João Doria joga pra governador mas sonha com a Presidência da República

Há quem aposte que denúncias vão atropelar Geraldo Alckmin, mas o governador de São Paulo é determinado

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Jornais sustentam que João Doria (PSDB) deve ser o principal adversário de Márcio França (PSB) na disputa pelo governo de São Paulo. É provável que seja assim. O segundo, com a saída de Geraldo Alckmin, disputará a eleição como governador. O tucano talvez fique com a pecha de que, eleito para ser prefeito da capital, ficou apenas dois anos no governo. Há outro lance.

Doria quer é ser candidato a presidente da República. Mas não tem como atropelar Alckmin. Se o governador for “atropelado” por notícias negativas — como a história de que um cunhado se envolveu em negócios pouco católicos, a partir de uma ligação política entre ambos —, o prefeito pode crescer.

Há quem postule, nos círculos dos poderes, que, numa campanha em que “ética” — nome limpo, ou medianamente limpo — dará o tom, Geraldo Alckmin pode começar desidratado. Entre seus aliados há quem proponha que dispute mandato de senador. A questão é que, obstinado, o Picolé de Chuchu, um administrador eficiente e equilibrado, quer disputar a Presidência da República. Quem vai segurá-lo? Talvez a Justiça e, quem sabe, as pesquisas de intenção de voto.

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