Euler de França Belém
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Guarda Civil de Aparecida de Goiânia extrapola, desrespeita a lei, prende e algema jornalista

Na ditadura, o perigo, quando se tratava do cidadão comum, nem era mesmo o general, e sim o guarda da esquina, disse um eminente político. Pós-ditadura, caracterizando que ela vive no interior de alguns (talvez vários) policiais, o guarda da esquina continua, às vezes, sendo um risco para os indivíduos. O jornalista Átila Giovani Lima Freitas [foto acima, de seu Facebook], da Fonte TV, ao acompanhar a abordagem de um jovem, em frente ao Buriti Shopping, em Aparecida de Goiânia, acabou detido, algemado e levado para o 4º Distrito Policial, em Aparecida de Goiânia, pela Guarda Civil Metropolitana.

Havia algum motivo para a detenção do repórter? Nenhuma. Ele se identificou, não atrapalhou o trabalho da Guarda Civil Metropolitana e não oferecia nenhum risco. Os agentes, eles sim, não respeitaram a lei. Sequer permitiram que Átila Giovani desse um telefonema para a família ou advogado.

A história é contada pelo repórter Elpides Carvalho, na edição de quarta-feira, 15, do “Diário da Manhã”.

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Pedro Henrique

Boa tarde! Sou morador do município de Aparecida de Goiânia, servidor público e estudante de direito, Vi em alguns jornais matérias sobre o suposto abuso contra esse jornalista. Já acompanhei algumas abordagens da Guarda e não vejo diferença alguma a não ser a cor da farda em relação a outras polícias. Inclusive sei que o serviço é amparado por um vasto arcabouço jurídico que incluem leis federais e municipais. Sendo morador da cidade digo ainda que nas imediações da Av. Rio Verde a GCM faz cumprir a lei (seja atuando em crimes de menor potencial-desacato, posse e uso de entorpecentes-… Leia mais