Notícias
Mais esperto do que uma raposa, José Nelto estuda se filiar ao PSL do deputado federal Waldir Soares — que tende a ser bem votado — ou ao Podemos. Está de olho também no PHS e no PMN. Mas já recebeu convite de Ronaldo Caiado para se filiar ao DEM. Como tem um paixonite política pelo senador — aquilo que os psiquiatras chamam de Síndrome de Estocolmo — , o emedebista ficou mesmerizado.
[caption id="attachment_115747" align="alignright" width="620"]
José Eliton, vice-governador[/caption]
Marqueteiros e pesquisadores que têm conversado com José Eliton, pré-candidato a governador de Goiás pelo PSDB, são taxativos: é extremamente inteligente e, se domar sua veia professoral — trabalhando para ser mais conciso e menos palavroso —, vai dominar todos os debates.
Os especialistas sugerem que, no momento, é o postulante mais consistente, do ponto de informações precisas sobre Goiás.
Marconi Perillo terá peso decisivo no reposicionamento do presidente do PSD
A pré-candidata receia ficar na chapa de Daniel Vilela e não conseguir se viabilizar
Senador e pré-candidato ao governo diz que está visitando todos os municípios do Estado em busca da formação de uma grande chapa para o próximo pleito
Se disputar o governo, e mesmo se for derrotado, Daniel Vilela (MDB) ganha experiência e mantém o seu nome no consciente do eleitorado de Goiás. Firma-se como um nome para o futuro, como um possível postulante para prefeito de Goiânia, em 2020, na sucessão de Iris Rezende. No entanto, se o novo, Daniel, ceder para o velho, Ronaldo Caiado, deixará a impressão de que é frágil e pusilânime e de que, sob pressão, recua. Será o começo de sua morte política.
[caption id="attachment_119700" align="alignleft" width="620"]
Foto: Carlessandro Souza / Governo do Tocantins[/caption]
O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho e Assistência Social (Setas) do Tocantins participa da Conferência Internacional “O Poder Transformador do Investimento na Primeira Infância para o Desenvolvimento com Equidade”, em Brasília. O evento acontece nos dias 20 e 21 de março no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21.
Para a coordenadora estadual do Programa Criança Feliz no Tocantins, Katilvânia Guedes, participar da Conferência é uma excelente oportunidade para ampliar seus conhecimentos. “Toda capacitação e oportunidade de troca de experiências é sempre muito bem vinda, pois é através destes conhecimentos que podemos conhecer a fundo nosso público e poder exercer um trabalho ainda mais assertivo quanto às políticas voltadas para a Primeira Infância”, comentou.
A Conferência que está marcada para acontecer das 9h às 18h30 tem como objetivo discutir, disseminar e aperfeiçoar os programas e políticas públicas voltados à primeira infância e é promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Na ocasião, chefes de Estado apresentarão projetos de sucesso desenvolvidos em seus países e os principais especialistas no tema irão apontar os desafios na área, de acordo com resultados de pesquisas recentes.
Há quem aposte que denúncias vão atropelar Geraldo Alckmin, mas o governador de São Paulo é determinado
Ligado a José Eliton, que fará a escolha de desembargador, o advogado é tido como pule de dez
[caption id="attachment_119695" align="alignleft" width="620"]
Governador Marcelo Miranda: aposta no agro para alavancar a economia | Foto: Divulgação[/caption]
No ano de 2017, o Estado do Tocantins ocupou o 11º lugar dentre os Estados brasileiros que mais expandiram no setor do agronegócio, ficando acima da média nacional em termos de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Regiões que anteriormente registravam pouco peso na soma total dos bens e serviços do País, tiveram um impulso maior em relação aos Estados industrializados. Em comparação com as regiões em que foram apontados aumentos no PIB, o Tocantins figurou com crescimento de 2,7%, ficando à frente de Estados como Pará (2,1%), Acre (1,9%), Alagoas (1,6%), Ceará (1,3%), Rondônia (0,70%), Bahia (0,30%), Goiás (0,1%) e Amapá (0,1%).
Segundo a Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento, para 2018, a previsão do PIB tocantinense é de aproximadamente R$ 32,3 bilhões. Dados de 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontavam uma taxa de crescimento acumulado no Tocantins, no período de 2010 a 2015 de 23,8%, perdendo apenas para Mato Grosso. “A crise econômica que afetou o país, Estados muito industrializados tenderam a perder participação no PIB devido ao enfraquecimento do setor industrial. Neste caso, Estados com forte identidade na agropecuária, como o Tocantins, têm segurado o valor do PIB”, ressaltou a economista Grazielle Azevedo Evangelista, servidora da Seplan.
A pujança do agronegócio do Tocantins se deve ao arrojo de seu empresariado rural, mas as políticas governamentais têm papel relevante nesse contexto. O governo estadual tem enfatizado o desenvolvimento e modernização do agronegócio como uma das estratégias para impulsionar a economia do Estado. Nesse sentido, o governador Marcelo Miranda (MDB) lançou, em setembro do ano passado, o projeto Tocantins Agro, que prevê a construção de sete barragens em rios do Sudoeste, que vão perenizar uma área de várzea tropical de 300 mil hectares.
O governo do Tocantins previa investir US$ 165 milhões na construção da primeira dessas barragens, sendo US$ 99 milhões de recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento e US$ 66 milhões de recursos próprios para viabilizar uma área de 26 mil hectares. O restante da área, de 274 mil hectares, será ofertado na forma de concessão ou Parceria Público Privada (PPP). O sistema vai possibilitar a colheita de até duas safras e meia/ano.
No ano passado, Marcelo Miranda liderou missão oficial ao Japão, justamente para buscar parceiros e investidores. “O Brasil passa por um momento de transição, e sob a liderança do presidente Michel Temer estamos vendo a economia se recuperar, basta olhar os indicadores. O Tocantins também passa por um novo momento, pois já estamos com nossa infraestrutura implantada e agora temos condições de nos colocarmos como um grande produtor de alimentos para o mundo”, afirmou o governador na oportunidade. l
[caption id="attachment_55492" align="alignright" width="620"]
Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O empresário Júnior Friboi, envergonhado, fica mais nos Estados Unidos do que no Brasil. A prisão dos irmãos, já liberados, deixou-o constrangido. Tanto que circula mais de helicóptero do que de automóvel (aprecia Mercedes). Quando está em Goiás, sai de sua casa, no condomínio Aldeia do Vale, e vai para sua fazenda de Anicuns, mas nunca de carro. Amigos contam que ele não aprovava as negociações feitas pelo irmão Joesley Batista, da JBS-Friboi. Os 2 não se dão vem, mas, com a crise, se reaproximaram.
[caption id="attachment_119694" align="alignright" width="620"]
Divulgação[/caption]
O pastor Aluízio Silva diz que a Igreja Videira, que representa, não “fecha” com candidatos — seja Ronaldo Caiado ou qualquer outro. Ele sublinha a igreja apresenta candidatos aos seus fieis e ora por eles, mas não faz campanha. O religioso frisa que a igreja, como recebeu o postulante do DEM, pode receber outros, como Daniel Vilela e José Eliton. Não há restrições a nenhum nome.
Um dos pastores mais preparados intelectualmente das igrejas evangélicas, Aluízio esclarece que, ao contrário do que publicaram alguns jornais, Ronaldo Caiado não falou para os integrantes da Videira. Na Igreja, candidatos não recebem o microfone para fazer proselitismo.
[caption id="attachment_119692" align="alignleft" width="620"]
Josi Nunes, Kátia Abreu, Gaguim e Rocha Miranda: estes e outros políticos tocantinenses giram nos desdobramentos da janela partidária | Fotos: Reprodução[/caption]
O novelo do jogo político de 2018 está longe de ser desenrolado, principalmente porque a janela de transferências sem a perda do mandato está aberta até o dia 7 de abril. Esse pula-pula em busca de outra sigla partidária é capaz de mudar todo o cenário que os cientistas políticos e os analistas de plantão previam.
Apenas uma certeza: a vida imita a arte e o velho poema “Quadrilha”, de 1930, de autoria de Carlos Drummond de Andrade, entrou na pauta. “João amava Teresa, que amava Raimundo, que amava Maria, que amava Joaquim, que amava Lili, que não amava ninguém. João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.”
Transportando para a nossa realidade tocantinense, “Josi amava Marcelo, que amava Gaguim, que amava Kátia, que amava Temer. Josi quer ir para outro partido, Marcelo continuar morando no Palácio, Gaguim morreu abraçado a escolhas erradas, Kátia viu seus inimigos no poder, Temer retirou-se em isolamento e o MDB quer casar com um parceiro que ainda não entrou nessa história.”
Evidente que, poeticamente, tudo é fictício, mesmo porque não se pretende questionar aqui a preferência sexual de ninguém. O verbo “amava” nesse caso foi utilizado no sentido figurado. Porém, é necessário enfatizar que haveria muitos outros personagens nesse arremedo de paródia à obra do finado Drummond, como por exemplo, Dulce Miranda, Derval de Paiva, Mauro Carlesse, Rocha Miranda, entre outros.
A deputada federal Josi Nunes, por exemplo, tem falado do seu desconforto em permanecer no partido que alega amar, o MDB, em razão das divergências com os posicionamentos do presidente Temer. A parlamentar aponta que as posições que ela tomou contra a orientação do governo federal deixaram a cúpula nacional emedebista contrariada. Ela ressalta que o voto contra o financiamento privado das campanhas, o fato de não ter comparecido à votação sobre a abertura de processo contra o presidente Temer e de ter se manifestado contra a reforma da Previdência criaram um distanciamento e animosidade entre ela e o partido. Mas como sair da sigla e continuar junto a Marcelo Miranda, Derval de Paiva e toda a cúpula emedebista estadual? É um beco sem saída.
Já Gaguim também é cria histórica do MDB. Sem espaços na sigla, migrou para o PMB, depois para o PTN e, por fim, para o Podemos. Ele quer se reeleger e, também, apoiar uma possível candidatura de Mauro Carlesse (PHS) ao governo do Tocantins. Entretanto, seu partido, comandado pelo pré-candidato Adir Gentil, quer apoiar Carlos Amastha (PSB).
Kátia Abreu – que era aliada de Temer e foi, inclusive, interventora do diretório emedebista tocantinense em 2014, seguindo ordens do próprio presidente –, em 2017, foi expulsa do MDB, que assim como no poema parece não amar ninguém. Ela pretende se filiar ao PDT no início de abril, depois de articulações intensas dos senadores da sigla Ângela Portela (RR) e Acir Gurgacz (RO).
O velho emedebista Derval de Paiva, presidente estadual do MDB, não gostou nada, nada dos discursos ao estilo “fogo-amigo”, proferidos pelo deputado estadual Rocha Miranda (MDB), que criticou a condução do partido e também o governador Marcelo Miranda em plena sessão ordinária na Assembleia Legislativa. Foi convidado a fazer a uma reflexão e, por fim, firmar uma retração pública. O parlamentar preferiu se desfiliar da sigla. Ele ainda não revelou para onde vai, mas a “santa” janela partidária será seu salvo-conduto. Rocha já declarou, todavia, seu apoio a Carlesse, caso a candidatura dele se concretize.
Marcelo Miranda (MDB) quer se reeleger. A pretensão é legítima, mas é necessário formar grupos e alianças partidárias em torno do seu nome. Há todo um ambiente para que isso ocorra, já que o governador é boa praça, tem apresentado resultados positivos, organizou a máquina administrativa e tem feito investimentos. Mas duas baixas de peso, a exemplo de Josi Nunes e Rocha Miranda – em razão de conflitos partidários –, era tudo que o governador não precisava nesse momento.
Com presença da primeira-dama, gestão de Jânio Darrot faz “maratona” para mudar rotina de mulheres do presídio municipal
Na reta final das inscrições, quatro advogadas disputam espaço e votos dos conselheiros da Ordem com 16 homens para entrar na lista sêxtupla


