidato da base do governador Marconi Perillo. Uma das condições seria a filiação ao PSDB. Ele vai aceitar? Não se sabe. O que se sabe é que, mesmo se aceitar, o fará apenas em setembro, prazo final para filiação para quem vai disputar mandato em outubro de 2016. Mas um aliado de Vanderlan Cardoso é peremptório: “Ele não quer sair do PSB”. Por quê? “Porque tem o controle absoluto do partido e sua força, por não ter mandato legislativo ou executivo, deriva disto”.

McDonald’s rebate protestos de funcionários e diz que é uma das melhores empresas para se trabalhar

Em nota, a multinacional afirmou que as manifestações desta quarta-feira carecem de representatividade sindical

Montagens do novo parque de Goiânia viram piada na internet

Pessoas transparentes, fora de plano e cenas “aleatórias” em meio ao que será o parque chamaram atenção dos internautas

Greve da Guarda Municipal chega ao fim após negociação com presidente da Câmara

Reunião também teve presença do SindiGoiânia. Das quatro reivindicações, três foram atendidas

Editor da Folha de S. Paulo diz que 50 demissões resultam da crise econômica

O editor-executivo da "Folha de S. Paulo", Sérgio Dávila [foto abaixo, do UOL] divulgou uma nota sobre as 50 demissões na redação do jornal. O título colocado na nota, para efeitos editoriais, não é naturalmente de responsabilidade do jornalista, e sim da redação do Jornal Opção. Nota de Sérgio Dávila A Folha realizou nos últimos dias ajustes em sua equipe. A redução é efeito da crise econômica que afeta o País e atinge a publicidade. As negociações entre o comando da Redação e a empresa duraram semanas e tentaram preservar ao máximo os jornalistas. Em alguns casos, os cortes, sempre o último recurso, foram feitos em comum acordo com o profissional. Algumas áreas estratégicas do jornal não foram afetadas, como a reportagem da Secretaria, que até ganhou um novo integrante; a área digital, que sofreu uma reordenação interna; e o colunismo. Nós buscamos também reagrupar as editorias de equipes menores em núcleos maiores, casos de Ciência e Saúde, que passaram para Cotidiano; F5, que se incorporou à Ilustrada; e Comida, Folhinha e Turismo, agora juntos em Semanais. Reformas morfológicas estão em discussão e devem ser anunciadas nos próximos dias. Elas não envolverão novos ajustes de equipe, no entanto. A meta é tornar o jornal mais eficiente para atender às demandas do leitor, bem como otimizar o funcionamento da Redação. A Folha continua líder em seu segmento, seja em circulação, audiência ou fatia publicitária, faz parte de uma empresa sem dívidas, que integra o segundo maior grupo de mídia do País, e preserva sua capacidade de investimentos editoriais. Por mais dolorosos que sejam os cortes — e eles sempre o são —, o objetivo é adequar o jornal aos tempos atuais, de extrema competitividade pela atenção do leitor e pela verba publicitária. Contamos com vocês para esse desafio. Se tiverem dúvidas, sugestões ou críticas, não deixem de me procurar.

Aécio diz que prisão de Vaccari é “o mais triste retrato do PT”

Presidente do PSDB lamentou atual situação do País e voltou a dizer que o atual governo "abdicou um projeto de País para se manter no poder"

Vereadora se lança pré-candidata a prefeita e é acionada por propaganda antecipada

Parlamentar estaria utilizando Facebook para comentar possíveis candidaturas. Maria das Neves diz que se colocou à disposição, mas não usa rede social para "politicagem"

Dezesseis presos fogem da CPP de Aparecida de Goiânia

Detentos utilizaram ferramentas improvisadas para furar a parede de uma das celas. Fuga já é considerada a maior dos últimos 10 anos na unidade

Cerca de 3 mil trabalhadores protestam contra PL da terceirização em Goiânia

CUT, Sintego, Sindsaúde e outras entidades tomaram conta do Centro durante manifestação na manhã desta quarta-feira (15/4)

Guarda Civil de Aparecida de Goiânia extrapola, desrespeita a lei, prende e algema jornalista

Na ditadura, o perigo, quando se tratava do cidadão comum, nem era mesmo o general, e sim o guarda da esquina, disse um eminente político. Pós-ditadura, caracterizando que ela vive no interior de alguns (talvez vários) policiais, o guarda da esquina continua, às vezes, sendo um risco para os indivíduos. O jornalista Átila Giovani Lima Freitas [foto acima, de seu Facebook], da Fonte TV, ao acompanhar a abordagem de um jovem, em frente ao Buriti Shopping, em Aparecida de Goiânia, acabou detido, algemado e levado para o 4º Distrito Policial, em Aparecida de Goiânia, pela Guarda Civil Metropolitana. Havia algum motivo para a detenção do repórter? Nenhuma. Ele se identificou, não atrapalhou o trabalho da Guarda Civil Metropolitana e não oferecia nenhum risco. Os agentes, eles sim, não respeitaram a lei. Sequer permitiram que Átila Giovani desse um telefonema para a família ou advogado. A história é contada pelo repórter Elpides Carvalho, na edição de quarta-feira, 15, do “Diário da Manhã”.

Homem é preso por estuprar a própria filha e a sobrinha em Caldas Novas

Uma das crianças apresenta quadro de infecção por DST e a outra possui lesões na genitália