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Em sua estreia, Alê Motta mimetiza um universo cruel e esquizofrênico, próximo das manchetes popularescas dos jornais impressos e televisivos
Na disputa de 2022, o governador não poderá ser candidato à reeleição. Portanto, políticos como Alexandre Baldy podem ganhar mais se se aliarem a ele do que com Daniel Vilela
O ex-vereador aposta que ascensão de José Eliton será vertiginosa
Aguimar Jesuíno diz que a pré-candidata da Rede é a única capaz de unir o país
A base aliada afirma que o governador de Goiás é firme, posicionado e leal
Na quarta-feira, 9, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-TO) deferiu, por unanimidade, a requisição de forças federais ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir a segurança nas terras indígenas situadas na 23ª ZE de Pedro Afonso, 32ª ZE de Goiatins e 5ª ZE de Miracema. As solicitações partiram dos juízes eleitorais das referidas zonas eleitorais, considerando a realização das eleições suplementares, no dia 3 de junho. Em Pedro Afonso (23ª ZE), por exemplo, a equipe de segurança deverá atuar na aldeia indígena Lajeado, que é sede do local de votação Escola Indígena Wakrero Kâtopkuze, onde funcionará a seção eleitoral n.º 104, com um total de 52 eleitores. Na Aldeia Lajeado também votam os povos indígenas das aldeias Santo Antônio, Olho D'água e São José. O apoio das Forças Armadas para garantir a lei e a ordem durante as eleições está previsto no Código Eleitoral: “Compete, privativamente, ao Tribunal Superior requisitar a força federal necessária ao cumprimento da lei, de suas próprias decisões, ou das decisões que os Tribunais Regionais que o solicitarem, e para garantir a votação e a apuração”. Segundo Resolução TSE nº 21.843/2004, os Tribunais Regionais Eleitorais deverão encaminhar ao TSE as relações das localidades onde se faz necessária a presença de tropas federais. Esses pedidos, além de conterem a justificativa, deverão ser apresentados separadamente para cada zona eleitoral, com indicação do endereço e do nome do juiz eleitoral a quem o efetivo da Força Federal deverá se apresentar.
O presidente da Associação Tocantinense de Municípios, prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano (PDT), acompanhado de outros prefeitos tocantinenses que serão diretamente beneficiados com a construção das BRs 010 e 235, se reuniu na quinta-feira, 10, com o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casemiro, durante solenidade de assinatura da autorização para a contratação de obras de pavimentação dessas rodovias federais em solo tocantinense. Com a autorização assinada, o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) dará início ao processo licitatório das obras de pavimentação. No trecho da BR-010, entre os municípios de Aparecida do Rio Negro e Santa Maria do Tocantins, serão pavimentados 168,7 km de estradas, bem como a construção de ponte sobre o Rio Perdido, na divisa do Tocantins com Goiás. Além disso, serão pavimentados 69 km de estradas pertencentes a BR 235, entre a divisa Maranhão/Tocantins e as proximidades do município de Centenário. O ministro elencou os próximos passos a serem dados para que as obras sejam iniciadas. “Esse ato autorizou a nossa superintendência no Tocantins para fazer o processo licitatório de início das obras. O projeto já está pronto, e vamos colocar o edital na praça. Posteriormente, receberemos as propostas e assinaremos os contratos”, disse. Casimiro ordenou que a construção da ponte sobre o Rio Perdido seja a primeira obra ser iniciada. “Já trará benefícios imediatos à população”, disse, ao enfatizar que as eleições presidenciais de 2018 não afetarão o ritmo das obras. “Recursos de bancada, logo serão colocadas nas devidas rubricas”, antecipou.
Na sessão ordinária realizada na quinta-feira, 10, os vereadores da bancada de oposição apontaram problemas de diversos setores da capital e solicitaram a atenção do Executivo, em especial em demandas por serviços na área da infraestrutura. O vereador Milton Neris (PP) destacou dívidas deixadas pelo ex-gestor Carlos Amastha (PSB) e cobrou um posicionamento da prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB). “A cidade está um caos, mato está tomando conta da cidade inteira”, apontou. “Acho que essa Casa não tem sido ouvida pela prefeita, ela pode achar que o parlamento não tem serventia, mas estamos apenas alertando o que está acontecendo no município. Dívidas e mais dívidas herdadas e a prefeita não veio a público para se posicionar. Hoje estive na Secretaria de Infraestrutura e o maquinário está parado por falta de pagamento e a prefeita não se manifesta sobre o assunto”, contou Neris. O vereador Filipe Fernandes (PSDC) também destacou que já foram solicitadas informações a respeito de dívidas da gestão. “Já solicitamos que a Secretaria de Finanças repasse essas informações, inclusive pedimos o apoio ao Ministério Público de Contas que faça o pedido à gestão”, pontuou o parlamentar. A necessidade de posicionamento do Executivo também foi destacada pelo vereador Leo Barbosa (SD). “Que a prefeita venha a sentar na cadeira e trabalhar, mostrar a que veio", ressaltou. Neris relatou que os presidentes das quadras 403, 405, 407, 409, 605 e 607 Norte e o presidente do Sonho Meu, juntamente com os representantes do Conselho Municipal das Associações de Moradores e Entidades Comunitárias de Palmas (Comam), foram até a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos na tentativa de se reunirem com o secretário da Pasta, Rafael Marcolino de Souza, mas foram impedidos de entrar. O pepista não poupou críticas. "Eles são credenciados pelo povo, os presidentes de bairro não ganham nada pelo seu serviço, eles largam trabalho e suas famílias para ir lá na secretaria obter uma resposta e o secretário não dá, isso é vergonhoso", afirmou. Além disso, o oposicionista disse que o secretário é "laranja" de Luiz Teixeira, ex-secretário de Saúde e ligado ao grupo de Amastha, e representa o ex-prefeito dentro da atual administração. "Luiz Teixeira é um iluminado, ele ganha R$ 25 mil em um cargo que só paga R$ 9.600,00 para qualquer ser normal. Ele não assina nenhum documento por medo de sujar o CPF e perder o cargo e o hospital dele, daí colocaram um laranja (Rafael Marcolino de Souza) nomeado pela prefeita recentemente. A Cinthia deveria mandar o Luiz embora porque o mínimo que um secretário deve fazer é dar respostas ao povo, porque dar respostas é obrigação, até mesmo se disser que não vai fazer, mas tem que dizer algo", bateu duramente Milton Neris.
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Foto: Divulgação / Facebook[/caption]
As pesquisas eleitorais, devidamente registradas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-TO), começam a ser divulgadas. A primeira, encomendada pela Fecomércio ao Ibope, trouxe números surpreendentes. O dado básico, que interessa ao grande público, é que a candidata Kátia Abreu (PDT) tem 22% das intenções de voto, seguida por Carlos Amastha (PSB) e Vicentinho Alves (PR), ambos com 15% e Mauro Carlesse (PHS) com 10%. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.
O que chama a atenção são as outras variáveis da coleta de dados. A despeito da senadora Kátia liderar a pesquisa com 22% das intenções de votos, ao mesmo tempo é a mais rejeitada com 37%, seguida pelo outro senador-candidato, Vicentinho, com 24%, Amastha com 21% e Carlesse com 15%.
Já a popularidade do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) também foi testada após a sua cassação pelo TSE. Questionados, apenas 12% dos eleitores disseram que aumentaria as chances deles votarem em um candidato apoiado pelo emedebista. Em contrapartida, 46% opinaram que o apoio do ex-governador diminuiria a vontade deles de votar no candidato.
No mesmo diapasão, de forma indireta, a popularidade do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) também foi auferida e 20% dos eleitores demonstraram que teriam mais interesse em votar num candidato apoiado pelo deputado carioca. Contudo, 33% teriam essa vontade diminuída, caso o candidato a governador tivesse o apoio do militar da reserva.
Evidentemente que, pelos números apresentados pelo Ibope, nas eleições de 2010, na disputa havida entre os ex-governadores Carlos Gaguim e Siqueira Campos, como também na disputa pelo senado em 2014, entre Kátia Abreu e Eduardo Gomes, a pesquisa do referido instituto foi recebida, principalmente pelos palmenses, com sérias ressalvas.
Entretanto, como dizia o velho ditado, pesquisa boa será sempre aquele que colocar o candidato do leitor/eleitor na frente. As outras, para esse mesmo eleitor, certamente não prestam. É e sempre foi assim. É melhor, portanto, aguardar a divulgação de outros resultados feitos por outros institutos e, no dia 3 de junho, conferir de perto qual deles passou mais perto da verdade.
Preso influencia voto
Um outro dado apurado pela pesquisa Fecomércio/Ibope é intrigante: no pobre Estado do Tocantins, cuja última apuração do IBGE certificou que 250 mil pessoas vivem do Programa Bolsa Família e onde os ex-presidentes Lula e Dilma ganharam as eleições de 2006, 2010 e 2014 com ampla margem de votos, a influência do presidente enclausurado ainda persiste.
Os eleitores tocantinenses disseram que as chances de votar num candidato a governador apoiado pelo ex-presidente petista, que está na cadeia, aumentaria em 47%. Apenas 21% estariam propensos a deixar de votar no candidato eventualmente apoiado por Lula.
A bem da verdade, a constatação não é intrigante, mas sim, preocupante. Um povo cuja tendência de votos baseia-se na influência de um corrupto condenado, definitiva e infelizmente não sabe usar o poder que a democracia lhe dá.
Dianteiros nas pesquisas para a eleição de junho, Kátia Abreu, Carlos Amastha, Vicentinho e Carlesse mostram que não querem se expor
A CIA é “personagem” de dezenas de livros, bons e ruins. Alguns, por vezes, chegam a ser mais conspiratórios do que a própria agência de Inteligência do governo dos Estados Unidos. Mas o fato é que livros a respeito vendem, são lidos. “Treinado Para Matar — Os Planos da CIA para Eliminar Castro, Kennedy e Che” (Seoman, 232 páginas), de Antonio Veciana e Carlos Harrison, tentam explicar, segundo sinopse da editora, a ação dos grupos paramilitares dirigidos pelo governo americano. Fica a pergunta: a CIA realmente participou do assassinato do presidente John Kennedy? Fala-se a respeito, inclusive sobre possível conexão com a Máfia (menciona-se sobretudo o FBI de Hoover e há livros que sugerem que até o Pentágono conspirou contra o presidente, mas não a ponto de articular sua morte), mas a prova, aquela evidência cabal, não existe. Quanto a Fidel Castro e Che Guevara, aí sim, houve participação direta tanto no assassinato do segundo quanto na tentativa de assassinato do primeiro.
Governador surpreende até adversários quando, com menos de 30 dias, toma medidas de grande impacto em áreas melindrosas como saúde, educação e segurança pública
O vereador Paulinho Graus tem resistência da cúpula e Santana atua na capital e no interior
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Foto: Alego[/caption]
Com José Vitti doente — deve ser operado em São Paulo, nos próximos dias, para a retirada de um nódulo —, o vice-presidente Manoel de Oliveira assume a presidência da Assembleia Legislativa.
Os deputados apreciam Manoel de Oliveira, mas o consideram, por vezes, intempestivo. Portanto, recomendam cautela e diplomacia ao parlamentar. Há quem avalie que vai precisar dos conselhos de Helio de Sousa, um deputado moderado, para gerir o Legislativo na ausência de José Vitti, que, por sinal, agrada a maioria dos parlamentares
O Jornal Opção, por intermédio de seu editor-chefe, Euler Fagundes de França Belém, pela presente retratação pública, decorrente de acordo homologado pela excelentíssima senhora juíza de Direito do 3º Juizado Especial Criminal de Goiânia, drª. Sandra Regina Teixeira Campos, nos autos do processo nº 5027910.73, vem a público, retratar-se frente ao deputado federal Delegado Waldir, por duas reportagens publicadas na coluna Bastidores do Jornal Opção, no dia 30/10/2015.
Reconhecemos que houveram excessos nas referidas publicações e retiramos, publicamente, todas as qualidades negativas que lhes foram atribuídas, pois não temos conhecimento de nada que desabone sua honra, imagem e conduta.
Diante disso, sabendo que excedemos os limites da crítica jornalística, manifestamos escusas ao deputado federal Delegado Waldir pelos transtornos causados, ciente de que os excessos cometidos na publicação em referência causaram-lhe prejuízos e desgastes à sua imagem, razão pela qual nos retratamos diante do Poder Judiciário, do público leitor e do deputado federal Delegado Waldir.
Outrossim, o Jornal Opção considera o deputado federal Delegado Waldir como um político respeitável, íntegro e eleitoralmente consistente.
Euler Fagundes de França Belém
Editor-chefe do Jornal Opção


