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Teori Zavascki está livre para pedir prisão de Renan Calheiros

Ao retirar a Polícia Federal das investigações sobre a polícia do Senado, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, mandou dois recados.

Primeiro, o fato de o presidente do Senado, Renan Calheiros, ter chamado o juiz que autorizou a investigação da polícia do Senado — que estaria sendo chamada de James Bond de Brasília — de “juizeco”, apesar de ter desgostado os magistrados, não gerou ressentimento. Zavascki priorizou a ação institucional, não corporativa.

Segundo, após ter dado uma demonstração de descortino e moderação, Teori Zavascki está livre para pedir, se necessário, a prisão de Renan Calheiros.

Macaco velho, dos mais escolados, Renan Calheiros deve ter percebido isto. Mas fingiu que obteve uma vitória. Na verdade, o senador alagoano sabe, mais do que ninguém, que é a próxima caça. Na sequência de Dilma Rousseff e Eduardo Cunha.

Celso Daniel foi assassinado porque tentou brecar o caixa 3. Queria deixar só o caixa 2, o do PT

O caixa 2 era repassado para o PT nacional, supostamente para José Dirceu. O petismo tentou frear a turma do caixa 3, que decidiu eliminar o prefeito de Santo André

Deputado de Goiás estaria tão enrolado com a Odebrecht quanto José Serra

Comenta-se que um deputado federal de Goiás será “enrolado” pela delação premiada da Odebrecht. Mas seu nome ainda não circula nas praças.

Crime de Itumbiara: há surto psicótico programado? E programado para matar?

"Lógica, comportamento ordenado e premeditação são indicadores de improbabilidade de psicose”, diz o psiquiatra Lúcio Malagoni

555 vítimas goianas do acidente do césio 137 devem receber pensão do governo federal

[caption id="attachment_78922" align="alignleft" width="300"]Projeto de 2003 foi aprovado depois de 13 anos Projeto de 2003 foi aprovado depois de 13 anos[/caption]

Aprovar um projeto na Câmara dos Deputados é uma tarefa de Hércules. O deputado Sandes Júnior, do PP, apresentou um projeto em 2003 com o objetivo de a União conceder pensão às 555 vítimas do acidente radioativo do césio 137, em Goiânia (ocorrido em 1987).

O projeto só foi aprovado em 2016 — treze anos depois —, após a morte de algumas das vítimas.

Aprovado em todas as comissões da Câmara dos Deputados, o projeto será levado ao plenário. Se aprovado, irá à sanção do presidente Michel Temer. Nesta semana, o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, acompanhará Sandes Júnior numa audiência com o presidente da Câmara dos Deputados.

O tucano e o pepista vão pedir empenho de Rodrigo Maia na aprovação do projeto, de caráter eminentemente social.

“Saúde e segurança serão minhas prioridades à frente da Prefeitura de Aparecida”

Peemedebista mostrou força ao ser eleito ainda no primeiro turno e promete aprimorar a elogiada administração de seu companheiro de partido Maguito Vilela

Jornal Opção supera O Popular e é o veículo de comunicação mais acessado durante eleições em Goiása

Ranking da plataforma SimilarWeb mostra que mais de 2,9 milhões de usuários acompanharam a sucessão nos municípios pela internet

A história de um brasileiro que lutou como soldado de Hitler na 2ª Guerra Mundial

106062390Dennison de Oliveira, doutor em Ciências Sociais, é autor do livro “Os Soldados Brasileiros de Hitler” (Juruá, 122 páginas). O Jornal Opção resenhou-o (http://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/centenas-de-brasileiros-lutaram-ao-lado-dos-nazistas-revela-historiador-36161/). Agora, sai o livro “Era Um Garoto — O Soldado Brasileiro de Hitler” (Vestígio, 192 páginas), do jornalista Tarcísio Badaró. Segundo release da editora, Tarcísio Badaró escreveu o livro-reportagem “a partir do diário de Horst Brenke, um brasileiro filho de pais alemães que retornou com a família para Berlim durante a adolescência e foi forçado a integrar o exército de Hitler nos meses finais da Segunda Guerra Mundial. Capturado por soldados soviéticos, foi feito prisioneiro na Rússia por mais de um ano, período em que manteve o diário. Depois de libertado, sem documentos que comprovassem sua nacionalidade e com o português já vacilante, vagou pela Europa e encontrou muitas dificuldades para retornar ao Brasil, país que considerava seu verdadeiro lar. O livro é dividido em duas partes- a primeira consiste em uma narrativa tocante baseada nos relatos do diário de Horst e na pesquisa de Badaró; já a segunda apresenta a investigação do jornalista, que refez os passos de Horst pela Europa a fim de reconstituir sua história, uma história que nem mesmo sua família conhecia muito bem”.

Ao citar José Serra como beneficiário de conta na Suíça, Odebrecht reforça tese de corrupção sistêmica

O mal lavado, o PSDB, falou mal do sujo, o PT, por muito tempo. O que se vê, pela delação dos executivos da empreiteira, é que a corrupção contaminou quase todo o espectro político

Três Estrelas lança coletânea de artigos do grande polemista Paulo Francis

1351068-350x360Em termos de jornalismo, quem não leu Paulo Francis bom sujeito tende a não ser. Durante anos, com seu “Diário da Corte”, escrito a partir de Nova York, que grafava Iorque, escreveu sobre política, economia, música, cinema, teatro e literatura. Deu pitacos a respeito de tudo — errando e acertando (nem Deus acerta tudo). Em tempos pré-internet, quando era muito difícil obter publicações estrangeiras, contribuiu para divulgar escritores que nunca haviam sido publicados no Brasil, como a excelente Muriel Spark. Suas colunas, publicadas duas vezes por semana, eram lidíssimas, entre as décadas de 1980 e 1990 — período em que eu comprava a “Folha de S. Paulo” e, depois, o “Estadão” para ler seus textos —, tanto pela direita quanto pela esquerda. A direita para amar suas diatribes — num tempo em que a direita era execrada, não havia quase nenhum espaço para jornalistas e intelectuais que não fossem da esquerda escreverem nos jornais — e a esquerda para odiá-lo. Ninguém ficava indiferente aos petardos. Os artigos eram verdadeiros ensaios, que ele ia desenvolvendo, às vezes, durante semanas. Alguns eram longos, outros mais curtos. Para o deleite dos leitores de Paulo Francis (autor de memórias espantosamente deliciosas, “O Afeto Que Se Encerra”; muito superiores aos seus romances), a Editora Três Estrelas lança uma coletânea de artigos com o título de “A Segunda Profissão Mais Antiga do Mundo”. Ela contém textos sobre jornalismo, política e cultura, publicados entre 1975 e 1990. Curiosamente, a editora, do grupo que edita a “Folha de S. Paulo” — jornal que abriu espaço para desmerecê-lo depois que migrou para o “Estadão” —, o apresenta como o “maior polemista da imprensa brasileira”. Num dos textos, Paulo Francis escreve, com seu velho estilo oracular: “Nunca apoiei governo algum. Acho que é um dever de jornalista adotar o mote dos anarquistas. Hay gobierno, soy contra”. Claro que ele teve sua fase jango-brizolista. Depois, passou a criticar João Goulart (sobretudo) e Leonel Brizola. O título da coletânea resulta de uma frase irônica sobre jornalismo (a primeira profissão do mundo era a prostituição). Segundo a editora, há retratos memoráveis de Carlos Lacerda, o Corvo, Samuel Wainer, Antonio Maria, Stanislaw Ponte Preta, Henfil e Millôr Fernandes (um de seus melhores amigos). Li a primeira coletânea publicada pela Três Estrelas e fiz dois comentários (https://jornalopcao.com.br/colunas/imprensa/livro-resgata-deboche-de-paulo-francis-sobre-o-pop, texto no qual menciona “O Popular”, e https://jornalopcao.com.br/colunas/imprensa/francis-ressalta-obra-de-jorge-amado-joyce-e-nelson-rodrigues). Avultam três coisas. Primeiro, a qualidade da informação dos textos. Segundo, a prosa bem escrita. Terceiro, os textos permanecem vivos, não estão datados. Costumo dizer que há dois tipos de textos para jornal: os que morrem no mesmo dia e os que sobrevivem. Com a internet, os textos que chamo de “permanentes” continuam obtendo acesso anos depois de publicados. Paulo Francis era uma celebridade antes da internet. Com a rede, teria se tornado um campeão nacional de leitura.

O grande desafio do prefeito

O goianiense já teve orgulho de morar e fazer uma das mais agradáveis capitais do país. É possível voltar aos bons tempos?

Rita Lee lança biografia e, segundo jornalista, conta tudo com o máximo de honestidade

46360083A cantora Rita Lee é uma das maiores roqueiras brasileiras. Sua história seria mais bem contada por um jornalista independente, como Ruy Castro, ou um historiador da música, como Zuza Homem de Mello. Isto não invalida, de maneira alguma, o livro “Uma Autobiografia” (Globo Livros, 352 páginas), de Rita Lee. Caetano Veloso já havia escrito um excelente livro sobre a Tropicália (e até além dela), em “Verdade Tropical”. O importante é que, com sua obra, a artista lança as bases para, futuramente, algum pesquisador construir sua biografia (a artista continua vivíssima, agora escrevendo livros). O possível autor não vai partir do nada e, por certo, entenderá que a cantora está apresentando a sua versão, que sempre deve ser levada em conta, dos fatos. O jornalista Guilherme Samora escreveu sobre o livro: “Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma bio não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá. E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós. Rita cuidou de tudo. Escreveu, escolheu as fotos e criou as legendas — e até decidiu a ordem das imagens —, fez a capa, pensou na contracapa, nas orelhas... Entregou o livro assim: prontinho. Sua essência está nessas páginas. E é exatamente desse modo que a Globo Livros coloca a autobiografia da nossa estrela maior no mercado”.

“Não aprovar a PEC dos Gastos Públicos é chamar de volta Dilma Rousseff e o PT”

Lourival Batista Pereira Júnior Em relação à PEC 55/2016 [número, no Senado, da proposta de emenda constitucional 241/16, que foi aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada], assim como as famílias e empresas, o governo federal, governos estaduais e municipais devem viver dentro de um limite de gastos, ou seja, dentro de um orçamento que objetive diminuir o déficit fiscal e, finalmente, um dia eliminá-lo. A recessão mais longa que o Brasil está vivendo agora é causada principalmente pelo descontrole total dos gastos públicos, que só neste ano causará um déficit de R$ 180 bilhões, em previsões otimistas. Isso significa que o governo federal, sozinho, gastará R$ 180 bilhões a mais do que arrecadará. Esse rombo é fechado com mais empréstimos contraídos pelo governo federal, aumentando a dívida pública da União, que, por sua vez, mantém os juros do Brasil nas alturas, reprimindo a atividade produtiva de todo o País. O raciocínio é muito simples. Quando uma família ou empresa gasta além das suas receitas, o remédio é gastar menos, viver dentro das suas possibilidades, equilibrando as contas; e em um segundo momento, quando a receita aumentar, o padrão de gastos pode ser aumentado.O governo federal deve seguir a mesma receita, pois não pode se endividar ilimitadamente, comprometendo toda a saúde da economia nacional, como já está acontecendo há três anos. Não aprovar a PEC de limite de gastos do governo é equivalente a chamar de volta os causadores de todo esse desastre econômico – Dilma e o PT –, pois significa manter a mesma política irresponsável de gastar muito acima da capacidade arrecadatória do governo e condenar famílias e empresas a financiar um governo perdulário, inconsequente e criminoso. Há três, anos famílias e empresas vêm reduzindo suas despesas em função do quadro de profunda recessão, que vem reduzindo a receita dessas famílias e empresas, enquanto o governo federal gasta muito além das suas receitas e atua como principal causador do pior momento econômico que o País já atravessou em sua história. O momento é de equilíbrio de contas, receitas e despesas para o governo. Famílias e empresas já vêm fazendo sua parte ajustando as contas e se sacrificando há tempos. Agora é hora de governo federal, governos estaduais e municipais fazerem sua parte. Haverá sacrifícios de todos os setores do governo. A verdade é que o governo federal se tornou muito maior do que o Brasil que trabalha consegue sustentar. O que temos hoje é um governo doente, que sangra com o descontrole de gastos e arruína a economia nacional. É hora de ajustar o tamanho do governo ao tamanho do Brasil. Somente com essa etapa vencida é que poderemos almejar um crescimento sustentável para o nosso tão combalido País. Lourival Batista Pereira Júnior é empresário.

“O ‘Capita’ era a segurança moral da defesa da seleção”

Leandro Tex Sobre a morte de Carlos Alberto Torres, o curioso é que seu irmão gêmeo morreu há um mês. Seria uma programação do DNA? Com relação ao jogador, assisti à Copa de 70, fazia bolão (não para saber se o Brasil ia ganhar, mas qual seria a goleada). O “Capita” era, digamos, a segurança moral da defesa. Ele, Piazza e Brito “espantavam” qualquer ataque. O gol dele contra a Itália na final era ensaiado exaustivamente. O montinho artilheiro deu o toque final. [“Carlos Alberto, o ‘Capita’, num time de feras, como Pelé e Tostão, conseguiu se destacar”, Jornal Opção Online] Leandro Tex é jornalista e corretor de imóveis.

“O futebol brasileiro deve sua fama àquele time da Copa de 70”

Everaldo Leite Eu não consigo sentir a emoção que os torcedores da época sentiram ao assistir aquela seleção da Copa de 70, principalmente nos estádios. Nasci em 1971 e meu nome é Everaldo, um tipo de homenagem a um dos que fizeram a alegria do país. O que foi bom, porque a outra chance era a de me chamar Emílio, por conta da outra alegria que foi o chamado “milagre brasileiro” [o general Emílio Garrastazu Médici foi o presidente do Brasil entre 1969 e 1974, considerados os “anos de chumbo” da ditadura militar]. Tenho certeza que o futebol brasileiro deve sua fama atual àquele time (o de Zico, em 1982, também foi muito amado, mas perdeu feio), que ainda chama a atenção quando falece algum dos grandes nomes que vestiram a camisa amarela. Everaldo Leite é economista e professor nas Faculdades Alves Faria (Alfa).

“O coronel Edson Araújo não aceita irregularidades”

Luiz Gonzaga Barros Carneiro O coronel Edson Araújo é um homem público respeitado. Na gestão dele, não aceita irregularidades, manda apurar e punir, não tem medo de represálias no exercício da função pública. Quem já trabalhou com ele, como eu, sabe muito bem de seu perfil profissional, de honestidade e de rigor com o zelo da coisa pública. O pessoal que com ele trabalha deve ter cuidado, trabalhar com seriedade, probidade e de forma rigorosa, pois ele não brinca em serviço. Se derem condições para ele, podem ter certeza de que ele resolve tudo. Conheço-o desde quando chegou ao Centro do Formação e Aperfeiçoamento (CFA) para frequentar o Curso de Formação de Oficiais (CFO). É alguém que fala sério, cobra, é exigente e duro nas suas tomadas de decisões. Aprendi a ler até mesmo seus pensamentos, quando dava ordens; com isso, aprendi muito com ele e trouxe comigo, agora na reserva, muitos ensinamentos. Um governo que se preza não desfaz de sua capacidade. [“Servidores são presos por esquema de corrupção na penitenciária de Aparecida de Goiânia”, Jornal Opção Online] E-mail: [email protected]

“Padre Ruy, um ser humano de muito valor”

Gilvane Felipe Ruy Rodrigues da Silva, o Padre Ruy, era um ser humano de muito valor, muito prestativo e sempre disposto a orientar a todos que buscavam o conhecimento. Eu o admirava demais e o tinha como mentor e amigo. Infelizmente, só soube de seu falecimento após o sepultamento, por um amigo comum que mora em Palmas. Nunca me esquecerei de seu exemplo. [“O humanista Ruy Rodrigues lutou pela educação em Goiás, África, França e Tocantins”, Jornal Opção Online] Gilvane Felipe é superintendente de Desenvolvimento Urbano, Políticas Habitacionais e de Saneamento da Secretaria Estadual de Cidades e Meio Ambiente (Secima).

O peso das cidades na disputa estadual

Todos os principais partidos trabalharam intensamente para ganhar a maioria das prefeituras. Mas isso terá peso em 2018?

Cármen Lúcia incomoda Renan Calheiros como um carrasco já à espera no cadafalso

O homem-forte do Senado é um réu que tem muita coisa a explicar à Justiça. Sabe que isso é algo que está em contagem regressiva. E a presidente do STF não parece disposta a qualquer clemência