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No formato "Quanto vale o show?", o festival engloba apresentações de bandas e artistas nacionais e internacionais. O encerramento fica por conta do rapper Emicida
Durante encontro entre representantes do Setransp e do Sindttransporte, a procuradora Jane Araújo propôs a manutenção do acréscimo de 7% já concedido aos trabalhadores, mas com uma condição
O valor é resultado de US$ 6,2 bilhões em exportações ante US$ 5,9 bilhões em importações
Ele havia passado por um procedimento cirúrgico no Instituto de Angiologia de Goiânia (IAG) para tratamento de um cálculo renal e estava prestes a ir para casa quando sofreu o ataque cardíaco
Os prefeitos também vão reivindicar mudanças nas regras de divisão do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), para ampliar o repasse às prefeituras, e combater a aprovação de projetos que criam pisos salariais
Grupo argumenta que o nome do peemedebista é o único capaz de levar as eleições para o segundo turno e garantir mais chances à oposição
Presidente do partido, Samuel Belchior, ressaltou que a tendência é que a data seja confirmada. Tradicionalmente, partido faz evento no final do mês de junho
Tanto peemedebistas ligados ao empresário como iristas estão preocupados com pouca atuação desde que Iris Rezende retirou seu nome
Levantamento aponta que o tucano não teria dificuldades de vencer no primeiro turno, sendo que no segundo pleito também sairia vitorioso sob todos os possíveis adversários
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Fotos: Fernando Leite | Jornal Opção[/caption]
A primeira pesquisa realizada após a retirada do nome de Iris Rezende do tabuleiro das pré-candidaturas foi realizada pelo Instituto Fortiori e publicada nesta segunda-feira (12/5) pelo jornal “Diário da Manhã”. O levantamento mostrou o que era aguardado com a jogada de toalha do líder peemedebista: o governador Marconi Perillo (PSDB) dispara e poderia vencer já no primeiro turno, minando os planos oposicionistas também em caso de segundo turno, em que o tucano sairia vitorioso sob qualquer um dos possíveis adversários –– pois teria uma diferença porcentual entre 19 e 27% (leia mais abaixo).
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O resultado em que Vanderlan sobe para segundo e, consequentemente, Friboi conquista alguns pontos porcentuais, evidentemente, se deve à falta do nome de Iris Rezende para os entrevistados | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Na espontânea, o nome de Iris é lembrado (6% das citações) e fica em segundo, atrás do tucano (17%), enquanto Friboi empata com o petista Antônio Gomide nos 2% de indicações, ambos em quarto. Vanderlan Cardoso (PSB) figura em terceiro, com 3%. O número de indecisos foi de 62%, o que representa amplo campo de atuação a todos os pré-candidatos. 7% responderam que votariam nulo ou branco caso o pleito fosse agora. A pesquisa foi feita entre os dias 2 e 6 de maio e abrangeu todas as regiões do Estado, com mil entrevistados em 66 municípios.
Na estimulada, o governador Marconi Perillo alcança 43% e o peesebista Vanderlan Cardoso chega ao segundo lugar (18%), sendo que, sem a apresentação do nome de Antônio Gomide (PT), Friboi fica em terceiro pela diferença mínima de 1 ponto porcentual. Com o petista, que fica com 10%, Friboi permanece em terceiro, mas cai para 15% das intenções de voto.
O resultado em que Vanderlan sobe para segundo e, consequentemente, Friboi conquista alguns pontos porcentuais, evidentemente, se deve à falta do nome de Iris Rezende para os entrevistados responderem à pergunta “Este ano haverá eleição para governador. Se a eleição fosse hoje, em quem você votaria para governador de Goiás?”
Segundo turno
Em caso de segundo turno contra Friboi, a pesquisa aponta que Marconi venceria com 49% dos votos e o peemedebista conseguiria 29%. Contra Vanderlan, o tucano também sairia vitorioso com o mesmo porcentual, sendo que o pessebista teria 30% dos votos. A vantagem de Marconi subiria dois pontos porcentuais (51%) se o adversário fosse o petista Antônio Gomide, que receberia 24% dos votos. Neste sentido os dados reforçam que o maior desafio do ex-prefeito de Anápolis é mesmo se tornar mais conhecido até 5 de outubro.Popularidade
A pesquisa Fortiori/DM aponta tendência de manutenção do ritmo de conquista de aprovação do governo Marconi. De acordo com o levantamento, o tucano teria 52% de aceitação do eleitorado goiano caso o pleito fosse agora, sendo que 35% seguem desaprovando sua gestão. 12% dos entrevistados se mostraram isentos quanto a este quesito, respondendo que não desaprovam nem aprovam o atual governo. 30% classificaram a gestão como regular e 1% não soube ou não quis opinar. Conforme apontado pelos dados recentes do Fortiori, a entrada do nome de Antônio Gomide não alterou de maneira significante o cenário para as eleições majoritárias em Goiás.Goiano recua em apoio à Dilma Rousseff
[relacionadas artigos="3601"] Como nos demais levantamentos feitos pelos mais diversos institutos de pesquisas pelo país, o Fortiori verificou queda entre os goianos na popularidade da presidente Dilma Rousseff, pré-candidata à reeleição. Somente 28% dos entrevistados confirmaram aprovação à petista enquanto os que rejeitam somam 40%. Outros 31% consideram o governo da presidente regular. Já a aprovação ao desempenho pessoal de Dilma à frente do país passou de 46% verificados pelo Fortiori em janeiro para 33% agora, enquanto os que a desaprovam somam 54% ante os 40% verificados anteriormente. A pesquisa Fortiori/DM possui margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança em torno dos 95%. O levantamento foi registrado no Tribunbal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) com a numeração 00032/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por 00102/2014.O grupo terrorista nigeriano Boko Haram está disposto a libertar as mais de 200 adolescentes sequestradas em troca de prisioneiros, segundo um vídeo divulgado hoje (12) pelo grupo. Na filmagem, entregue à imprensa internacional, o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, diz que as jovens foram convertidas ao islamismo. No dia 14 de abril, o Boko Haram sequestrou 276 alunas de uma escola em Chibok, no Leste da Nigéria. Segundo a polícia, 53 jovens escaparam do cativeiro e as outras 223 continuam reféns. O grupo justificou o ataque à escola argumentando que a “educação ocidental tem que acabar, as meninas devem largar e escola e se casar”. Nesta segunda-feira, a polícia nigeriana anunciou uma recompensa equivalente a cerca de R$ 688 mil por informações que ajudem a encontrar as adolescentes. Hoje, o presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, disse que a libertação das jovens colocará um fim ao terrorismo crescente no país. “Eu acredito que a salvação das meninas capturadas por militantes será um divisor de águas para finalmente vencer o terrorismo na Nigéria”, disse o presidente. Ele também agradeceu o Reino Unido, a China, os Estados Unidos e a França, pela ajuda que oferecerem à Nigéria nas buscas às jovens desaparecidas. * Com informações da Itar Tass
A soma de intenções de voto de todos os candidatos a governador é inferior à intenção de voto no tucano-chefe
Encontro foi iniciado pouco depois das 9h desta segunda-feira. Alá pró-Iris reforçará que o nome do ex-prefeito é o mais competitivo e pode levar Caiado a compor com a oposição
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As UPPs do Rio de Janeiro têm muita mídia, mas poucos resultados práticos. A violência no Rio de Janeiro é muito superior à de São Paulo | Foto: Murillo Dieguez[/caption]
Há um aforismo, de autoria incerta, mas que é certamente inteligente. É atribuído ora a George Bernard Shaw, ora ao jornalista americano Henry Louis Mencken: “Para cada problema complexo, existe uma solução clara, simples — e errada”. Houvesse essa solução clara e simples, mas acertada, e haveria menos problemas complicados no mundo.
Tomemos um dos problemas mais sérios do cotidiano brasileiro: o da segurança pública. É um problema complexo, agravado ao longo dos anos, pois descurou-se de enfrentá-lo, exceto com soluções simples, claras e erradas.
O problema é complexo porque envolve vários atores: as vítimas, os autores e o Estado nos setores policial, judiciário, prisional, de assistência social, de assistência médica, etc.
Além disso, envolve grande volume de recursos financeiros, para pessoal, construções e equipamentos. O problema é hoje generalizado, pois todos nós ou fomos vítimas de violência, ou tivemos pessoa muito próxima que o foi, nos últimos tempos. Pode-se dizer com segurança — sem trocadilho — que até meados dos anos 1980 havia razoável controle sobre o tráfico de entorpecentes, o crime organizado e os presídios. O nível de assassinatos estava em patamares razoáveis, pelas marcas dos organismos internacionais.
A globalização do tráfico de drogas, com crescente influência econômica e consequente organização do crime, encontrou um Brasil pouco preparado do ponto de vista legal e policial para seu enfrentamento.
Por um lado, a Constituição de 1988 dava exagerada importância à questão dos direitos humanos dos bandidos mais perigosos, e a legislação exacerbava a proteção aos menores e adolescentes mais pervertidos.
As brechas no Código Penal constituíam — e constituem — uma quase garantia de impunidade. Por outro lado, a ideologização da questão criminal, pelos sucessivos governos de esquerda, vitimizou os bandidos e tornou os organismos policiais fracos, desaparelhados, suspeitos e desestimulados.
Nossos vizinhos, grandes produtores de coca, foram tratados com tolerância e até amizade pelo governo brasileiro, que não exigiu deles medidas coercitivas quanto ao tráfico por nossas fronteiras.
Com esse caldo de cultura, era fatal que nos tornássemos um dos países mais violentos do mundo. Cinquenta mil assassinatos por ano equivalem a uma guerra; meio milhão de mortos em um quarto de século significam um genocídio. E é o que vivemos, sem que isso preocupasse — ou preocupe — esses sucessivos governos de esquerda, de Fernando Henrique Cardoso a Dilma Rousseff.
Uma solução simples e errada foi tomada em 2003: desarmar a população civil. Uma solução tão claramente errada que só poderia ser ideológica, pois não tinha qualquer base teórica ou prática, e era claramente atentatória às vítimas, vez que medidas semelhantes haviam fracassado em várias partes do mundo. Até hoje o governo persiste nela, apesar de ter se mostrado como agravante da situação criminal e ter sido repudiada pela grande maioria dos brasileiros em referendo realizado em 2005.
Outra medida simples e errada foi a experiência carioca das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). No fundo, nada mais foi do que um exercício do “jeitinho brasileiro”, um dos maiores males de nossa cultura, o cultivo da indolência e das soluções simplistas, obtidas ao abrigo da lei do menor esforço, e por isso mesmo erradas. Deslocar policiais para unidades implantadas nos morros, pura e simplesmente, mantida intocada a estrutura do crime organizado, não poderia resultar em queda da criminalidade, gritava o bom-senso.
Como o carioca adora o “jeitinho” e a mídia local vive da pirotecnia e das verbas públicas, fez-se um estardalhaço com as UPPs. Seriam a extinção do crime, o ovo de Colombo, a salvação da lavoura, o estalo de Vieira e tudo de bom que houvesse, bradava-se sem esperar os resultados. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, tornou-se herói carioca e depois nacional. Chegou a ser lembrado para Prêmio Nobel da Paz.
Continuei cético, bem como amigos que entendem de Segurança. Hoje, decorridos seis anos da implantação da primeira UPP, e implantadas mais algumas dezenas, o que ocorre no Rio de Janeiro? A criminalidade vem aumentando, o tráfico de drogas não se alterou e continua sendo o governo de fato das favelas. E as UPPs são atacadas diariamente por bandidos, que destroem suas instalações, emboscam e matam policiais. Vinte e cinco já morreram até agora, só no presente ano. A população é instigada (leia-se obrigada) a protestar contra as UPP. Em protesto contra elas, ônibus são incendiados quase todos os dias.
Sempre tive José Mariano Beltrame como honesto e de boas intenções, mas simplório, que não sabe onde tem o nariz. Provas disso ele mesmo dá constantemente. Agora mesmo, mostrando o quanto é ingênuo, lança sua precoce e ufanista biografia, justamente no momento em que as UPPs fracassam — e ele não tem como negar isso, pois os índices de criminalidade são maiores do que antes de sua implantação.
O binômio ideologia-governismo vem fazendo com que a mídia nacional, com as honrosas exceções de sempre, nos venda gato por lebre. O leitor, a menos que seja especialista em segurança, não deve saber que São Paulo tem um índice de assassinatos três vezes menor que o do Rio de Janeiro, executando uma política de segurança conservadora. Prende muito mais que o Estado carioca (e bem mais que a média brasileira), embora a imprensa não divulgue isso. Fazê-lo poderia desagradar os donos das verbas federais, sempre as mais polpudas. Aliás, a política de Segurança que resulta é a mais conservadora, pelo menos até que se tenha um nível salarial, educacional e cultural mais elevado.
É certo que a solução do nosso problema de Segurança vai demandar um esforço conjunto dos três poderes. Não há solução simples. É certo também que demandará tempo, como é certo que já deveria ter preocupado os governos e a solução deveria estar encaminhada.
Há muitos exemplos mundo afora de como lidar com a segurança pública, e deveriam ser estudados e adaptados a nossas condições.
Algumas verdades irrefutáveis já podem servir de balizamento para quem se dispuser a agir:
1) A legislação penal deve ser revista, visando, principalmente, evitar a impunidade e tornar mais ágeis os julgamentos. Só penas mais duras não resolvem.
2) A polícia necessita ser mais valorizada, preparada, equipada e dotada de capacidade preventiva e de inteligência.
3) Deve ser evitada a vitimização do bandido. Ele não é uma vítima, é um inimigo da sociedade.
4) Deve ser evitada a criminalização do policial. Ele não é um antagonista, mas um guardião da comunidade.
5) Deve ser ampliado e humanizado o sistema prisional. Penas devem ser cumpridas integralmente, mas com dignidade. O inferno não é punição terrestre.
De momento, enquanto não se muda a ideologia do governo, uma providência já é urgente, porque não tomá-la é agravar ainda mais um problema já na fronteira do caos. Falo dos policiais, hoje tão injustamente tratados. Injustamente, do ponto de vista funcional: ganham mal, não têm o preparo adequado nem condições de trabalho boas. Injustamente, do ponto de vista social: são inibidos em sua ação legal, são inculpados pesadamente nas mínimas faltas, são sempre suspeitos de excessos. Estão acuados.
Cito três exemplos apenas, recentes: nas manifestações de junho do ano passado, um PM paulista quase foi linchado por um bando de celerados, agredido com pedras, e bastante ferido, sacou sua arma mas não atirou. Um policial de qualquer país bem mais civilizado teria disparado sem hesitar. Nosso PM esteve a ponto de morrer pelo “politicamente correto”.
Também no Rio, ao apreender drogas e armas, uma equipe de policiais militares foi cercada por marginais, espancada, e teve a viatura destruída, sem reagir. Foi elogiada pelo secretário de Segurança pela covardia.
E em Brasília, no mês de fevereiro deste ano, policiais militares que impediam bandidos do MST de invadirem o prédio do Supremo Tribunal Federal, onde os ministros estavam reunidos, foram violentamente agredidos, sem quase reação. Dezenas ficaram feridos, ao contrário dos agressores, protegidos do governo federal, que saíram ilesos.
A boa imprensa começa a contestar esse tratamento injusto que recebem nossos policiais. O excelente jornalista Carlos Alberto Sardenberg publicou em “O Globo”, no dia 1º deste mês, esclarecedor artigo nesse sentido. E o também excelente jornalista Ruy Castro, com cujas ideias muitas vezes não concordo, escreveu no dia 30 do mês passado, na “Folha de S. Paulo”, um artigo que todos os brasileiros deveriam ler. É sobre o mesmo tema, a injustiça com nossos policiais, e tem o título de “Pessoas dentro da farda”. Fala das mortes dos policiais cariocas, que perecem praticamente anônimos, esquecidos daqueles que protegeram até o momento mesmo em que foram abatidos, deixando dependentes desamparados. Isso, enquanto outros indivíduos, até com ligações com traficantes, como o recentemente morto dançarino “DG”, recebem homenagens em seus enterros.
Diz Ruy Castro: “Nem sempre os jornais registram que o policial assassinado era jovem, recém-casado, filho exemplar, ou pai de filhos. Artistas da Globo não vão a seus enterros. Não se sabe de missas por suas almas, e, na verdade, ninguém está interessado. É se como não houvesse uma pessoa dentro da farda”. Acho que não é preciso dizer mais nada. l
Entre 94% e 98% dos votantes aprovaram a independência da região de Lugansk (Leste) da Ucrânia no referendo separatista realizado ontem (11), anunciou a comissão eleitoral da autoproclamada “República Popular de Lugansk”. O resultado, preliminar, baseia-se na contagem dos votos em 28 das 32 circunscrições eleitorais, segundo a comissão, citada por meios locais. “Em favor da autonomia estatal da República Popular de Lugansk votaram entre 94% e 98% dos eleitores. Estamos à espera dos dados das comissões dos territórios em conflito, que são pressionadas pela Guarda Nacional”, disse Aleksandr Malijin, chefe da comissão eleitoral local. O responsável indicou que falta também contar os votos dos eleitores recenseados em Lugansk, mas que residem em Moscovo. “Em resumo, a votação foi válida”, disse, ao acrescentar que hoje à tarde serão anunciados os resultados finais. Segundo as comissões locais, a participação nos referendos, considerados ilegais pelo governo ucraniano e condenados pelos países ocidentais, foi de 81% em Lugansk e de 75% em Donetsk. A independência de Donetsk, região vizinha de Lugansk, foi aprovada por 89% dos votantes, segundo o presidente da comissão eleitoral local, Roman Laguin. O Presidente interino da Ucrânia, Oleksandr Turchinov, apresentou números diferentes, segundo os quais a participação ficou em 24% em Lugansk e 32% em Donetsk. “Segundo informação do Ministério do Interior e dos especialistas presentes nessas regiões no domingo, em Lugansk [participaram] cerca de 24% da população e em Donetsk, um pouco mais de 32%”, informou o presidente interino em um comunicado divulgado pela Rada (Parlamento). Os referendos, destacou, não têm qualquer valor jurídico. “Essa farsa propagandística não terá nenhuma consequência jurídica, salvo a responsabilidade apenas de seus organizadores.” A votação, segundo Turchinov, “foi iniciada pela Federação Russa com o objetivo de desestabilizar completamente a situação na Ucrânia, abortar as eleições presidenciais e derrubar as autoridades ucranianas”. Os dirigentes das duas regiões separatistas pretendem criar órgãos estatais e militares e, no futuro, criar um Estado independente juntamente as outras regiões do Leste e do Sul da Ucrânia, como Karkhiv e Odessa.
Morreu neste domingo (11/5) em Goiânia, aos 86 anos, o bispo dominicano Dom Celso Pereira de Almeida. Dom Celso começou a passar mal na manhã do último sábado (10/5) e foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Clínica do Esporte. Seu velório acontece nesta noite de domingo na Paróquia São Judas Tadeu. O religioso é bispo emérito de Itumbiara (GO).
Dom Celso Pereira de Almeida nasceu no interior do Estado de São Paulo em 07 de março de 1928. O religioso estudou na Escola Apostólica Dominicana entres os anos de 1940 a 1945, tendo feito os Votos Religiosos em 1947. Dom Celso fez o curso de Teologia na Itália, de 1950 a 1954, e se ordenou sacerdote em 1953.
Dom Celso já foi presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Goiás e entrou em contato com grandes problemas rurais. Em 2009 a Câmara Municipal de Goiânia lhe concedeu o título honorífico de Cidadão Goianiense, proposta da vereadora Célia Valadão (PMDB).


