Imprensa
O livro “O Último Império — Os Últimos Dias da União Soviética” (Leya Brasil, 544 páginas, tradução de Luiz Antonio Oliveira), do historiador Serhii Plokhy, sublinha que o socialismo ruiu porque a Rússia e a Ucrânia, as duas maiores repúblicas, discordaram da manutenção do Estado unificado. A Influência dos Estados Unidos na debacle é menor do que se imagina.
Ruy Castro é um dos jornalistas patropis que mais entendem de música e sabem histórias de seus criadores. “Chega de Saudade” é a biografia mais ampla, amorosa e racional da bossa nova. Não há nada igual no e fora do país. É uma delícia, para usar uma palavra, digamos, emocional. Agora, o biógrafo, crítico e historiador da música volta às livrarias com um livro que certamente vai entrar para a lista de todos aqueles que apreciam a arte dos bons cantores, compositores e músicos: “Noite do Meu Bem — A História e as Histórias do Samba-Canção” (Companhia das Letras, 560 páginas).
Sinopse da editora
“Em 1946, o presidente Eurico Gaspar Dutra proíbe os jogos de azar no Brasil. A decisão gerou uma legião de desempregados e um grande contingente de boêmios carentes.
“Os cassinos fecharam, mas os profissionais da noite logo encontraram um novo ambiente- as boates de Copacabana.
“Em vez das apresentações grandiosas, as boates favoreciam a penumbra, a intimidade, o romance. Assim como a ambience, a música baixou de tom. Os músicos voltaram aos palcos, mas em formações menores, tocando quase como um sussurro ao ouvido.
“Essa nova música, as boates e o contexto que fez tudo isso possível são o tema do novo livro de Ruy Castro, que mais uma vez nos delicia com sua prosa arrebatadora.”
George Lucas, o John Ford da ficção científica, é um fenômeno. A franquia “Star Wars” se tornou sinônimo de cinema, com influência na cultura pop. O livro “George Lucas: Skywalking — A Vida e a Obra do Criador de Star Wars” (Generale, 424 páginas, tradução de Marleine Cohen), de Dale Pollock, é um relato amplo sobre um criador em, por assim dizer, desenvolvimento.
A pergunta que todos fazem é sempre a mesma: como é que Niall Ferguson, de 51 anos, consegue publicar tantos livros massudos e de alta qualidade, sempre polêmicos, divergindo da historiografia tradicional? A editora Planeta do Brasil coloca nas livrarias mais uma de suas obras gigantes, “Guerra do Mundo — A Era do Ódio na História” (904 páginas). Alguns comentários sobre a obra: “The Economist”: “Prazerosamente provocativo... Ele expõe tudo de maneira muito clara”. “The Times”: “Um retrato profundo e, muitas vezes, provocativo do período... um historiador que consegue acabar com as considerações fáceis”. “New York Times”: “Uma pesquisa séria, detalhada e comovente sobre a maldade humana que é, ao mesmo tempo, fascinante e dramática”. “Boston Globe”: “Um relato envolvente e controlado com mestria, no qual o autor equilibra uma narrativa abrangente com histórias pontuais... Até mesmo quem já leu muito a respeito da história do século 20 vai encontrar detalhes novos e surpreendentes”.
O texto do presidente da Câmara dos Deputados não contesta no básico a reportagem do jornal do Rio de Janeiro
A jornalista revelou, em seu site, que a atriz estava internada. As duas são amigas
Hildegard Angel é tida como uma jornalista bem informada e, durante anos, fez sucesso como colunista de jornal. Agora, tem um site. Na sexta-feira, 13, ganhou destaque na internet por ter revelado que a atriz Marília Pêra, de 72 anos, tem câncer. A Globo não confirmou a informação, mas admite que uma das principais artistas do país fez exames recentemente.
“Ouço dizer que houve desmentidos sobre o estado preocupante de saúde de Marília Pêra. Lamento muito, mas se trata da verdade. Acredito que pretendam preservá-la do assédio da imprensa ou poupar os incontáveis admiradores da preocupação”, sustenta Hildegard Angel.
A colunista conta que almoçou há algum tempo com Marília Pêra. “Marília me falou, sem rodeios, que estava com câncer.”
A imprensa e o pós-presidente Lula da Silva já anunciaram; agora só falta o anúncio da presidente Dilma Rousseff
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A cruzada de Luís Nassif saiu do campo jornalístico para o embate puramente político-ideológico
As centenas de parentes de pessoas assassinadas a mando do narcotraficante deveriam processar Sebastián Marroquín e sua família
Sandra Moreyra tinha 61 anos e era chefe de reportagens especiais da Globo
Carlos Velloso afirma que, como foi reeleita, a presidente da República deve ser responsabilizada, sim, pelo mandato anterior
Obra resgata histórias do cotidiano de escritor, artista plástico, psicanalista e empresário da área educacional
Zander Campos e Jefferson são apontados como favoritos. Miguel Jorge e Ursulino Leão devem bancar a poeta Maria Lucia Felix
O compositor de “Pra não dizer que não falei das flores” e “Disparada” escreve poemas e faz música, mas não quer mais gravar

