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Temer deve fazer primeiro pronunciamento como presidente na quarta-feira (31), diz jornal

Colunista Lauro Jardim, do O Globo afirma que primeiro discurso de Michel Temer como presidente efetivo deve ter no máximo cinco minutos

Kátia Abreu será primeira a interrogar Dilma Rousseff em sessão de julgamento no Senado

Um dos momentos mais importantes do processo de impeachment, discurso da presidente afastada será seguido por questionamentos dos senadores

Em crise, PT lança um terço dos candidatos que tinha na última eleição em Goiás

Levantamento mostra que partido da presidente afastada Dilma Rousseff só terá candidatura própria em quatro das 30 maiores cidades do Estado. Em 2012, eram 11

Confira a agenda dos candidatos à Prefeitura de Goiânia para domingo (28)

Vanderlan Cardoso (PSB) 9h: Reunião Liderança religiosa 10h30: Reunião Lideranças 15h: Lançamento Cand. Pão China 18h: Reunião Lideranças religiosas 19h30: Reunião Lideranças Adriana Accorsi (PT) 9h: Visita à feira do Jardim Curitiba I Delegado Waldir (PR) 8h30: Caminhada na Feira Hippie 19h: Comemoração do Aniversário da Igreja Batista Renascer Francisco Jr (PSD) 9h: Inauguração do comitê do vereador Carlos Moreira 15h: Missa na reitoria Nossa Senhora das Graças; Iris Rezende (PMDB) 7h: Visita à feira da Vila Nova 9h: Carreata na região Norte com início na Avenida São Francisco Tarde: Gravação de programa eleitoral. O candidato Djalma Araújo (Rede) não enviou sua agenda de domingo e, na agenda de Flávio Sofiati (Psol), não há programação para a data.

PSDB de Goiás nega que tenha sido beneficiado por esquema na Saneago

Partido defendeu que a continuidade das investigações trará verdade à tona e garantiu que preza pela ética e transparência no exercício de suas atividades partidárias

No horário eleitoral de sábado, candidatos não apresentaram novidades

Foram ao ar apenas reprises do que foi exibido na sexta-feira. Os únicos partidos que mudaram seu programa foram Psol e PR

Thiago Peixoto diz que candidatos precisam debater regulamentação do Uber em Goiânia

Deputado federal alerta para a falta de propostas concretas aos aplicativos de transporte individual

Em caminhada, Jânio Darrot comemora: “População nos recebe com sentimento de gratidão”

Agradecendo engajamento dos moradores de Trindade na sua campanha, atual prefeito disse que vem ouvindo muitos agradecimentos dos cidadãos

“População não quer saber de quem é a responsabilidade, quer resultado”

Vice na chapa do PSD, Coronel Pacheco propõe integração entre Guarda Civil e Polícia Militar em Goiânia

Cerrado recebe projeto para conservação da biodiversidade

Instituto Internacional de Educação do Brasil lançou Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos para preservar bioma brasileiro ameaçado pela expansão agrícola

Objetivo número um de Vanderlan é passar Waldir, criar expectativa de poder e se aproximar de Iris

[caption id="attachment_71193" align="aligncenter" width="620"]Delegado Waldir e Vanderlan Cardoso | Fotos: Renan Accioly/ Jornal Opção Delegado Waldir e Vanderlan Cardoso | Fotos: Renan Accioly/ Jornal Opção[/caption] O objetivo número um da aliança que apoia Vanderlan Cardoso, candidato do PSB a prefeito de Goiânia, nos próximos dez dias, é passar o candidato do PR, Waldir Soares. Aposta-se que, superado o segundo colocado, que está caindo — mais precisamente, estagnado; é possível que esteja sendo “canibalizado” eleitoralmente por Iris Rezende, do PMDB —, se criará uma nova “expectativa de poder”. Não só: avalia-se que, “removido” o delegado, Van­derlan Cardoso tende a crescer e a se aproximar do postulante peemedebista. Há a tese de que Waldir, além de não crescer, está segurando a possibilidade de outro candidato crescer e se aproximar do líder.

Vanderlan, Iris e Francisco fazem uma propaganda política mais viva e conectada a Goiânia

[caption id="attachment_73571" align="aligncenter" width="620"]Iris Rezende, Waldir Soares, Vanderlan Cardoso, Adriana Accorsi, Francisco Júnior, Flávio Sofiati e Djalma Araújo: candidatos | Foto: Reprodução Iris Rezende, Waldir Soares, Vanderlan Cardoso, Adriana Accorsi, Francisco Júnior, Flávio Sofiati e Djalma Araújo: candidatos | Foto: Reprodução[/caption] A propaganda política sugere que os candidatos a prefeito de Goiânia estão, no geral, antenados com o que é televisão. Estão relativamente bem orientados. A candidata do PT, Adriana Accorsi, é bonita e exala simpatia, com seu sorriso franco. Porém, no programa de sexta-feira, 26, apresentou-se de maneira sisuda, como se quisesse passar seriedade, mas acabou escondendo o seu forte — a simpatia. Num momento em que se fala que os políticos são homens de gabinete, que não conhecem os problemas reais da cidade, o marketing da deputada-delegada colocou-a sentada numa cadeira, quase imobilizada. Sua apresentação com movimento, se conectada à cidade, poderia render mais frutos. Faltou explicar ao eleitor por que o PT merece um quarto mandato em Goiânia. Resta saber, por fim, se vai se exibir como postulante do PT e candidata do prefeito Paulo Garcia, de maneira direta e não episódica. Francisco Júnior, do PSD, andou pela cidade, a pé e de automóvel. Apresentou críticas à gestão de Paulo Garcia, mas com leveza. Fala bem, expõe as ideias com clareza. Estranhamente, porém, sua cabeça ficou parecida com uma pintura cubista de Pablo Picasso. Problemas de enquadramento da câmera. Waldir Delegado Soares, do PR, andou pela cidade, em contato com populares. Está sempre de terno, o que impõe certo distanciamento dos eleitores, uma diferenciação, como se estivesse participando de uma sessão da Câmara dos Deputados, e não pedindo votos nas ruas. Um detalhe positivo é que não provoca indiferença e chama a atenção. Falou de investimento em segurança pública — não disse de onde vai retirar dinheiro para aplicar na área —, em creches noturnas e que, se eleito, vai passar Goiânia a limpo (em que sentido, não explicitou). Um de seus problemas é que parece não perceber que, como está entrando nas casas das pessoas, por meio da programação televisual, não convém gritar. Deveria falar mais serenamente, e não aos solavancos. Flávio Sofiatti, do PSOL, e Djalma Araújo, da Rede, mal tiveram tempo para pedir o voto do eleitor. O tempo deles é muito curto. Ao andar pela cidade, Vanderlan Cardoso, do PSB, apresentou-se e apresentou-a (com imagens plasticamente bonitas e música que remete mais ao passado rural do que à urbanização) com habilidade. Pôs o povo para reclamar das últimas gestões em Goiânia — referência a Iris Rezende, do PMDB, e a Paulo Garcia, do PT — e colocou pessoas para explicar como é o empresário e o homem. Conectou juventude e modernidade e andou pela cidade com seu vice, o jovem Thiago Albernaz, neto de Nion Albernaz. Fica-se com a impressão de que o programa, além de plasticamente bonito, foi o que comunicou mais. Apesar de sugerir que fisicamente está ligeiramente alquebrado, talvez devido aos seus quase 83 anos, Iris Rezende circulou pela cidade, a pé e de automóvel, comunicando-se diretamente com as pessoas. Falou dos desafios da cidade e dos problemas de segurança e disse que sua vocação é ser político.

Peemedebistas dizem que a dúvida é se Gustavo Mendanha ganha no primeiro ou no segundo turno

gustavo-alcides-marlucio Peemedebistas de Aparecida de Goiânia, peremptórios e nada modestos, dizem que a dúvida não é se o candidato a prefeito do PMDB vai ganhar. “Que Gustavo Mendanha será eleito, é praticamente certo. A dúvida, portanto, é se vence no primeiro ou no segundo turno”, afirmam maguitistas. Eles dizem que a “virada” já ocorreu e que as pesquisas vão registrá-la em no máximo uma semana. Por que Gustavo saiu do “traço” e, em poucos dias, aproximou-se de Alcides Ribeiro, do PSDB, e de Marlúcio Pereira, do PSB? Primeiro, porque é o candidato do prefeito Maguito Vilela, que faz uma gestão aprovada pelo população e deu status à cidade (trata-se de um ex-governador e ex-senador nos seu comando). Segundo, porque Gustavo Mendanha, vereador e presidente da Câmara Municipal, tem seus próprios méritos. É um político que, embora jovem, é agregador e aberto ao diálogo com todas os grupos da cidade, sejam políticos ou empresariais. Terceiro, porque, embora Maguito Vilela esteja no poder, seu candidato é visto pela sociedade como o “novo”. O candidato do PSDB é visto como “ruim” e, até, como candidato de “todos” os partidos, menos do PSDB. É que, em 2014, foi vice de Vanderlan Cardoso, na disputa pelo governo do Estado, e atacava abertamente o PSDB e o governador Marconi Perillo. Ele era e permanece íntimo do marqueteiro Jorcelino Braga, rival e, até, inimigo visceral dos líderes tucanos. O vice do neotucano, Silvio Benedito, do PP, é apontado como um político mais qualificado e popular. Só não conseguiu ser candidato porque, coronel da Polícia Militar, não tem tanto dinheiro quanto Alcides. O postulante Alcides Ribeiro é apontado como um homem do passado, da estirpe dos que Maguito Vilela, ao ser eleito e reeleito, sepultou politicamente. O deputado estadual Marlúcio Pereira, do PSB, é da mesma estirpe: um político tradicional, que, filiado a um partido que se diz socialista, não comunga de suas ideias (é provável que nem saiba quais são). Como dizem peemedebistas heterodoxos, Alcides Ribeiro e Marlúcio Pereira podem se tornar, ainda que indiretamente, cabos eleitorais de Gustavo Mendanha.

Caso Saneago tende a não atingir Vanderlan Cardoso, porque é candidato do PSB, e não do PSDB

[caption id="attachment_73249" align="aligncenter" width="620"]Vanderlan Cardoso , Waldir Soares e Iris Rezende: a tendência é que os eleitores julguem eles, e não suas alianças políticas Vanderlan Cardoso , Waldir Soares e Iris Rezende: a tendência é que os eleitores julguem eles, e não suas alianças políticas[/caption] Há corrupção na Saneago? Tudo indica que sim. Mas vale ressalvar que, para se ter uma visão global e isenta, é preciso que o caso, adiante, seja avaliado e julgado por um juiz. Por enquanto, está na esfera da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Em seguida, concluído, o inquérito será remetido à Justiça, que, aí sim, pode individualizar culpas e condenar — ou não — pessoas que forem comprovadamente venais. A pergunta é: o caso terá influência na eleição de Goiânia? Pode ser que sim e pode ser que não. O eleitor brasileiro, não apenas o goianiense, tem o hábito de levar em conta, quando vota, o candidato — e não seu vice ou a aliança política que o banca. Veja-se o caso do deputado Waldir Delegado Soares, que tem o apoio do ex-deputado Valdemar Costa Neto, um dos mensaleiros que foram condenados pela Justiça. O eleitor avalia o apoio do político que até há pouco usava tornozeleira eletrônica ou o candidato a prefeito? O candidato, é claro. Adriana Accorsi é ligada a Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT, mas o eleitor tende a avaliá-la, e não sua aliança com ele. Iris Rezende recebeu o deputado Eduardo Cunha em sua casa, mas o eleitor só vai julgar o candidato peemedebista. O mesmo pode ocorrer no caso da Saneago. Vanderlan Cardoso é candidato do PSB, e não do PSDB — cujo presidente regional, Afrêni Gonçalves, está preso. Seu vice é o tucano Thiago Albernaz (de história limpa). Mas a tendência do eleitor é avaliar o postulante a prefeito, não sua aliança ou seu vice.  

20 políticos e marqueteiros que mandam na campanha de Vanderlan Cardoso

Alberto Araújo — O marqueteiro da campanha; Armando Vergílio — Líder do Solidariedade; Benitez Calil — Presidente do PSL em Goiás; Bráulio Morais — PSDB, um pé do governador Marconi Perillo na campanha; Carlos Maranhão — Marqueteiro, o outro pé Marconi na campanha; Eduardo Zarath — Presidente do PV; Elias Vaz — Vereador, do PSB; João Campos — Deputado federal e presidente do PRB em Goiás; Lucas Calil — Deputado estadual, do PSL; Lucas Vergílio — Deputado federal, do Solidariedade; Lúcia Vânia — Senadora, do PSB; Marcelo Augusto — Presidente do PHS de Goiânia ; Marcos Abrão — Deputado federal, do PPS; Pastor Quirino — Líder do PRB; Rafael Louza — Presidente do PSDB em Goiânia. Roni Pessoni — Do PSB; Sandes Júnior — Deputado federal e presidente do PP em Goiânia; Simeyzon Silveira — Deputado estadual, do PSC; Thiago Albernaz — O vice, do PSDB.