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A programação da 15ª edição do evento segue até o domingo, 11, com exibição de mais de 100 curtas-metragens
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Yago Rodrigues Alvim
Na noite da terça-feira, 6, teve início a 15ª edição do Goiânia Mostra Curtas. Ao dar as boas-vindas ao público, que lotou o Teatro Goiânia, a idealizadora do projeto, Maria Abdalla, comemorou a jornada do festival que, além de ser muito querido por muitos cineastas e público de todo Brasil e de fazer parte do calendário nacional de festivais, é umas das mais importantes vitrines do gênero cinematográfico. Não só, Abdalla também felicitou o atual momento que o audiovisual vive, pois, ainda que muito tenha a ser feito, muito já se conquistou; como exemplos, o acesso à tecnologia tem democratizado a produção e a existência cada vez maior de festivais e mostras que têm incentivado e valorizado o cinema/a profissão.
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Foto: Reprodução[/caption]
Como parte da programação, foi realizado, primeiramente, uma homenagem a atriz Gilda Nomance, que já atuou em mais de 50 produções audiovisuais. A atriz, lisonjeada pelo prêmio, esteve presente na exibição do curta “Jibóia”, de Rafael Lessa, em que ela atua, e contou que a história de Grace Kelly virará, em breve, um longa-metragem. Com classificação indicativa de 18 anos, o curta tirou do público muitos “Ahhh!”, graças a momentos de muita tensão e sustos. O roteiro, muitíssimo bem-amarrado, conta sobre uma cabelereira da Rua Augusta, em Sampa, que, consumida pelo desejo, finge ser mãe de sua amante de 14 anos. Na trama, a menina coloca em prova o amor da cabelereira Aurora, personagem de Gilda, e a leva a um momento ápice de ciúme.
Ainda em homenagem, foi exibido o curta “Rap, o Canto da Ceilândia” em prestígio ao Coletivo de Cinema de Ceilândia. O documentário narra a labuta de rappers da Ceilândia que, além de contarem a dificuldade da profissão, tanto pela valorização praticamente inexistente, quanto pelo altíssimo preconceito, mostraram a segregação entre os brasilienses e ceilandenses, que os leva a dizerem “Sou da Ceilândia, não de Brasília”. No curta, o momento ápice é quando um dos rappers embala rimas que terminam na frase “sub-raça é a puta que o pariu”, o que tirou aplausos do público.
Em homenagem póstuma a Shell Jr., os convidados, junto de Abdalla, se emocionaram ao lembrarem a jornada que o cenógrafo e diretor de arte viveu ao lado da idealizadora do Mostra Curtas, sendo lembrado até como “irmão de Abdalla”. Na fala, destacaram a necessidade de pessoas que acreditem no audiovisual e que valorizem a produção, circulação, existência de mais mostras e festivais, afinal o cinema é/mostra a cultura de um lugar.
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Foto: Reprodução[/caption]
Por fim, subiu aos palcos o cantor pernambucano Johnny Hooker, livrando toda a plateia da ansiedade por escutar suas canções. Acompanhado de violão e percuteria, Hooker reluziu, com seus paetês, na tela que exibia suas produções audiovisuais/clipes. Abriu o show com o single “Vou fazer uma macumba pra te amarrar, maldito!” e não deixou de fora, do curto setlist, as canções que mais marcam sua recente carreira. Teve “Amor Marginal”, "Alma Sebosa", “Segunda Chance” e “Volta”, músicas que foram bem acompanhadas dos presentes, que cantavam seus refrãos e aplaudiam, calorosamente, Hooker, na espera que o cantor regresse para um show todo seu e, de preferência, livre das cadeiras. Pois, Hooker está longe de um cantor que te deixa parado. O bom mesmo é dança-lo.
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