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Coordenado pelo professor e antropólogo Dr. Carlos Eduardo Henning, o AntropoCine visa abrir espaço junto à sociedade a partir do cinema, para a problematização de desafios antropológicos atuais
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Divulgação[/caption]
Na quarta-feira, 25, o projeto AntropoCine realizará sessão especial de lançamento do documentário “Dandaras – A Força da Mulher Quilombola”. A obra tem como objetivo apresentar as trajetórias e o engajamento de mulheres quilombolas que atuam como lideranças políticas de suas comunidades e do movimento quilombola como um todo. A exibição será no mini-auditório da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Goiás (UFG), localizado no Campus Samambaia.
A mestranda em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (UnB), Ana Carolina Fernandes, e a também mestranda em Antropologia pela UFG, Amaralina Fernandes, ambas realizadoras do filme, estarão presentes no evento. Também participará como comentadora uma das protagonistas da obra, Maria Aparecida, “Tuquinha”, que também é liderança quilombola da comunidade Chacrinha dos Pretos, de Belo Vale, em Minas Gerais.
Os quilombos são organizações sociais surgidas entre os séculos XVI e XIX como forma de união e resistência, especialmente do povo negro, no contexto da escravidão. Em 1988, com a nova Constituição Federal, os moradores dos quilombos passam a ser reconhecidos como quilombolas, com direito ao “pleno exercício de direitos culturais” e a posse de seus territórios historicamente ocupados. Quilombola é uma categoria étnico-política baseada na autodefinição. A relação que estes povos estabelecem com o território, o parentesco, a memória e a ancestralidade lhes conferem tradições e práticas culturais específicas.
Projeto de extensão, vinculado Programa de pós-graduação em Antropologia Social da UFG, o AntropoCine é coordenado pelo professor e antropólogo Dr. Carlos Eduardo Henning e visa abrir espaço junto à sociedade, a partir do cinema, para a problematização de desafios antropológicos atuais, com novas perspectivas sobre o mundo.
Serviço
Antropocine com lançamento do documentário “Dandaras – A força da mulher quilombola”
Data: 25 de novembro
Horário: 17h40
Local: Mini-auditório da Faculdade de Letras da UFG
Entrada gratuita
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Idealizado por Marcelino Freire, o evento recebeu autores de diversos cantos do Brasil [gallery type="slideshow" size="full" ids="52637,52638,52636"] Yago Rodrigues Alvim Escritor, Marcelino Freire, além de perambular pelos diversos cantos do Brasil, ministrando oficinas de escrita literária – parte do projeto Quebras, da dupla Marcelino e Jorge Filholini –, teve a ideia de reunir cronistas, contistas, poetas e demais escritores que encontrou no caminho. De 18 a 22 de novembro, o centro Cultural B_arco, em Sampa, foi palco da Balada Literária. O poeta goiano Walacy Neto, que tem realizado sarais literários pelo coletivo Zé Ninguém, comandou, no espaço Plínio Marcos, mais um encontro a fim de declamar poesias. Ex-repórter do Jornal Opção, Walacy tem desbravado novas possibilidades de expandir seu trabalho, assim como outros escritores, também novatos no cenário nacional, caso de Eliseu Braga, de Porto Velho, que visitou pela primeira vez a região Sudeste. De Macapá (AP), Herbert Manuel e sua esposa Adriana Abreu levaram para Sampa sua poesia. Na cidade amapaense, diversos grupos de poetas tem se destacado. Demais escritores de Vitória, Teresina e Aracaju viajaram para Balada Literária. Dentre eles, os autores distantes do eixo Rio-SP que deram vida ao livro “Quebras – Uma Viagem Literária pelo Brasil”, lançado pelo selo Edith. Na ocasião, o cantor Chico César apresentou seu novo álbum, o intitulado “Estado de Poesia”, no Auditório Ibirapuera. O show abriu o evento, que teve fim com uma mesa de cinema e literatura que recebeu ninguém menos que a homenageada da Balada, Suzana Amaral. A cineasta bateu um papo com as escritoras e roteiristas Luciana Miranda Penna, Lucimar Mutarelli e Gisele Mirabai. A Balada celebrou seus dez anos em 2015.
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