Notícias
Episódio envolvendo a exposição no museu do Santander Cultural de Porto Alegre (RS) mostra que, no Brasil atual, a capacidade de fazer perguntas e averiguar detalhes está sendo gradativamente obnubilada por atitudes irascíveis, o que impede avaliações criteriosas
Ariel Bernur Costa Vaz, estudante de Ciências Ambientais, foi alvejado durante festa na noite da última sexta (15), no Campus Samambaia
A história é ambientada na Espanha e o lançamento do romance, no dia 3 de outubro, será mundial
A história vai julgá-los tão-somente pela corrupção? É provável que, com mais nuances e sem histeria, sejam reavaliados pela história
Biografia sustenta que o líder da UDN chefiava a VPR
O concurso 1968 da Mega-Sena sorteia neste sábado (16) prêmio estimado em R$ 10 milhões. A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília), do dia do concurso, nas mais de 13 mil casas lotéricas do país. Saiba como é calculado o prêmio O valor arrecadado com o concurso da Mega-Sena não é totalmente revertido em prêmio para o ganhador. Parte do montante é repassada ao governo federal para investimentos nas áreas de saúde, educação, segurança, cultura e esporte. Além disso, há despesas de custeio do concurso, imposto de renda e outros, que fazem com que o prêmio bruto corresponda a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem: 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (sena); 19% entre os acertadores de 5 números (quina); 19% entre os acertadores de 4 números (quadra); 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5. 5% ficam acumulado para a primeira faixa - sena - do último concurso do ano de final zero ou 5. Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação. Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.
Documento denuncia aditivos e dispensa de licitação ilegais em algumas obras e compras da atual prefeitura. Administração de Paulo Garcia (PT) também é questionada
Justiça discute o contrato das OSs que compartilham há mais de quatro meses com o Governo de Goiás a gestão das unidades de qualificação profissional e tecnológica
Marconi estava no lançamento do Movimento Legalidade, coordenado pela Prefeitura de São Paulo em parceria com o ETCO e o FNCP
Para o juiz João Batista Gonçalves, o empresário não teria nenhuma dificuldade para fugir do Brasil, caso desejasse
Fernando Pacheco Jordão publicou livro no qual relata que o jornalista foi assassinado não num porão da ditadura, e sim numa unidade oficial do Exército
[caption id="attachment_105254" align="aligncenter" width="275"]
Fernando Pacheco Jordão, jornalista[/caption]
O jornalista Fernando Pacheco Jordão morreu na quinta-feira, 15, aos 80 anos, de falência múltipla dos órgãos. . Há alguns anos, havia sofrido três AVCs.
Em 1964, após o golpe civil-militar, Fernando Pacheco Jordão começou a trabalhar na BBC de Londres, ao lado de Vladimir Herzog
[caption id="attachment_105255" align="aligncenter" width="315"]
Vladimir Herzog e Fernando Pacheco Jordão[/caption]
De volta ao Brasil, em 1968, passou a produzir o jornalismo da TV Cultura, com o programa “Hora da Notícia”. Demitido, sob acusação de que era “subversivo”, foi para a TV Globo. Ele foi editor do “Jornal Nacional”, em São Paulo, e diretor do “Globo Repórter”. Durante uma greve dos jornalistas, foi demitido.
Fernando Pacheco Jordão foi correspondente da “IstoÉ” em Londres e da Editora Abril — escrevia na revista “Veja” — em Paris.
O livro “Dossiê Herzog — Prisão, Tortura e Morte no Brasil” revelou como um grupo de militares da linha-dura matou o jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, acusando-o de comunista (era, de fato, de esquerda, mas não militava em nenhuma organização revolucionária-guerrilheira). Ao contrário do que a imprensa publicou na sexta-feira, 15, Vladimir Herzog não foi assassinado num porão (lugar não oficial) da ditadura, e sim numa unidade do Exército, quando estava sendo torturado por quadros militares-oficiais. Chocado, o presidente Ernesto Geisel pressionou o comandante do Exército em São Paulo. Depois, o demitiu, acusando-o de não controlar os radicais que, torturando e matando esquerdistas, como Vladimir Herzog e o operário Manuel Fiel Filho, não queriam a Abertura política.
Paulo Markun e Audálio Dantas também contaram em livros a história do assassinato de Vladimir Herzog. Os militares simularam um suicídio no qual nem o presidente Ernesto Geisel acreditou.
Presidente da Assembleia Legislativa fez visitar ao interior e vistoriou a Estação de Tratamento (ETA) Mauro Borges
Jéssica Queiroz foi atropelada em abril do ano passado em frente à sede do Goiás. Ela aguardava o sinal abrir quando Hélio Ferreira acertou sua moto em cheio
Uma ‘terceira versão’ do projeto de lei que reestrutura o sistema previdenciário do Distrito Federal está sendo elaborada na tentativa que a proposta seja aprovada na Câmara Legislativa do DF. Agora, a ideia é manter o DFPrev – fundo deficitário de pagamento de aposentadorias de servidores antigos – e o Iprev – fundo dos servidores mais recentes em que ‘sobra’ dinheiro – separados. Anteriormente, a ideia do governo era unir os dois fundos para cobrir o déficit de um com o dinheiro do outro. A reformulação do projeto, liderada pelo líder do governo na Câmara, o deputado Agaciel Maia (PR), prevê a criação de um Fundo Solidário Inter geracional de Emergência. O fundo temporário captaria até R$ 170 milhões dos rendimentos do Iprev, entre este mês e dezembro de 2018. Na nova versão, o GDF passaria a ter acesso às contribuições patronais e de servidores concursados nos últimos dez anos. O Executivo teria acesso ainda às compensações previdenciárias. As leis que forem criadas para propor fontes de receitas não tributárias devem destinar, no mínimo, 50% ao Fundo Financeiro de Previdência Social, o que visa equacionar o desequilíbrio econômico do fundo.
[caption id="attachment_105244" align="alignright" width="620"]
Divulgação[/caption]
O Centro Olímpico e Paralímpico de Planaltina abrirá inscrições para população neste domingo (17/9). O espaço poderá atender 4 mil pessoas, sendo 2.350 somente com aulas. Os demais poderão utilizar o local por meio de parcerias e atividades extras. As vagas serão preenchidas por sorteios, realizados nos dias 27, 28 e 29 de setembro.
Nesse primeiro momento, os candidatos deverão preencher somente a ficha de inscrição, dispensando a apresentação de documento. Cada pessoa tem direito a concorrer a uma atividade esportiva. Após ser contemplado, o sorteado não poderá trocar a modalidade. O prazo para entregar a documentação será de 3 a 20 de outubro.
O local irá oferecer atividades coletivas e individuais, sendo elas hidroginástica, natação, ginástica localizada, atividade física orientada, futebol society, basquete, atletismo, futsal, tênis, handebol, desenvolvimento motor I e II, judô, caratê e vôlei. As pessoas com deficiência não precisarão participar de sorteio prévio e terão disponíveis as atividades de bocha, natação e atletismo. O Centro Olímpico e Paralímpico de Planaltina é o 12º a ser inaugurado.
Localizado no Setor Recreativo e Cultural Módulo Esportivo, o terreno possui espaço de 35,7 mil metros quadrados e conta com ginásio poliesportivo coberto, quadra de tênis, pista de atletismo, campo de grama sintética e piscinas semiolímpicas e infantil.

