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Arthur Lira, presidente da Câmara, em entrevista coletiva após votação da PEC do voto impresso - Luis Macedo/Câmara dos Deputados[/caption]
Apesar dos 229 votos favoráveis à PEC do voto impresso, a derrota da bandeira bolsonarista no plenário da Câmara dos Deputados, na noite de ontem (10), vai servir para que aliados moderados do presidente Bolsonaro exija dele sensatez.
Em entrevista à GloboNews após a votação, o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), disse esperar que Bolsonaro tenha "bom senso" e respeite a decisão do parlamento.
Lira reforçou que é preciso "baixar a temperatura" e retomar a normalidade nos debates. "Nós trabalhamos para dar um ponto final nessa situação. O esticar das cordas, no meu entender, passou de todos os limites. Temos que trazer para a normalidade", disse.
Nas últimas semanas, Bolsonaro e seu seguidores aumentaram a ofensiva contra o sistema eleitoral brasileiro, acusando, sem provas, que as urnas eletrônicas são suscetíveis à fraudes.
O comportamento do presidente provocou uma série de reações do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal. O TSE chegou a encaminhar queixa-crime contra Bolsonaro e o Supremo incluiu seu nome no inquérito das Fake News.
Com 229 votos favoráveis e 218 contrários, projeto que visava retomar o voto impresso será arquivado por não conseguir os 308 votos a favor que são necessários para que ela fosse aprovada.
Votaram a favor:
Celio Silveira - PSDB
Francisco Junior - PSD
Glaustin da Fokus - PSC
João Campos - Republicanos
José Mario Schreiner - DEM
Magda Mofatto - PL
Major Victor Hugo - PSL
Prof. Alcides - Progressistas
Zacharias Calil - DEM
Votaram contra:
Alcides Rodrigues – Patriota
Elias Vaz - PSB
José Nelto - Podemos
Lucas Vergilio - Solidariedade
Rubens Otoni - PT
Não votaram:
Adriano do Baldy - Progressistas
Flavia Morais - PDT
Votação não conseguiu os 308 votos favoráveis para aprovação
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Proposta também institui mudanças no Código Penal para prever os chamados crimes contra o Estado Democrático de Direito
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Plenário do Senado Federal durante votação na tarde desta terça-feira, 10 - Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado[/caption]
Entre tanques e ameaça de retorno do voto impresso, o Congresso Nacional deu mais um passo hoje (10) para enterrar um instrumento legal que é resquício da ditadura de 1964.
Os senadores aprovaram, em votação simbólica, no início da noite de hoje (10) o texto-base do Projeto de Lei que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN).
O projeto que extingue a atual LSN também institui mudanças no Código Penal para prever os chamados crimes contra o Estado Democrático de Direito
Entre os crimes contra Estado Democrático de Direito estão atentado à soberania, traição, espionagem e tentativa de instituição de golpe de Estado.
O projeto também dá um fim aos chamados “crimes de calúnia” contra o presidente da República.
O tucano vem perdendo espaço no partido desde o seu péssimo desempenho nas últimas eleições
Deputados federais têm relatado um aumento da pressão de lideranças evangélicas para que os parlamentares mudem de posição a favor da PEC do voto impresso. Nos corredores da casa, até meados da tarde de hoje, a bolsa de apostas dava menos de 200 votos para o projeto que tem como principal defensor o presidente Jair Bolsonaro.
Alguns deputados acreditam que esse número de votos favoráveis tende a aumentar, mas ainda não garante a aprovação da PEC, que precisa de 308 votos no plenário.
Presidente da Câmara dos Deputados lembrou que Jair Bolsonaro se comprometeu a aceitar o resultado obtido na votação
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