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PPS, PSB PRTB e PSC formam aliança de olho nas eleições da mesa diretora da Assembleia, em outubro deste ano

Orquestra Strauss de Viena se apresenta em Goiânia em benefício da Asdown

Goiânia é uma das cinco capitais brasileiras a receber a orquestra austríaca, regida pelo maestro alemão Rainer Roos. A apresentação foi no domingo, 1º de maio, no Palácio das Esmeraldas [gallery type="slideshow" size="large" ids="64991,64990,64989"] As portas que dão acesso aos jardins do Palácio das Esmeraldas, residência oficial do governo do Estado, foram abertas na noite do domingo, 1º de maio, para receber um seleto grupo de apreciadores da música de concerto e incentivadores das causas sociais patrocinadas pela administração pública estadual. Um público superior a 200 pessoas teve o privilégio de assistir ao vivo à apresentação da Orquestra Original Strauss Capelle Wien, uma das mais festejadas do circuito da música erudita de Viena. Goiânia foi uma das cinco capitais brasileiras escolhidas para receber a apresentação da orquestra, gerida pelo maestro alemão Rainer Roos e composta pelos solistas Augusto Caruso, tenor, a mezzosoprano Lorena Espina e a soprano Marcela Cerno. As demais apresentações serão em Belém (PA), Manaus (AM), Brasília (DF) e Curitiba (PR). A inclusão de Goiânia na turnê se deu graças ao empenho do governador Marconi Perillo junto à embaixada da Áustria, com a decisiva colaboração da secretária de Educação, Raquel Teixeira, amiga da embaixadora Marianne Feldmann, que há 30 anos reside no Brasil. O governador e a secretária da Seduce viram na participação da orquestra vienense em Goiânia a oportunidade de aliar uma programação de bom gosto a um ato de caridade em benefício de uma entidade. A vinda da orquestra foi viabilizada graças a vários patrocínios. Os ingressos foram vendidos a R$ 300,00 por pessoa. Toda a arrecadação, que chegou a R$ 52 mil, foi destinada à Associação dos Portadores da Síndrome de Down de Goiás (Asdown). Durante as boas-vindas, o governador lembrou que há menos de um mês esteve na Asdown e prometeu que de alguma forma ajudaria a entidade. “Menos de um mês depois, nós já estamos aqui para, concretamente, colaborar com vocês graças à generosidade de cada um dos que aqui estão”, destacou. A iniciativa do governo de Goiás em abrir a residência oficial para sediar eventos assistenciais tem encontrado respaldo da população. Todos os ingressos colocados disponíveis foram vendidos, gerando uma renda extra para a Asdown que, em agradecimento e a convite do casal Marconi Perillo e Valéria Perillo, esteve representada no concerto com sua diretoria e beneficiários. A apresentação durou cerca de uma hora e meia. O repertório, que contemplou ritmos variados, como polca, valsa e marcha, foi dividido em duas sessões com mais cinco minutos para o encerramento. Strauss Com uma história que remonta a 1823, a orquestra foi primeiramente criada pelo patriarca da família de músicos, Johann Strauss. Liderado pelo maestro alemão Rainer Roos, regente titular da Original Strauss Capelle Wien desde 2011, o conjunto que se apresentou com roupas típicas de época — casacas vermelhas e calças brancas como ordenou o Imperador da Áustria, Franz Josef I, em 1843 (veja a foto) — trouxe para Goiânia um programa que reuniu peças de Franz Lehar, Johann Strauss (pai) e seus filhos Eduard, Joseph e Johann Strauss. Hoje, a orquestra figura entre as mais conhecidas de Viena, com apresentações em seu país de origem assim como no exterior, onde acumula um currículo de 3 mil performances que incluem apresentações não só na Europa, mas também em outros continentes como Ásia e América do Sul.

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Para deputado, Dilma não conseguiria apoio para aprovar possível PEC no Congresso. Além das dificuldades políticas, constitucionalidade da proposta também é questionada

“Capitão América: Guerra Civil” mostra, definitivamente, que não existem super-heróis desconhecidos

"Guerra Civil" é um filme com selo de qualidade Marvel e que inicia muito bem a fase 3 da Marvel nos cinemas, entregando tudo que você espera dele: comédia + ação + drama + 2 cenas pós-créditos GC1 Ana Amélia Ribeiro Especial para o Jornal Opção Histórias voltadas para família, uma dose de aventura, uma pitada de drama, cenas pós-créditos, e o elemento X: alívio cômico. Assim surgiu o Universo Cinematográfico Marvel (MCU – sigla em inglês), em 2008, com o primeiro filme da saga Homem de Ferro. Após 8 anos e 13 filmes lançados, a franquia MCU tem uma das melhores arrecadações da história dos cinemas: mais de 9 bilhões de dólares no mundo todo. E a tendência é aumentar esse número, com o lançamento do filme “Capitão América: Guerra Civil” (GC) nos cinemas — estreou na quinta-feira, 28 de abril. A franquia MCU é dividida em 3 fases distintas, com 6 filmes para desenvolver a trama central de cada etapa. Guerra Civil é o pontapé inicial da fase 3, mas antes de abordar a terceira etapa, vamos falar dos outros 12 filmes que precederam a “GC” nos cinemas.

Fase 1: avante, Vingadores!

A primeira fase do MCU começa em 2008 com o filme do gênio, bilionário, playboy e filantropo “Homem de Ferro”. O filme dirigido por Jon Favreau e protagonizado por Robert Downey Jr., foi um sucesso de crítica e público. O longa, além de mostrar que Tony Stark é capaz de montar uma armadura usando apenas sucatas dentro de uma caverna no meio do deserto do Oriente Médio, é também responsável por introduzir a agência secreta S.H.I.E.L.D, representado pela a figura do Agente Coulson — personagem criado especificamente para o cinema, interpretado por Clark Gregg, e que tem como incumbência reunir os heróis espalhados pelo mundo. Outro filme também de 2008, mas com pouca representatividade e muito conflito no Universo Cinematográfico Marvel, foi “O Incrível Hulk” chegou às telonas dirigido por Louis Leterrier e protagonizado por Edward Norton. O longa marca a recuperação dos direitos do personagem pela Marvel, mesmo que ainda exista o conflito entre a Disney e a Universal por conta da distribuição do filme. Aliás, por causa desse desentendimento, nenhuma das duas empresas pode produzir longa metragens solos do Hulk. Outro problema que a Marvel teve que encarar foi Edward Norton, que não quis dar continuidade ao personagem; para seu lugar, foi chamado o ator Mark Ruffalo. Um adendo importante de ser mencionado é que a Marvel enfrenta problemas com direitos de personagens há algum tempo, pois em 1990, durante uma grave crise financeira, quando a editora pediu concordata, ela cedeu os direitos de franquias como X-Men, Quarteto Fantástico, Demolidor e Homem-Aranha para outros estúdios. Somente há pouco tempo ela conseguiu um acordo com a Sony e trouxe de volta o cabeça de teia para o MCU, além de ter o seriado do Demolidor produzido pela Netflix. Mas, voltando à primeira fase do MCU, em 2010 chega aos cinemas o segundo filme do privatizador da paz mundial, Homem de Ferro, mais uma vez dirigido por Jon Favreau e protagonizado por Robert Downey Jr. O filme marca a entrada de dois personagens importantes para o desenrolar da trama: Natasha Romanoff, a Viúva Negra, vivida pela lindíssima Scarlett Johansson, e Nick Fury, interpretado pelo experiente Samuel L. Jackson, responsável pelas articulações para criação da Iniciativa Vingadores. [caption id="attachment_64978" align="alignright" width="300"]Loki Loki[/caption] Em 2011, chega aos cinemas os primeiros filmes do Deus do Trovão e do Sentinela da Liberdade: “Thor” e “Capitão América: o Primeiro Vingador”. Enquanto Thor, interpretado por Chris Hemsworth, se passa nos dias atuais e é responsável pela apresentação do vilão, que todo mundo ama odiar, Loki, vivido por Tom Hiddleston — o causador dos ataques em Manhattan, em “Os Vingadores” (2012) —, em “Capitão América”, Chris Evans, interpreta um soldado rejeitado que participa de um experimento para se tornar um “supersoldado” durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a batalha final contra o Caveira Vermelha, Steve Rogers cai no mar e, devido à pressão e à profundidade, acaba congelado. Ele acorda muitos anos depois na base da S.H.I.E.L.D. Depois de apresentar todos os personagens principais, em 2012 chega aos cinemas “Os Vingadores”, para encerrar a primeira fase do MCU.  Dirigido por Joss Whedon, o filme bateu recordes de bilheteria. Os eventos do longa acontecem depois que Loki reaparece roubando o Tesseract e controlando as mentes do agente Clint Barton (Jeremy Renner), e o consultor físico Dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgård). Depois da invasão, Nick Fury convoca a Iniciativa Vingadores para salvar a Terra de Loki e da ameaça alienígena Chitauri, que ajuda o Deus da Trapaça a dominar a Terra em troca do Tesseract. Com a invasão acontecendo em Manhattan, a S.H.I.E.L.D. decide enviar um míssil para combater a invasão alienígena. Com isso, o Homem de Ferro agarra o míssil e lança na nave-mãe dos Chitauri, fazendo com que o exército alienígena seja destruído no exato instante em que os heróis conseguem fechar o portal, evitando assim a morte de milhões de pessoas e salvando a Terra. No final do filme, cada herói segue seu caminho e Loki é levado de volta para ser preso Asgard por Thor. É dessa forma que se encerra a primeira fase do MCU.

Fase 2: a “queda” dos Vingadores

A segunda fase do MCU começa com o último filme da trilogia do “Homem de Ferro”, o filme é de 2013 e é dirigido por Shane Black. O longa trás para as telonas um Tony Stark traumatizado com os acontecimentos de Manhattan e percebe que é só um homem com uma armadura de alta tecnologia. É uma película que se desenvolve bem, e tem uma premissa bacana, mas que é decepcionante por conta do vilão Mandarim. Nesse filme fica claro que a Marvel tem um problema na hora de recriar seus vilões para o universo cinematográfico. É um longa-metragem muito fraco se comparado aos outros filmes, porém, consegue ser melhor que “Thor: O Mundo Sombrio”, também lançado em 2013. O segundo filme do Deus do Trovão, apesar de ter como vilão o elfo negro Malekith, quem rouba a cena é Loki. Nessa fase, a Marvel começa a lançar dois filmes por ano: em 2014 estreou “Capitão América: Soldado Invernal” e “Guardiões da Galáxia”. A franquia, protagonizada por Steve Rogers, é a mais sólida dos filmes da Marvel e é um filme bastante empolgante; a película é dirigida pelos irmãos Anthony e Joe Russo. Em um filme cheio de coreografia de lutas, e com Sentinela da Liberdade enfrentando seu passado, o longa apresenta dois novos personagens importantes para a sequência de “Vingadores 2: Era de Ultron” e “Capitão América: Guerra Civil”: são eles o veterano de guerra Sam Wilson, o Falcão, e o mercenário treinado pela H.I.D.R.A, o Soldado Invernal. [caption id="attachment_64976" align="alignleft" width="300"]Guardiões da Galáxia Guardiões da Galáxia[/caption] Em 2014, “Guardiões da Galáxia” chamou atenção por ser diferente, pois, apesar de seguir a fórmula de sucesso da Marvel no cinema, vai na contramão de tudo que foi produzido até então no MCU. O filme, dirigido por James Gunn, conta a história de um grupo de “super-heróis” até então desconhecidos do grande público (isto é, pessoas que não são fãs de quadrinhos). A película, que tem a melhor trilha sonora, conta a história do Senhor das Estrelas, Peter Quill (Chris Pratt), que une forças com Groot, uma árvore humanóide (Vin Diesel), o guaxinim Rocket Racoon (Bradley Cooper), Gamora (Zoe Saldana), e Drax, o Destruidor (Dave Bautista). Juntos, eles lutam para proteger um orbe que contém uma das Joias do Infinito contra vilão Ronan, da raça kree, que é um servo de Thanos. Em 2015, estreou “Os Vingadores: A Era de Ultron”, um bom filme, com bons diálogos e novamente dirigido por Joss Whedon. O ápice do longa acontece em Sokovia, onde os Vingadores têm que impedir que a inteligência artificial Ultron — criado por Tony Stark, a partir da inteligência artificial encontrada na Joia do Infinito no cetro de Loki — levante grande parte da cidade em direção ao céu, com a intenção de lançá-la ao chão para causar a extinção global. Juntamente com o herói Visão — a inteligência artificial J.A.R.V.I.S. que ainda está funcionando depois de ser atacado por Ultron — e os gêmeos Maximoffs (Pietro, que tem super-velocidade, e Wanda, que possuí telecinésia), os Vingadores “salvam” Sokovia. Porém, esses acontecimentos ainda irão repercutir bastante no futuro. Já no final do filme, Viúva Negra e Capitão América começam a treinar o que mais tarde serão chamados de Novos Vingadores. São eles: Máquina de Combate, Feiticeira Escarlate, Visão e Falcão. Mas a grande surpresa de 2015 ficou nas mãos de “Homem-Formiga”, seguindo a linha de “Guardiões da Galáxia”: não existem heróis desconhecidos. O filme conta a história de Scott Lang (Paul Rudd), um criminoso que se vê envolvido em uma disputa de poder e que coloca em risco a segurança global. Na trama, o recém-saído da cadeia Scott Lang precisa ajudar o cientista Hank Pym (Michael Douglas) a impedir que o CEO inescrupuloso de sua empresa (Corey Stoll) crie um exército de homens do tamanho de formigas, desequilibrando o poder mundial. [caption id="attachment_64977" align="alignright" width="300"]Homem Formiga Homem Formiga[/caption] A produção do filme foi um pouco conturbada, perdeu o diretor popular entre os fãs Edgar Wright (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e passou para as mãos de Peyton Reed. Só a Marvel para conseguir fazer um filme de sucesso de um super-herói “solo”, que só funciona em equipe nos quadrinhos. Um longa que consegue equilibrar comédia, ação e drama no bom estilo MCU, com personagens principais e coadjuvantes engraçadíssimos.

Fase 3: a ascensão dos Novos Vingadores

Enfim, no dia 28 de abril deste ano, estreou a nova fase do MCU: “Capitão América: Guerra Civil” (GC), o filme funciona como uma espécie de continuação da franquia de Vingadores, mostrando os integrantes do grupo pressionados por causa dos efeitos colaterais causados por suas ações, e se veem numa encruzilhada: ou passam a ser supervisionados pela ONU, ou encerram suas atividades de super-heróis. Opiniões diferentes causam uma divisão na equipe e, para piorar, o Soldado Invernal é envolvido em um atentado terrorista, o que os coloca em rota de colisão uns contra os outros. [caption id="attachment_64974" align="alignleft" width="300"]HA GC Homem Aranha[/caption] Depois de 12 filmes, a franquia MCU dá um salto importante, apesar de ser uma película que segue a formula mágica de sucesso, é um filme sólido que analisa a existência de super-humanos e as consequências de suas ações. Com a direção dos irmãos Anthony Russo e Joe Russo, nós temos um Tony Stark mais reflexivo e um Capitão América mostrando porque é considerado o Sentinela da Liberdade. E o filme não foca apenas na briga dos dois personagens, pois os coadjuvantes roubam a cena, literalmente. É incrível a forma como os irmãos Russo conseguiram trabalhar isso, apesar de ter uma história principal pesada, cheia de conflitos, eles conseguiram apresentar novos heróis sem atrapalhar o desenvolvimento da trama. A película marca a entrada histórica do Homem-Aranha para o MCU, que depois de uma trilogia e um reboot feitos pela Sony, ele chega em grande estilo em “GC”. Tom Holland é simplesmente incrível como Homem-Aranha, não tem outra forma de descrever a atuação dele. Ele chega no filme para ser a “arma secreta” do Tony Stark, e é um dos destaques na principal cena de ação do longa, sem falar nas cenas de alívio cômico que ele protagoniza. Porém, ele é um personagem que dispensa apresentações. [caption id="attachment_64975" align="alignright" width="300"]Pantera Negra Pantera Negra[/caption] Não sei como, mas a Marvel sempre consegue provar que não existem heróis desconhecidos. Em “GC”, ela apresenta um novo personagem: Pantera Negra (Chadwick Boseman). Uma palavra para descrever o personagem: EXCEPCIONAL! Sim em caixa alta, porque ele tem a mesma relevância na trama que o Homem-Aranha; tem diálogos bons, cenas de lutas memoráveis. O rei de Wakanda é feroz e mostra que não está ali de brincadeira. O ponto baixo do filme, novamente, é o vilão Helmut Zemo, que poderia ter qualquer outro nome. É muito fraco e mal aproveitado, mas é um vilão típico da Marvel e que de certa forma funciona, porque ele conseguiu o que vilões de outros filmes — por exemplo, Ronan, Malekith, Monge de Ferro, Jaqueta Amarela e Caveira Vermelha — não conseguiram: obter êxito nos seus planos de destruir os super-heróis. Ele é um ser humano, sem dinheiro, sem poderes extraordinários, e seu único objetivo é destruir o Império dos Vingadores; e ele consegue. Ele deixa sua marca e cicatrizes que ainda vão ter reflexos no futuro de MCU. Se você ainda não assistiu a “Capitão América: Guerra Civil”, corra para o cinema; é um bom filme com selo de qualidade Marvel. É um longa que entrega tudo que você espera do MCU: comédia + ação + drama + 2 cenas pós-créditos. Ana Amélia Ribeiro, jornalista, fã de quadrinhos incondicional, DCnauta, Marvete e muito apaixonada pela Turma da Mônica

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