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A exposição, no Sesc-DF, conta com belas paisagens da Turquia, como a região da Capadócia e a da Hierápolis e fotos dos objetos de arte
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Foto: Divulgação[/caption]
Em parceria com o Sesc-DF, a seccional brasiliense do Centro Cultural Brasil Turquia (CCBT-DF) organiza a exposição fotográfica “Paisagens Naturais e Urbanas da Turquia e a Arte Turco-Islâmica”, na unidade do Setor Comercial Sul do Sesc. A exposição conta com belas paisagens da Turquia, como a região da Capadócia e a da Hierápolis e fotos dos objetos de arte, como o manuscrito do Alcorão, do período Nasiri, do final do século XII, ou o tapete Bergama, do final do século XVI. A inauguração da exposição será realizada na quinta-feira, 5 de novembro, às 19h30.
Organização
O responsável pela filial CCBT-DF, Abdullah Boztas, a coordenadora de Ações Culturais do Sesc-DF, Juliana Caldeira Sichieri Valadares, a coordenação de ações culturais (CODEC), a técnica em nível superior do Sesc-DF, Andrea Campos, e a assistente social do Sesc-DF, Maria da Penha Felippe Barrozo, organizaram a exposição.
Serviço
Exposição “Paisagens Naturais e Urbanas da Turquia e a Arte Turco-Islâmica”
Data: de 5 a 30 de novembro
Local: Sesc Setor Comercial Sul (Brasília-DF)
Entrada Franca
São cinco dias de espetáculos, exposições e reflexões sobre a arte na antiga Vila Boa
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“Que corpo você ocupa?
O que ocupa seu corpo? Ou quem te ocupa?
O que é decência no mundo contemporâneo?
O que constitui a sua (in)decência?
Como é ser decente em contextos (in)decentes?”
Realizada na Cidade de Goiás, a 13ª edição do Festival de Artes do Instituto Federal de Goiás (IFG) tem início na terça-feira, 3, e segue até o sábado, 7 de novembro. Com o tema “Corpo (In)decente”, a programação abarca espetáculos, mostras, performances, oficinas, mesas-redondas e palestras, contemplando as diversas linguagens e expressões artísticas.
Uma das principais atrações desta edição do evento será o músico, cantor e ator pernambucano Antônio Nóbrega. Conhecido por sua participação no Quinteto Armorial e por ser o idealizador do Instituto Brincante, com sede em São Paulo, Nóbrega ministrará a aula-espetáculo “Com passo sincopado” na quarta-feira, 4, às 9 horas, no Palco Circo, que será montado na Praça de Eventos da cidade.
Dentre as atrações artísticas, está a escritora, poetisa e atriz Cristiane Sobral, que faz recital na terça-feira, logo após a abertura oficial do evento. Os grupos Estrelinski e Os Paulera se apresentam na quarta-feira, 4, com o show “Leminskanções”, que traz composições do poeta curitibano Paulo Leminski. A Filarmônica de Pasárgada, banda paulista formada por ex-alunos do curso de Música da Universidade de São Paulo (USP), faz show na quinta-feira, 5, e o grupo goiano Cabloco Roxo se apresenta na sexta-feira, 6. Para encerrar a programação de shows e o festival, os grupos Máquina do Desmundo e Candeeiro Voador animam a noite de sábado.
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Outras atrações artísticas são o espetáculo “Proibido Elefantes”, da premiada companhia Gira Dança, do Rio Grande do Norte, na quinta-feira, e a peça “Espécie”, com o grupo goiano Cabeça de Vaca, na sexta.
Palco aberto
O público do 13º Festival de Artes do IFG poderá, ainda, assistir a dezenas de outros espetáculos (de música, dança e teatro) que serão apresentados no Palco Aberto, destinado à participação de artistas da comunidade acadêmica do IFG e da comunidade goiana em geral. Já os artistas das artes visuais poderão mostrar seus trabalhos por meio da Galeria Aberta. A participação aberta exigiu dos artistas envio prévio das propostas, que foram analisadas pela Comissão Organizadora do festival.
Durante o festival, também serão realizadas diversas oficinas nas linguagens artísticas de literatura, dança, música, artes visuais, teatro, audiovisual e interartes. A participação nas oficinas será restrita aos que fizeram inscrições prévias pelo blog do festival.
Também faz parte da programação, a apresentação de artigos científicos e comunicações em grupos de trabalho divididos por linguagem artística. E, paralelamente ao evento, será realizado o Encontro de Professores de Artes do Instituto, na terça-feira, e o Encontro de Professores de Artes dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, na quinta-feira.
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Na noite da terça-feira, 3, o coletivo ¿por quá? grupo de dança e o grupo musical Vida Seca realiza uma edição especial da jam session "Por Acaso" | Foto: Divulgação[/caption]
Clique aqui e confira a programação completa.
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Processo de cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), deve começar a tramitar nesta terça-feira | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil[/caption]
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados instaura nesta terça-feira (3/11) o processo disciplinar que irá analisar o pedido de cassação do mandato do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Na reunião, será feito o sorteio de três integrantes dentre os 18 que fazem parte do conselho. O presidente do conselho, o deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), em seguida, irá escolher um nome dentre os três para ser o relator.
O relator tem nas mãos grande responsabilidade. Caso faça um relatório pela inépcia do caso, o processo seria engavetado -- a não sei que haja recurso com assinatura de pelo menos 52 deputados.
Então, inicia-se o prazo de 10 dias para que Cunha apresente a defesa. Em seguida, o relator tem 15 dias para ouvir testemunhas e elaborar o relatório final. Por fim, se o relatório for pela cassação, Cunha terá cinco dias úteis para recorrer à Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). (Com informações da Folha de S. Paulo e O Globo)
Dock Junior
O ex-governador Siqueira Campos (PSDB) desapareceu dos canais midiáticos, se enclausurou. Os seus efusivos discursos se calaram. Por sua vez, o ex-governador Sandoval Cardoso (SD), derrotado ao disputar a reeleição, sequer esperou acabar seu mandato para se afastar de todo e qualquer convívio. No dia seguinte à eleição que perdeu, sumiu do mapa. O final do seu governo foi desastroso, e porque não dizer, uma clara tentativa de inviabilizar a gestão do sucessor. Foi digno de esquecimento.
A senadora Kátia Abreu (PMDB), ora aliada, ora adversária, cedeu sua vaga no senado ao PT, através de seu suplente Donizete Nogueira, e assumiu o Ministério da Agricultura no governo Dilma Rousseff, também do (PT). Pode parecer um contrassenso para o eleitor, Kátia Abreu se aliar ao partido vermelho, uma vez que este possui profundos laços com o MST, enquanto a ministra representa, na essência, os produtores rurais. É fato notório que na condição de parlamentar, era membro da bancada ruralista e presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). A senadora, inclusive, levantou a bandeira e participou ativamente do movimento denominado União Democrática Ruralista (UDR), quando este atingiu seu ápice. Não foi à toa que certa feita uma índia tentou entregar um “presente de grego” à ministra: uma irônica motosserra de ouro, numa alusão ao suposto incentivo ao desmatamento, visando a formação de novas fronteiras agrícolas.
Enfim, o certo é que pelo menos por enquanto, Kátia Abreu está mais interessada nos assuntos de Brasília e do Planalto, do que propriamente nos temas do Palácio Araguaia.
O ex-deputado Marcelo Lelis (PV), um político que despontava como a futura liderança do siqueirismo, após a última eleição municipal rompeu com o grupo, alegando falta de apoio, e hoje está aliado a Marcelo Miranda (PMDB). Era para ser o vice-governador, inclusive. Todavia, em razão de procedimentos judiciais impeditivos, acabou por ceder a vaga a sua mulher, Claudia Lelis (PV).
Carlos Amastha (PSB), o prefeito da capital, também não está muito interessado nas questões governamentais. Há muito para resolvido e digerido no âmbito municipal. Provavelmente ele será candidato à reeleição e isso lhe ocupará muito tempo e dinheiro. No mesmo diapasão, seguem os prefeitos das cidades referenciais: Araguaína – Ronaldo Dimas; Gurupi – Laurez Moreira; e Porto Nacional – Otoniel Andrade. Melhor deixar o governo estadual de lado, por hora.
João Ribeiro morreu. Seu sucessor, Ataides Oliveira (PSDB), ainda faz uma oposição muito velada e pouco incomoda. Talvez a falta de contato com a população, na medida em assumiu como senador porque era o primeiro suplente de João, dificulte esta exposição. Muitos tocantinenses nem sequer têm consciência de que ele é um dos três senadores que representam o Estado, o que dirá suas convicções políticas...
O próprio PMDB de Marcelo Miranda, que também costuma ser um adversário de peso face aos constantes rachas e desacertos, tem se mantido em um silêncio ensurdecedor. O “fogo amigo” parece estar mitigado...
Dentre os parlamentares estaduais, a ampla maioria está alinhada com o governo, e na atual conjuntura política, não “oferecem perigo” ao governador.
Pois bem. O último dos moicanos é Eduardo Siqueira Campos. Um político com currículo invejável, que já exerceu até mesmo o mandato de Senador da República. Ele resolveu voltar às bases e começar outra vez, lá de baixo, como deputado estadual. Fez o certo. Arregimentou novamente os votos da base, porque entendeu que político sem mandato perde a força, cai no esquecimento e acaba por se desolar do ostracismo. O deputado, até o momento, tem feito uma oposição responsável e coerente. Expõe suas convicções e discursa como poucos e, talvez face à sua inquestionável experiência nos meandros da política, não “bate pesado” no chefe do Executivo, chegando mesmo a ponderar e votar com galhardia, quando os projetos beneficiam a população.
Todavia, não se sabe até quando Eduardo Siqueira Campos vai ser benevolente. Sua posição pode ser estratégica, face a esmagadora minoria da qual faz parte na Assembleia Legislativa.
E a população?!? Alguns “gatos pingados” se revoltaram contra o pacotaço proposto pelo Executivo, com o fito de readequar as contas, no entanto, como ocorre na maioria das vezes, sem coesão, sem força política e sem lideranças que abraçassem a causa, o movimento acabou por dissipar.
Quanto ao funcionalismo público, talvez por compreender o caótico cenário econômico que grassa pelo país, também “deu um tempo”.
Em suma, o governador Marcelo Miranda navega em águas calmas e límpidas, ou sobrevoa em céu de brigadeiro, como preceituam os jargões populares. Há um estado de letargia na política tocantinense neste momento, e por isso mesmo, uma excelente oportunidade para agir aproveitando o cenário político favorável. E é exatamente isso que gestor estadual tem feito. Talvez o livro de cabeceira do chefe do executivo seja “O príncipe” de Nicolau Maquiavel, que prescreve que o mal deve ser aplicado em dose cavalares e de forma instantânea; já o bem deve ministrado em conta gotas.
Na última reunião com Dilma Rousseff para discutir o Matopiba, o gestor explanou que começou a ganhar condições de governabilidade, vez que o arrocho econômico e a herança maldita vêm sendo superados. Tomara.
Faz parte, definitivamente, do processo político usufruir de períodos pouco conturbados e governar sem percalços. Todavia, o importante mesmo é não deitar em berço esplêndido como sugeria um determinado hino. O período de calmaria certamente não se prolongará por muito tempo!
Uma jovem paquistanesa morreu nesta terça-feira (3/11) em decorrência de queimaduras causadas pelo homem com quem se recusou a casar-se, informou um médico do hospital de Multan, no Paquistão. Durante sua internação, desde final de outubro, Sonia Bibi, com 20 anos, informou à polícia que o seu ex-companheiro Ahmed Latif, de 24, cobriu seu corpo com petróleo e ateou fogo às suas roupas depois de ter se recusado a se casar com ele. Os médicos haviam inicialmente estimado que a jovem estava fora de perigo, mas um médico do hospital de Multan disse à agência francesa France Presse que as queimaduras foram infeccionando, o que causou a morte da paciente. Aproximadamente de 40% a 50% da superfície do corpo de Sonia Bibi foram queimados, informou o médico Naheed Chaudhry. O incidente ocorreu numa vila remota do distrito de Multan, na província de Punjab, tendo a polícia detido o jovem suspeito do crime. A investigação policial demonstrou que o acusado tinha ateado fogo às roupas da mulher depois de ela “ter recusado o pedido de casamento”. Todos os anos no Paquistão centenas de mulheres são mortas por parentes devido à violência doméstica ou a crimes cometidos em nome da "honra da família". Segundo a Fundação Aurat, que faz campanha para melhorar a situação das mulheres no Paquistão, mais de 3 mil foram vítimas de ataques semelhantes desde 2008. (Da Agência Lusa)
Repórter comete mais de 10 erros crassos e editores não corrigem o texto
Vilanovenses foram surpreendidos por pelo menos cinco esmeraldinos, que fugiram em dois carros. Barras de ferro e pedaços de madeira foram usados na confusão
A crítica mais pertinente e corrosiva ao moralismo contemporâneo está, não num livro de ensaios, e sim num livro do autor de “O Complexo de Portnoy”
O governo federal informou ao governo de Goiás que o cronograma da venda da companhia não será modificado
Batizado de Monitor de Direitos Humanos, a ferramenta buscará palavras-chaves que estimulem violência contra mulher, gays e negros
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Governador Marconi Perillo e a secretária Raquel Teixeira na Europa | Foto: Marcos Villas Boas[/caption]
A secretária de Educação, Cultura e Esporte, Raquel Teixeira, foi questionada se haveria possibilidade de uma eventual saída do governo estadual. Bem-humorada, a tucana afirmou que "sim": "Em 2018, quando o mandato do governador Marconi Perillo acaba."
No que depender dela, continuará ao lado do tucano-chefe para desenvolver os projetos que ele a propôs quando a convidou para assumir a pasta.
Os dois estiveram reunidos, recentemente, na Holanda, onde se encontraram com o ministro de Cultura local. Depois, Raquel Teixeira tratou de representar o Governo de Goiás em um festival de cinema na Itália, que homenageou a poetisa Cora Coralina.
Com a requalificação da praça, Secretaria de Educação, Cultura e Esporte quer criar circuito cultural
Proposta prevê que veículos de comunicação têm até 60 dias para conceder espaço igual ao da notícia publicada
Embora não tenha falado oficialmente na possibilidade, a Metrojet confirmou que desastre teve causa "externa"
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