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Com volta marcada para fevereiro, TSE irá julgar cota para mulheres nos diretórios

Tribunal tem até o dia 5 de março para publicação definitiva das resoluções que regem as Eleições de 2018, o que inclui questionamento sobre participação feminina

Governo promove reunião para avaliar cenário do sistema penitenciário goiano

Determinação do governador Marconi Perillo, encontro serviu para reforçar as providências empreendidas no setor, após rebelião desta semana

Cuba convoca eleições gerais para março

Processo culminará em abril com a eleição do sucessor do ditador

Como resolver alguns problemas do ano passado em 2018

Em Goiânia, em Goiás, no Brasil e no mundo: quatro preocupações que ainda precisam ser solucionadas

PDT escolhe data polêmica para lançar pré-candidatura de Ciro Gomes à presidência

Alvo de críticas na corrida eleitoral de 2002 após comentário machista, pedetista planeja lançamento para o Dia Internacional da Mulher

Giovanna Ewbank beija amigo na frente de Bruno Gagliasso. Veja

Clique foi feito durante férias do casal em Fernando de Noronha

Copa do Mundo entre federações não reconhecidas pela Fifa tem sorteio definido

A terceira edição da "Copa do Mundo alternativa", organizada pela Conifa, será realizada em Londres, na Inglaterra

Para “alívio” do PEN, Bolsonaro anuncia que concorrerá à presidência pelo PSL

Desistência do deputado foi comemorada pela direção nacional da legenda, rebatizada recentemente com a alcunha de Patriotas

Diretora do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia é afastada do cargo

Diretor interino da unidade foi nomeado durante investigação no presídio

Parada de Orgulho LGBT de Goiânia é marcada para 2 de setembro

XXIIIª edição do evento acontece no estacionamento do Parque Mutirama e ainda não tem tema definido

Blocos agitam folia de carnaval de rua no Brasil. Veja roteiro para curtir a festa

Várias capitais brasileiras reativaram a tradição do carnaval de rua nos últimos anos. Em Goiânia, pré-carnaval garante folia na rua

Rio Grande do Norte decreta estado de calamidade na segurança pública

Decreto tem vigência de 180 dias e, com estado de calamidade, governo pode adotar medidas emergenciais para superar crise

Ponte sobre Ribeirão Anicuns é mais uma vez interditada em Goiânia

Esta não é a primeira nem a segunda vez em um prazo de poucos meses que estrutura apresenta problemas por conta do período chuvoso

Morre Carlos Heitor Cony, escritor carioca, membro da Academia Brasileira de Letras

Jornalista, romancista, cronista, homem culto, Cony estava internado em um hospital no Rio de janeiro; a causa da morte foi falência múltipla de órgãos [caption id="attachment_114266" align="alignnone" width="620"] Carlos Heitor Cony (1926-2018): dono de um senso crítico aguçado, escritor deixa um legado intelectual raro | Foto: Divulgação[/caption] O escritor carioca Carlos Heitor Cony morreu no final da noite de sexta-feira, aos 91 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte foi falência múltipla de órgãos. Cony era dono de um senso crítico aguçado. Qualquer crítica que fizesse, fosse sobre um político de direita ou de esquerda, por exemplo, era uma grande lição. Membro do Conselho Editorial do jornal “Folha de S. Paulo”, autor de vários romances e incontáveis textos de opinião, Cony deixa um legado intelectual raro. Durante muito tempo, ele escreveu diariamente uma coluna na “Folha”, em que falava de tudo, desde política e cultura, aos temas mais chãos e ligados à memória cotidiana, como sua cachorrinha, que o inspirou a escrever o romance “Quase Memória”. Livros de ficção como “O Ventre”, “Pessach – A Travessia”, “Informação ao Crucificado”, e jornalísticos ou biográficos como “Ato e Fato - O Som e a Fúria de Que Se Viu no Golpe de 1964” e “JK e a Ditadura”, são exemplos da herança que ele deixa à memória brasileira. Em 2016, a Editora Nova Fronteira publicou uma caixa com alguns de seus livros. Uma das frases que Cony mais repetiu em sua vida é um contrassenso ao seu estado na infância. “É verdade que o senhor demorou para falar?”, perguntavam-lhe. “Fui mudo até os cinco anos. O pessoal pensava que eu era retardo. Mas é que eu não tinha nada a dizer, a verdade é essa. Até os cinco anos, eu não tinha nada a dizer”, respondia o escritor. Essa afirmação já faz parte do Cony adulto e entusiasta do cinismo e da ironia. Cony não só demorou a falar, como tinha a língua presa e era disléxico. Ele trocava as letras, até os 15 anos. Aeroporto, por exemplo, ele dizia arieporto. Por causa disso, passou a escrever bilhetes para a mãe e pregá-los na porta da geladeira. Depois foi estudar num seminário, para ser padre, de onde saiu culto e ateu.