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Apostando na bandeira da sustentabilidade, prefeito pode apostar em secretário ainda não experimentado na política
Jornal Opção elencou as principais obras entregues pelo prefeito Paulo Garcia em comemoração aos 82 anos da capital goiana
Entrega dos espaços à população fez parte das festividades em comemoração aos 82 anos de Goiânia. Durante todo este domingo entrada no parque é gratuita
Informação foi divulgada na conta oficial do Inep, neste domingo (25)
Ex-prefeito, pré-candidato e aliado do atual mandatário, decano peemedebista não participou da inauguração da Praça Cívica
Prefeito entregou a requalificação das Praça Cívica, como parte da comemoração dos 82 anos da capital. Governador em exercício também participou
O deputado federal até o momento não assinalou que pretende sair da disputa. Bruno Peixoto garante, entretanto, que pleito afunilou entre José Nelto e Nailton de Oliveira
Proposta é do deputado federal goiano Thiago Peixoto. Ideia é de que frente seja voz de Movimento Brasil Central no Congresso
Para o candidato, os eventos são uma oportunidade de manter um diálogo mais próximo com a advocacia
Praça deixou de ser estacionamento para ser centro de convivência, com mais iluminação, novas espécies de árvores e obra de arte de Siron Franco
Todo ano é a mesma história: várias pessoas que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) chegam ao local atrasadas por múltiplos motivos, como trânsito, endereço incorreto ou por outras justificativas das mais absurdas. É uma verdadeira maratona de vida ou morte. Claro, com a Internet, os memes e a "zoeira" sem limites, os internautas não perdoam e riem em cima da tristeza alheia. No Twitter, a #ShowDosAtrasados2015 está em primeiro lugar entre os assuntos mais comentados no Brasil. Por isso, o Jornal Opção separou alguns memes divulgados nas redes:
Cheguei atrasado pro enem / Tudo bem, pode entrar pic.twitter.com/vwxfRsrBgh
— MussumAlive (@MussumAlive) 24 outubro 2015
Temos aqui mais um participante do enem que chega atrasado pic.twitter.com/hK6ro2EVbj — ale (@daoraale) 24 outubro 2015
Faça o #Enem2015 tranquilo! Saiba com antecedência o local das provas e seja pontual http://t.co/dEklxZ3i8W pic.twitter.com/s5lfD5oRR8
— ACS MEC (@MEC_Comunicacao) 14 outubro 2015
Esperando pra fazero enem e os boy falando que fez intercambio na Austrália, foi pra Disney pic.twitter.com/7FCy76fdFc — MussumAlive (@MussumAlive) 24 outubro 2015
É verdade que a Senhora atrasou no Enem porque saiu ontem pra encher a cara? Senhora? Senhora? pic.twitter.com/u3GvNtcATW
— Diva Depressão (@diva_oficial) 24 outubro 2015
Chegando no enem pic.twitter.com/VW9bnFnTnJ — Aguinaldinho (@Aguinaldinho) 24 outubro 2015
Quando vejo que a pessoa que está na minha sala levou de lanche chips e vai ficar todo o enem fazendo barulho. pic.twitter.com/Gst9uKujoE
— Aguinaldinho (@Aguinaldinho) 24 outubro 2015

Adriana Accorsi diz que goianos envolvidos em escândalos de corrupção não são petistas
Por meio de um vídeo, o cantor Leonardo declarou apoio à chapa OAB Forte, cujo candidato é o advogado Flávio Buonaduce. Nas imagens, é possível ver o sertanejo abraçando o advogado Djalma Rezende, do grupo da OAB Forte. "Sou advogado dele, da família dele, e ele não poderia deixar de nos apoiar", disse Djalma. Em seguida, Leonardo respondeu: "E eu sou o cantor dele [Djalma], por isso tenho que cantar", disse, cantando em seguida parte da música "Pense em mim". Na última terça-feira (20), o grupo OAB Forte registrou a chapa para as eleições da seccional goiana da Ordem dos Advogados do Brasil. O evento de lançamento da chapa ocorreu no escritório de Buonaduce, localizado no Setor Oeste, na capital. Confira: https://youtu.be/KCD3V9Oi_Ug
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Iris Rezende: seu projeto é disputar a Prefeitura de Goiânia, em 2016, manter o controle do PMDB, mas não necessariamente dirigi-lo | Foto: Alexandre Parrode / Jornal Opção[/caption]
O ex-prefeito de Goiânia e ex-governador de Goiás Iris Rezende confidenciou a pelo menos três políticos, com e sem mandato, que seu projeto número um não é assumir o comando do PMDB. Porque, se indicado para dirigir o partido, seu projeto número um — disputar a Prefeitura de Goiânia pela quarta vez — ficará comprometido.
Se eleito para presidir o PMDB, Iris Rezende terá de frequentar o interior e, sobretudo, organizar as campanhas dos candidatos a prefeito pelo menos nos principais municípios do Estado. Se fizer isto, sendo cobrado a todo momento pelos líderes interioranos, terá de descuidar de sua própria campanha para prefeito de Goiânia. A saída? Escolher um vice-presidente representativo para, no interior, representá-lo. Funciona? Não. Porque os candidatos vão cobrar a presença não do preposto, e sim do titular, Iris Rezende.
Porém, para evitar a disputa pelo comando do partido, é provável que Iris Rezende aceite dirigi-lo? Pode até aceitar, se o PMDB não sair “fraturado”. O peemedebista-chefe não aceitaria concorrer com nenhum outro nome do partido. Teria de ser ungido por todos. O deputado José Nelto e Nailton Oliveira admitem que apoiam Iris Rezende para comandar a legenda. O deputado Daniel Vilela disse, inicialmente, que iria para a disputa. Mas seu pai, o prefeito de Aparecida de Goiás, Maguito Vilela, por certo o forçaria a apoiar o peemedebista-chefe.
Iris Rezende no comando do partido pode evitar a crise interna? Pode, ao menos circunstancialmente. Mas o recado de que manda tanto para os políticos jovens quanto para os eleitores goianos é um só: a velha cúpula do PMDB não aceita a renovação e os políticos jovens são cordeirinhos e não têm tutano para confrontá-lo. Basta Iris Rezende bater o pé e todos recuam e começam a incensá-lo. Quando cobrarem mudanças — renovação —, alternância de poder, os peemedebistas decerto serão lembrados de que só cobram modificações substanciais na “casa” dos outros.
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Jayme Rincón, prioridade do governador; Giuseppe Vecci pode entrar no páreo; Thiago Peixoto é consistente; Vanderlan Carsdoso tem se aproximado do tucano-chefe | Fotos: Jornal Opção / reprodução / Facebook[/caption]
A eleição para prefeito de Goiânia será realizada no dia 2 de outubro de 2016 — daqui a 11 meses. Parece muito tempo, mas não é, sobretudo porque a campanha, com as mudanças na legislação, será curta — pouco mais de 40 dias, com 35 dias de programa na televisão — e os recursos, para a maioria dos candidatos, não serão fartos.
O pré-candidato Iris Rezende, do PMDB, é o mais conhecido e, por isso, pode “mergulhar”. Mesmo assim, ao seu modo, recebendo pessoas no seu escritório e em sua casa, faz política em tempo integral. Já a base do governador Marconi Perillo (PSDB), apesar de certos movimentos, parece relativamente cautelosa — contribuindo para criar uma espécie de “vácuo”.
O presidente da Agetop, Jayme Rincón, é o nome preferido de Marconi Perillo. Primeiro, porque é do PSDB. Segundo, porque é um gestor consagrado. Terceiro, tem vontade. Quarto, seu discurso é afiado. Quinto, não tem receio de enfrentar vacas sagradas como Iris Rezende.
Depois de ter se posicionado de modo mais intenso, há alguns meses, Jayme Rincón “mergulhou” — concentrando-se mais na gestão das obras do governo. Mesmo com recursos escassos, trabalha de maneira incansável para entregar à sociedade obras no Estado e em Goiânia. Enganam-se aqueles que acreditam que está parado. Não está. Permanece articulando, sobretudo nos bastidores.
Jayme Rincón é a única alternativa do tucano-chefe? Não é, porque um político da estatura de Marconi Perillo não trabalha, jamais, com apenas uma hipótese. O presidente da Agetop é o primeiro da fila. Se quiser, será candidato e terá apoio integral do tucano-mor.
Mas há outros nomes a se considerar, tanto no PSDB quando em outros partidos da base governista.
Fala-se que Marconi Perillo está preparando Giuseppe Vecci (PSDB) para voos mais altos. Porém, como para 2018, o candidato a governador tende a ser o vice José Eliton (PSDB), o deputado federal e economista, no caso de desistência de Jayme Rincón, passa a ser a primeira opção.
No PSDB, há outros dois nomes consistentes: os deputados federais Waldir Soares e Fábio Sousa. Waldir está bem nas pesquisas — cada vez mais próximo de Iris Rezende —, mas tucanos sublinham que, ganhar com ele, não significa que o PSDB governará. O delegado “está” no PSDB, mas “não é” do partido. No fundo, quer que o partido submeta-se ao que pensa. É do PWS — Partido do Waldir Soares.
Comenta-se que o vice-governador José Eliton, ao ser atraído para o PSDB, pode ser candidato a prefeito. A hipótese, se não pode ser descartada, é repelida com veemência pelo jovem político.
Um nome sólido da base governista é o do secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto, do PSD. Porém, disciplinado, sugere que respeita a fila, quer dizer, Jayme Rincón. Seu partido tem outro nome colocado — o deputado estadual Virmondes Cruvinel. O PP pode lançar o deputado federal Sandes Júnior.
Há pelo menos dois outsiders, quase no estilo de Waldir. São Vanderlan Cardoso, do PSB, e Luiz Bittencourt. Independentemente do apoio do tucano-chefe, os dois devem ser candidatos. O PHS pode emplacar Eduardo Machado ou Marcelo Augusto.

