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Nome bancado por José Vitti é tido como favorito em Palmeiras de Goiás

Vando Vitor é apontado como o favorito para a disputa da Prefeitura de Palmeiras de Goiás. Ele é bancado pelo presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti. Tudo indica que, como radialista, Vando Vitor tem os votos. A grana é com José Vitti.

PSDB vai bancar Lenísia Canedo para prefeita de Piracanjuba

Lenísia Canedo é subsecretária da Educação de Piracanjuba e, se depender do secretário Thiago Peixoto, deve trocar o PSDB pelo PSD. Devido à sua agressividade, o prefeito Amauri Ribeiro levou Piracanjuba para o noticiário nacional de maneira extremamente negativa. O próximo prefeito tem a missão de recuperar a imagem do setor público. Casada com o líder classista José Lourenço, Lenísia Canedo é uma política equilibrada e moderna.

PSD quer o passe de Valcenor Braz, Talles Barreto e Humberto Aidar

[caption id="attachment_60795" align="aligncenter" width="620"]talles-humberto-valcenor-foto-alego Valcênor Braz, Humberto Aidar e Talles Barreto | Fotos: Ascom / Alego[/caption] O PSD trabalha para atrair três deputados estaduais: Valcenor Braz, do PTB, Humberto Aidar, do PT, e Talles Barreto, do PTB. Se conseguir a filiação dos três políticos, como está quase acertado, o PSD sai forte do troca-troca partidário.

Talles Barreto queria o PSDB, mas deve se filiar ao PSD de Vilmar Rocha

O deputado estadual Talles Barreto planejou sair do PTB e se filiar ao PSDB, mas, acatando recomendação do governador Marconi Perillo, deve migrar para o PSD, onde será recebido com festa, de braços abertos.

Cristóvão Tormin é responsável por levar Valcenor Braz para o PSD

O prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin, é o principal responsável por atrair Valcenor Braz para o PSD. Cristóvão Tormin e Valcenor Braz estiveram com o governador Marconi Perillo, que deu o sinal verde para o deputado migrar para o PSD. O tucano-chefe quer manter Vilmar Rocha forte na sua estrutura política. Porque o considera um político qualitativo. Cristóvão Tormin está jogando para ampliar sua base política no Entorno de Brasília. Como sua gestão é mal avaliada, e seu principal adversário, Marcelo Melo, é o favorito para a disputa da prefeitura, o líder do PSD está tentando dotar sua estrutura político-eleitoral de mais musculatura. Valcenor Braz, embora ande doente, é um político respeitado em Luziânia.

As três principais apostas do PSD para vereador em Goiânia

[caption id="attachment_60791" align="aligncenter" width="620"]Priscilla Tejota, Valério Luiz e Roberto Ricardo | Fotos: reprodução / Facebook Priscilla Tejota, Valério Luiz e Roberto Ricardo | Fotos: reprodução / Facebook[/caption] Roberto Ricardo, da Renovação Carismática, o advogado Valério Luiz Filho e Priscila Tejota (mulher do deputado estadual Lincoln Tejota) são as três principais apostas do PSD para vereador em Goiânia. Aposta-se que os três estarão entre os campeões de voto

Dividido, o PSDB pode perder em Indiara para Wellington Pezão

O PSDB é forte no município de Indiara. Porém, se for dividido para a disputa, com arestas não aparadas, pode acabar contribuindo para a vitória de Wellington Pezão, do PMDB, para prefeito.

Não convidem Deivison Costa e Edivaldo Cardoso para comer picanha da Favo de Mel

Não convidem o vereador Deivison Costa e o presidente da Ceasa, Edivaldo Cardoso, para comer a picanha da Churrascaria Favo de Mel. Pode sair sangue e não será da picanha. Por ter mandato, Deivison Costa avalia que ele, e não Edivaldo Cardoso, deve dirigir o PT do B em Goiás. Ocorre que o dirigente da Ceasa é o principal responsável pela organização do partido no Estado.

Iris Aurélio desafia o prefeito e deve ser candidato em Cristianópolis

Iris Aurélio deve disputar a Prefeitura de Cristianópolis pelo PSDB. O prefeito do município, também do PSDB, está desgastado e praticamente abandonou o aliado. Ex-prefeito, Iris Aurélio é popular na cidade.

Baldy teria ameaçado trocar o PSDB pelo PMDB no caso de filiação de Carlos Antônio ao PSDB

baldy Rebelião em Anápolis: o deputado federal Alexandre Baldy estaria ameaçando trocar o PSDB pelo PMDB de Daniel Vilela se o deputado estadual Carlos Antônio, do Solidariedade, for definido como candidato do tucanato a prefeito do município. Com a renúncia do vereador Fernando Cunha Neto, sugeriram que Alexandre Baldy dispute a prefeitura de Anápolis. O parlamentar prefere ficar em Brasília, mas não aceita a filiação e a candidatura do deputado-radialista Carlos Antônio pelo PSDB.

Christian Pereira pode ser o vice de Carlão Oliveira em Goianira

Pré-candidato a prefeito de Goianira, o tucano Carlão Alberto Oliveira, acompanhado de Christian Pereira — seu provável vice —, está fazendo pelo menos quatro reuniões por dia em vários bairros. A receptividade é grande e Carlão está surpreso com a rejeição do prefeito Miller Assis. Porque é maior do que ele pensava. As pesquisas não conseguem registrar fielmente a decepção da popular de Goianira com o prefeito.

Toninho Bento, se disputar a prefeitura, pode ser a renovação que Porangatu espera

O empresário Toninho Bento não tem apreço por disputas políticas. Mas é apontado por lideranças locais como gestor eficiente e, se disputar a Prefeitura de Porangatu, pode ser eleito. Ele representa a renovação e, ao mesmo tempo, a terceira via. Toninho Bento não integra os grupos do prefeito Eronildo Valadares, do PMDB, e do deputado estadual Júlio da Retífica, do PSDB. Mas não tem a resistência de nenhum dos grupos. Ele agrega.

A sintonia fina entre o deputado Daniel Vilela e o marqueteiro Jorcelino Braga

[caption id="attachment_60783" align="aligncenter" width="620"]Daniel Vilela e Jorcelino Braga | Fotos: Jornal Opção Daniel Vilela e Jorcelino Braga | Fotos: Jornal Opção[/caption] De um peemedebista: “O deputado Daniel Vilela, presidente do PMDB, e Jorcelino Braga, do PRP, estão cada vez mais afinados”. Daniel Vilela é a estrela do PMDB que mais brilha. Como marqueteiro, Braga quer lustrá-la. Mas o marqueteiro Augusto Fonseca estaria orientando Daniel Vilela.

Goianos reduziram viagens para o exterior, exceto para Buenos Aires e Santiago

O advogado Francisco Bento, dono de uma agência de turismo em Goiânia, revela que os goianos reduziram a quase nada as viagens para o exterior (exceto para negócios). A crise econômica e o dólar e o euro supervalorizados impedem as viagens. “Os goianos trocaram as viagens para a Europa e para os Estados Unidos por viagens para a Argentina e Chile. Viajar para os Estados Unidos ficou mais difícil. Com o dólar valorizado em relação ao real, acredita-se que os brasileiros querem viajar como turistas, mas acabarão por ser instalar no país, com o objetivo de fazer um pé de meia”, afirma Francisco Bento. O resultado é que está difícil obter visto para a terra de Donald Trump.

A diferença crucial entre Lula da Silva e Ernesto Geisel

[caption id="attachment_60781" align="alignright" width="620"]Lula da Silva e Ernesto Geisel: o primeiro tem medo de depor e precisa ser levado à força; o segundo, quando intimado, compareceu ao foro e depôs sobre Paulo Maluf e ex-auxiliares e respondeu a todas as perguntas Lula da Silva e Ernesto Geisel: o primeiro tem medo de depor e precisa ser levado à força; o segundo, quando intimado, compareceu ao foro e depôs sobre Paulo Maluf e ex-auxiliares e respondeu a todas as perguntas[/caption] “Nunca antes na história desse país” um ex-presidente da República demonstrou tanto pavor diante da singela perspectiva de um depoimento perante um delegado ou juiz. Nem tanta vontade de impedir investigações da Polícia Federal. De fato, Lula da Silva, mesmo se intitulando a “viva alma mais honesta que existe”, amaldiçoa um procurador que cumpre seu dever de pedir explicações sobre seus imóveis (ou imóveis não-seus, mas como se fossem), enrolados com dinheiro de origem duvidosa. Foge, desesperadamente, de algo natural: uma oitiva com um juiz, coisa que só mete medo em desonesto. Lula chegou a derrubar um ministro da Justiça, porque ele não “controla” a Polícia Federal, vale dizer, não impede que ela investigue as falcatruas que dele vão se aproximando. Lula acabou depondo coercitivamente, coisa ainda não acontecida “na história deste país”. Algo humilhante para quem tem vergonha na cara. Infelizmente, pelas declarações cínicas que o ex-presidente deu, após ser ouvido pela polícia, não parece ser o caso. Vai aqui um fato esquecido, ou pouco sabido, a título de lição para a “alma honesta”: No governo Geisel estourou em São Paulo um escândalo financeiro, o caso Lutfalla. Tratava-se de empréstimo do BNDES (então BNDE) para uma tecelagem do sogro de Paulo Maluf, chamado Fuad Lutfalla. A tecelagem, devedora do Banco, iria à falência em 1977, com um grande prejuízo, jamais coberto. Um advogado do BNDE, licenciado para disputa de cadeira de deputado na Assembleia paulista, Walter do Amaral, fez em 1975 denúncia pública de tráfico de influência por parte de Maluf na obtenção dos empréstimos e incúria do ministro do Planejamento, João Paulo dos Reis Veloso, na prorrogação dos mesmos. Exibiu documentos internos do banco, que mostravam seu presidente, Marcos Vianna, se posicionando contra renegociações e novos empréstimos a Lutfalla, tecnicamente insolvente, e Reis Veloso ordenando sequência nas negociações e rolagens, sob a alegação de evitar desemprego de mais de um milhar de operários. Walter do Amaral, que mais tarde foi juiz e desembargador federal (hoje aposentado), acabou demitido do BNDE e processado por Maluf. O caso explodiu na imprensa e no Congresso, onde o senador Paulo Brossard, que era um grande orador, fez em maio de 1977 um discurso que foi muito divulgado. Nele, deu minúcias de todo o acontecido, e condenou o mau uso do dinheiro público. A ação de Maluf contra Walter do Amaral, enquanto isso, prosseguía, e o advogado, sentindo-se ameaçado, teve a ideia, já agora em 1983, de indicar o ex-presidente Ernesto Geisel como sua testemunha. Seu raciocínio era simplório. Pretendia apenas prolongar indefinidamente a ação, evitando que a influência de Maluf, tido como homem forte do regime militar, pudesse influir em sua condenação. Nunca um ex-presidente militar iria se sentar perante um juiz, pensava Amaral, até porque o regime ainda continuava, com João Figueiredo na Presidência. Com isso, a ação ficaria para sempre paralisada. Enganava-se, e muito. Ao contrário do que hoje faz Lula, Geisel colocou-se inteiramente à disposição da Justiça. Intimado, compareceu ao foro de Teresópolis e prestou seu depoimento perante o juiz. Respondeu, com a serenidade de quem não deve, logo não se apavora, a todas as perguntas. Não ficaram dúvidas. Não, os empréstimos a Lutfalla não foram concedidos pelo BNDE no seu governo, vinham de anos antes, disse Geisel. Sim, foram feitas renegociações por ordem de Reis Veloso e Mário Simonsen, seus ministros do Planejamento e da Fazenda, respectivamente, e contra parecer de Marcos Vianna, presidente do Banco. Houve, sim, interferência de Maluf, que só cessou quando foi exigido — e negado — que avalizasse o sogro, e desse seus bens em garantia para continuidade dos empréstimos. Que, por isso mesmo, pela interferência desonesta de Maluf, que não assumia sua corresponsabilidade, o BNDE foi orientado a intervir na empresa e liquidá-la. Geisel ateve-se à verdade. Não protegeu ninguém, não ocultou fatos, mesmo que pudessem atingir seus ex-auxiliares, como o ministro Reis Veloso e seu secretário-geral do ministério, Élcio Costa Couto, ou o ministro Mário Henri­que Simonsen. Assumiu todas as suas responsabilidades. Relatou, na íntegra, a ação de Paulo Maluf e de quem mais se envolveu nos fatos. Saiu com a cabeça erguida e o respeito do juiz.

Se assumir o lugar de Dilma, o que Temer fará com Renan Calheiros?

Desculpe-me o leitor pelo realismo nada fantástico. Um impeachment ou renúncia da presidente Dilma Rousseff, no deserto de lideranças que se tornou o Brasil, vai nos levar a uma incógnita. Se o vice-presidente Michel Temer assumir, melhora, não há dúvida. Qualquer coisa é melhor que o PT no governo. O partido (ou a gangue que atende pelo nome do partido) conseguiu juntar num só programa os maiores atrasos ideológicos, a maior incompetência administrativa e o mais deslavado assalto aos dinheiros públicos. Uma combinação inglória, que resulta no desastre econômico, com queda do PIB, desemprego e inflação, no desaparecimento dos serviços públicos, com educação, saúde e segurança aos pedaços, e na degradação social, com a pregação da amoralidade e de turbulenta luta de classes. Temer, que fez parte do governo, embora sempre um tanto marginalizado, terá forças para um saneamento? O que fará, por exemplo, com Renan Calheiros, que já se apresta a abandonar o barco de Dilma? Conseguirá devassar e limpar o BNDES? Caso o im­pe­achment alcance a chapa, e Te­mer também seja impedido, o que nos reserva uma nova eleição? Com essa oposição murcha e in­competente não há muito que se esperar. A diáfana Marina Silva, no fundo, é apenas um Fernando Collor manso, sem programa e sem apoio político. Aécio Neves, na eleição presi­den­cial passada, revelou ao país algo que conseguiu manter escondido até lá: foi mau governador, ou não teria vergonhosamente perdido em seu próprio Estado. Como ser bom governador, aliás, preferindo a doce boemia carioca aos pesados encargos de governar as Minas Gerais? José Serra, não nos iludamos, é apenas uma Dilma que consegue completar raciocínios. Tão atrasado ideologicamente quanto ela, não nos afastaria do bolivarianismo e nem coibiria a selvageria do MST. Tão áspero quanto ela, não tem como reunir e liderar uma equipe de pessoas dignas e competentes, como o Brasil está a pedir. O melhor do PSDB ainda é Geraldo Alckmin, mas teria que se livrar do grande peso do seu partido, uma bola de ferro que arrastaria na Presidência. Estaria sob a influência de Fernando Henrique. Digo sempre que PT e PSDB são farinha do mesmo saco. Ideo­logicamente, não diferem muito. Por sorte ou astúcia, Fernando Henrique conseguiu passar incólume pelas indagações sobre os custos de sua reeleição e mistérios de suas privatizações. Por sorte ou oportunismo, assumiu a autoria do Plano Real, em que não acreditava, e que lhe foi imposto, quase à força, por Itamar Franco e se transformou no seu grande trunfo, a ponto de ocultar o mérito de Itamar (que morreu sentido com isso). Fernando Henrique sempre poupou Lula e Dilma, e o fez por afinidade ideológica, não por qualquer afinidade pessoal, que esta não existe. Foi sempre alvejado por ambos, merecida ou imerecidamente; e sua esposa, essa com toda certeza imerecidamente, foi alvo, como se viu, de um dossiê saído do gabinete civil de Lula, chefiado por Dilma, de uma sordidez sem limites. Fernando Henrique abortou o impeachment de Lula no mensalão; elogia Dilma nos momentos mais críticos de seu sofrível governo. Dizia meses atrás: “Lula é um líder popular. Não devemos quebrar esse símbolo”, convenientemente esquecido de toda a roubalheira. E para não buscarmos fatos distantes, na ida de Lula, coercitivamente, a depoimento na Polícia Federal, uma das poucas vozes de protesto foi a de Fernando Henrique, não pessoalmente, que seria demasiada desfaçatez, depois do que fez o PT com ele no caso da amante Miriam Dutra, dias atrás. Mas através de seu fantoche, seu ex-ministro da Justiça José Gregori, que criticou publicamente a ação do juiz Sérgio Moro e a classificou de exagerada. Quem conhece José Gregori, sabe que ele deve sua biografia à condescendência de Fernando Henri­que para com amizade que unia as suas respectivas famílias, e não aos seus discutíveis méritos. A probabilidade de Gregori fazer esta declaração sem a aquiescência (ou sem ser a mando) de FHC beira a probabilidade de ganhar um prêmio de loteria.

MST e CUT querem matar a democracia

Os fascistas italianos tinham os “camisas negras”; os nazistas os “camisas pardas”, ou SA; a esquerda revolucionária brasileira tem os “camisas vermelhas” do MST, da CUT e da UNE. Estes últimos, que invadiram e depredaram as instalações do Grupo Jaime Câmara, são idênticos aos outros, no método, que é a violência, e no objetivo, que é matar a democracia. Prove o contrário, quem puder.