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Cassação de Cunha começa a ser analisada nesta terça-feira

[caption id="attachment_48365" align="alignright" width="620"]Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Processo de cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), deve começar a tramitar nesta terça-feira | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil[/caption] O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaura nesta terça-feira (3/11) o processo disciplinar que irá analisar o pedido de cassação do mandato do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Na reunião, será feito o sorteio de três integrantes dentre os 18 que fazem parte do conselho. O presidente do conselho, o deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), em seguida, irá escolher um nome dentre os três para ser o relator. O relator tem nas mãos grande responsabilidade. Caso faça um relatório pela inépcia do caso, o processo seria engavetado -- a não sei que haja recurso com assinatura de pelo menos 52 deputados. Então, inicia-se o prazo de 10 dias para que Cunha apresente a defesa. Em seguida, o relator tem 15 dias para ouvir testemunhas e elaborar o relatório final. Por fim, se o relatório for pela cassação, Cunha terá cinco dias úteis para recorrer à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). (Com informações da Folha de S. Paulo e O Globo)  

A oposição descansa em paz

Dock Junior siqueiraO ex-governador Siqueira Campos (PSDB) desapareceu dos canais midiáticos, se enclausurou. Os seus efusivos discursos se calaram. Por sua vez, o ex-governador Sandoval Cardoso (SD), derrotado ao disputar a reeleição, sequer esperou acabar seu mandato para se afastar de todo e qualquer convívio. No dia seguinte à eleição que perdeu, sumiu do mapa. O final do seu governo foi desastroso, e porque não dizer, uma clara tentativa de inviabilizar a gestão do sucessor. Foi digno de esquecimento. A senadora Kátia Abreu (PMDB), ora aliada, ora adversária, cedeu sua vaga no senado ao PT, através de seu suplente Donizete Nogueira, e assumiu o Ministério da Agricultura no governo Dilma Rousseff, também do (PT). Pode parecer um contrassenso para o eleitor, Kátia Abreu se aliar ao partido vermelho, uma vez que este possui profundos laços com o MST, enquanto a ministra representa, na essência, os produtores rurais. É fato notório que na condição de parlamentar, era membro da bancada ruralista e presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). A senadora, inclusive, levantou a bandeira e participou ativamente do movimento denominado União Democrática Ruralista (UDR), quando este atingiu seu ápice. Não foi à toa que certa feita uma índia tentou entregar um “presente de grego” à ministra: uma irônica motosserra de ouro, numa alusão ao suposto incentivo ao desmatamento, visando a formação de novas fronteiras agrícolas. Enfim, o certo é que pelo menos por enquanto, Kátia Abreu está mais interessada nos assuntos de Brasília e do Planalto, do que propriamente nos temas do Pa­lácio Araguaia. O ex-deputado Marcelo Lelis (PV), um político que despontava como a futura liderança do siqueirismo, após a última eleição municipal rompeu com o grupo, alegando falta de apoio, e hoje está aliado a Marcelo Miranda (PMDB). Era para ser o vice-governador, inclusive. Todavia, em razão de procedimentos judiciais impeditivos, acabou por ceder a vaga a sua mulher, Claudia Lelis (PV). Carlos Amastha (PSB), o prefeito da capital, também não está muito interessado nas questões governamentais. Há muito para resolvido e digerido no âmbito municipal. Provavelmente ele será candidato à reeleição e isso lhe ocupará muito tempo e dinheiro. No mesmo diapasão, seguem os prefeitos das cidades referenciais: Araguaína – Ronaldo Dimas; Gurupi – Laurez Moreira; e Porto Nacional – Otoniel Andrade. Melhor deixar o governo estadual de lado, por hora. João Ribeiro morreu. Seu sucessor, Ataides Oliveira (PSDB), ainda faz uma oposição muito velada e pouco incomoda. Talvez a falta de contato com a população, na medida em assumiu como senador porque era o primeiro suplente de João, dificulte esta exposição. Muitos tocantinenses nem sequer têm consciência de que ele é um dos três senadores que representam o Estado, o que dirá suas convicções políticas... O próprio PMDB de Marcelo Miranda, que também costuma ser um adversário de peso face aos constantes rachas e desacertos, tem se mantido em um silêncio ensurdecedor. O “fogo amigo” parece estar mitigado... Dentre os parlamentares estaduais, a ampla maioria está alinhada com o governo, e na atual conjuntura política, não “oferecem perigo” ao governador. Pois bem. O último dos moicanos é Eduardo Siqueira Campos. Um político com currículo invejável, que já exerceu até mesmo o mandato de Senador da República. Ele resolveu voltar às bases e começar outra vez, lá de baixo, como deputado estadual. Fez o certo. Arregimentou novamente os votos da base, porque entendeu que político sem mandato perde a força, cai no esquecimento e acaba por se desolar do ostracismo. O deputado, até o momento, tem feito uma oposição responsável e coerente. Expõe suas convicções e discursa como poucos e, talvez face à sua inquestionável experiência nos meandros da política, não “bate pesado” no chefe do Executivo, chegando mesmo a ponderar e votar com galhardia, quando os projetos beneficiam a população. Todavia, não se sabe até quando Eduardo Siqueira Campos vai ser benevolente. Sua posição pode ser estratégica, face a esmagadora minoria da qual faz parte na As­sembleia Legislativa. E a população?!? Alguns “gatos pingados” se revoltaram contra o pacotaço proposto pelo Executivo, com o fito de readequar as contas, no entanto, como ocorre na maioria das vezes, sem coesão, sem força política e sem lideranças que abraçassem a causa, o movimento acabou por dissipar. Quanto ao funcionalismo público, talvez por compreender o caótico cenário econômico que grassa pelo país, também “deu um tempo”. Em suma, o governador Marcelo Miranda navega em águas calmas e límpidas, ou sobrevoa em céu de brigadeiro, como preceituam os jargões populares. Há um estado de letargia na política tocantinense neste momento, e por isso mesmo, uma excelente oportunidade para agir aproveitando o cenário político favorável. E é exatamente isso que gestor estadual tem feito. Talvez o livro de cabeceira do chefe do executivo seja “O príncipe” de Nicolau Maquiavel, que prescreve que o mal deve ser aplicado em dose cavalares e de forma instantânea; já o bem deve ministrado em conta gotas. Na última reunião com Dilma Rousseff para discutir o Matopiba, o gestor explanou que começou a ganhar condições de governabilidade, vez que o arrocho econômico e a herança maldita vêm sendo superados. Tomara. Faz parte, definitivamente, do processo político usufruir de períodos pouco conturbados e governar sem percalços. Todavia, o importante mesmo é não deitar em berço esplêndido como sugeria um determinado hino. O período de calmaria certamente não se prolongará por muito tempo!

Jovem paquistanesa morre queimada depois de recusar pedido de casamento

Uma jovem paquistanesa morreu nesta terça-feira (3/11) em decorrência de queimaduras causadas pelo homem com quem se recusou a casar-se, informou um médico do hospital de Multan, no Paquistão. Durante sua internação, desde final de outubro, Sonia Bibi, com 20 anos, informou à polícia que o seu ex-companheiro Ahmed Latif, de 24, cobriu seu corpo com petróleo e ateou fogo às suas roupas depois de ter se recusado a se casar com ele. Os médicos haviam inicialmente estimado que a jovem estava fora de perigo, mas um médico do hospital de Multan disse à agência francesa France Presse que as queimaduras foram infeccionando, o que causou a morte da paciente. Aproximadamente de 40% a 50% da superfície do corpo de Sonia Bibi foram queimados, informou o médico Naheed Chaudhry. O incidente ocorreu numa vila remota do distrito de Multan, na província de Punjab, tendo a polícia detido o jovem suspeito do crime. A investigação policial demonstrou que o acusado tinha ateado fogo às roupas da mulher depois de ela “ter recusado o pedido de casamento”. Todos os anos no Paquistão centenas de mulheres são mortas por parentes devido à violência doméstica ou a crimes cometidos em nome da "honra da família". Segundo a Fundação Aurat, que faz campanha para melhorar a situação das mulheres no Paquistão, mais de 3 mil foram vítimas de ataques semelhantes desde 2008. (Da Agência Lusa)

Samba do crioulo doido em reportagem de O Popular sobre OSs na Educação de Goiás

Repórter comete mais de 10 erros crassos e editores não corrigem o texto

Torcedores do Vila Nova e Goiás brigam no Jardim Goiás

Vilanovenses foram surpreendidos por pelo menos cinco esmeraldinos, que fugiram em dois carros. Barras de ferro e pedaços de madeira foram usados na confusão

Romance “A Marca Humana” mostra a corrosiva crítica de Philip Roth ao moralismo

A crítica mais pertinente e corrosiva ao moralismo contemporâneo está, não num livro de ensaios, e sim num livro do autor de “O Complexo de Portnoy”

Presidente Dilma Rousseff garante que a Celg vai ser privatizada em 19 de novembro

O governo federal informou ao governo de Goiás que o cronograma da venda da companhia não será modificado

Aplicativo vai monitorar mensagens racistas e preconceituosas nas redes sociais

Batizado de Monitor de Direitos Humanos, a ferramenta buscará palavras-chaves que estimulem violência contra mulher, gays e negros

Secretária Raquel Teixeira afirma que fica no cargo até 2018

[caption id="attachment_50290" align="aligncenter" width="620"]Governador Marconi Perillo e a secretária Raquel Teixeira na Europa | Foto: Marcos Villas Boas Governador Marconi Perillo e a secretária Raquel Teixeira na Europa | Foto: Marcos Villas Boas[/caption] A secretária de Educação, Cultura e Esporte, Raquel Teixeira, foi questionada se haveria possibilidade de uma eventual saída do governo estadual. Bem-humorada, a tucana afirmou que "sim": "Em 2018, quando o mandato do governador Marconi Perillo acaba." No que depender dela, continuará ao lado do tucano-chefe para desenvolver os projetos que ele a propôs quando a convidou para assumir a pasta. Os dois estiveram reunidos, recentemente, na Holanda, onde se encontraram com o ministro de Cultura local. Depois, Raquel Teixeira tratou de representar o Governo de Goiás em um festival de cinema na Itália, que homenageou a poetisa Cora Coralina.      

Governo planeja transformar prédios públicos na Praça Cívica em museus

Com a requalificação da praça, Secretaria de Educação, Cultura e Esporte quer criar circuito cultural

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Isabela Boscov volta à “Veja” e prova que é a maior crítica de cinema das revistas brasileiras

Sem firulas acadêmicas, a crítica examina os filmes, sempre vistos como entretenimento, de maneira impecável, com análises quase sempre precisas

Revista Época diz que aliados de Lula podem bancar Henrique Meirelles para presidente em 2018

Lulistas acreditam que, se der certo como ministro da Fazenda, o goiano de Anápolis pode repetir o Fernando Henrique Cardoso de 1994