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Após quatro edições dos Jogos Olímpicos, essa é a primeira vez que o Brasil não irá para a final
Airton Soligo, conhecido como Airton Cascavel terá que comparecer, mas tem o "direito ao silêncio" em questões que possam incriminá-lo
Defesa não irá recorrer já que o tucano continua elegível e não precisará cumprir pena de um ano e oito meses de reclusão
Pela quarta vez consecutiva, a taxa básica de juros da economia irá aumentar
Anderson Torres participou da live do presidente que foi marcada por ataques às urnas eletrônicas e aos ministros da Corte
De acordo com o MPF, o ensino totalmente remoto não mais se justificará com o avanço da vacinação
O projeto é de autoria do senador Jorge Kajuru
Decisão de Moraes atende a pedido unânime de ministros do TSE. Apuração levará em conta acusações sem provas do presidente às urnas e ao sistema eleitoral brasileiro.
Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, afirma que quantidade de doses do imunizante contra a covid-19 enviadas aos Estados é suficiente para vacinar todos os professores da educação básica
A CBF ainda poderá apresentar seu posicionamento
nesse período de pré-campanha, cinco advogados já colocaram o nome à disposição para concorrer o pleito: Júlio Meireles, Pedro Paulo Medeiros, Rafael Lara, Rodolfo Otávio e Valentina Jungmann.
Após vencer a Rússia por 3 sets a 1, brasileiras enfrentarão Coreia do Sul na próxima sexta-feira (6) por vaga na final

A seleção brasileira feminina de vôlei garantiu vaga nas semifinais das Olimpíadas de Tóquio ao vencer a Rússia de virada por 3 sets a 1. Na próxima sexta-feira (6), a disputa será contra a Coreia do Sul de olho numa vaga na final.
Apesar de um primeiro set tímido, em que perdeu por 23/25, as brasileiras reagiram e impuseram ritmo à partida. Com parciais de 25/21, 25/19 e 25/22, a vaga na semifinal das Olimpíadas de Tóquio foi garantida.
Sem horário definido, o próximo confronto, contra a Coreia do Sul, será na sexta-feira (6). Se passar, as brasileiras garantiram, além da vaga na final, pelo menos uma medalha: ouro ou prata.
Partido vive guerra interna. Presidente Adilson Barroso teve pedido de nulidade de afastamento negado pelo TJDFT. Decisão configura derrota para filiação de Jair Bolsonaro ao partido

A ala do partido Patriotas que defende a filiação de Bolsonaro teve nova derrota no Judiciário. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) negou o recurso de Adilson Barroso, presidente afastado do partido, para ser declarada a nulidade de seu afastamento.
Adilson Barroso foi afastado no dia 9 de julho sob acusações de manipular o estatuto do partido para facilitar a filiação do presidente da república. Após entrar com ação na 22ª Vara Cível de Brasília, teve negado o pedido de reconhecimento de nulidade do afastamento. O recurso para a segunda instância também não foi deferido.
A defesa de Adilson Barroso alega que seu afastamento fere o estatuto do partido. Diz que houve uma decisão surpresa, sem chances para se defender, pois não participou da convenção que deu o veredito. Ademais, trata a decisão como “golpe político”.
Com a negatória do recurso, o presidente do partido segue afastado. Assim, a filiação de Jair Bolsonaro fica cada vez mais distante.
O projeto foi protocolado nesta semana na Câmara dos Deputados, com mais de 900 artigos que tratam de diversos assuntos, que vai da organização das siglas até crimes eleitorais
Presidente da Câmara dos Deputados não acredita que a proposta ataca direitos adquiridos e que aprovação das matérias estruturantes até novembro é obrigação


