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O problema dessas cenas contemporâneas não é a oração em si, é a sua desfiguração. Há nelas algo que lembra a retórica vazia. Não se trata de falar com Deus, mas de falar diante dos outros
A cultura oceânica propõe uma visão integrada em que o mar começa nas nascentes, rios e biomas. O Cerrado, mesmo distante do litoral, é essencial para os ciclos da água, influenciando a saúde do oceano e o equilíbrio climático, a biodiversidade e as práticas culturais e econômicas, por meio de seus rios, como o Araguaia
Farricoco /ô/ — substantivo masculino — é aquele que participa das procissões de penitência, vestindo hábito escuro, com capuz, e tocando trombeta
A galinha correu com vigor, bateu as asas com convicção, ergueu-se por um instante… e caiu
Entre a agilidade digital e o peso da experiência, profissionais acima dos 50 anos enfrentam barreiras invisíveis no trabalho e na vida civil
Entre incertezas climáticas e pressões do mercado global, produtores terão que investir em gestão eficiente e inovação para se manter competitivos
Tecnologia baseada em RNA e imunoterapia acelera desenvolvimento de novos tratamentos
Nesta entrevista ao Jornal Opção, a prefeita detalha um plano milionário de investimentos, com destaque para a implantação de um teleférico e restaurantes panorâmicos na Serra de Caldas Novas, projetos estruturados em parceria com o BNDES
O empresário — Flávio Bolsonaro — que não deu conta de dirigir uma loja de chocolate da Kopenhagen tem condições de administrar o Brasil?
Por que trocar o nome de Leide das Neves? Por que não ter conversado com os sobreviventes do acidente com o Césio? Quem busca informações precisas e amplas não encontra na série
O jornalista da Globo critica o governo de Lula da Silva porque planeja amparar as vítimas do consumismo capitalista
Chega a ser baixo um parlamentar utilizar o fato de estar na oposição para criticar que o seu adversário não trabalha por estar nas redes sociais para buscar visibilidade, sendo que ele está fazendo o mesmo
O professor de Columbia afirma que “existe uma expectativa de que o Brasil é capaz de navegar entre os grandes blocos sem se subordinar”
A crítica Dirce Waltrick do Amarante nota que se está “perdendo a capacidade de ver o valor histórico das obras”. Lançamentos retumbantes se tornam “grandes obras”
O pré-candidato a presidente pelo PL disse que a senadora é seu “sonho de consumo” e a chamou de “vozinha”
A misoginia entre bolsonaristas parece ser regra — não exceção. Jair Bolsonaro, o presidiário que tenta ser descondenado, atacava mulheres de maneira implacável. Entre suas vítimas estavam a deputada federal Maria do Rosário, do PT, e a jornalista Patrícia Campos Mello, da “Folha de S. Paulo”.
Jair Messias chegou a dizer, com uma brutalidade inominável, que só não estupraria a parlamentar do PT “porque era feia”. Maria do Rosário o processou e ganhou.
O senador Flávio Bolsonaro, discípulo da escola de Jair Bolsonaro, não fica atrás. Talvez seja apenas um pouco mais sutil, se se pode dizer assim. No fundo, são a mesma coisa.
Pré-candidato a presidente da República pelo PL, Flávio Bolsonaro procura um ou uma vice. Primeiro, correu atrás de Romeu Zema. O ex-governador de Minas Gerais rejeitou o convite.
Agora, convidou, da maneira mais atabalhoada possível, a senadora Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, para ser sua vice.
Na primeira abordagem, Flávio Bolsonaro disse que Teresa Cristina é seu “sonho de consumo”. O que, não há dúvida, é de uma deselegância brutal. Como dizer a uma mulher que ela é “sonho de consumo”? A senadora, uma política respeitável, não está à venda.
Na opinião do senador se trata de um elogio, quando, na verdade, é, mais do que falta de bons modos, de uma grosseria inaudita.
Em seguida, Flávio Bolsonaro disse que Tereza Cristina é uma “vozinha”. Quis ser carinhoso? Talvez. Mas pode ser interpretado de maneira diferente. O senador quis dizer que a senadora é “idosa” — por ter 71 anos. Uma ideia mais ou menos assim: “Preciso de uma pessoa mais velha me secundando. Se for mulher, melhor ainda”.
A turma bolsonarista, mesmo quando quer ser agradável, é de uma estupidade sem limites. Flávio Bolsonaro, ainda que tente ser doce, acaba sendo amargo. (E.F.B.)


