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Projeto quer assegurar 30% das vagas nas Casas Legislativas a candidaturas masculinas e femininas
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Senador Luiz do Carmo quer presença mínima masculina e feminina nos Parlamentos | Foto: Divulgação[/caption]
Projeto do senador goiano Luiz do Carmo (MDB), apresentado na semana passada em Brasília pretende intercalar as vagas nos Legislativos Municipal, Estadual e Federal para garantir uma presença mínima masculina e feminina no parlamento. De acordo com o texto, a quantidade de vagas serão distribuídas em ímpares para mulheres e pares para homens.
Se o projeto for aprovado, Goiás, por exemplo, ficaria assim: de três senadores, pelo menos uma vaga ficaria com uma mulher, de 17 deputados federais, pelo menos cinco seriam mulheres, de 41 deputados estaduais, no mínimo doze mulheres, e assim por diante.
De acordo com o senador, a reserva funciona para ambos os gêneros e não prioriza nenhum. “A matemática funcionaria assim: após garantidos os 30% de mulheres e 30% de homens (todos eleitos a partir da quantidade de votos), os outros 40% serão definidos e ordenados sem distinção de gênero. Ou seja, essa ‘cota’ é para homens e mulheres, com o intuito exclusivo de tornar o parlamento um reflexo mais real da sociedade” argumenta.
Luiz do Carmo afirma isso transformaria completamente a estrutura masculina da política e daria aquele impulso que falta para que as candidaturas femininas sejam levadas a sério pelos partidos e as mulheres se sintam incentivadas a entrar no meio.
"Em um cenário de declínio generalizado da representatividade do parlamento, a aprovação desse projeto traria uma transformação profunda na estrutura política do Brasil”, esclarece o senador.
A justificativa do projeto conta que a participação feminina na composição dos legislativos nacionais, estaduais e municipais é, historicamente, muito baixa no Brasil, pareada com países como o Líbano, Nigéria e a Costa do Marfim.
Falta representatividade
Em Goiás, apenas 5% das cadeiras da Assembleia Legislativa são ocupadas por mulheres: Lêda Borges (PSDB) e Adriana Accorsi (PT). Dos 246 municípios, 71 não tem representação feminina em sua Câmara Municipal. Dos 20 representantes goianos no Congresso Nacional, apenas duas são mulheres: Flávia Morais (PDT) e Magda Mofatto (PR).
Numa jornada infindável de cidade em cidade que percorreu três mil quilômetros em duas semanas, o deputado busca apoio político para comandar o Partido Verde estadual
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Deputado visitou 30 cidades em duas semanas para buscar novas filiações ao Partido Verde | Foto: Divulgação[/caption]
O deputado estadual Eduardo Prado quer assumir a presidência do Partido Verde em Goiás. Há pouco tempo conversou com o presidente nacional do partido, José Luiz Penna, e o presidente do PV no Distrito Federal, Eduardo Brandão, para demonstrar esse desejo e pedir respaldo para reformular a sigla em território goiano.
Nas duas últimas semanas, o parlamentar visitou 30 cidades num raio de três mil quilômetros em busca de novas filiações e não deixou de ouvir demandas dos filiados. Segundo Prado, as viagens continuarão até o objetivo ser alcançado.
Na lista já tem anotado quatro prefeitos e 50 vereadores com pretensão de se filiarem ao PV, caso o deputado assuma a liderança da legenda. E 11 candidatos a prefeito também estão na espera por mudanças no comando.
"Recebo dezenas de ligações diariamente e tenho certeza que podemos fazer do PV um dos partidos mais fortes de Goiás", relata Prado.
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Prado participou de reuniões no interior para buscar apoio político | Foto: Divulgação[/caption]
O parlamentar diz contar com apoio do atual presidente do partido, Eduardo Zaratz, que atualmente é Secretário de Desenvolvimento Social no Governo do Distrito Federal.
Prado reforça que tem credenciais para assumir o cargo: foi o vereador e deputado estadual mais votado da história do PV. Seu nome é cogitado para disputar a Prefeitura de Goiânia em 2020 e recentemente foi eleito, pelo segundo ano consecutivo, como melhor vereador, em 2018, pela eleição do Clube de Repórteres Políticos de Goiás.
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Uma doença progressiva e silenciosa no início, mas que é capaz de comprometer o comportamento e as vivências simples do dia a dia

“No início era apenas uma repetição de palavras, depois vieram os esquecimentos, como datas de aniversário e chaves de casa. Posteriormente, a situação se agravara, já não se lembrava dos familiares nem de como executar tarefas simples do dia a dia”. Este é um relato comum de pessoas que têm casos de Alzheimer na família.
O Alzheimer é uma doença degenerativa cerebral primária, que acomete em sua grande maioria os idosos. Sua etiologia ainda é desconhecida e caracteriza-se pela perda de memória e por distúrbios cognitivos causados pela lenta e progressiva destruição das células cerebrais. Os sintomas e os efeitos desta patologia foram descritos pela primeira vez em 1907 pelo psiquiatra e neuropatologista Aloïs Alzheimer, o qual publicou o caso de um paciente que perdeu suas faculdades mentais de forma gradativa em quatro anos.
Tendo como principal fator de risco a idade, o Alzheimer está inserido no grupo de demências que podem acometer indivíduos com idade mais avançada. Nas últimas décadas, a expectativa de vida no Brasil elevou-se drasticamente em virtude do aumento da expectativa de vida, diminuição da mortalidade infantil, melhorias na qualidade de vida, entre outros fatores. Assim, não só o Brasil, mas vários outros países no mundo, principalmente os desenvolvidos, enfrentam um aumento da população idosa, acompanhado de um alargamento do número de casos de doenças neurodegenerativas e demências.
Sob o aspecto neurológico, o mal de Alzheimer, nome pelo qual a doença é conhecida, tem como característica um grande número de placas senis e novelos neurofibilares. Bioquimicamente, existe o acúmulo da proteína b-amilóide nas placas senis e da microtubulina tau nos novelos neurofibrilares. Estas alterações podem ser dectadas em idosos sadios, de forma menos intensa, entretanto. A evolução da doença pode ocorrer entre cinco e dez anos desde o aparecimento dos primeiros sintomas.
A pessoa que começa a apresentar sinais de Alzheimer, a princípio, suspeita que algo esteja-lhe acontecendo, pois tem consciência de seus erros e da perda de memória recente. Com o passar do tempo, os sintomas vão se agravando e a perda de memória vai dando espaço a mudanças de comportamento. Episódios de alteração de humor começam a ser cada vez mais frequentes, como quando a pessoa não se recorda do que acaba de comer, por exemplo.
À medida que a doença vai se desenvolvendo, o enfermo começa a perder a coordenação dos gestos, seus movimentos tornam-se lentos e, gradativamente, vai perdendo também, a memória dos acontecimentos passados. É comum, por exemplo, a pessoa com Alzheimer não reconhecer o próprio cônjuge e filhos.
A doença de Alzheimer até hoje não possui cura nem mesmo um tratamento capaz de minimizar seu desenvolvimento, entretanto, estão sendo estudados alguns medicamentos que podem aliviar os sintomas a fim de melhorar o prognóstico do enfermo, que tem sua expectativa de vida reduzida à terceira parte.
Os elevados gastos socioeconômicos ocasionados pelo aumento dos casos de demência é uma preocupação mundial. Governos e instituições públicas sentem cada dia mais, a necessidade de investimento em pesquisas que auxiliem o diagnóstico e tratamento das pessoas com acometidas por esse mal.
No Brasil, existem grupos de apoio para pessoas que tem casos de Alzheimer na família, como é o caso da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), que proporciona aprendizagem e troca de experiências entre familiares e cuidadores de idosos. Seu objetivo é proporcionar estratégias para superar as dificuldades impostas pela doença e desenvolver novas formas de lidar com a nova rotina familiar.
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