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Foto: AP[/caption]
O comandante do exército da Tailândia, Prayuth Chan-Ocha, anunciou em pronunciamento na TV nesta quinta-feira (22/5) que está tomando o controle do governo para restaurar a ordem e promover reforma políticas no país. O golpe militar aconteceu dois dias após a declaração da Lei Marcial. Depois do anúncio, o chefe do exército pediu que a população permanecesse calma e que continuasse com seus afazeres diários.
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O país sofria com uma crise política há mais de oito meses, com diversos protestos antigovernamentais. O comandante afirmou que a tomada de poder não afetaria as relações internacionais.
O exército anunciou, em seguida, que estava enviando tropas para retirar os manifestantes das ruas. "Nós vamos enviar tropas e veículos para ajudar os manifestantes a deixar todos os locais de protesto", disse o general Teerachai Nakwanit, primeiro comandante regional do Exército, à equipe da agência de notícia Reuters.
Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até a próxima sexta-feira (23/5) para fazer as inscrições. Para se inscrever, é preciso acessar o site do Enem e preencher os campos solicitados. Até a noite de ontem, o exame registrou 6.221.875 inscritos, segundo balanço solicitado pela Agência Brasil ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os estados com o maior número de inscritos são São Paulo, com 968.717, Minas Gerais, com 675.517, e o Rio de Janeiro, com 458.516. A maioria dos candidatos, 3.659.233, é mulher. Na reta final das inscrições, a recomendação do Inep é que os candidatos não deixem para a última hora, a fim de evitar problemas, como o acesso lento ao site do instituto. Segundo o Inep, os melhores horários para acessar o sistema são até as 9h, entre as 14h e as 17h e após as 21h. Este ano, travestis e transexuais poderão ser identificados pelo nome social. Para isso, é preciso fazer o pedido pelo telefone 0800-616161, também até esta sexta-feira. Após a inscrição, o candidato deve ficar atento à data limite (28 de maio) para pagar a taxa de R$ 35. Sem ela, a inscrição não é confirmada. Estudantes da rede pública e pessoas com renda familiar até 1,5 salário mínimo são isentos. Feita a inscrição, o candidato pode acessar a página pessoal a qualquer momento, a fim de gerar o boleto para o pagamento da taxa, alterar dados cadastrais e o município onde fará a prova. Para isso, é preciso o CPF e a senha cadastrada. Caso tenha esquecido a senha, é possível recuperá-la no local indicado na própria página. As provas serão nos dias 8 e 9 de novembro. A previsão é que 8,2 milhões de pessoas se inscrevam no teste deste ano, um crescimento de 13,8% em relação aos 7,2 milhões do ano passado. O exame será aplicado em 1,6 mil cidades. Para se preparar, o aluno pode acessar o aplicativo Questões Enem, um banco de questões da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que reúne as provas de 2009 a 2013. O acesso é gratuito.
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Luzes de alerta estão piscando com intensidade nos escritores políticos de Iris Rezende (PMDB), Júnior Friboi (PMDB), Vanderlan Cardoso (PSB) e Antônio Gomide (PT). Há um comentário generalizado de que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), está “descolando” no momento mais perigoso — a quatro meses das eleições. Este é o momento da “afirmação” dos candidatos. Mais: o tucano-chefe estaria se firmando como o “gestor que faz”, que une prática e teoria e que não perde tempo com discursos. Os mais assustados com o “descolamento” de Marconi Perillo são peemedebistas. Eles admitem que a crise gerada pela indefinição do nome do candidato a governador — Iris Rezende e Júnior Friboi dialogam, se tratam bem, mas não chegam a um acordo — está favorecendo o tucano e prejudicando o PMDB. A expectativa de poder está, neste momento, inteiramente com Marconi. Peemedebistas mais articulados sugerem que as oposições estão fazendo oposição a si mesmas, não a Marconi — que está, na opinião deles, “livre, leve e soldo”. Chegam a admitir que o espaço político está “ocupado” pelo governador, como se as oposições fossem uma ausência quase absoluta.
Há poucos dias, o principal líder do PMDB de Goiás, Iris Rezende, supostamente desistiu da pré-candidatura a governador do Estado. Porém, logo em seguida, pressionado por dezenas de aliados, recolocou-se, não como pré-candidato, e sim como uma espécie de candidato do PMDB “ético” e historicamente “relevante”. Por mais que se encontre com Júnior Friboi, o pré-candidato oficial do partido a governador, Iris não diz que não será candidato. Sugere apenas, contra a expectativa de Friboi, que não pretende ser candidato a senador. Ante a indecisão do PMDB, que praticamente volta a ter dois pré-candidatos a governador, os dirigentes de institutos de pesquisa tendem a recolocar o nome de Iris Rezende nas papeletas estimuladas, quer dizer, nas pesquisas de intenção de voto. No peemedebismo há quem defenda que é a única forma de recolocar o partido na disputa. Alega-se que, diante da falta de um candidato competitivo, o governador Marconi Perillo está “crescendo” e, assim, “descolando”.
Num ato preparatório para a formatação de um bloco de apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB) a presidente da República, realizado na quarta-feira, 21, na sede do PPS, em Goiânia, o presidente do PMDB metropolitano, vereador Mizair Lemes, disse que o partido poderá não apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff. O peemedebista alega que o PMDB apoiou Paulo Garcia (PT) para prefeito de Goiânia e Antônio Gomide (PT) para prefeito de Anápolis, mas, quando solicita, não recebe reciprocidade devida. Portanto, embora não esteja definido, é possível que o PMDB de Goiás troque Dilma Rousseff por Eduardo Campos. Mizair Lemes é um dos defensores da candidatura de Iris Rezende a governador.
Sem poderes investigatórios amplos, a comissão não obteve conclusões e faz recomendações à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras no Senado, que também investiga irregularidades na estatal
O vice-governador José Eliton (PP) disse ao Jornal Opção que vai apoiar a reeleição do governador Marconi Perillo e que não há qualquer possibilidade de rompimento. O presidente do PP frisou que estará ao lado do tucano-chefe em quaisquer circunstâncias. Ex-aliado de Ronaldo Caiado, José Eliton diz que não é “traidor” (“não” fica pulando de galho em galho) e que, ao contrário de outros políticos, não fica aparecendo em fotografias de outros pré-candidatos. É uma referência ao presidente do DEM, que manteve encontros com Vanderlan Cardoso (PSB), Iris Rezende (PMDB) e Júnior Friboi (PMDB), Armando Vergílio (Solidariedade) e, mesmo assim, estaria tentando se aproximar do governador Marconi Perillo. Se Caiado compor com Marconi, como candidato a senador, há a possibilidade de Vilmar Rocha (PSD) ser deslocado para a vice e aí José Eliton sairia da chapa majoritária. No entanto, José Eliton aposta que será mantido na chapa, ao lado de Marconi e Vilmar. O tucano-chefe já frisou, mais de uma vez, que a chapa majoritária está praticamente montada e não descartou José Eliton nenhuma vez.
Além de criticar a precariedade do transporte coletivo, o protesto também ocorreu em apoio à greve dos motoristas
Pinheiro Salles é um jornalista do primeiro time, um polemista nato e um homem de integridade rara. Quem escarafuncha sua história, em busca do indivíduo integral, fica surpreso: trata-se quase de um monge, mas nunca um santo (o que ele não quer ser, lógico, sabendo que os homens são pródigos em contradições). Na quarta-feira, 21, às 19 horas, no Auditório Costa Lima, da Assembleia Legislativa de Goiás, ele lança o livro “Ninguém Pode se Calar”.
Mais do que pura transcrição do depoimento de Pinheiro Salles à Comissão da Verdade, em Brasília, é um poderoso libelo em defesa da liberdade e da democracia e contra a ditadura instalada no país em 1964. Preso político, barbaramente torturado, o jornalista nunca se dobrou. Mais do que um Pinheiro, é uma rocha. Ele mora em Goiânia e leva uma vida espartana.
Advogado do vice-governador alega confusão por parte da Procuradoria Regional em Goiás
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Foto: Reprodução/Facebook[/caption]
Os baldyanos acreditam que o empresário Alexandre Baldy deve receber entre 40 e 50 mil votos em Anápolis, município onde está vai organizar uma estrutura ampla. Mas o jovem político, com pouco mais de 30 anos, precisava de algo mais: uma espécie de amuleto, pois vai de mais votos em outras cidades. Pensou, pensou, pensou e lembrou-se de Ruimar Ferreira.
Ruimar Ferreira, o príncipe dos cabeleireiros do Centro-Oeste, dirigente do Principado New Star, na Praça Tamandaré, em Goiânia, é tido como o “aristocrata da sorte”. Políticos que cortam cabelo com o profissional da tesoura — que prefere ser chamado de barbeiro a cabeleireiro — raramente perdem eleições. Isto é o que reza a lenda. Talvez até a realidade (ah, sim, uns dois ou três perderam, mas num universo de 200). Baldy, nesta semana, não pensou duas vezes e disse para os baldyanos: “Preciso cortar meu cabelo com o Ruimar”. E foi. Consta que seus índices, mesmo em Anápolis, onde já estava bem, melhoraram. Ele é pré-candidato a deputado federal — apontado como imbatível.


