Imprensa
Harold Bloom diz Lawrence: “Continuará enterrando seus coveiros, como Whitman enterrou sucessivas gerações de papa-defuntos que o descartaram”
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Hamilton Carneiro, do Frutos da Terra | Foto: reprodução / TV Anhanguera[/caption]
O publicitário Hamilton Carneiro pode levar o programa “Frutos da Terra” para a TV Record. Pode ir ao ar aos sábados.
Publicitários brincam: “Ele é a Xuxa de Goiás”. É que a apresentadora deixou a Globo e foi contratada pela Record.
O “Frutos da Terra” saiu da TV Anhanguera, supostamente por pressão da TV Globo.
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GoiásReal | Foto: reprodução / site[/caption]
O objetivo do blog Goiás Real — espécie de mídia ninja do PMDB e contraponto do Goiás 24 Horas (por sinal, mais bem feito e mais bem humorado) — é abastecer o Google com notícias negativas sobre o governo de Marconi Perillo, do PSDB.
Daqui a um ano, pelo menos, a internet, notadamente os sites de busca, estarão coalhados de informações desabonadoras sobre a gestão do tucano-chefe. Assim, em todo o país, se terá informações contrárias ao seu governo. E em grande quantidade, formando verdadeiros e poderosos dossiês.
Empresário teria sido convocado para pagar o publicitário Marcos Valério
A revista “Veja” desta semana recupera a história do mensalão e faz revelações que não vão agradar àqueles que pretendem bancar Lula da Silva para suceder a presidente Dilma Rousseff, ambos do PT. O repórter Daniel Pereira escreve que intriga o fato de que, como aparentemente o principal beneficiário da jogada articulada pelo petismo, “Lula se livrou da responsabilidade”.
Segundo Daniel Pereira, “o sucesso da blindagem ao ex-presidente não decorreu apenas da capacidade de negociação de seus articuladores políticos. O PT negociou o silêncio do empresário Marcos Valério quando ele — às vésperas da conclusão da CPI dos Correios — avisou que acusaria Lula de comandar o mensalão se não recebesse uma ajuda financeira milionária. Um empresário amigo foi convocado para pagar a fatura e Valério se recolheu. Lula se livrou da CPI, reelegeu-se em 2006 e foi o efetivo cabo eleitoral de Dilma em 2010. Em 2012, Valério contou parte de seus segredos ao Ministério Público, tentando um acordo de delação premiada. Já era tarde. Lula não podia mais ser incluído no processo. O empresário cumpre uma pena de 37 anos de prisão. Definitivamente, não fez um bom negócio”.
A “Veja” liberou apenas uma parte da reportagem na internet. Neste trecho não há a versão de Lula, que mais uma vez possivelmente não quis se pronunciar ou então disse o de sempre: não tinha nada a ver com o que acontecia nas suas barbas.
A colunista vai escrever aos domingos e às quartas. Leitores do jornal ganham com a qualidade de Dora Kramer e Eliane Cantanhêde
Iúri Rincon Godinho Bonitas 1 — Todas as Adidas dos anos 80 são quase imbatíveis em qualquer time. 2 — A modelo 1951, com suas listras finas, poderia ser aproveitado novamente. É um conjunto equilibrado 3 — A Lotto com patrocínio Anis Rassi teve a ousadia em colocar o amarelo na camisa verde e branca. Ficou lindo. 4 — A Finta branca, prudente, também segue a linha das Adidas dos anos 80, o que sempre deu em belas peças. 5 — A Lotto tinha listras cinzas e uma barra também cinza, que valorizavam a camisa. [gallery type="slideshow" ids="36586,36587,36588,36589,36590"] Feias 1 — Ninguém entendeu o modelo da Lotto com listras amarelas e sem sentido nas mangas 2 — Penalty Arisco e com nome grande e repetido do Goiás. Camisa toda over. Um horror 3 — Modelo retrô de 1944 com escudo tão grande que fazia até cego enxergar 4 — Outra camisa 3 da Lotto horrorosa, com listras amarelas nas mangas. Nas costas é mais feia ainda 5 — Penalty comemorativa aos 500 anos do Brasil, uma miscelânea sem sentido de tons de verde e recortes malucos [gallery type="slideshow" ids="36591,36592,36593,36594"]
Pela legislação nazista, filhos de alemães eram considerados alemães e, em tempo de guerra, eram obrigados a prestar serviço militar na Wehrmacht, forças armadas alemãs
O autor de “Contos da Era do Jazz” era o prosador americano que traduzia a vida dos ricos com mais precisão
A publicação da Editora Abril permanece com apenas um editor-executivo, além dos quatro redatores-chefes
A jornalista era editora-executiva e trabalhou 16 anos da Editora Abril
O Brasil é listado como o 16º país mais feliz do mundo
Maestro Otávio Brandão diz que se trata de um desrespeito a uma obra do arquiteto mais famoso do Brasil. Há quem defenda a intervenção dos grafiteiros
Autores como Sidney Chalhoub, Alfredo Bosi, John Gledson e Roberto Schwarz mostram que o autor de Memórias Póstumas de Brás Cubas não era alienado
A declaração de independência irlandesa do autor de Finnegans Wake “consistiu em superar os ingleses na escritura do inglês”
Desvios ocorridos no BNDES representariam várias vezes os R$ 6,2 bilhões roubados da Petrobrás
O jornalista Carlos Honorato, ex-editor do Correio Braziliense, ex-editor do Diário da Manhã e ex-repórter do Jornal Opção, publicou no seu blog — www.estacaodanoticia.com — na terça-feira, 19:
“Na edição 2058 do jornal goiano Opção [em dezembro, o procurador mais temido de Goiás [Helio Telho] avisava: “Vamos ter um escândalo de corrupção ainda maior do que o da Petrobrás. E será no BNDES”. E parece que todo começa a se confirmar. O portal ‘Diário do Poder’ (coluna Cláudio Humberto) informa que ‘após minuciosa investigação no BNDES, uma força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) pediu a prisão de mais de 60 suspeitos. O caso é tratado sob sigilo, mas, segundo fonte ligada às investigações, o MPF devassa operações do BNDES no Brasil e também no exterior, além dos aportes bilionários que o tornaram sócio de empresas. Os pedidos de prisão incluem executivos do banco e de grandes corporações’”.
“‘E mais: ainda não há estimativa dos desvios ocorridos no BNDES, mas representariam várias vezes os R$ 6,2 bilhões roubados da Petrobras. A Justiça pode não atender os mais 60 pedidos, mas espera-se que muitas prisões sejam decretadas na investigação do BNDES’.
“‘Ainda segundo o portal, o MPF esquadrinha os principais negócios realizados à sombra ou com recursos tomados pelo BNDES junto ao Tesouro Nacional. Além de desvios, são objetos da investigação denúncias de tráfico de influência e de pagamentos indevidos a executivos e a políticos.’”
[Foto acima: jornalista Cláudio Humberto, que foi porta-voz do governo Fernando Collor]


