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O jornal do Grupo Jaime Câmara mal percebe que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, é citado pela Lava Jato
O dono de Delta Construções, Fernando Cavendish, vai revelar uma história de uma suposta propina concedida a um prefeito goiano? Não se sabe.
O que se comenta é que o suposto esquema era o seguinte: repassavam 200 mil reais todo mês para o político, que repassava o dinheiro para a construtora que construiu o edifício no qual o “suspeito” é dono de um apartamento, no Setor Marista.
A influência de Cavendish era tanta que até um secretário foi nomeado por indicação de um diretor da Delta em Goiás.
Vilmar Rocha e Virmondes Cruvinel dizem que a entrada do tucano na política nacional não agrada muito gente
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Virmondes Cruvinel, Vilmar Rocha e Marconi Perillo | Fotos: Alego e governo de Goiás[/caption]
O secretário das Cidades e Meio Ambiente, Vilmar Rocha (PSD), e o deputado estadual Virmondes Cruvinel (PPS) estiveram com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e dizem que o encontraram “tranquilo”. Ele tem afirmado que está convicto de que não terá nenhum problema com as menções dos delatores da Odebrecht.
“O que se percebe é que não perdoam o sucesso político de Marconi Perillo”, afirma Vilmar Rocha. “É preciso enfrentá-lo em eleições limpas”, acrescenta. “A entrada do jovem tucano na política nacional incomoda muita gente.”
Virmondes Cruvinel diz que Marconi Perillo “é um fenômeno político que, agigantado, não cabe mais em Goiás. Ele é um político nacional e isto sempre incomoda muito. Mas seu destino é o Brasil”.
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Marconi visita obra no Entorno | Foto: Wagnas Cabral[/caption]
No mês de maio, o governador Marconi Perillo vai visitar os quatro cantos do Estado de Goiás. Ele vai assinar convênios com os prefeitos, vistoriar as principais obras e vai lançar várias outras em todo o Estado. O clima é de otimismo. O tucano-chefe diz aos integrantes de sua equipe que quer um governo pra frente, com uma agenda positiva. Agendas negativas, artificiais, devem ser combatidas com agendas positivas, reais.
O senador do DEM, se disputar o governo, terá de buscar o apoio dos três peemedebistas. Mas aí poderá criticar o tucanato? O mais provável é que a campanha do próximo ano seja ancorada no debate de ideias e projetos
Prazo acaba na próxima sexta-feira, dia 28. Declaração do IR é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado
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O nazismo começou a matar judeus já em 1933. Quatro jovens foram assassinados, nesse ano, o que sugere que a política de extermínio começou bem mais cedo
A editora da Rocco, recém-falecida, não pode ser vista apenas como “reveladora” do bruxo Harry Potter
Repercutindo a matéria publicada no Jornal Opção da semana passada, intitulada “Advogados mais cotados para substituir o desembargador Geraldo Gonçalves”, resolvi fazer minha própria lista. Embora não acredite na aposentadoria do magistrado, temos notícias da possibilidade de criação de novas vagas de desembargador para o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), o que abriria mais uma vaga para indicação da advocacia. Na lista original, aparecem em destaque quatro advogados: Henrique Tibúrcio e João Paulo Brzezinski, ligados ao governador Marconi Perillo (PSDB); Carlos Márcio Macedo, sócio de Lúcio Flávio, atual presidente da OAB-GO; e Luiz Inácio, sócio de Thales Jayme. Apontados como favoritos, os nomes possuem algumas restrições. Os dois primeiros, por serem ligados à OAB Forte, teriam pouquíssimas chances de passar no conselho. Já os demais possuem mais chances de entrar na lista sêxtupla; contudo, Luiz Inácio teria um pouco mais de dificuldades por ser primo do ex-conselheiro federal Pedro Paulo Guerra Medeiros, que não disfruta de boa amizade do vice-presidente; já Carlos Márcio Macedo terá de negociar bem no conselho para ser aprovado, porque, embora “sócio do presidente”, é sabido que o mesmo não detém unanimidade entre os conselheiros. Outro fator é que, por ser mais novo, teria dificuldades de passar no tribunal considerando o tempo em que ficaria no cargo, algo que é veementemente rechaçado pelos desembargadores – que trabalham anos e anos para chegarem ao segundo grau. Em minha lista, ouso acrescentar alguns bons nomes. Em primeiro lugar, incluo dois advogados ligados à situação: José Martins da Silva Júnior – amigo próximo de Leon Deniz – e Rosângela Magalhães. Ambos terão facilidade em passar pelo crivo da Ordem. Nessa mesma linha de raciocínio, incluo dois nomes que em princípio não são candidatos, mas, sem sobra de dúvidas, passariam no conselho pela experiência na advocacia: Renaldo Limiro e Manoela Gonçalves. Incluo ainda na lista a advogada Antônia Chaveiro Martins, diretora da Escola Superior de Advocacia (ESA), mas que tem dito ter receio de não passar por conta da prestação de contas da campanha, embora isso possa ser irrelevante para os conselheiros. O Jornal Opção ainda indicou os nomes de “eternos candidatos”: Dalmy de Faria, Maria Tereza Alencastro Veiga e Guilherme Isac, sendo que, entre eles, o último é o mais experiente em disputa para o cargo, tem boas chances de ser aprovado pela OAB-GO e é franco favorito no TJ-GO. Propositalmente, deixei o nome de dois advogados fortes na disputa. Um é ligado ao deputado federal Fábio Sousa (PSDB), de quem é sogro – o advogado Paulo Balduíno, que voltou a visitar o conselho; e o atual secretário do Estado da Fazenda, Fernando Navarrete, que tem sido visto constantemente no tribunal. Aberta a vaga, com indicação de um advogado, a escolha por parte do governador Marconi Perillo recairá em um dos nomes mencionados nesse editorial. Porém, isso pode mudar, caso seja aprovada a proposta do conselheiro Marcos César Gonçalves de Oliveira – que é sócio do presidente –, que cria uma eleição para escolher 12 advogados que disputarão os votos dos conselheiros seccionais. Pessoalmente, acredito que isso pode melhorar a imagem e transparência da Ordem. l
Obra organizada por Benjamin Abdala Jr. analisa a obra do terceiro maior mosqueteiro da prosa brasileira

