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Rogério Favreto e Dias Toffoli: eles estão no Judiciário, mas prestam serviço ao Partido dos Trabalhadores[/caption]
No domingo passado, dia 8, o Brasil assistiu, estarrecido, à manobra de petistas que tentaram, com os serviços de um desembargador aliado, a libertação do criminoso Lula da Silva, preso por corrupção e lavagem de dinheiro, através de um habeas corpus.
Rogério Favreto acatou o pedido, numa clara demonstração de rejeição aos preceitos regimentais, uma vez que ele não tinha poder para tanto. Os petistas nem queriam, de fato, a liberdade de Lula. Queriam sim conflagrar o ambiente, semeando confusão no Judiciário, como forma de manter o discurso falso de que Lula e o PT são perseguidos pela Justiça.
A história é passado, a manobra tosca, uma autêntica chicana, foi repudiada e é quase certo que Favreto receba alguma punição. Mas ela serve para reflexão.
Rogério Favreto foi filiado ao PT de 1991 a 2010, ano em que virou juiz. Ele exerceu cargos em três governos petistas antes de ser nomeado por Dilma Rousseff ao TRF4, em 2011.
Em 2005, Favreto foi trabalhar na Casa Civil do governo Lula. De 2007 a 2010, foi secretário da Reforma do Judiciário no Ministério da Justiça, à época sob o comando do petista Tarso Genro, para quem já havia trabalhado como procurador-geral na Prefeitura de Porto Alegre.
O resumo disso é que Rogério Favreto é um desembargador a serviço do petismo.
Por isso, causa preocupação, muita preocupação, o destino do País daqui a alguns meses, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) passará a ser presidido pelo ministro Dias Toffoli. Ele é aquele advogado que foi reprovado duas vezes em concursos para juiz e não tem sequer um mestrado.
Ou seja, Toffoli é uma nulidade absoluta em termos de conhecimentos jurídicos. A única credencial que tinha para merecer de Lula a nomeação para o STF foi o fato de ser “companheiro”.
Trata-se de outro petista (assessorou o PT e José Dirceu) que já mostrou em várias oportunidades ser também um tarefeiro da sigla na mais alta Corte de Justiça.
Nos interesses de Lula e companhia, Toffoli poderá jogar o País num abismo institucional sem precedentes. Será um teste e tanto para a democracia brasileira.
Os luas celestes da Assembleia de Deus estavam quase convencendo o deputado a aceitar a vice do pré-candidato do DEM a governador
O presidenciável tucano está impressionado com a capacidade de articulação do político goiano
Vilmar Rocha gostaria de vê-lo disputando mandato de deputado, mas não veta seu nome para a vice de José Eliton
O procurador de justiça permanece interessado na disputa para senador, mas petebismo não acha novo projeto ruim
Petista sugere que, sem aliança com o emedebismo, o PT pode não eleger nem mesmo o deputado Rubens Otoni
Apontado como Bolsonaro de Brasília, o militar é tido como um político preparado, de ideias consistentes
Classe empresária propõe mais incentivos e geração de emprego como prioridades nas ações da próxima liderança estadual
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Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados[/caption]
Pesquisas qualitativas sugerem que o entusiasmo da classe média com Jair Bolsonaro tem menos a ver com ideologia ou simpatia. As pessoas com razoável poder aquisitivo estão “usando” o postulante a presidente para dizer aos demais políticos: “Basta!”. Trata-se do voto do “Basta!, estamos cansados de todos os políticos”.
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Montagem[/caption]
O senador Wilder Morais, conhecido pelos presidentes dos nanopartidos como Mister Dólar, e o presidente do PSDC, Alexandre Magalhães, não estão falando a mesma língua. A da civilização. Falam mal um do outro de manhã, à tarde e à noite. De madrugada, descansam a língua... para falar mal, de novo, no dia seguinte.
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Arquivo[/caption]
O senador Wilder Morais se tornou o operador do pré-candidato do DEM a governador, Ronaldo Caiado, na missão, às vezes, inglória de conquistar aliados políticos. A primeira tacada deu certo: Mister Dólar arrancou o deputado Lincoln Tejota da base governista.
Pré-candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro está consolidando sua popularidade em todo o país. Em Goiás, sem Lula da Silva no páreo — e todos sabem que o petista não será candidato, porque é ficha suja —, o deputado federal assume a liderança com facilidade. Até eleitores de Lula — mas não do PT, porque não são ideologizados — admitem votar no militar reformado.
O presidente do MDB de Anápolis, Márcio Corrêa, pode ser candidato a deputado federal ou estadual. “Farei tudo para ajudar a campanha de Daniel Vilela a governador”, afirma.
Márcio Corrêa afirma que Daniel Vilela “representa renovação, a mudança”. E frisa: “Mas não é o novo pelo novo, não. É o novo competente, que sabe o que é preciso fazer para modernizar Goiás e torná-lo mais competitivo no plano nacional”.
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Reprodução[/caption]
O candidato do PDT a presidente da República, Ciro Gomes, emitiu sinais de que, em Goiás, pode apoiar Daniel Vilela, do MDB, ou José Eliton, do PSDB, para governador.
Por que Daniel Vilela? Segundo um pedetista, porque Ciro Gomes acredita que, no final das contas, o MDB não terá candidato a presidente da República. Por que José Eliton? Porque o PDT goiano apoia sua reeleição.
Ciro Gomes quer se filiar às chamadas forças progressistas, o que não inclui Ronaldo Caiado.
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Montagem[/caption]
Um evangélico experimentado em questões eleitorais aposta que, se o empresário Glaustin Fokus concentrar seu trabalho unicamente no eleitorado evangélico, será derrotado. Porque os eleitores evangélicos não têm um único candidato evangélico; aliás, chegam a votar em candidatos católicos.
João Campos, mesmo esvaziado em parte das igrejas evangélicas, “vai canibalizar” — eleitoralmente — Glaustin Fokus, afirma o evangélico. “O empresário é um político neófito e está acreditando em demasia nas promessas de alguns pastores evangélicos — esquecendo-se de que o voto é do cidadão-eleitor, não dos religiosos.”
O partido promete lutar pelo aumento do número de mulheres no Congresso, no entanto, recebe críticas e revela contradições


