Justiça

Encontramos 1947 resultados
Homem é condenado a 45 anos de prisão por estuprar filha e esposa em Itapaci

O réu terá que pagar uma indenização de R$ 20 mil, por danos morais, para cada uma das vítimas

PGR defende a separação de bens em casamentos de maiores de 70 anos

Para Aras, regra garante bens de idoso e seus herdeiros

Jair Bolsonaro | Foto: reprodução
Bolsonaro pode ter tempo de inelegibilidade aumentado pelo TCU

Procuradoria-geral da República ingressou com pedido de “dano ao erário” contra o ex-presidente, que teve direitos políticos cassados pelo TSE

Pesquisa
Avaliação negativa do STF cai entre eleitores brasileiros

Levantamento, que foi feito entre os dias 25 e 27 de junho, também mostrou que 25% avaliam de forma positiva a Corte

Magistrados do TJ Goiás são os mais bem pagos do país

Valores recebidos são mais de quatro vezes maior que o limite constitucional

MPGO divulga listas sêxtuplas para vagas de desembargador no TJGO

Nomes que concorrem às duas vagas serão encaminhados para o presidente do TJGO, Carlos Alberto França

Jair Bolsonaro se torna inelegível por oito anos

Por 4x1, Jair Bolsonaro é considerado inelegível por oito anos por abuso de poder e desvio de finalidade por reunião com embaixadores

Vice-PGR faz duras críticas a Moraes e à PF

Lindôra Araújo considera decisões de Moraes como "pescaria", insinuando procedimentos ilegais

Adolescente terá nome de três mães na certidão de nascimento em Jataí

Pai da adolescente reconheceu a maternidade socioafetiva e concordou em pagar meio salário

TSE entra hoje na quarta sessão para julgamento de Bolsonaro

Placar está 3 a 1 a favor da inelegibilidade do ex-presidente

Direito do consumidor
Cliente da Unimed Goiânia negativada por dívida inexistente garante regularização na Justiça

Consumidora teve nome cadastrado no Serasa por dívidas de um contrato cancelado em 2021

TSE suspende sessão com 3 votos a 1 pela inelegibilidade de Bolsonaro

O ministro André Ramos Tavares, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proferiu o terceiro voto pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro à inelegibilidade pelo período de oito anos. Com o voto do ministro, o placar do julgamento é de 3 votos a 1 pela condenação do ex-presidente.

Após o voto do ministro, a sessão foi suspensa e será retomada amanhã, 30. O tribunal abriu, nesta manhã, a terceira sessão para julgar a conduta de Bolsonaro durante reunião realizada com embaixadores, em julho do ano passado, no Palácio da Alvorada, para atacar o sistema eletrônico de votação. A legalidade do encontro foi questionada pelo PDT.

O ministro condenou o ex-presidente por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação pelo uso TV Brasil, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), para transmitir o evento. Para Tavares, Bolsonaro fez ataques comprovadamente falsos contra a urna eletrônica com “finalidade eleitoral” em suas falas durante a reunião. “O conteúdo é permeado por afirmações falsas e inequívocos ataques a adversários e a ministros do STF e do TSE”, afirmou.

Segundo o ministro, o ex-presidente contestou o sistema eleitoral pelo menos 21 vezes desde 2021 e utilizou a reunião no ano seguinte para promoção eleitoral."

A candidatura foi beneficiada com a tática que perpassa todo o conteúdo do discurso proferido no âmbito da cerimônia, de maneira a agitar as bases eleitorais no sentido de canalizar votos para impedir que qualquer outro candidato, especialmente um deles, tivesse vitória nas eleições, manipulando a polarização da sociedade em benefício eleitoral”, afirmou.

Além de Tavares, os ministros Benedito Gonçalves e Floriano de Azevedo Marques também votaram pela condenação de Bolsonaro.

Divergência

O ministro Raul Araújo abriu a divergência e votou para julgar improcedente ação contra Bolsonaro por entender que a reunião não teve gravidade suficiente para gerar condenação à inelegibilidade. Faltam os votos de três ministros. Caso algum ministro faça pedido de vista para suspender a sessão, o prazo de devolução do processo para julgamento é de 30 dias, renovável por mais 30. Com o recesso de julho nos tribunais superiores, o prazo subirá para 90 dias.

Defesa

Na última quinta-feira, 22, primeiro dia de julgamento, a defesa de Bolsonaro alegou que a reunião não teve viés eleitoral e foi feita como “contraponto institucional” para sugerir mudanças no sistema eleitoral.

De acordo com o advogado Tarcísio Vieira de Carvalho, a reunião ocorreu antes do período eleitoral, em 18 de julho, quando Bolsonaro não era candidato oficial às eleições de 2022. Dessa forma, segundo o defensor, caberia apenas multa como punição, e não a decretação da inelegibilidade.

TSE retoma julgamento que pode levar à inelegibilidade de Bolsonaro

É a terceira sessão destinada ao julgamento da causa