Por Redação

O vice-governador Daniel Vilela conseguiu avançar nas negociações para a instalação, em Goiás, de uma unidade da montadora chinesa de tratores YTO Group Corporation – uma das maiores do mundo no segmento de máquinas agrícolas e construção. Nesta quarta-feira, 14, Vilela se encontrou com executivos e engenheiros da indústria em Luoyang, uma das cidades mais antigas da China, onde o vice-governador chefia missão comercial do governo estadual.
A reunião, da qual também participaram representantes do setor produtivo goiano, é um desdobramento de diálogo estabelecido por representantes da empresa com o vice-governador, em Goiânia, no final de abril, quando trataram da possível instalação da planta de produção de tratores em Goiás. “Preciso parabenizar o Governo de Goiás por agir tão rápido depois do nosso primeiro contato”, destacou Fernando Franco, profissional que representa a importadora de tratores da YTO Group Corporation no Brasil.
Fernando Franco ainda afirmou que a empresa “torce muito para que as conversas evoluam para uma operação industrial”. “É uma iniciativa que favorece a população goiana e contribui para o desenvolvimento do estado. Um momento valioso e representativo”, acrescentou. Ainda na sede da YTO, o vice-governador conheceu todo o parque industrial, incluindo a linha de fabricação dos tratores, e participou de almoço com a direção do grupo.
Pontos positivos
O terceiro dia de trabalho da comitiva ainda contou com uma audiência com Xu Yixian, prefeito de Luoyang, cidade com mais de 6 milhões de habitantes que foi capital da China até 1932. Daniel Vilela elencou para Yixian semelhanças econômicas entre Goiás e Luoyang, com destaque para a produção de commodities, como grãos e carnes.
O vice-governador enumerou atributos de Goiás que favorecem as empresas chinesas que querem expandir seus negócios por aqui, como localização geográfica estratégica, produção recorde de grãos, o posto de segundo lugar no ranking nacional de geração de empregos e investimentos em obras de infraestrutura que serão feitos pelo Governo de Goiás ao longo dos próximos anos.
Em relação ao que Goiás pode oferecer por meio de acordos comerciais a serem firmados num futuro próximo, Xu Yixian demonstrou interesse em equipamentos agrícolas e de mineração, sinalizou a possibilidade de transferir tecnologia empregada na fabricação de automóveis elétricos e na utilização de hidrogênio como combustível e propôs o intercâmbio de estudantes de escolas goianas e chinesas. O prefeito de Luoyang também formalizou convite ao governador Ronaldo Caiado, que vai empreender nova missão à China no segundo semestre, para participar de feiras e festas tradicionais.
Próxima parada
Nesta quinta-feira, 15, o vice-governador e os demais integrantes da comitiva desembarcam em Zhengzhou, maior cidade da Província de Henan e importante centro da rede de transporte nacional, com ferrovias que a ligam à Europa, e maior polo de pesquisa científica da China. O principal compromisso da comitiva goiana será a participação em um fórum com a comunidade empresarial.

Os municípios goianos têm até o próximo dia 21 de julho para ajuizarem ação judicial buscando a recuperação de valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) pagos a menor entre 1998 e 2006. Este prazo prescricional foi determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), portanto, municípios que não tomarem essa iniciativa até a data limite poderão perder a chance de recuperar esses recursos.
O Fundef foi um fundo criado em 1996 com o objetivo de promover uma distribuição mais igualitária dos recursos vinculados à educação. Entretanto, muitos municípios alegam que, entre 1998 e 2006, receberam valores menores do que lhes era devido, prejudicando a manutenção e desenvolvimento do ensino fundamental e a valorização do magistério.
Após extensas discussões jurídicas, os Tribunais Superiores reconheceram o direito dos municípios à recuperação desses valores. Todavia, estabeleceu-se o próximo dia 21 de julho como data limite para a propositura de ações judiciais com essa finalidade. Esta data é crucial, pois, a partir dela, eventuais ações serão consideradas prescritas.
O Estado de Goiás está entre aqueles que têm direito a buscar esses recursos. Enxergando que os haveres do Fundef são de vital importância para a manutenção e aprimoramento da qualidade da educação nos municípios brasileiros, a Associação Goiana dos Municípios (AGM) e a Federação Goiana dos Municípios (FGM) têm se envolvido diretamente na divulgação e esclarecimento técnico desta informação.
São utilizados para a remuneração e capacitação dos profissionais da educação, aquisição de material didático, manutenção da infraestrutura das escolas, entre outros. Recuperar esses valores representa um significativo reforço orçamentário que poderá ser revertido em melhorias para a educação básica do Estado de Goiás.
Uma considerável quantidade de municípios goianos ainda não ingressou com suas demandas (ou mesmo entraram de forma equivocada), situação diferente, por exemplo, da região nordeste do país, em que muitos já receberam e puderam promover os benefícios para a educação das crianças e adolescentes das escolas municipais.

A CPI Mista do dia 8 de janeiro aprovou a convocação de 35 indivíduos para prestarem depoimentos relacionados aos ataques terroristas. Entre os nomes convocados estão ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro, seu ex-ajudante de ordens, membros das Polícias Militar e Civil do Distrito Federal e do Exército, bem como suspeitos de envolvimento e financiamento dos atos.
O primeiro a depor será Silvinei Vasques, ex-chefe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), cujo depoimento está agendado para a próxima terça-feira, dia 20. Na quinta-feira, dia 22, estão previstas as oitivas de George Washington de Sousa, que está preso sob suspeita de participação na tentativa de atentado em Brasília, e de Valdir Pires Dantas, perito da polícia responsável por desarmar o explosivo.
Ao todo, a CPI aprovou 222 requerimentos e rejeitou outros 63. Além das convocações, os parlamentares também votaram a favor do acesso ao celular de Bolsonaro e às imagens das câmeras de segurança do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal (STF), do Congresso Nacional e da Praça dos Três Poderes.
Veja lista dos 35 convocados pela CPI:
- Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;
- Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
- Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa de Bolsonaro;
- Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
- Antônio Elcio Franco Filho, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde e assessor especial da Casa Civil;
- Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF;
- Jorge Eduardo Naime Barreto, coronel da PM-DF e comandante de Operações da corporação durante os ataques;
- Marília Ferreira de Alencar, ex-subsecretária Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal;
- Ailton Barros, militar expulso e amigo do ex-presidente que foi flagrado planejando golpe de Estado;
- Albert Alisson Gomes Mascarenhas, engenheiro que se filmou na invasão de 8 de janeiro;
- Adauto Lucio de Mesquita, empresário suspeito de financiar acampamento golpista em frente ao Quartel General de Brasília;
- Argino Bedin e Roberta Bedin, suspeitos de financiar os atos;
- Edilson Antonio Piaia, dono de frota de caminhões usados para fechar rodovias após as eleições;
- Fábio Augusto Vieira, comandante da PM-DF suspeito de omissão durante os ataques;
- Fernando de Souza Oliveira, número dois de Torres no governo do DF que substituiu o então secretário durante os ataques;
- Gustavo Henrique Dutra de Menezes, ex-chefe do Comando Militar do Planalto;
- Jeferson Henrique Ribeiro Silveira, motorista de caminhão-tanque em que foi colocado explosivo próximo ao Aeroporto de Brasília;
- Jorge Teixeira de Lima, delegado da Polícia Civil responsável por investigar tentativa de atentado em Brasília;
- José Carlos Pedrassani, Diomar Pedrassani e Leandro Pedrassani, empresários do agronegócio e donos de caminhão usado nos bloqueios de estradas após as eleições;
- Joveci Xavier de Andrade, empresário suspeito de financiar acampamento golpista;
- Júlio Danilo Souza Ferreira, antecessor de Anderson Torres no governo do DF suspeito de se omitir contra acampamentos golpistas;
- Leonardo de Castro, diretor de Combate à Corrupção e Crime Organizado da Polícia Civil do Distrito Federal;
- Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, coronal da PM-DF apontado com um dos responsáveis pela falta de planejamento policial para conter o ataque;
- Milton Rodrigues Neves, delegado da Polícia Federal e ex-secretário-executivo do Governo do DF;
- Márcio Nunes de Oliveira, diretor-geral da PF durante o governo Bolsonaro;
- Marcelo Fernandes, delegado da Polícia Civil do DF;
- Robson Cândido, delegado-geral da Polícia Civil do DF;
- Wellington Macedo de Souza e Alan Diego dos Santos, suspeitos de tentar atentado com bomba próximo ao Aeroporto de Brasília;
- Valdir Pires Dantas Filho, perito da Polícia Civil do Distrito Federal;
- Ainesten Espírito Santo Mascarenhas, empresário que aparece em vídeos durante a invasão.

Psiquiatras da Universidade de Uppsala, na Suécia, conduziram uma pesquisa que revelou uma possível ligação entre o uso de pílulas contraceptivas e o aumento do risco de desenvolvimento de depressão em mulheres. Segundo o estudo, o uso desses contraceptivos pode resultar em um aumento de pelo menos 73% nas chances de desenvolver a doença nos dois primeiros anos de uso.
Os resultados, divulgados na revista especializada Epidemiology and Psychiatric Sciences em 12 de junho, também indicaram que as mulheres que iniciaram o uso da pílula anticoncepcional na adolescência apresentam um risco ainda maior, com uma probabilidade 130% maior de desenvolver sintomas de depressão.
A pesquisa foi baseada em dados de saúde de mais de 250 mil mulheres no Reino Unido, acompanhando seus registros médicos desde a primeira menstruação até a menopausa. Os pesquisadores analisaram os momentos em que as participantes receberam as primeiras prescrições de contraceptivos e quando começaram a relatar sintomas de depressão.
O estudo concentrou-se nos contraceptivos hormonais que contêm progesterona e estrogênio em sua composição, não incluindo outras formas de contracepção, como adesivos contraceptivos, dispositivos intrauterinos (DIUs) ou pílulas do dia seguinte.
"Embora a contracepção ofereça muitas vantagens para as mulheres, tanto os médicos quanto as pacientes devem ser informados sobre os efeitos colaterais identificados neste estudo e em pesquisas anteriores", explicou Therese Johansson, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, ao portal da universidade.
Depressão mais grave em adolescentes
De acordo com os cientistas, a incidência de depressão diminui à medida que as mulheres avançam além dos primeiros dois anos de uso dos anticoncepcionais. No entanto, as adolescentes apresentaram uma maior ocorrência de depressão, mesmo após interromperem o uso, o que não foi observado em usuárias adultas.
"A poderosa influência das pílulas anticoncepcionais nas adolescentes pode ser atribuída às mudanças hormonais causadas pela puberdade. Como essas pacientes já passaram por alterações substanciais, elas podem ser mais sensíveis não apenas às flutuações hormonais, mas também a outras experiências de vida", afirmou Therese.

O encontro será realizado na sexta-feira, dia 16, e contará com a presença da ministra Simone Tebet e do ministro Márcio Macêdo

Lançamento reuniu amigos, jornalistas e pescadores na noite de ontem, 13

Projetos estruturantes para o Estado foram apresentados pelo vice-governador Daniel Vilela. Além dos investimentos no setor, a gestão fiscal e a transparência do governo de Ronaldo Caiado foram apontadas como atrativos para empresas chinesas

Prefeitura de Goiânia disponibilizará agentes de trânsito para orientar fluxo de veículos e instalará lâmpadas de LED para melhorar segurança dos romeiros

Curso com carga horária de 120 horas será presencial e online

“Porque boa parte das vezes em que eu digo qualquer coisa sobre como o mundo está indo para o inferno as pessoas meio que sorriem e dizem que estou ficando velho”

O vereador Lucas Kitão (PSD) apresentou nesta terça-feira, 13, um projeto de lei que cria a Política Municipal Vini Jr de Combate ao Racismo em ginásios e estádios em Goiânia. A proposta faz referência ao jogador do Real Madrid que sofreu recorrentes ataques racistas na Espanha e se tornou um grande representante da causa antirracista.
De acordo com a proposta, serão obrigatórias a divulgação e a realização de campanhas educativas de combate ao racismo nos períodos de intervalo ou que antecedem os eventos esportivos ou culturais, de políticas públicas de atendimento às vítimas de racismo, além da previsão de interrupção e até mesmo encerramento de partida em andamento em caso de manifestação de conduta racista.
Além da previsibilidade, o projeto prevê ampla divulgação e a criação do Protocolo de Combate ao Racismo (PCR) a ser criado em Goiânia. Nele, qualquer cidadão poderá informar a qualquer autoridade sobre conduta racista, dando conhecimento ao plantão do juizado do torcedor presente na arena, ao organizador do evento esportivo, ao delegado da partida e, quando for possível, ao Ministério Público de Goiás (MP-GO) e à Defensoria Pública do Estado (DPE).
A interrupção, segundo Kitão, será feita se houver reincidência sem que haja interrupção nos ataques racistas, como aconteceu de maneira recorrente com o jogador Vinícius Júnior, ponta do Real Madrid, acontece em jogos na América do Sul, na Espanha e em estádios da capital.
“Nosso objetivo é tornar os eventos culturais e esportivos locais acolhedores para toda a comunidade esportiva. Dos torcedores aos jogadores de futebol, é preciso preservar todos e punir os casos de racismo em Goiânia”, justifica o autor.

Minha fé, estranha, utópica, realista, fantasiosa e materialista na vida que não termina – memória, não espiritualismo –, apesar de a vida biológica ceder, tem valido mais

Governador Ronaldo Caiado foi pioneiro ao lançar Programa AlfaMais em 2021. Mais de R$ 58 milhões já foram investidos, alcançando 300 mil estudantes goianos

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21 deputados votaram pelos fogos barulhentos, contrariando parecer da governadoria que afirma que os fogos sem o barulho continuam engrandecendo os eventos e causam menores impactos às pessoas e aos animais