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Governador de São Paulo passa a ser pré-candidato do partido para às próximas eleições presidenciais de 2022
Governador de São Paulo, João Dória (PSDB), é eleito nas prévias da sigla e deve ser candidato no próximo pleito | Foto: Reprodução
Após mais de uma semana de indefinições em relação as prévias do partido, o governador do estado de São Paulo, João Dória (PSDB) vence a escolha interna do partido para ser o candidato na disputa presidencial, prevista para outubro de 2022.
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A votação foi encerrada às 17h e, até a última atualização divulgada pela sigla, mais de 23 mil filiados haviam votado na disputa entre os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, Doria e o ex-senador Arthur Virgílio.
Ao final do período de votação, os três candidatos fizeram um pronunciamento à imprensa ao lado de Bruno Araújo, presidente da legenda, e de novo pregaram união.
Repercussão em Goiás
Com a escolha de Dória, é de consenso entre as lideranças tucanas que o futuro da sigla em Goiás, segundo Aava, seja de união. Ainda que não tenha existido consenso entre o apoio das candidaturas, uma vez decidido o futuro candidato, o foco agora é outro. “Os apoios foram bastante divididos, o que considero bastante saudável. No entanto, ainda que Leite ganhasse, o estado seguiria a mesma linha. Todas as lideranças que conversei, desde o governador Marconi, passando pelos deputados, sinalizaram que tem suas preferências, mas iremos trabalhar na direção de quem for o vencedor para unificar o partido, para chegarmos fortes no próximo ano”, declarou.
“Nós do Centro-Oeste somos quem mais temos prejuízo [em comparação a São Paulo ou ao Sul], se o partido estiver rachado, já que a divisão do dinheiro e dos recursos às candidaturas é territorial. Para nós não é interessante de maneira nenhuma um partido com rusgas. Sabemos que o período de prévia é acirrado, mas passou, é trabalhar para reconstruir e formar unidade, para chegar na urna com força”, complementou.
Quem é o futuro presidenciável do PSDB?
Nascido em 16 de dezembro de 1957, na capital paulista, o governador de São Paulo, João Dória Jr. (PSDB) teve uma infância conturbada após seu pai, João Dória, ter tido o mandato de deputado federal cassado pelo Ato Institucional nº 1, em 1964. Por um tempo, o atual governador do estado chegou a se exilar em Paris, com a família. Após retornar ao Brasil, Dória [filho] iniciou um estágio em uma agência de publicidade, no departamento de Rádio, TV e Cinema.
Enquanto cursava a graduação em Comunicação Social, chegou a assumir a diretoria da antiga TV Tupi São Paulo, tendo assumido o mesmo cargo posteriormente na Rede Bandeirantes. Dória formou em Jornalismo e Publicidade na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) aos 21 anos - local onde também se tornou diretor de comunicação por dois anos.
Além de ter feito diversos cursos de gestão empresarial, Dória foi chairman - ou seja, uma espécie de representante - da Casa Cor, colunista da revista Isto É Dinheiro e apresentador do reality show Aprendiz Universitário. Quando atuou como editor, o atual governador chegou a editar quase 20 títulos. Também foi fundador e vice-presidente do São Paulo Convention & Visitors Bureau e também foi a cabeça à frente do Market Plaza.
A carreira política de Dória foi iniciada por indicação do jurista Franco Montoro ao cargo de secretário municipal de Turismo e presidente da Paulistur, em 1983. Entre 1986 e 1988, durante o governo do presidente José Sarney, tornou-se presidente da Embratur e do Conselho Nacional de Turismo. Também presidiu o Conselho Nacional de Turismo (1986–1988).
Dória ainda fundou o Grupo Dória, em 1992, do qual é presidente licenciado. Este é um grupo de comunicação e marketing composto por seis organizações, com a intenção de "promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas sociais" - explicação dada pelo próprio governador.
Em 2001, dando continuidade a sua presença na política, se filiou ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em uma acirrada disputa nas prévias do PSDB em 2016, foi eleito e concorreu à Prefeitura de São Paulo, onde conquistou seu primeiro mandato no primeiro turno. João Doria Jr. chegou a ser o candidato com o maior patrimônio declarado desse pleito. Já em 2018, Doria quebrou uma promessa de campanha quando afirmou que renunciaria seu cargo para disputar o governo de São Paulo - disputa que venceu em segundo turno, contra Márcio França, após declarar apoio ao presidente da República, Jair Bolsonaro.
Durante a pandemia da Covid-19, Doria trabalhou em parceria com o Instituto Butantã, para o desenvolvimento da CoronaVac - em parceria com a Sinovac -, imunizante contra a Covid-19. Foi em São Paulo em que a primeira pessoa, uma enfermeira de 54 anos, recebeu a vacina contra o coronavírus no Brasil. O clima tenso entre Dória e Bolsonaro, pela postura do atual presidente da República durante o combate da Covid-19, chegou a ganhar palco internacional.