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Líder religioso já recebeu outras cinco condenações, desde 2019

Audiência do Fórum de Abadiânia deve ouvir oito vítimas de João de Deus ao longo do dia | Foto: Reprodução
A Justiça deve ouvir, ao longo de toda a quinta-feira, 7, oito mulheres ligadas a casos de crimes sexuais envolvendo João Teixeira de Faria, o João de Deus. A audiência tem a coordenaçao do juiz Marcos Boechat, do Fórum de Abadiânia, e ocorre de maneira virtual. Em nota, o advogado de João de Deus, Anderson Van Gualberto, explicou que serão ouviddas possíveis vítimas, mas não deu detalhes sobre os depoimentos do cliente. “A audiência faz parte do processo criminal e será a oportunidade de as partes apresentarem as suas versões sobre o caso. Como o processo tramita em segredo de justiça não podemos adiantar e nem anunciar nada.”
João de Deus já foi condenado cinco vezes por crimes sexuais, bem como condenado por posse irregular de arma de fogo de uso restrito e posse irregular de arma de fogo de uso permitido. Ao todo todo, as penas somam mais de 100 anos de reclusão.
As primeiras denúncias contra o líder religioso foram feitas no dia 7 de dezembro de 2018, no Programa do Bial, da TV Globo. Em menos de dez dias, João foi considerado foragido, entrou na lista de procurados da Interpol e acabou preso pela Polícia Civil de Goiás, no dia 16 do mesmo mês. Em 2019, ele deixou a prisão para ser internado no Hospital Hospital Neurológico de Goiânia, onde passou 76 dias.
As primeiras condenações vieram a partir de 2020. Em 20 de janeiro de 2020, foi condenado a 40 anos de prisão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável contra cinco pessoas. Dois meses depois, a Justiça autorizou que a pena fosse cumprida em prisão domiciliar. Em 2021, duas novas condenações. A primeira, em 25 de maio, por violação sexual mediante fraude, gerou 2 anos e 6 meses de reclusão. Na segunda, em 25 de novembro, foi condenado a 44 anos e 6 meses pelos crimes de estupro e estupro de vulnerável. A grande diferença entre as penas deve-se à quantiadde de vítimas envolvidas. No primeiro caso, haviam dez vítimas listadas no processo apresentado pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), mas o Poder Judiciário seguiu com apenas uma.
Em 31 de janeiro de 2022 veio a última condenação. João de Deus foi condenado a quatro anos de reclusão por crime de violação sexual mediante fraude, além de pagamento de indenização de R$ 20 mil por danos morais.
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