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Manobra para não ter de prestar depoimento a promotor indica que o ex-presidente não tem respostas para as perguntas que lhe serão feitas
“100 poemas de até 100 caracteres” pode ser o épico dos nossos dias: poesia “inclassificada”, quadros que contam em microversos a experiência de um povo
Com curadoria de Lisandro Nogueira, a mostra exibiu 117 longas e já deixa saudades. O Opção Cultural esteve no festival e lista aqueles filmes que precisam ser assistidos
Secretária da Fazenda faz balanço de sua gestão e diz que Goiás “desviou-se do muro”, mas prevê um ano com muitos desafios pela frente
Sociólogo alemão analisou uma coluna de astrologia publicada no “Los Angeles Times” com um objetivo: entender a estima pública pelo movimento dos astros, num momento em que o conhecimento científico se tornou mentalidade predominante
O deputado Luís Cesar Bueno embarcou na canoa furada de Iris Araújo e deram com os burros n’água. A oposição está repetindo o mesmo erro ao concentrar seu discurso nos buracos nas rodovias estaduais. Como o governador de Goiás, Marconi Perillo, viabilizou recursos, as estradas deverão ser recuperadas brevemente. Assim, mais uma vez, a oposição perderá seu discurso.
A pesquisa rigorosa foi encomendada ao serviço secreto pelo ditador Stálin
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“Quecosô, Oncotô, Oncovô”, da Cia Destinatário, está em cartaz no encontro | Foto: Reprodução[/caption]
Iniciativa de NósDuas Produções e realizado em parceria com o Núcleo de Arte e Inclusão do Basileu França, “Procena” é um encontro que visa promover o diálogo, a discussão e reflexão acerca de temas referentes à inclusão, acesso e promoção da pessoa com deficiência no cenário artístico. São espetáculos cênicos, intervenções urbanas, oficinas formativas e mesas de discussão que acontecem de 23 a 26 de fevereiro, no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG) e no Teatro Escola do Basileu. Gratuitas, as inscrições para oficinas e mesas são realizadas pelo e-mail [email protected]. A programação completa, com valores dos espetáculos e demais datas e horários, você encontra na página oficial do Procena, no Facebook.
O escritor irlandês mostra como a guerra entre povos pode destruir indivíduos e que, por vezes, não é possível corrigir a intensidade do mal que foi feito
No sábado, 27 de fevereiro, a Casulo Moda Coletiva e os grupos Vida Seca e o ¿por quá? se unem a fim de uma tarde inesquecível. A Casulo promove um bazar de trocas e vale roupas, livros, discos, o que quiser. É só levar as peças e negociar com quem se interessar ou mesmo vender bem baratinho. Já a galera da CasAcorpO espalha tatames para todos caírem no improviso. Você pode brincar de dançar com passinhos todos seus e também com instrumentos musicais. E para animar ainda mais o sábado, a festa que começa às 15h e vai até às 20h no Cepal do Setor Sul conta com bar, comidas, oficina e doações de peças a instituições carentes. A entrada é free.
Formas, cores, poesia e música fazem de Cezû um artista “Multiverso” — nome de seu projeto expo-show, atualmente em cartaz.
A partir de pesquisas ufológicas (ovnilogia) espirituais, o artista plástico Cesar Oliveira, ou simplesmente Cezû, transpôs em obra a questão “não estamos a sós no universo”. O trabalho, em exposição desde 27 de janeiro na Vila Cultural Cora Coralina, pode ser apreciado até o domingo, 28 de fevereiro, com visitação das 8h às 17h. A entrada é franca.
USP apresenta projeto de pavimentação que pode durar 60 anos
Palafita veio para ficar. Depois de uma folguinha pós-carnaval, a festa agita a segunda-feira. Realizado pelo El Club em parceria com o Glória Bar, o rolê começa com um happy hour no Glória e termina no clubinho com um after.
O melhor do hip hop, black, funk e soul fica por conta dos DJs Mário Pires, Victor Basílio e Mílian G.. Na festa, o chopp Glória tem dobradinha a R$ 10. No bar, a entrada é free; já no El, você descola um desconto (com promoter no happy hour) e paga R$ 10.
Livro
Com tradução de Otacílio Nunes, o segundo romance da escritora britânica de origem somali Nadifa Mohamed conta a história de Deqo, uma menina que deixa o campo de refugiados.
O Pomar Das Almas Perdidas
Autor: Nadifa Mohamed
Tordesilhas
R$ 39,90
Música
A cantora Halsey chega ao Brasil em março, para se apresentar no Lollapalooza. “Badlands”, álbum de estreia, tem sido muitíssimo elogiado pela crítica.
Badlands
Intérprete: Halsey
Universal Music
R$ 27, 90
Filme
Da autora de “Garota Exemplar”, Gillian Flynn, o longa conta a história de Libby Day (Charlize Theron), uma mulher traumatizada pelo assassinato de toda sua família.
Lugares Escuros
Direção: Gilles Paquet-Brenner
Paris Filmes
R$ 29,90
Os jornais na internet estão se transformando em agências de notícias. Todos estão iguais ou quase. Publicam as mesmas notícias, com ligeiras variações. Por vezes, se copiam, inclusive nos erros mais crassos. A tese dominante dos geradores de notícias é: ganham em acesso não os que têm mais qualidade, e sim os que produzem mais notícias, sobretudo se foram “sensacionais” (e, em geral, mal apuradas e mal escritas). Jornais com equipes grandes acabam por sobrepujar, ao menos em acesso, os jornais com equipes menores.
Há uma saída? Há, mas a maioria dos editores, acossados pela ideia de acesso ampliado, não quer percebê-la. Vão ganhar, mesmo no curto prazo, os jornais que, sem deixar de produzir notícias, as básicas, abrirem mais espaço para a produção de conteúdo substantivo.
O que significa produção de conteúdo? Significa simplesmente produzir notícias específicas, mais densas, de maneira mais detalhada, com nuances. Este tipo de produção tende a influenciar os demais veículos — jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão. Ao mesmo tempo, contribui para a obtenção de acesso que se pode chamar de permanente. Reportagens mais bem elaboradas tendem a ter acesso prolongado, quer dizer, não morrem no dia seguinte. Elas continuam reverberando. Conteúdo, e não a mera notícia “solta”, tende à sobrevivência, a se tornar referência.
Insistamos num ponto: não dá para abandonar a produção de notícias — aquilo que os demais veículos estão transmitindo diariamente aos leitores. O que se está sugerindo é que os jornais, especialmente aqueles com menor estrutura, têm de se preocupar com a produção de conteúdo, de material único e capaz de influenciar o jornalismo dos demais veículos. Senão vão perder terreno, cada vez mais, para aqueles jornais que têm estruturas maiores e, às vezes, mais experimentadas. Acesso estagnado é resultado desta falta de visão.
O Jornal Opção busca combinar a produção de notícias com a produção de conteúdo — com sucesso — e, ao mesmo tempo, a divulgação maciça de seus textos. Tem funcionado.
(Pintura de Igor Morski)

