Notícias
[caption id="attachment_132373" align="alignright" width="620"]
Montagem[/caption]
Por que o PDT decidiu apoiar Ronaldo Caiado, do DEM, para governador? Um ex-deputado, ligado ao PDT, apresenta uma explicação, algo enigmática, ao menos numa variante: “Expectativa de poder e Wilder Morais”.
O político não quis decifrar a segunda parte de sua explicação.
[caption id="attachment_132375" align="alignright" width="620"]
Montagem[/caption]
O PDT em Goiás tem donos — a deputada federal Flávia Morais e seu marido, George Morais (trata-se de um partido familiar) — e súditos. O deputado estadual Karlos Cabral e o suplente Santana Gomes filiaram-se ao partido acreditando que ficariam na base do governador José Eliton (PSDB). Ledo engano.
Flávia Morais e George Morais trocaram o palanque de José Eliton pelo palanque de Ronaldo Caiado. Mas Karlos Cabral e Santana Gomes, dois principais candidatos a deputado estadual do partido, vão bancar a candidatura do tucano.
Monitorado pela cúpula da TV Globo, o Grupo Zahran comprou a TV Anhanguera. As contas estão sendo ajustadas — há algumas dívidas e ações trabalhistas — e brevemente o negócio será tornado público (o valor passa de 300 milhões de reais). Mas há um drummond no meio do caminho: “O Popular”. Tido como o patinho veio do Grupo Jaime Câmara, dado o imenso prejuízo anual e por não ter anúncios publicitários, ninguém quer o “Pop”. Nem de graça.
[caption id="attachment_131660" align="alignright" width="620"]
Reprodução[/caption]
Ao longo de sua história política, o senador Ronaldo Caiado preocupou-se em “criticar” e “destruir”. Por isso, nas redes sociais, os eleitores-leitores questionam quais serviços prestou para Goiás tanto como deputado federal quanto como senador. Curiosamente, o candidato do DEM a governador e sua assessoria nada respondem. Seus luas rurais não têm argumentos adequados?
Foto: Valter Campanato/Abrpaulo skaf
De um petista: “Em São Paulo, depois do picolé de chuchu [Geraldo Alckmin], agora o PSDB banca o picolé de chuchu estragado, João Doria Jr.” Pesquisas sugerem que o candidato do MDB a governador, Paulo Skaf, pode derrotar o tucano.
[caption id="attachment_35740" align="alignright" width="620"]
Governador de São Paulo e senador Ronaldo Caiado[/caption]
De um tucano: “O candidato a presidente pelo PSDB, Geraldo Alckmin, ficou irritado ao saber que o candidato do DEM a governador de Goiás, Ronaldo Caiado, decidiu não apoiá-lo — ao contrário da cúpula nacional do partido”. O caso pode caracterizar, até, infidelidade partidária.
Se for eleito presidente da República, Geraldo Alckmin não vai tratar o senador Ronaldo Caiado com a deferência com a qual o tratou até agora. Será visto como oposição.
A base governista “engoliu” Lúcia Vânia. Mas não está animada para trabalhar na sua campanha. Os candidatos a deputado alegam que a senadora só pede voto para seu sobrinho, o deputado federal Marcos Abrão (PPS).
O candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, ficou chateado ao saber que Ronaldo Caiado vai apoiar a candidatura de Ciro Gomes para presidente.
O deputado Delegado Waldir Soares (PSL) permanece leal à candidatura de Bolsonaro. Pode-se criticar o deputado, mas ele é político de posições firmes e sérias.
Um petista de Anápolis disse para um petebista: “Somos adversários, mas precisamos constituir uma frente progressista contra o reacionarismo político representado pela coligação de Ronaldo Caiado”.
O PT nacional manda avisar que não aprova a aliança do Pros com o candidato do DEM a governador de Goiás, Ronaldo Caiado. O PT goiano já avisou: “Tudo — menos Caiado”.
A tese dos petistas é a seguinte: “O funcionalismo público e os líderes sindicais e dos movimentos populares são sofrer se Ronaldo Caiado for eleito governador de Goiás. O senador é autoritário e autocrático”. O presidente do DEM é tratado como “inimigo” pelo PT.
Deputado afirma que vai trabalhar pela governabilidade mas sem deixar de fiscalizar com rigor os atos do governo de Mauro Carlesse
[caption id="attachment_71314" align="alignright" width="620"]
Daniel Vilela, Maguito Vilela, Dona Íris e Iris Rezende | Foto: Jornal Opção[/caption]
Aos menos nos grupos fechados, Iris Araújo tem elogiado a capacidade de articulação política e a coragem de Daniel Vilela. A pré-candidata a deputada federal afirma que se trata de um “jovem incansável” e que trata os políticos mais velhos com deferência.
No Tocantins começou a temporada de caça ao dinheiro. A caçada não está proibida, mas é limitada. Os candidatos, além do fundo eleitoral, caçam recursos. Mas o bicho conhecido dinheiro desapareceu do mapa. O resultado é que, apesar da liberação da temporada de caça, os caçadores lamentam: ninguém viu e ninguém dá notícia do famoso dinheiro.
[caption id="attachment_132356" align="aligncenter" width="620"]
Cinthia Ribeiro recebeu a Prefeituras de Palmas com problemas graves e de difícil resolução a curto prazo[/caption]
Quando se afirma que Amastha deixou uma “herança maldita” para a prefeita Cinthia Ribeiro, muitos adeptos ou viúvas da gestão colombiana retrucam dizendo ser perseguição da imprensa.
Não bastasse o quiproquó da Fundesportes, investigado pela Polícia Civil do Tocantins, e o rombo milionário do Previpalmas — investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério da Previdência —, pode-se elencar ainda a frustração de receitas, visto que o IPTU foi judicializado em razão de aumentos abusivos. Todavia, a última e bombástica constatação é que mais de 3 mil crianças estão à espera de vagas nos Centros Municipais de Educação Infantil, o que fere o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição Federal, que asseguram o atendimento em creche e em pré-escola às crianças de 0 a 6 anos de idade.
Muitos pais não têm condições de pagar por creche particular, face a baixa renda. As reclamações foram tantas que até segunda-feira, 30 de julho, foram registrados um total de 61 ações individuais em curso na Justiça propostas pela Defensoria Pública contra a Prefeitura Municipal. “E todos os dias aparecem novas ações, há muitos pais necessitando de vagas em creches. Atualmente, esta é a maior demanda da Vara da Infância e Juventude de Palmas”, ressalta o defensor público Joaquim Pereira dos Santos.
[caption id="attachment_132357" align="alignleft" width="299"]
Joaquim Pereira dos Santos, defensor público: “Não há creches para todas as crianças, por isso a quantidade de ações judiciais”[/caption]
Segundo o defensor público, o maior problema é com relação às crianças de 0 a 3 anos, que preenchem a maior demanda de falta de vagas no município, seguida de estudantes de 4 e 5 anos de idade. A falta de vagas nos Cmeis tem prejudicado a saúde financeira de algumas famílias, que são obrigadas a recorrer a serviços privados — creches ou babás — para garantir a guarda dos filhos enquanto trabalham, mesmo sem ter condições financeiras para isso.
A Defensoria tem alertado que o Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei 13.005/14, estabelece na Meta 1, o atendimento de 50% da população de 0 a 3 anos até 2024, e a universalização do atendimento de crianças de 4 e 5 anos até 2016, o que, efetivamente, não está sendo cumprido pela Prefeitura de Palmas.
O “mar de rosas” que Amastha alegou existir em Palmas quando renunciou para disputar o governo do Estado do Tocantins não passa de uma fantasia, uma ilusão ou, quem sabe, uma quimera. O ex-prefeito é apontado como um “excelente maquiador”. Mas quem vai por seus equívocos e terá se fazer a operação limpeza é a prefeita Cinthia Ribeiro.
[caption id="attachment_116967" align="alignright" width="620"]
Divulgaçãoo[/caption]
Na sua curta passagem pelo Agência Brasil Central (ABC), o jornalista João Bosco Bittencourt deixou uma marca, segundo os funcionários e políticos da situação e das oposições: a da competência, do dinamismo e da independência. A Rádio Brasil Central (RBC) e a Televisão Brasil Central (TBC) melhoraram da água para o vinho.


