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Garotinho tem 21% de apoio para voltar a governar o Rio de Janeiro. Foto: Renato Araújo[/caption]
A pesquisa do Ibope no Rio é simpática à reeleição da presidente Dilma no terceiro colégio eleitoral. Teoricamente, os quatro principais candidatos a governador fecham com a reeleição dela. Mas, certos mesmo, são os dois que lideram. Na ponta, Anthony Garotinho (PR) tem 21% de apoio para voltar a governar. Depois, Marcelo Crivella (PRB), com 16%.
A seguir, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ostenta 15% de apoio para se reeleger. Em quarto lugar, Lindbergh Farias (PT) exibe 11% das preferências. Na realidade as bases peemedebistas estão rachadas pelo apoio de um grupo ao presidenciável Aécio Neves (PSDB), enquanto o próprio candidato petista reclama da falta de apoio de Dilma.
No Estado, o Ibope atribui a liderança presidencial a Dilma com 35%. Aécio recebe 15% das preferências de voto. Eduardo Campos (PSB) conquistou 5 pontos na pesquisa. É certa a realização do segundo turno de votação para governador, mas não é segura a previsão do nome que concorreria contra o favorito Garotinho.
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Petista Fernando Pimentel lidera a sucessão no Estado de Minas Gerais. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr[/caption]
No segundo maior colégio eleitoral, Minas, os números da pesquisa do Ibope oferecem ao PSB do presidenciável Eduardo Campos a oportunidade de ser decisivo, com a Rede da vice-presidenciável Marina Silva, no segundo turno para governador. Logo eles, Campos e Marina, que eram os menos pretensiosos quanto à eleição ao governo mineiro.
A dupla desejava não mais do que ter um palanque mineiro à disposição da chapa presidencial do PSB-Rede para marcar presença no Estado. Ocupar o território com candidato próprio, que poderia ser o ambientalista Apolo Heringer, como desejava Marina para colocar holofote sobre um militante da Rede, o partido que gorou no Tribunal Superior Eleitoral. No fim, ficaram com o ex-deputado Tarcísio Delgado.
Agora veio a pesquisa e colocou na liderança Fernando Pimentel (PT), velho amigo da presidente Dilma, com 25% da preferência dos eleitores. A seguir, o tucano Pimenta da Veiga, que representa o presidenciável e ex-governador Aécio Neves, como opção de 21% dos mineiros. Entre os dois favoritos, há um equilíbrio.
Aí, surgiu a incógnita Tarcísio Delgado (PSB). Abaixo deles, em terceiro, com 3% de apoio. Ele que entrou na disputa apenas para garantir o palanque, cedeu-se ao apelo de Campos e de seu próprio filho Júlio Delgado, deputado pelo PSB deles. Agora, todos eles podem decidir a eleição mineira em conjunto com a sucessão presidencial.
A incógnita está na tendência do PSB-Rede quanto aos dois segundos turnos, o de Minas e o presidencial. Campos fez história com o PT de Lula, de quem foi ministro da Ciência e Tecnologia. Depois se afastou do governo para ter vida própria com o PSB. Aproximou-se de Aécio Neves numa inclinação de ambos a aliança no segundo turno federal.
Veio Marina, levou a Rede, aliou-se a Campos e impôs a distância deles a Aécio. A inclinação anterior de Campos era apoiar o PSDB na disputa pelo governo de Minas. Mas Marina insistia na candidatura de Apolo Heringer, sem experiência eleitoral. Então se chegou a Tarcísio Delgado, deputado da antiga ala autêntica do MDB.
O movimento das contradições entre Campos e Marina sugere que, na negociação do segundo turno, eles podem assumir qualquer posição. Tanto apoiar Dilma ou Aécio quanto ter apoio do tucano se ele não chegar lá.
Na opção entre Pimentel e Pimenta, a decisão deve ser uma cláusula do acordo maior, o presidencial. Segundo o Ibope, Aécio tem 41% dos votos em Minas. Dilma, 31. Campos, 5 pontos.
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Tucano Geraldo Alckmim: pesquisas dão sua vitória no 1º turno em S. Paulo. Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil[/caption]
A mais nova pesquisa do Ibope confirma que a reeleição de Dilma Rousseff ficará mais fácil se a presidente conseguir se colar ao mesmo tempo a dois candidatos ao governo paulista, Paulo Skaf (PMDB) e Alexandre Padilha (PT). Lula ficaria feliz com a possibilidade de levar um os dois governistas ao segundo turno contra a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin.
Há duas semanas, a pesquisa do Datafolha atribuiu a Alckmin a preferência de mais da metade dos eleitores paulistas, 54%. Agora, veio o Ibope e reduziu a opção pelo tucano à metade exata, 50 pontos. A cotação de Skaf também foi desvalorizada: desceu de 16% no Datafolha para 11 no Ibope. Padilha cresceu de 4% no Datafolha para 5 no Ibope.
Nas duas pesquisas, Alckmin seria reeleito em primeiro turno, mas o Ibope ofereceu, na hora certa, um estímulo ao PT-PMDB para trazer Skaf à companhia de Dilma. Se o peemedebista rebelde, em linha de queda ibopiana, se juntar ao PT, teria mais chance de um duelo em segundo turno contra o também decadente Alckmin — ou Padilha em ascensão.
O momento da recomposição entre candidatos teria de ser este, a dois meses do primeiro turno. Para os petistas, está passando da hora de Dilma conquistar Skaf para, pelo menos, reduzir a rejeição que recebe em São Paulo.
A diminuição viria com o apoio de eleitores e empresários que hoje estão com o peemedebista. Os amigos continuariam com Skaf apesar de Dilma ao lado do governadoriável? O Ibope atribuiu 30% dos votos no Estado a Dilma, 25 a Aécio e 6 pontos a Eduardo Campos (PSB).
O vice-presidente Michel Temer distribuiu a amigos uma versão severa sobre uma conversa que manteve, por telefone, no começo da semana, com o candidato do PMDB ao governo paulista, empresário Paulo Skaf, O vice teria exigido que Skaf fizesse campanha ao lado de Dilma no Estado. Do contrário, não se justificaria o partido ter Temer na chapa presidencial do PT. Na primeira parte, a ordem de Temer seria uma tentativa de obter tudo do empresário, ou seja, a dominação pelo vice. No outro capítulo, o nada: Skaf acata o chefe ou devolve ao PMDB a candidatura a govenador. Seria um ultimato no sentido do dá ou desce, mas como funcionaria isso? Com toda a experiência de empresário bem sucedido em São Paulo, Skaf se renderia na política? O questionamento começa por Temer. Ele possui autoridade para dar ordem sumária ao PMDB, mesmo que seja o de seu Estado, São Paulo? Uma das razões de sua volta à presidência do partido não foram negócios eleitorais que comandantes petistas no Nordeste começaram a fechar no mercado paralelo com o PT? Além do mais, Skaf, vai sair no grito se tem nas costas dez anos como presidente da poderosa Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo? E se Skaf se retirar da disputa, quem o PMDB colocará na vaga em condições de somar seus votos ao do petista Alexandre Padilha e provocar um segundo turno em que um deles concorreria contra a reeleição do tucano Geraldo Alckmin? A importação de Skaf, vindo das indústrias, por si é uma prova da carência de lideranças do PMDB em São Paulo. Se o partido ainda tivesse poder no Estado, o candidato a governador seria Michel Temer, que no Palácio dos Bandeirantes estaria mais bem servido do que no Palácio do Jaburu, onde dorme em Brasília o vice-presidente da República. A penúria de lideranças no PMDB paulista explica porque o partido não disputa o governo do Estado desde 2002, quando concorreu com o deputado e pastor evangélico Lamartine Posella, a quem restou o quinto lugar. O último peemedebista a governar foi Luiz Antonio Fleury, que se retirou do mandato em janeiro de 1995. O candidato do partido à vaga de Fleury, em 1994, era Barros Munhoz, que ficou em quarto lugar. O governador eleito foi Mário Covas, que inaugurou os 20 anos de domínio do PSDB sobre o Palácio dos Bandeirantes. Em 1998, Orestes Quércia (PMDB) tentou a volta ao governo paulista depois de quatro anos, mas ficou em quinto. Covas foi reeleito. Desde que Fleury saiu, há 20 anos, a melhor chance para o PMDB é agora, com a possibilidade de Paulo Skaf estar no segundo turno. Ele contraria Michel Temer e se recusa a ser o segundo candidato do Planalto, além de Padilha (PT) porque, em seu espírito empresarial, tem noção de que não será governador sem superar o tucano Alckmin e o petista Padilha.
Não teria sentido a presidente Dilma Rousseff pensar em medidas pessoais contra o Santander por causa da crítica à deterioração econômica. Até porque, quando se trata de presidente da República, não há como separar a pessoa física da jurídica. Ainda mais a partir de um episódio cercado por tanto simbolismo institucional. Em consequência, a via de resposta teria o mesmo circuito institucional. Há também o fato de que a crítica não se dirigiu ao comportamento pessoal de Dilma, mas a política de governo que prejudica o desempenho econômico. Como empresa a quem os correntistas confiam depósitos e investimentos, cabe ao banco retribuir com orientações de mercado. A circunstância de campanha eleitoral tende a aguçar e não a suavizar a análise. A crítica à condução econômica veio numa espécie de prestação de contas que o Santander distribuiu a 40 mil correntistas com mais de R$ 10 mil de renda mensal. Trata-se de uma análise do ambiente que envolve variáveis políticas à disposição de investidores e governo na definição de negócios e políticas. Convém que se conheçam também as pessoas que captam investimentos. Os espanhóis que comandam o Santander são atrevidos com propensões dominadoras sobre os clientes. Se com o correntista é assim, imagine-se como será com a engrenagem do pessoal interno, de onde viria aquela crítica econômica. O cliente mal atendido pode ir ao Procon, e o funcionário? A chefia suprema do Santander insinua que demitiu uma analista. Mas será que demitiu mesmo? Naquela estrutura de dominação, a subalterna ousaria criticar o governo brasileiro? Ainda mais que as coisas na Espanha vão mal e renderam apenas 7% do lucro do banco no ano passado, o que aumentou mais a dependência ao Brasil, de onde vieram 27% da renda. Os concorrentes, possivelmente, são os que melhor conhecem o modo de atuação do Santander num mercado agressivo. Eles se assustaram com a reação de Dilma e perguntam a si mesmo se precisam ter mais cautela na divulgação de suas orientações a investidores. A boca miúda, como se dizia antigamente, teme-se que o governo intervenha mais e policie as análises financeiras.
Dilma transformou em desafio um recado do Banco Santander a correntistas, enquanto Michel Temer caminha para um impasse com o PMDB de São Paulo
A disputa entre Marconi Perillo e Iris Rezende está apertada até no que diz respeito a espaços geográficos. Estão no encalço um do outro. Onde o peemedebista vai, o tucano logo chega, às vezes, com poucas horas de diferença. E vice-versa. Foi assim no templo do Edir Macedo, em São Paulo, e em Anápolis na semana passada.
Para a surpresa dos parentes, ela estaria dando razão aos argumentos e o romance pode mesmo estar chegando ao fim
Suspeita foi filmada por câmeras de segurança do município. Veículo em que ela estava estaria plotado com imagens de Vanderlan Cardoso (PSB)
Conforme o pedido do PT, Aécio usou dois aeroportos irregulares nos municípios de Cláudio e Montezuma, em Minas Gerais
A paciente procurou a unidade de saúde logo após retornar de uma viagem a Moçambique, na África
Líder peemedebista esteve na cidade para participar de lançamento de candidaturas de políticos locais. Em discurso, ele ainda prometeu investimentos, caso eleito
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Candidatos ao governo estadual cumprem agenda nesse sábado | Fotos: Reprodução e Jornal Opção[/caption]
Alexandre Magalhães (PSDC)
Visita a lideranças de Aparecida de Goiânia
Antônio Gomide (PT)
10h - Lançamento da candidatura de Olavo Noleto à deputado federal. Local: Master Hall - Bairro Santo Antônio, em Goiânia;
15h: Caminhada em Águas Lindas, com concentração na entrada do Jardim Brasília.
Iris Rezende (PMDB)
08h30: Reunião com promotores, gerentes e equipe administrativa da empresa Fokus, no Polo Empresarial de Aparecida de Goiânia;
10h: Lançamento da candidatura a deputado estadual de Nélio Fortunato, no Espaço Atenas, em Trindade;
14h30: Lançamento da candidatura a deputado estadual de Dr. Aldemir, em Planaltina de Goiás.
Marconi Perillo (PSDB):
8h30 - Reunião política
Local: Salão Paroquial. (Rua 2, no Centro - Bonfinópolis);
10h00 - Reunião política
Local: Rua Minas Gerais com a Rua Joaquim Bonifácio, Centro - Leopoldo de Bulhões);
11h30 - Reunião política
Local: Praça Igreja Igreja do Bonfim, Centro - Silvânia);
13h00 - Reunião política
Local: Rua Dom José Quinam - Centro (ao lado do Bar do Lezi) - Vianópolis;
14h30 - Reunião política
Local: Rua do Lazer, Centro - Orizona;
19h00 - 36º Encontro de Oração da Renovação Carismática Católica de Goiás
Local: Ginásio Rio Vermelho - Goiânia;
20h00 - Reunião política
Local: Espaço D'Jorge (Avenida Nazareth, quadra 150, Chácara 47, Jardim Guanabara I - Goiânia);
22h00 - Encontro com jovens da Igreja Assembleia de Deus
Local: Tatersal de Elite.
Vanderlan Cardoso (PSB):
8h - Curriata em Cidade Ocidental. Concentração: Na entrada da cidade, próximo a Câmara Municipal;
11h - Curriata no Jardim Ingá em Luziânia. Concentração: Na entrada principal do Jd. Ingá, junto a BR 040;
16h - Retorno à Goiânia/Agenda Social.
Weslei Garcia (PSol)
19h - Reunião com integrantes da Associação Municipal dos Servidores do Novo Gama, em Novo Gama
Marta Jane (PCB) ainda não havia divulgado agenda até esta publicação
A decisão foi tomada por unanimidade pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) na tarde desta sexta-feira (1º/8) em reforma a sentença proferida pelo juízo da comarca de Hidrolândia
Uso do pesticida em local inadequado afetou crianças que frequentavam aulas em escola da zona rural da cidade. Relator não considerou provas apresentadas pela Aerotex

