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Deputado: eleitor, se  avaliar Zé Eliton positivamente como governador, deve bancar sua reeleição

 “Dos três pré-candidatos a governador, José Eliton é o que mais conhece Goiás e a máquina pública”, afirma o deputado federal Sandes Júnior (PP). “Seu discurso é o mais afiado. Sem contar que não pertence aos grupos oligárquicos de Goiás. O senador Ronaldo Caiado, do DEM, pertence à velha oligarquia dos Caiado, que participa da política do Estado desde o início do século 20. Suas raízes são coronelísticas. Daniel Vilela é filho do ex-governador Maguito Vilela, da oligarquia de Jataí e de Aparecida de Goiânia. Eliton não é parente do governador Marconi Perillo e seus parentes não foram governadores e senadores”, afirma o prefeito de Uruaçu, Valmir Pedro (PSDB).

Sandes assinala que Eliton tem outro diferencial. “Enquanto Caiado e Daniel vão falar do que vão fazer, ele poderá mostrar o que fez e o que está fazendo. Além de exibir um cartel de obras, poderá apresentar ideias para melhorar o Estado. Ele será avaliado pelos eleitores já como governador, o que é positivo.”

Como estão cansados de promessas vãs, meramente eleitoreiras, se aceitar o candidato tucano como administrador eficiente, além de renovador, os eleitores podem bancá-lo para mais um mandato.

Economista diz que Grupo Jaime Câmara, com ativos de 267 milhões, não vale 700 milhões de reais

De um economista: “O Grupo Jaime Câmara, com ativos de 267 milhões de reais, vale mesmo 700 milhões? Não tem lógica. Os ativos caíram de 410 milhões para 267 milhões de reais — de 2015 para 2016”. Sob pressão da TV Globo, para aumentar o faturamento, a TV Anhanguera foi vendida para o Grupo Zarhan, de Mato Grosso. Estavam no páreo a EPTV (de Minas Gerais) e um grupo de Santa Catarina. O Grupo Jaime Câmara continua demitindo na emissora. Depois do diretor de Goiânia, caiu o diretor de Itumbiara. Havia dois problemas: a CBN e o jornal “O Popular”. A CBN deve ser “devolvida” ao Grupo Globo. Mas ninguém quer comprar “O Popular”. Quem quer não tem dinheiro.

José Nelto deve ser candidato a deputado federal no chapão bancado por Ronaldo Caiado

[caption id="attachment_117944" align="alignleft" width="620"] Fotos: Reprodução[/caption] O deputado estadual José Nelto tem dito a aliados que, se ficar no MDB, não conseguirá se eleger deputado federal, mas seus votos serão decisivos para uma possível vitória de Iris Araújo — o que não aceita de maneira alguma. Portanto, em março, deve trocar o MDB pelo DEM de Ronaldo Caiado. Ele acredita que, com 100 mil votos, conseguirá ser o segundo mais votado no chapão do DEM, do PMN e do PSL, entre outros partidos. Ele avalia que ficará atrás apenas do delegado Waldir Soares, que será candidato pelo PSL. José Nelto também sonha com a possibilidade ser vice de Ronaldo Caiado, o pré-candidato do DEM a governador, ou de disputar mandato de senador, ao lado de Jorge Kajuru. Resta saber de Jorge Kajuru vai figurar na chapa de Ronaldo Caiado. Ele estaria mais próximo — o que não quer dizer muita coisa (trata-se de um político imprevisível e avesso aos salamaleques do meio) — do pré-candidato do MDB, Daniel Vilela, para governador.

José Vitti afirma que aposta todas as suas fichas na candidatura de José Eliton pra governador

[caption id="attachment_117581" align="alignleft" width="620"] Divulgação[/caption]

Ligado ao governador Marconi Perillo, o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), afirma, para os que querem ouvi-lo a sério, que banca a candidatura de José Eliton parra governador de Goiás. Para o tucano, não há plano B ou C. Só plano E — de Eliton. E avisa: não arreda pé de sua posição.

Deputados do PSB e do PPS querem saber que “música” Lúcia Vânia toca

[caption id="attachment_117940" align="alignleft" width="620"] Fotos: Reprodução[/caption] Deputados do PSB — Lissauer Vieira e Diego Sorgatto — e do PPS, Virmondes Cruvinel, terão encontro com a senadora Lúcia Vânia (PSB) e o deputado federal Marcos Abrão (PPS), nesta semana. O trio quer saber que “música” a tia e o sobrinho tocam na pré-campanha deste ano. Eles não são convocados para discutir nada, nem mesmo cargos na Secretaria Cidadã. Há indícios de que a senadora pensa assim: “Esse pedaço do governo é meu” e “aquele pedaço é seu” (do pupilo). Aos deputados, nem as migalhas.

Danilo de Freitas é pule de dez para o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás

[caption id="attachment_113982" align="alignleft" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] Advogados das três principais correntes que disputam o controle da OAB-Goiás chegaram a um consenso: o próximo desembargador de Goiás deverá ser Danilo de Freitas. Se indicado, vai substituir o magistrado Geraldo Gonçalves, que se aposentou. Só há uma forma de segurar sua ascensão do competente advogado: impedir que entre na lista sêxtupla da OAB. Se entrar, o Tribunal de Justiça deve colocar seu nome na lista de três nomes que encaminhará ao governador, possivelmente, no período, José Eliton, que tem preferência pelo amigo.

Valmir Pedro, prefeito de Uruaçu | Fernando Leite/Jornal Opção
Prefeito diz que Hospital Regional, com 280 leitos, será inaugurado em junho por José Eliton

O prefeito de Uruaçu, Valmir Pedro, diz que a oposição está equivocada: “As obras do Hospital Regional não estão paradas. 250 operários trabalham no local e o hospital está praticamente concluído, em fase de acabamento. No dia 31 de março, o governador Marconi Perillo fará uma vistoria da obra. “Até o pátio do estacionamento estará pronto. O hospital tem 280 leitos e 60 leitos de UTI”. “A oposição precisa visitar o hospital. Verá que está construído. Compramos a área para a colocação da caldeira. José Eliton deve inaugurar o hospital até junho deste ano. Uma organização social vai contratar os profissionais e vai colocar o hospital em funcionamento”, diz Valmir Pedro.

Advogado aponta riscos no investimento em incorporações irregulares em Goiânia

Arthur Rios Júnior alerta para o crescimento de empreendimentos tocados por empresas que não são o que dizem ser e atuam sem proteção garantida pela lei

Em tempos de mimimi: a “ditadura do politicamente correto” tem razão de existir?

Saudosos dos velhos tempos repetem nas redes sociais que “hoje o mundo ficou muito chato”. Teria como ser diferente?

De lógica incompreensível, Fundo Partidário cria divisão desproporcional de recursos

Não só as regras de como são repartidos os recursos geram um sistema eleitoral desigual como a distribuição nas estruturas das legendas dificulta a clareza [caption id="attachment_117925" align="alignleft" width="620"] Tribunal Superior Eleitoral (TSE) |  Foto: TSE[/caption] Foi durante a ditadura militar, com o presidente Humberto Castelo Bran­co, que o Brasil viu surgir em 1965 o Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos por meio da Lei número 4.740, de 15 de julho daquele ano. Na forma como foi criado o recurso responsável por manter as despesas eleitorais e de custeio das legendas partidárias no País, a divisão inicialmente era de 20% do valor total destinada igualmente a todas as siglas e 80% distribuída proporcionalmente pelo número de deputados federais que cada agremiação tivesse no Congresso. O texto atual foi dado à legislação em vigor – a Lei número 9.096/1995 – pela Lei 13.165, de 2015, que mudou a divisão para 5% divididos igualmente entre todos os partidos políticos, que hoje são 35, e os outros 95% do Fundo Eleitoral distribuídos proporcionalmente pela votação recebida na última eleição para a Câmara dos Deputados. Pela mesma regra, os diretórios nacionais das siglas partidárias podem ficar com um limite de 50% dos recursos e o que é repassado às le­gen­das nos estados e municípios tem teto de 60%. O dinheiro do Fundo Parti­dário vem de doações de pessoas físicas e jurídicas, multas e penalidades, recursos financeiros e dotações orçamentárias disponibilizados em uma conta da União destinada à manutenção dos partidos políticos anualmente. E como é feito o cálculo? “Dotações orçamentárias da União em valor nunca inferior, cada ano, ao número de eleitores inscritos em 31 de dezembro do ano anterior ao da proposta orçamentária, multiplicados por trinta e cinco centavos de real, em valores de agosto de 1995”, diz o inciso IV, artigo 38, da Lei 9.096/1995. Para 2018, a previsão do Fundo Partidário é de R$ 780,35 milhões. Em janeiro, o partido que recebeu a maior parcela mensal desse recurso foi o PT, que teve direito a R$ 8.426.611,88, seguido do PSDB com R$ 7.119. 745,15 e PMDB (R$ 6.912.612,54). Na outra ponta da verba, o Novo ficou com apenas R$ 92.899,70 no primeiro mês do ano. Mas isso é apenas o que é repassado aos diretórios nacionais das legendas. Critério vago Assim como na divisão dentro dos partidos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), tratado na matéria “Novo fundo de campanha pode tornar elei­ção ainda mais desigual”, publicada na edição 2.210 do Jornal Opção, o Fundo Partidário também fica a cargo do estatuto das pró­prias legendas. O que significa na prática que se a sigla A ou B de­cidir repassar todos seus recursos provenientes do Fundo Partidário apenas para determinados diretórios estaduais ou municipais e nada pa­ra outros, independente da quan­tia enviada para cada localidade, ela pode e tem respaldo da legislação eleitoral e partidária para fazer isso. É justamente o que diz a Lei 9.096/1995: “Art. 15. O Estatuto do partido deve conter, entre outras, normas sobre: [...] VIII - critérios de distribuição dos recursos do Fundo Partidário entre os órgãos de nível municipal, estadual e nacional que compõem o partido”. Se já existe desigualdade na divisão dos recursos destinados ao Fundo Partidário entre os partidos políticos, quando a situação vai para a redistribuição dos diretórios nacionais para suas representatividades estaduais e municipais a coisa pode fi­car ainda pior. A dificuldade da Justiça Eleitoral aumenta quando o assunto é fiscalizar e analisar a prestação de contas feitas pelos partidos do uso e distribuição dos recursos do Fundo Partidário porque precisa aguardar o trânsito em julgado, ou seja, o fim da ação judicial. As últimas prestações de contas disponíveis para verificação pública são as apresentadas pelas legendas referentes ao ano de 2016. Mas o Tribunal Superior Elei­toral (TSE) ainda verifica os processos de 2011 e 2012 para emitir pareceres. O que não garante que a desaprovação da prestação de contas significará corte no repasse. É o que diz o artigo 37 da mesma legislação: “A desaprovação das contas do partido implicará exclusivamente a sanção de devolução da importância apontada como irregular, acrescida de multa de até 20%”. E é garantido aos partidos, como descreve o artigo 32, parágrafo 5º, da Lei 9.096/1995, a participação nas eleições mesmo que haja desaprovação da sua prestação de contas. Com base nos dados mais recentes disponíveis, que são os das prestações de contas de distribuição do Fundo Partidário do ano de 2016, os repasses em al­guns casos chegam a ser – oficialmente – insignificantes. Um caso em­ble­mático é o do PMB, sigla criada em 2015, que teria repassado ao diretório goiano R$ 100. O Novo, que também foi autorizado pelo TSE a ser fundado no mes­mo ano do PMB, não teria repassado nada aos seus diretórios estaduais em 2016. Ao Novo se unem PPL, PRTB, PSCD, PTC, PHS, PCdoB, PSC, PSOL, Avan­te, PSTU, PMN, PRP, PV, que declararam à Justiça Eleitoral não ter enviado verba do Fundo Partidário a diretórios em Goiás. Os números dos recursos repassados aos diretórios estaduais e municipais do PCB e PSL não estão disponíveis. O DEM goiano, do senador Ronaldo Caiado, teria recebido R$ 379 mil dos R$ 30,48 milhões disponibilizados nacionalmente à sigla pelo Fundo Partidário em 2016. No mesmo ano, o PSDB recebeu a segunda maior quantia em dinheiro distribuído pelo diretório nacional: R$ 3,17 milhões. Apenas o diretório estadual de Minas Gerais teria ficado com R$ 4,92 milhões, verba acima do que chegou ao ninho tucano em Goiás. O PT goiano teve direito a R$ 423 mil. Já o PROS recebeu R$ 95 mil no diretório estadual, R$ 26,44 mil no município de Sítio D’Aba­dia, R$ 25 mil em Damianópolis e R$ 3 mil na cidade de Leopoldo de Bulhões. A Rede em Goiás ficou com R$ 17,17 mil do Fundo Par­ti­dário destinado à sigla. O Soli­dariedade goiano abocanhou R$ 511,14 mil. Ao PDT estadual cou­be R$ 160 mil, menos do que o PP nacional distribuiu de seu Fundo Partidário em 2016 ao PSDB. Isso mesmo. O Partido Progressista redistribuiu R$ 500 mil de sua parte do bolo do recurso aos tucanos da executiva nacional. E não descreveu quais diretórios estaduais ou municipais ga­nharam parte da verba. Com descrição nominal e por CNPJ, o PCO não deixou claro quais diretórios receberam recursos da sigla nacional. R$ 276 mil foi o que declarou ter encaminhado ao diretório goiano o PRB. Valor um pouco mais alto chegou ao PSD goiano, que viu entrar no caixa R$ 1,52 milhão pela prestação do partido. Já o PTN diz ter mandado recursos apenas para o diretório de Anápolis: R$ 45 mil. E o valor que teria recebido o PR goiano em 2016 seria de R$ 354,9 mil, algo parecido com o PPS estadual, que garantiu R$ 365 mil. Quantia que chegou à casa do milhão, como aconteceu com o PSDB e o PSD, também viu o PMDB de Goiás com o R$ 1,52 milhão recebido do diretório nacional. O PSB goiano tem nos seus registros do TSE o recebimento de R$ 1,24 milhão em 2016. E o diretório municipal do PSB em Rio Verde ficou com R$ 123 mil. Fecham a lista da prestação de contas pouco descritiva do Fundo Partidário os R$ 485 mil recebidos pelo PTB em Goiás e, por último, os recursos destinados pelo PEN a dois municípios: Goiânia (R$ 10 mil) e Planaltina de Goiás (R$ 12 mil). O restante do dinheiro foi distribuído em registros nominais, da mesma forma como fez o PCO. Presidentes de partidos foram procurados, mas não deram explicações sobre como foram gastos os recursos recebidos nos anos anteriores a 2018. Como a prestação de contas disponível no site do TSE apresentada pelas legendas é feita diretamente pelo diretório nacional, o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) não tem controle sobre essas informações, que são de responsabilidade do Tribunal Superior Eleitoral. O que fica claro, até pelos números do valor distribuído aos partidos desde 1994, é que o Fundo Partidário tem um valor que representa 107.021,13% dos recursos de 24 anos atrás. O salto foi de R$ 729.162,49 distribuídos entre 18 partidos no primeiro ano do Plano Real para R$ 780,357 milhões que devem ser repassados às 35 legendas partidárias em 2018. l

Pane na saúde na capital é constatada in loco por repórter

Durante 8 horas em visita a Cais e UPAs, Jornal Opção vê falta de médicos em unidades 24 horas, obrigando pacientes a voltar para casa ou procurar outros locais, filas de espera por resultados de exames e insatisfação com atendimentos “relâmpagos”; funcionários reclamam de falta de remédios e ambulância

Marcelo Crivella | Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Preconceito contra Marcelo Crivella deriva de ser evangélico e não só de não apoiar Carnaval

Demógrafo diz que, “em menos de 20 anos, Brasil deixará de ter maioria católica”. Mesmo assim, há uma tendência de perceber evangélicos como não modernos

O dilema de Putin e a guerra na Síria

Caráter negociador do presidente russo pode ser substituído pela velha maneira russa de fazer a guerra

PSD de Vilmar Rocha e Thiago Peixoto quer se manter entre os três maiores partidos de Goiás

O ex-deputado federal Vilmar Rocha diz que partido pretende ampliar sua base parlamentar

Prefeitos caiadistas do MDB avançam

Eles querem que Iris Rezende, principal aliado do senador democrata Ronaldo Caiado, passe a ser o coordenador geral do partido para as eleições deste ano