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Em comparação com os dois primeiros dias do feriado do ano passado, houve também ampliação no número de feridos

Veículo com excesso de lotação cai em ribanceira e deixa várias crianças machucadas, em Uruaçu| Foto: Reprodução/ PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou na manhã deste sábado, 16, um balanço prévio o qual revela que a soma de acidente em rodovias federais que cortam Goiás aumentou neste ano. Segundo a Operação Semana Santa, 11 ocorrências daquela natureza foram registradas nas estradas até agora, com 13 feridos e uma morte. As informações são referentes aos dias 14 e 15 de abril.
Comparado com os dois primeiros dias do feriado de 2021, houve registro de aumento em todos os itens. No ano passado, durante a data da semana santa, a corporação apontou oito acidentes, com sete feridos e nenhuma morte nos dias 1º e 2 de abril.
Em contrapartida, o cálculo de autuações caiu. Neste ano, foram realizadas 1.195 nos dois primeiros dias do feriado, contra 1.633 em 2021. Embora houve essa queda, a soma de pessoas presas subiu de sete para 15.
Segundo a PRF, as principais autuações de 2022 são por ultrapassagem indevida, com 146, pela não utilização do cinto de segurança, com 67, direção sob o efeito de álcool, com 34, uso de celular ao volante, com 17, e o não uso de cadeirinha para crianças, com 10. No total, 4.707 pessoas e 4.212 veículos foram fiscalizados.
Uruaçu
Um desses acidentes ocorreu na tarde desta sexta-feira, 15, na BR-153, em Uruaçu, no Norte goiano. De acordo com a PRF, três adultos e seis crianças ficaram feridas.
Conforme a corporação, o veículo saiu da zona rural de Uruaçu com destino a Campinorte quando o condutor perdeu o controle da direção do carro, colidiu contra o meio fio da rodovia, capotou e caiu numa ribanceira.
Com o impacto, um adulto e uma menina de sete anos tiveram ferimentos graves e os outros ocupantes do veículo sofreram lesões e escoriações diversas, eles foram socorridos e encaminhados por unidades do Corpo de Bombeiros da Concessionária que administra a rodovia para o Hospital Estadual do Centro Norte Goiano em Uruaçu.
Os ocupantes do carro, dois homens e uma mulher com idades entre 30 e 35 anos e seis crianças entre três e dez anos, não usavam cinto de segurança e nem os dispositivos de retenção para os menores.
A PRF informou que, com forte odor etílico no interior do veículo, o motorista se recusou a fazer o teste de etilômetro e foi autuado.
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Comitê de Direitos Humanos da organização enviou documento com uma lista de questões ao governo dele
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Na contramão de todos os presidentes recentes, presidente não considera evento de 1964 um golpe e ignora práticas de tortura no período| Foto: Reprodução/ Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
O Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) enviou uma carta ao governo brasileiro no qual solicita explicações por ameaças à democracia e aos direitos humanos nos últimos três anos. O documento foi revelado pelo colunista Jamil Chade, do portal UOL. Oficialmente, o Palácio do Planalto não confirmou o recebimento.
O documento lista os ataques do presidente contra o Judiciário, a fragilidade do combate à corrupção, o corte de recursos para programas de apoio à mulher, o discurso do ódio por parte das lideranças políticas, a situação dos indígenas, da imprensa, afrodescendentes, violência policial e outras suspeitas de violações aos direitos humanos.
O governo do Brasil já havia apresentado ao comitê um comunicado sobre a situação do País, mas ele tratava das questões de direitos humanos apenas até o final de 2018 e não explicava o que havia sido feito na gestão de Jair Bolsonaro (PL).
Agora, o órgão da ONU pede uma descrição da atual estrutura legal em vigor para punir a corrupção, além de dados sobre o número de investigações, processos e condenações por corrupção, incluindo a natureza e o nível dos réus e informações atualizadas sobre a situação e os resultados das investigações iniciadas no contexto da Operação Lava-Jato.
De acordo com Jamil Chade, a ONU também pede do governo “informações sobre o progresso feito para responsabilizar os autores de abusos históricos dos direitos humanos durante o período da ditadura militar (1964-1985), incluindo a elaboração da implementação concreta das recomendações da Comissão de Anistia e da Comissão Nacional da Verdade”. Na contramão de todos os presidentes recentes, Bolsonaro não considera evento de 1964 um golpe e ignora práticas de tortura no período.
O comitê ainda pede explicações sobre os ataques de Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Outras questões apresentadas pelo órgão da ONU se referem à atuação na pandemia de Covid-19; à proteção aos povos indígenas, incluindo a exploração mineral em áreas indígenas; e à violência contra negros e mulheres, incluindo a temática do aborto, em um contexto em que relatos de empecilhos ao aborto legal têm sido enviados aos órgãos internacionais.


