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Prefeito de Catalão diz que faz questão de permanecer na legenda

O prefeito de Catalão, Adib Elias, garantiu que o presidente do MDB em Goiás, o ex-deputado Daniel Vilela, vai expulsar os apoiadores do governador Ronaldo Caiado (DEM) do partido a partir do próximo dia 26 de fevereiro.
"Ele [Daniel] vai expulsar! Dia 26 tem uma reunião para expulsar uma parte [dos caiadistas] e outro dia expulsar outra parte, me deixando por último", disse.
Questionado se Daniel teria poder para expulsar integrantes, Adib afirmou que sim, pois "ele faz a comissão de ética e expulsa". O prefeito de Catalão disse que faz questão de continuar no MDB e que só sai se for expulso mesmo, porém não confirmou para que legenda iria, caso isso aconteça.
Procurado pelo Jornal Opção, Daniel não quis se manifestar e sua assessoria afirmou que o presidente regional do partido não pode se manifestar sobre o conselho de ética.
O conselho de ética, aliás, que pode vir a expulsar membros de partidos, é montado na própria eleição do diretório e os membros são escolhidos pelo diretório que foi eleito.
Para o senador, caso da votação que precisou ser anulada é preocupante para a democracia

A polêmica na possível fraude da votação que elegeu Davi Alcolumbre (DEM-AP) que já investiga seis parlamentares suspeitos tem ganhando novos capítulos em Brasília. Por isso, o Jornal Opção tem buscado ouvir os senadores goianos. Desta vez, quem se manifestou foi Luiz do Carmo (MDB), que declarou o caso como "inadmissível". Ele diz esperar que os responsáveis sejam encontrados.
O senador Luiz do Carmo afirmou, ainda, que fraudar uma votação em uma Casa tão importante para a democracia é preocupante. “Cada dia que passa sem soluções, mais a credibilidade da Casa e dos parlamentares é afetada, e isso impacta o Poder Legislativo como um todo”, salienta o emedebista.
A confusão aconteceu no dia 2 de fevereiro, após a primeira tentativa de votação. Quando as cédulas foram contabilizadas se constatou que havia 82 cédulas depositadas, uma a mais do que o número de senadores.
Notícia se tornou assunto mais comentado na internet nesta sexta-feira, 15
Um jovem morreu após ser imobilizado de forma brutal por um segurança do hipermercado Extra, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na tarde desta quinta-feira, 14.
Pedro Gonzaga, de 25 anos, teria tentado roubar a arma do segurança, quando foi derrubado por ele em um "mata-leão", mas familiares negaram e disseram que jovem tinha problemas mentais.
O assunto se tornou o mais comentado do dia na internet. A cantora Zélia Duncan, influenciadores e milhares de internautas publicaram mensagens sobre o ocorrido. Confira:
Sobre o caso
O Corpo de Bombeiros informou que o encaminhou, ainda com vida, o jovem para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, após uma parada cardiorrespiratória. Em atendimento, Pedro foi ressuscitado, mas teve outras duas paradas e faleceu às 15h10.
A Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que as testemunhas foram conduzidas a prestar depoimento na 16ª DP (Barra da Tijuca).
O segurança, preso em flagrante, deixou a Delegacia de Homicídios da capital na madrugada desta sexta-feira, 15 depois de pagar fiança. Ele foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
Posicionamento do Extra
Em nota, o supermercado Extra, que pertence ao Grupo Pão de Açúcar, afirmou que repudia atos de violência em suas lojas e que abriu uma investigação interna para apurar o caso. Inicialmente, segundo a empresa, foi constatado que “se tratou de uma reação à tentativa de furto a arma de um dos seguranças da unidade da Barra da Tijuca”. Informou ainda que os seguranças envolvidos foram afastados.
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Votação para a presidência da Casa no início do mês computou 82 votos, sendo que há somente 81 senadores

O senador Jorge Kajuru manteve a posição e defendeu punição rigorosa para quem fraudou a eleição para presidente do Senado na votação que ocorreu no dia 2 de fevereiro quando foram computados 82 votos, sendo que na Casa existem 81 senadores.
“O culpado tem que ter o mandato cassado. O problema é que se não achar o responsável, o Senado é que vai ficar desmoralizado. É um absurdo”, declarou, reforçando que acredita que houve fraude.
Suspeitos
De acordo com a corregedoria do Senado, 6 senadores são suspeitos da possível fraude na eleição que tornou Davi Alcolumbre (DEM-AP). Nomes não foram divulgados.
Além de 11 mil imagens que estão sendo analisadas, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), corregedor da Casa, afirmou que todas os vídeos da votação disponíveis na TV Senado e nas câmeras de segurança foram vistos.
Até o ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi solicitada para que mais análises fossem feitas, desta vez, pela Polícia Federal.
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Proposta de reforma da Previdência será enviada ao Congresso na quarta-feira, 20

O presidente Jair Bolsonaro e a equipe econômica do governo decidiram que a proposta de reforma da Previdência fixará uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e 62 anos para mulheres, com um período de transição de 12 anos. A proposta de reforma do sistema previdenciário será encaminhada ao Congresso na próxima quarta-feira, 20.
As informações são do secretário especial da Previdência, Rogério Marinho, ao final da reunião com o presidente, no Palácio da Alvorada. Foram cerca de duas horas de reunião, com a participação dos ministros da Economia, Paulo Guedes; da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; e da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz.
Marinho disse que a equipe econômica defendeu uma idade mínima de 65 anos para homens e para mulheres. Já o presidente discordava da idade mínima das mulheres: queria 60 anos. Além disso, o tempo de transição desejado pelos economistas era de dez anos, algo também negociado por Bolsonaro, que queria 20 anos de transição. No final, o consenso ficou em 12 anos.
Depois de assinar o texto da reforma, na próxima quarta-feira, Bolsonaro vai fazer um pronunciamento à nação para explicar a necessidade de mudar as regras para aposentadoria no país. “O presidente fará um pronunciamento à nação, explicando de que forma essa nova Previdência vai ser encaminhada ao Congresso para ser discutida. E esperamos que seja aprovada brevemente”, disse Marinho.
O governo calcula que a reforma vai permitir uma economia de R$ 1 trilhão nos próximos dez anos. Por se tratar de uma proposta de emenda constitucional (PEC), a reforma da Previdência precisa ser votada em dois turnos na Câmara e depois no Senado, com apoio de no mínimo dois terços dos deputados e dos senadores em cada votação.

