Notícias

Encontramos 150804 resultados
25 anos de inauguração do Palácio Araguaia em destaque

O deputado Eduardo Siqueira Campos (PTB) destacou a importância da construção do Palácio Araguaia para a consolidação do governo tocantinense, ao relembrar os 25 anos de inauguração da obra, comemorados na quarta-feira, 9. Segundo o deputado, após a inauguração da sede definitiva do Poder Executivo, o crescimento de Palmas se tornou “irreversível”. “Entregar para o próximo governador o Palácio Araguaia pronto era uma forma de não permitir que as manifestações contrárias à implantação de Palmas revertessem a instalação da capital”, ressaltou o parlamentar. Eduardo Siqueira explicou também que o nome Araguaia foi dado ao Palácio em homenagem ao outro grande rio que banha o Estado, que em sua criação foi denominado Tocantins. Ele considerou que os órgãos de comunicação classificaram, à época, a obra como uma megalomania, mas que, nesse momento, resta claro que era do tamanho que o Tocantins necessitava. “Hoje, o Palácio Araguaia está no centro das decisões, no meio de uma das maiores praças do mundo”, frisou.

Prefeito de Sucupira é preso em flagrante

Após denúncia de utilização indevida de bem público e constatação da veracidade das informações, o Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Justiça de Peixe, acionou as Polícias Civil e Militar, que autuaram em flagrante o prefeito de Sucupira, Valdir Ribeiro de Castro, o Edinho (PTB), pelo crime de peculato (quando servidor público comete ato contra a administração), ato de improbidade administrativa, além de crime eleitoral. De acordo com o promotor de Justiça Mateus Ribeiro, no final da tarde de segunda-feira, 7, o prefeito, utilizando-se do carro do município, deslocou-se de Sucupira até a zona eleitoral da cidade de Peixe, com mais três pessoas, com a finalidade de transferir o domicílio eleitoral de duas delas. As informações foram confirmadas por servidor do cartório daquela cidade.

Halum comemora sanção a lei de incentivo fiscal

O governador Marcelo Miranda (PMDB) sancionou na segunda-feira, 7, a Lei nº 3.074/2016, que concede incentivos fiscais por dez anos a empresas que atuarem ao longo dos Rios Tocantins e Araguaia. O programa, aprovado pela Assembleia Legislativa, prevê incentivos fiscais e concede crédito presumido de 75% aplicado sobre o saldo devedor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) decorrente de prestações do imposto. Um dos principais articuladores do projeto junto ao governo estadual, o deputado federal César Halum (PRB) diz que a medida deve impulsionar os negócios do Ecoporto Praia Norte, localizado na região do Bico do Papagaio. Graças a convênio entre os Estados do Amazonas e do Tocantins, a região pode receber mercadorias da Zona Franca de Manaus pela hidrovia, e despachá-las por meio de caminhões até a Ferrovia Norte-Sul, que dará mais agilidade e economia no frete até o destino final das cargas. A lei aprovada pelo governador Marcelo Miranda vai beneficiar com incentivos fiscais a empresas que quiserem se instalar dentro da área do ecoporto. "Está dado o ponto de partida para a implantação deste grande projeto", diz Halum. Empresários europeus já se interessaram em investir no ecoporto agora com o benefício fiscal da nova lei. "Os europeus têm know how muito grande de navegação, então esperamos que tenhamos em breve dentro do ecoporto instaladas várias empresas da área de armazenagem e distribuição, como armazenamento de grãos, combustíveis e dos mais diversos produtos", afirmou.

Deputada repudia violência contra as mulheres

A deputada federal Josi Nunes (PMDB) usou a palavra na sessão ordinária deliberativa de terça-feira, 8, data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, para falar sobre os índices de violência contra a mulher no Brasil. “Aproveito este momento, este mês, em que os olhares se voltam para as mulheres para falar sobre esse assunto que muito nos entristece, que é a violência contra a mulher. Com base em dados do Ministério da Saúde coletados em 2013, o Mapa da Violência de 2015 alerta que a violência doméstica e familiar é a principal forma de violência letal praticada contra as mulheres no Brasil”, salientou. Ao citar o balanço realizado pela Central de Atendimento à Mulher, que revela que nos dez primeiros meses de 2015, 85,85% dos relatos de violência registrados corresponderam a situações de violência doméstica contra as mulheres, a peemedebista chamou a atenção para as estatísticas. “Assim como nos demais estudos, a grande maioria dos casos é cometida por homens com quem as vítimas tinham ou já tiveram algum vínculo afetivo, o que corresponde a 67,36% dos casos registrados. São estatísticas, são números que muito nos preocupa. É dever deste parlamento, é dever do poder público criar políticas que possam mudar esta situação. Nós aprovamos o feminicidio, que foi sim, uma grande vitória, mas ainda é preciso mais ações e mecanismos para combater a violência contra a mulher e reverter estes índices tão alarmantes”, completou. A parlamentar concluiu defendendo uma participação maior das mulheres na política. “As diferenças não se restringem apenas no que tange ao mercado de trabalho, no meio político a desigualdade de gênero é gritante. Um exemplo bem próximo de nós está aqui nesta casa de leis. Atualmente, ocupamos 51 cadeiras entre as 513 deste parlamento. No Senado, temos 13 senadoras em meio aos 81 eleitos. Estes números são pequenos se considerarmos que somos mais de 50% da população.”

MPE denuncia deputado Mauro Carlesse

O deputado estadual Mauro Carlesse (PTB) foi representado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) em razão de propaganda eleitoral subliminar extemporânea. A representação, com pedido de liminar, foi protocolada na terça-feira, 8, tendo como autor o promotor eleitoral da 2ª Zona Eleitoral, Marcelo Lima Nunes. O Ministério Público questiona os gigantescos outdoors, em locais estratégicos de Gurupi, cidade onde o parlamentar possui domicílio eleitoral. Carlesse foi, inclusive, candidato a prefeito nas últimas eleições e almeja uma nova candidatura. No material publicitário, sua imagem contém mensagens alusivas à prestação de contas referente à aplicação de recursos provenientes de emendas parlamentares. “O pano de fundo da publicidade permite extrair a real intenção eleitoreira da propaganda, levada a efeito sob a aparente justificativa de divulgar tão somente a atuação do parlamentar e supostas melhorias para a cidade”, argumentou Marcelo Lima Nunes. A prática, segundo a Lei nº 9.504/97, somente é permitida a propaganda eleitoral a partir do dia 16 de agosto do ano do pleito, como determina o art. 36 §2º. Com base nesses fatos, a medida judicial requer, em caráter liminar, que Mauro Carlesse providencie, imediatamente, a retirada do material, no prazo de 24 horas, sob pena de aplicação de multa diária individual no valor de R$ 1.000,00. Requer ao final que caso a representação seja julgada procedente, que o parlamentar seja condenado ao pagamento de multa prevista no artigo 36, §3º, da Lei n. 9.504/97, no valor de R$ 25.000,00, tendo em vista a ostensividade da propaganda, o alto custo da forma de divulgação e a reiteração da prática proibida.

Economia colonial cresceu mais do que a do mundo e o Brasil era mais forte do que os EUA no século 19

Jorge Caldeira prova que a Colônia era dinâmica, mostra que o país crescia mais do que outras nações, frisa que a República Velha não deve ser tratada como a Idade Média patropi e explica a estagnação pós-1970

O Popular publica reportagem sensacional de mulher de rua que é leitora voraz

[caption id="attachment_60708" align="alignright" width="620"]Reprodução Reprodução[/caption] A repórter Andréia Bahia, de “O Popular”, escreveu uma das mais belas reportagens dos últimos tempos, “Era uma vez uma Aline”. Parece mesmo um conto de fadas. Aline tem 31 anos, mora nas ruas e é uma leitora voraz de bons e maus livros (dos listados pela repórter, o único de qualidade é “Stálin, os Nazistas e o Ocidente”, do historiador britânico Laurence Rees). Aline é mãe de dois garotos, que moram com uma tia, e pretende estudar arquitetura. Será bancada por Miguel Tomaz Menezes, ex-bancário e psicólogo. Nas ruas, nos lugares onde trafega, é querida e respeitada, sobretudo pela educação. A história em si é bela e Andreia Bahia a conta com rara sensibilidade. A repórter, uma das mais gabaritadas da imprensa goiana, deveria transformá-la em livro. Vale a pena acompanhar Aline e registrar sua vida de maneira mais nuançada, exibindo inclusive suas possíveis contradições, não para execrá-la, e sim para torná-la mais humana, como todos nós — com defeitos e virtudes. Os seres humanos ficam mais ricos com suas contradições reunidas e apresentadas. (“O Segredo de Joe Gould”, de Joseph Mitchell, pode inspirar a repórter.) Como se trata de uma reportagem sensacional, com uma história muito bem contada, fica até chato apontar alguns erros. Mas, como a coluna tem o nome de Imprensa, devo apontar algumas falhas, nada graves. Na primeira página, um título falso induz o leitor a pensar que Aline é uma criança ou adolescente: “A menina de rua que devora livros”. Na verdade, trata-se de uma balzaquiana de 31 anos. Portanto, não é uma menina. Na legenda, há pelo menos dois erros. Primeiro, o editor escreve “Stlálin”, e não Stálin. Segundo, informa que Stálin é um tema que a fascina, quando a reportagem sugere que o tema que a fascina é a Segunda Guerra Mundial. Contrariando a reportagem, a capa comete outro erro: o editor escreve que o livro de Marion Zimmer Bradley é “Brumas de Avalon”, excluindo o artigo “as” (“As Brumas de Avalon”). A reportagem não sugere que a “compulsão pela leitura chega a ser maior que o vício pelo crack”, mas quem escreveu o texto da capa pensa assim. O editor da primeira página frisa que Aline é “invisível” nas ruas. O que a reportagem prova é que, ao contrário de outras pessoas que vivem nas ruas, Aline nada tem de invisível. A impressão que se tem é que quem escreveu a chamada da capa ficou com preguiça de ler a fantástica reportagem de Andréia Bahia. Problemas na reportagem Enumero, a seguir, os problemas da reportagem. O primeiro erro resulta mais de imprecisão: “pegar títulos emprestados”. É mais adequado ou coloquial escrever assim: “Pegar livros emprestados”. É muito difícil alguém dizer, referindo-se a livro, que pegou um título emprestado. O segundo erro está no título do livro de Laurence Rees: “Stalin, os Nazistas e o Ocidente”. A sugestiva fotografia da primeira página, feita por Zuhair Mohamad, exibe a capa do livro com acento agudo em Stálin. O terceiro erro indica uma vírgula passando: “Ela se lembra do primeiro livro que leu, ‘As Brumas de Avalon’, (de Marion Zimmer Bradley), ‘mas estou aprimorando meu gosto’.” O texto funciona melhor assim: “Ela se lembra do primeiro livro que leu, ‘As Brumas de Avalon’ (de Marion Zimmer Bradley), ‘mas estou aprimorando meu gosto’”. Ela é leitora de Augusto Cury, Laura Gallego García e Paulo Coelho. O quarto erro parece ser típico dos tempos modernos, que excluem os artigos como se fossem descartáveis: “Thiago Terranova chama atenção para generosidade de Aline”. Com o artigo “a” fica assim: “Thiago Terranova chama atenção para a generosidade de Aline”. A redação da reportagem não esclarece se Thiago Terranova é o farmacêutico que ajuda Aline. O quinto erro tem a ver com acentuação: “Miguel aguarda que Aline faça a matricula”. No caso, é matrícula. Faltam três vírgulas noutros trechos da reportagem e há repetições de palavras, mas não vale a pena macular a sensacional reportagem do “Pop”.

Caetano Galindo lança livro para explicar o romance “Ulysses”, de James Joyce

Na esteira de Anthony Burgess, o tradutor agora esmiúça a obra-prima do escritor irlandês

Luta exibição de Connor McGregor com Nate Diaz diz respeito a dinheiro e ao UFC

A vida do jamesjoyciano irlândes é muito cara e ele precisa ganhar dinheiro com urgência. O sucesso de um lutador de MMA não dura muito tempo

Livro de Timothy Snyder vasculha o Holocausto e adverte sobre o presente e o futuro

46134193A Companhia das Letras lança o livro “Terra Negra — O Holocausto como História e Advertência” (544 páginas, tradução de Donald Garschagen e Renata Guerra), do notável historiador americano Timothy Snyder. Segundo release da editora, a obra “descreve o extermínio de judeus como um evento mais compreensível do que gostaríamos de admitir, e por isso mais aterrorizante”. “O início do século 21 se parece com o início do século 20 na medida em que preocupações crescentes com alimentos e água acompanham desafios ideológicos à ordem global. Nosso mundo se aproxima do de Hitler, e preservá-lo pede que encaremos o Holocausto como ele foi.”

Carlos Antônio deve ser o candidato do PSDB a prefeito de Anápolis

A renúncia de Fernando Cunha escancara as portas do partido para o deputado estadual, que deve deixar o Solidariedade [caption id="attachment_49845" align="alignleft" width="620"]Deputado Carlos Antonio: “Temos nomes para prefeito e para vice em Anápolis e são todos competitivos para 2016” Deputado Carlos Antonio: adversário mais forte do prefeito João Gomes[/caption] O deputado estadual Carlos Antônio deve deixar o Solidariedade e se filiar ao PSDB. Com a renúncia de Fernando Cunha — o vereador revelou na sexta-feira, 11, que não irá mais disputar —, Carlos Antônio deve ser o candidato tucano a prefeito de Anápolis. Pesquisas indicaram que, embora seja considerado simpático e um elemento da renovação, Fernando Cunha não empolgou o eleitorado de Anápolis. Se a eleição fosse realizada hoje, provavelmente iriam para o segundo turno Carlos Antônio, apontado como favorito pelos líderes locais, e o prefeito João Gomes, do PT.

Deputados do PMDB divergem sobre apoio a impeachment de Dilma Rousseff

Sobre aliança para prefeitura, no entanto, discurso é um só: partido lançará candidatura própria e provavelmente só fará aliança com PT em segundo turno

Fernando Cunha desiste de disputar Prefeitura de Anápolis

Vereador anunciou decisão a colegas de partido na tarde desta sexta-feira (11/3). Tucanato se reunirá para avaliar quadro

Pastor Elismar Veiga pode ser o nome da base governista para prefeito de Anápolis

Renúncia de Fernando Cunha Neto fortalece o nome do presidente municipal do PHS

Estado reúne mais de 15 mil assinaturas em apoio às 10 Medidas Contra Corrupção do MPF

Trabalho do governo estadual, coordenado pela Controladoria-Geral do Estado, conseguiu 12.800 apoios, além de outros 2,6 mil entregues pela Secretaria de Saúde