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Toffoli derruba censura contra especial do Porta dos Fundos

A Netflix argumentou, no pedido ao STF, que a decisão do TJ do Rio de Janeiro “tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos" [caption id="attachment_30676" align="alignnone" width="620"] Presidente do STF Dias Toffoli | Foto: Nelson Jr. / Supremo Tribunal Federal[/caption] O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),  Dias Toffoli, derrubou, nesta quinta-feira, 9, a censura ao especial de Natal da produtora Porta dos Fundos. O ministro acolheu o pedido da Netflix e derrubou a decisão do desembargador Benedicto Abicair, da 6.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Na decisão de 2ª instância, o desembargador argumentou que a retirada do filme da plataforma de streaming serviria para "acalmar os ânimos". O programa humorístico retrata Jesus como homossexual, o que provocou a ira de religiosos e conservadores. A produtora do Porta do Fundos chegou a ser atacada com dois coquetéis molotovs. A Netflix argumentou, no pedido ao STF, que a decisão do TJ do Rio de Janeiro “tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos: silencia por meio do medo e da intimidação”. A empresa de streaming ainda reforçou que o filme possui classificação indicativa para maiores de 18 anos e é “indexado como sátira, comédia e humor ácido”.

Ex-presidente do extinto Banco do Estado de Goiás (BEG) é preso na BR-060

Ele foi detido em abordagem da Polícia Rodoviária Federal [caption id="attachment_230353" align="alignnone" width="620"] Fachada do antigo Banco do Estado de Goiás | Reprodução[/caption] O ex-presidente do extinto Banco do Estado de Goiás (BEG), Aires Neto Campos Ferreira, foi preso na tarde desta quinta-feira, 9, na BR-060. Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto, expedido pela vara de execuções de Rio Verde. Ao ser abordado em seu veículo e conferida sua documentação, os policiais verificaram a existência do mandado, pelo crime do “colarinho branco”. Acompanhado de seu advogado, foi encaminhado à Delegacia de Capturas de Aparecida de Goiânia. Ele já havia sido detido em 2011, em Rio Verde, condenado a quase 10 anos por crimes financeiros cometidos quando esteve à frente do banco. [video width="640" height="352" mp4="https://jornalopcao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Video-2020-01-09-at-6.11.12-PM.mp4"][/video]

Nasce primeiro filho do casal Thammy e Andressa Miranda

Bento é fruto de uma fertilização realizada nos Estados Unidos. Ele nasceu com nasceu com 4 quilos e 53 cm

Proprietário de barragem que rompeu em Pontalina é multado em R$ 100 mil

Segundo a Semad, outras multas deverão ser aplicadas logo que a situação se estabilize e a força-tarefa avalie com precisão a extensão dos danos ambientais

Irã nega ter derrubado avião ucraniano que deixou 176 mortos

Nota do Teerã é resposta às suspeitas dos EUA, que apontam que possível sistema antimíssil teria abatido aeronave acidentalmente

Polícia fecha fábrica de marcas de roupas falsificadas

Suspeito fabricava há pelo menos um mês brasões e insígnias que imitavam as marcas de roupas famosas

[caption id="attachment_230328" align="alignnone" width="620"] Polícia científica esteve no local para produção de laudo | Foto: Eduardo Pinheiro / Jornal Opção[/caption]
Um homem foi preso na tarde desta quinta-feira, 9, suspeito de falsificação de aviamento para roupas de marca. Ele produzia o material em um galpão alugado na Avenida Rezende, no Bairro São Francisco, em Goiânia. A prisão aconteceu após investigação conjunta do 15° Distrito Policial com a Delegacia do Consumidor (Decon), que constatou que o suspeito tinha uma fábrica para falsificação de brasões e insígnias de marcas de roupas famosas. O suspeito atuava no local há pelo menos 30 dias. Ele utilizava 10 máquinas, com as formas, para prensagem e fabricação dos brasões e insígnias que emulavam as marcas famosas. Além do maquinário, a polícia apreendeu documentos com anotações indicativas da quantidade e marcas a serem copiadas. A fábrica contava com três funcionários, que não estavam no local no momento da prisão. Eles devem ser ouvidos pela polícia. De acordo com o delegado titular da Decon, Gylson Ferreira, o suspeito venderia o material, sob encomenda, para falsificação de roupas. Ele, no entanto, alegou à polícia que não tinha clientes e que apenas estava "testando" a fabricação.
[video width="640" height="352" mp4="https://jornalopcao.com.br/wp-content/uploads/2020/01/WhatsApp-Video-2020-01-09-at-5.44.25-PM.mp4"][/video]

Netflix apela pela manutenção do especial de Natal do Porta dos Fundos no STF

Plataforma alega que liminar vai de encontro às decisões proferidas anteriormente e que é inconstitucional restringir a liberdade de expressão, de criação e desenvolvimento artístico

Lei que institui carteira nacional do autista é sancionada

Documento, que terá expedição gratuita, será utilizado como uma ferramenta para garantir acesso prioritário à serviços públicos e privados

Empresas ligadas à Fecomércio estão isentas de taxas cobradas por Licença Localização e Funcionamento

Pedido de tutela foi deferido para determinar que município se abstenha de exigir pagamento  enquanto processo estiver sub judice. Entenda 

Escolas estaduais passam por processo de fusão e quantidade de vagas é mantida

Secretária de Estado da Educação afirma qeu o objetivo é otimizar recursos e melhorar a qualidade do ensino. "Nenhuma criança ficará sem vaga", garante

Supremo revê liminar que suspende redução do DPVAT

De acordo com seguradora Líder, quem pagou valores referentes à 2019 será ressarcido

Rainha Elizabeth II se pronuncia sobre afastamento de Meghan e Harry da vida real

"São questões complicadas, que levarão tempo para serem resolvidas" disse texto feito pela secretaria de comunicação

Caixa com 15 cobras e 30 sapos é encontrada na Rodoviária de Goiânia

Animais foram encaminhados para Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) e suspeitos responderão por tráfico de animais 

Brincadeira: Bolsonaro diz que filha Laura será candidata em 2040

Questionado sobre Fórum Econômico de Davos, presidente disse que perguntas deveriam ser direcionadas à menina de 9 anos

Operações contra corrupção devem recuperar R$750 milhões para os cofres públicos até 2022

Ações realizadas pela polícia com apoio do Governo do Estado desarticulam quadrilhas e recuperam milhões para os cofres públicos [caption id="attachment_230254" align="alignnone" width="630"] Dinheiro recuperado em desarticulação de grupos criminosos que atuavam em órgãos do Estado pela Polícia Civil[/caption] Uma ação iniciada em 2019 a mando do governador Ronaldo Caiado (DEM) à Secretaria de Segurança Pública está em fase de recuperação de R$253,9 milhões desviados dos cofres públicos ou obtidos de forma fraudulenta nos últimos anos. A operação pretende combater casos de corrupção no Estado de Goiás. Até 2022, está prevista a recuperação de R$750 milhões. A polícia do Estado trabalha na desarticulação de quadrilhas envolvidas com corrupção e lavagem de dinheiro. Do dinheiro, R$158,5 milhões são objeto de ressarcimentos, retenção de pagamentos, suspensão e anulação de contratos, bem como renegociações. A Operação Cegueira Deliberada sequestrouR$ 44 milhões por fraudes em licitação e desvio de recursos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), ocorridos entre 2015 e 2019. Na Operação Metástase foi investigada a associação criminosa que ligava o Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado (Ipasgo) e o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (Ingoh). Neste caso, a Justiça bloqueou R$50,5 milhões, desviados do Ipasgo, entre 2013 e 2018. Mandados de busca e apreensão contra 19 alvos ajudaram na apreensão de uma aeronave, carros de luxo e obras de arte. Havia diversos meios de desvios de dinheiro, conforme a investigação, inclusive superfaturamentos e tratamentos quimioterápicos indevidos em pacientes. A Polícia Civil instaurou três inquéritos para apurar mortes de pacientes relacionados a isso. “Se o médico sabe que o remédio não fará efeito e reduzirá a sobrevida do paciente, não é dolo eventual, mas sim direto. Isso é gravíssimo e revoltante. É uma situação que causa indignação a toda a sociedade”, declarou o secretário da SSP, Rodney Miranda. Medicamentos vencidos para quimioterapia também foram apreendidos. O esquema fraudulento no Ipasgo, que existia desde 2011 e só teve fim em 2019, com as investigações, gerou um prejuízo de R$500 milhões. Com a recuperação do montante das operações no Detran e no Ipasgo, a projeção é recuperar R$750 milhões até 2022.