Por Ketllyn Fernandes

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Em greve, servidores da saúde de Goiânia protestam em frente à prefeitura

[gallery type="slideshow" ids="7284,7285,7286,7287"] Conforme anunciado desde a semana passada, funcionários municipais da Saúde protestam desde as 8h30 desta segunda-feira (16/6) em frente à Prefeitura de Goiânia. A categoria deflagrou greve na última quinta-feira (12) em reivindicação pelo pagamento da data-base 2014 sem parcelamento, adicional de insalubridade, pagamento do auxílio movimentação, segurança nas unidades de saúde, bem como o cumprimento do plano de carreira e a inclusão dos servidores administrativos no plano de carreira. O protesto reúne cerca de 200 pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar. Com o ato, os profissionais pretendem pressionar o prefeito Paulo Garcia (PT) a abrir um canal de negociação e a recebê-los. De acordo com a assessoria do Sindicado dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde do Estado de Goiás (Sindsaúde), nenhum representante do Paço os atendeu e a entrada do prédio teve policiamento reforçado. [relacionadas artigos="6784,6749"] Também estão à frente do movimento Sindicato Enfermeiros de Goiás (Sieg), Sindicato dos Farmacêuticos No Estado De Goiás (Sinfar), Sindicato dos Psicólogos do Estado de Goiás (Sinpego) e Sindicato dos Odontologistas no Estado de Goiás (Soego). Com a paralisação, somente urgências e emergências têm sido atendidas nas unidades de saúde do município. A reportagem entrou em contato por telefone com o secretário municipal de Saúde, Fernando Machado, mas as ligações não foram atendidas até esta publicação. Os telefonemas feitos à assessoria de imprensa da pasta também não foram atendidos. A assessoria de imprensa do prefeito informou que a situação das negociações com os servidores da saúde também está aos cuidados do secretário de governo, Osmar Magalhães, que no momento que a reportagem o procurou encontrava-se em reunião e não pôde conceder entrevista.

Ronaldo Caiado pode ser o oxigênio de Iris Rezende na disputa para o governo

[caption id="attachment_7144" align="alignright" width="620"]Iris Rezende e Ronaldo Caiado: o que têm a ver o peemedebismo do primeiro com o  udenismo do segundo? |   Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Iris Rezende e Ronaldo Caiado: o que têm a ver o peemedebismo do primeiro com o udenismo do segundo? | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Há dois PMDBs em Goiás. O PMDB de Iris Rezende, chamado de “histórico”, e o PMDB de Júnior Friboi, a­pontado como “contemporâneo”. O de Iris “atropelou” a candidatura de Friboi, mas agora quer e até exige seu apoio. O de Friboi não quer apoiar Iris e pode até mesmo lançar um candidato a governador na convenção do partido — por exemplo, Leandro Vilela, com o objetivo de derrotar Iris ou mesmo de manter acesa a divisão partidária. Outra parte do PMDB, rebelada com a dissensão na cúpula, está migrando para o lado do governador Marconi Perillo (PSDB). Pelo menos 20 prefeitos devem seguir o tucano-chefe — um grupo às claras e outro grupo, o maior, mais discretamente. Há aqueles que dizem apoiar Iris, mas pretendem fazer corpo mole na campanha. O friboizismo sustenta que, para “atacar” Iris, pode atuar ao lado de Van­derlan Cardoso, de Antônio Gomide (PT) e, até, do governador Marconi. Ante a divisão do PMDB, não resta a Iris Rezende outro caminho senão buscar o apoio de líderes políticos de outros partidos, como Ronaldo Caiado (DEM). O problema é que o peemedebista nunca abre espaço — sempre quer submeter os “parceiros”. O petista Antônio Gomide não serve para ser candidato a governador. Serve para vice. O mesmo ocorre com Vanderlan Cardoso (PSB). Noutras palavras, candidatos relativamente “novos” deveriam se submeter a um grupo político que não se renova desde 1982 — há 32 anos, quase sempre lançando os mesmo candidatos. Iris vai para sua quinta disputa do governo de Goiás. No momento, Iris grudou em Ronaldo Caiado, que representa para o decano político do Estado uma tábua de salvação. O presidente do partido Demo­cratas, fechada a aliança, de­verá ser o oxigênio do peemedebista na campanha.

“É muito pouco provável que o PMDB apoie Dilma. Se Vanderlan vier, vamos fechar com Eduardo Campos”

Presidente regional do partido diz que chapa majoritária pode incluir Ronaldo Caiado ao Senado e que são esperados até dez partidos na coligação puxada por Iris Rezende

Júnior Friboi pode ser candidato a prefeito de Goiânia em 2016

[caption id="attachment_2855" align="alignleft" width="300"]Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption] Durante o jogo do Brasil contra a Croácia, visto em sua casa no Aldeia do Vale na companhia de peemedebistas, o empresário Júnior Friboi disse que não desistiu da política e que, se eles quisesse de verdade, poderia colocar seu nome à disposição para o governo. Che­gou-se a ventilar a possibilidade de se lançar o deputado federal Leandro Vilela para governador, para confrontar Iris Rezende na convenção. “Le­andro Vilela não vai disputar mandato de deputado e, por isso, seria um ótimo candidato, além de representar a renovação e de ter o apoio do prefeito de Aparecida de Go­iânia, Maguito Vilela”, diz um friboizista. Durante a partida, com as conversas mais animadas, alguém sugeriu que Friboi disputasse a Prefeitura de Goiânia, em 2016, especialmente se o PMDB tentar bancar Iris. Friboi gostou da ideia. Mas há quem diga que ainda sonha com o governo de Goiás — e não em 2018.

Magda Mofatto. Armando Vergílio. Tayrone di Martino. Um deles deve ir para a chapa de Antônio Gomide

[caption id="attachment_7132" align="alignright" width="620"]Magda Mofatto, Armando Vergílio, Tayrone di Martino e Marina Sant’Anna: pelo menos um deles deve compor a chapa majoritária com Antônio Gomide, candidato do PT ao governo | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Magda Mofatto, Armando Vergílio, Tayrone di Martino e Marina Sant’Anna: pelo menos um deles deve compor a chapa majoritária com Antônio Gomide, candidato do PT ao governo | Foto: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O candidato a governador pelo PT, Antônio Gomide, está convicto de duas coisas. Primeiro, que será candidato a governador de Goiás, e com a bênção do PT nacional. Segundo, que vai ser eleito governador de Goiás, surpreendendo os céticos e aqueles que acreditam em favas contadas em política. A um petista, que quis saber se sua convicção não era ilusão ou fantasia, Gomide teria dito que está ouvindo o povo com atenção e que as pesquisas, no momento, estão apresentando em primeiro lugar as pessoas mais conhecidas, mas que há um sentimento de renovação, um desejo de mudança, que surpreende. A sociedade goiana, tem frisado, vai dar o seu recado no momento certo. Na semana passada, depois de se apresentar aos goianos, com visitas em mais de 130 cidades, Gomide costurava a negociação da chapa majoritária. Há pelo menos três cenários trabalháveis. Num deles, Armando Vergílio, do Solidariedade, seria seu o vice — possivelmente, com Marina Sant’Anna, do PT, para o Senado. No segundo cenário, a deputada Magda Mofatto (PR), hoje apoiando o governador Marconi Perillo (PSDB), pode compor com o petista e ganhar o direito de disputar mandato de senadora. O petismo considera Magda decisiva, se aceitar a composição, porque, além de ter estrutura política e financeira, divide parte do grupo de Marconi. E é apontada como dotada de grande capacidade de trabalho. O deputado estadual Cláudio Meirelles, do PR, disputaria mandato de deputado federal. O vice poderia ser Armando Vergílio ou, então, Edward Madureira (PT). A chapa com Magda Mofatto é improvável? Parece difícil, complexa, mas não impossível, na avaliação de petistas. “Magda não está satisfeita com a montagem da chapa majoritária da base governista — que terá Marconi Perillo para governador, José Eliton na vice e Vilmar Rocha para senador”, afirma um deputado petista. Durante certo tempo, e de maneira enfática, Magda Mofatto defendeu uma chapa com o governador Marconi Perillo e, para o Senado, o deputado federal Ro­naldo Caiado (DEM). “A de­putada considera que não foi ouvida”, frisa o petista. O terceiro cenário é o da chapa pura, que Gomide não quer, porque cria um clima de isolamento, mas talvez tenha de se sujeitar a isto. Gomide irá para o governo, Marina Sant’Anna disputaria o Senado e, na vice, iria o ex-reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG) Edward Madureira ou o vereador Tayrone di Martino. Quando inquirido sobre qual é a chapa ideal, Gomide não diz explicitamente, mas gostaria, é claro, de uma chapa com integrantes de outros partidos, para que não fosse pura. “Porém, se tiver de ir para a disputa com chapa pura — até o último momento, o ex-prefeito de A­nápolis vai trabalhar por uma composição ampla —, Gomide continuará tão animado quanto agora, quando nem chapa tem”, afirma uma petista de Goiânia.

Candidatura de Náudia Faedo pode romper polarização entre Heuler Cruvinel e Paulo do Valle em Rio Verde

[caption id="attachment_7129" align="alignleft" width="300"]bast 4 Náudia Faedo: candidatura tática e estratégica do PT | Foto: Divulgação[/caption] A vereadora Náudia Faedo, se disputar mandato de deputada federal, embola ainda mais o confuso quadro político de Rio Verde. Um peemedebista diz que a candidatura da petista resulta do fato de que o deputado estadual Karlos Cabral (PT) não quer apoiar o candidato do PMDB a deputado federal, Paulo do Valle, e não terá como bancar um candidato petista de outra cidade (Rio Verde é bairrista). “Karlos Cabral pretende ser candidato a prefeito de Rio Verde em 2016 e seu adversário, além do deputado federal Heuler Cruvinel (PSD), deverá ser Paulo do Valle.” Se fizer uma campanha forte, Náudia vai dividir os votos e, deste modo, poderá contribuir para uma possível derrota tanto de Cruvinel quanto de Valle. Assim, pessedista e o peemedebista chegariam enfraquecidos para o pleito de 2016. Mas esta é apenas uma visão da questão. Como candidata a deputada federal, Náudia, vereadora atuante — e mulher do respeitado produtor rural Flávio Faedo —, puxa votos para a chapa proporcional do PT e, também, para Antônio Gomide, o pré-candidato do partido a governador de Goiás. Ao lançá-la, o PT pensa, a um só tempo, na política local e na política estadual.

O deputado federal Armando Vergílio é a pessoa mais desejada pelos políticos de Goiás

A pessoa mais desejada pelos políticos de Goiás não é uma mulher. É o deputado federal Armando Vergílio, do Solidariedade. Na semana passada, o assédio político era tão forte, com gestos corteses dos grupos do governador Marconi Perillo (PSDB), do ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide (PT), do empresário Vanderlan Cardoso (PSB) e do ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB), que uma jovem advogada brincou: “Armando, está configurado ‘assédio moral’”. Tranquilo, aos que diziam que já estava fechado com Iris, Van­derlan, Marconi ou Gomide, em momentos diferentes, Ar­mando dizia: “Não fechei com ninguém... ainda. Mas, quando fechar, anuncio para todos”.

Flávia Morais decidiu apoiar Marconi pela estrutura e pela chapa consistente

flavia_morais_int A deputada federal Flávia Morais, que decidiu apoiar o governador Marconi Perillo na semana passda, não pode ser tachada de oportunista. Como quaisquer outros políticos, é pragmática. A líder do PDT havia acertado um acordo com Júnior Friboi, mas, como o pemedebista desistiu da disputa, optou pelo tucano-chefe. Flávia Morais fechou aliança com o PSDB pela estrutura e pela chapa. Com Vanderlan Cardoso, seria bem votada, mas não seria eleita. Espalharam que a deputada recebeu uma fortuna para aderir. Fofoca pura. Desde a saída de Friboi do páreo, a pré-campanha ficou mais barata, sem nenhuma inflação. Acrescente-se que dinheiro não está sobrando. Os políticos estão dizendo que os empresários, temendo processos e denúncias do Ministério Público, estão fugindo deles.

Jorge Kajuru comunica a Jorcelino Braga que deve ser candidato a deputado federal

  bast9 Depois de hesitar durante algum tempo, o radialista Jorge Kajuru comunicou a Jorcelino Braga que vai pedir licença de seu trabalho, a partir de 30 de junho, e deve voltar para Goiás para ser candidato a deputado federal pelo PRP. “Kajuru vai fortalecer a chapa proporcional que Vanderlan Cardoso, nosso candidato a governador, está articulando.” O vereador Elias Vaz, do PSB, diz que, se candidato, por ser popular, Jorge Kajuru “soma”. “Mas resta saber se será mesmo candidato”, frisa. “O problema de Kajuru é a falta de recursos para articular uma campanha dispendiosa como a de deputado federal.”

Todos fogem de Arruda e cresce a estrela de Rodrigo Rollemberg no Distrito Federal

José Roberto Arruda (PR) é apontado como favorito para o governo do Distrito Federal. O advogado Kakay sustenta que ele pode disputar, que não há nenhum empecilho e que não será preso a qualquer momento. Mas tem-se a impressão de que todo mundo está fugindo de Arruda, exceto o senador Gim Argello, que deve disputar a reeleição na sua chapa. Porém, com a impopularidade do governador Agnelo Queiroz (PT), cresce o marineiro Rodrigo Rollemberg. Ao conquistar o deputado federal José Antônio Reguffe para sua chapa, como candidato a senador, tido como imbatível, Rollemberg ficou muito sedimentado na classe média brasiliense. Se o líder do PSB continuar o apoio da deputado Eliana Pedrosa, do PPS, a chapa fica ainda mais forte. Arruda também quer Eliana na sua chapa.

O Entorno do Distrito Federal vai lançar uma multidão de candidatos

O Entorno do Distrito Federal vai lançar mais candidatos a deputado estadual do que a maioria dos regiões goianas. A lista dos favoritos incluem, não necessariamente nesta ordem: Luiz Alberto Jiribita (PTB, Águas Lindas), Cassiana Tormin (PT, Luziânia), Lêda Borges (PSDB, Valparaíso), Sônia Chaves (PSDB, Novo Gama), Valcenor Braz (PTB, Luziânia), Ernesto Roller (PMDB, Formosa). Fabrício Paiva (PRTB, Formosa), Alex Batista (PHS, Ci­dade Ocidental). Também são citados: Dr. Metódio (PHS, Águas Lindas) e Narciso Pereira de Carvalho.

Turma de Roriz faz a festa na gestão de Agnelo Queiroz. Não sai do poder de jeito nenhum

bast10 A turma de Joaquim Roriz, aquele que confunde Kafka com comida árabe, é onipresente nos governos do Distrito Federal. Sai Roriz, sai Arruda e entra Agnelo Queiroz, o governador atual, e os rorizistas continuam firmes, impávidos. Weligton Moraes, ex-lua cinza, virou luta vermelha de Agnelo. Os dois são carne e unha. Um não dorme sem ligar para o outro.

Sandro Mabel deve ser secretário do prefeito Paulo Garcia

[caption id="attachment_7089" align="alignright" width="300"]Sandro Mabel: sua missão será desburocratizar a Prefeitura de Goiânia e torná-la mais ágil | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Sandro Mabel: sua missão será desburocratizar a Prefeitura de Goiânia e torná-la mais ágil | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O deputado federal Sandro Mabel (PMDB) desistiu do Parlamento. Tomou birra. Passou cerca de 70 a 80% de suas bases para o candidato a deputado federal Alexandre Baldy (PSDB) e cerca de 20 a 30% para os candidatos a deputado federal Daniel Vilela (PMDB) e Marcelo Melo (PMDB). Ele planeja ser prefeito de Goiânia, a prioridade, ou de Aparecida de Goiânia, se conquistar o apoio do prefeito Maguito Vilela (que teria compromisso firmado com o vice-prefeito, Ozair José, do PT). No segundo semestre, possivelmente em agosto, Sandro Mabel deve deixar o mandato de deputado federal e deve ocupar uma secretaria na Prefeitura de Goiânia. Convidado pelo prefeito Paulo Garcia, vai fazer sobretudo a intermediação entre o governo federal e a capital, além de participar da articulação política. Não será nenhuma surpresa se Mabel se filiar ao PT, como outros em­presários, para disputar a Pre­feitura de Goiânia em 2016. “Mabel é um político de qualidade e tem condições de ajudar Paulo Garcia a desburocratizar a prefeitura”, diz um aliado do prefeito.

Sobram candidatos a deputado estadual em Rio Verde. Vai faltar voto

A disputa para deputado estadual em Rio Verde tem sua primeira guerra na pré-campanha e terá sua segunda guerra na campanha. Há pelo menos sete pré-candidatos trabalhando, mas a tendência é afunilar para cinco. O município tem 120 mil eleitores, mas em geral votam 100 mil. Cerca de 75% dos votos vão para políticos locais e pelo menos 25% são distribuídos para os chamados paraquedistas. Se a eleição fosse hoje, estariam na disputa Lissauer Vieira (PSD), Karlos Cabral (PT), Maria José (PSDB), Leonardo Veloso (PRTB), José Henrique (PMDB), Paulo Henrique Guimarães (PMDB) e Chico do KGL (PDT). São sete nomes. A tendência é que fiquem: Lissauer Vieira, Karlos Cabral, Leonardo Veloso, Maria José e um nome do PMDB. Os favoritos são Lissauer Vieira, Karlos Cabral, Leonardo Veloso. Paulo Henrique — tem o apelo da juventude — é mais forte do que José Henrique (foi um grande vereador, ético e rigoroso). Se sair dois pelo PMDB, nenhum se elege.

2015 será o ano dos reajustes para a economia brasileira. Entenda o porquê

Economistas apontam para um momento ruim no ano que vem. Assim, quem vencer as eleições de outubro precisará iniciar reformas severas para conter crise prevista