Por Euler de França Belém

Encontramos 16456 resultados
Jornalista Malu Gaspar escreve O Capital no Século 21 no Brasil segundo São Eike Batista

Livro prova, com riqueza de detalhes, que, mesmo antes de produzir já vendia ações no mercado financeiro, Eike Batista, criador do Grupo X, havia se tornado o sétimo maior bilionário do mundo

Philip Roth foi namorado da mulher do presidente John Kennedy, a elegante Jackie Kennedy

Jackie Kennedy: a ex-primeira-dama conquistou Philip Roth e o deixou atrapalhad

Philip Roth está escrevendo (ensaios) e diz que “Enquanto Agonizo” é o grande romance de Faulkner

O autor de “O Complexo de Portnoy” elogia Hemingway, frisa que “Absalão, Absalão!” é um romance poderoso e fala das grandes frases de Dostoiévski e Joyce

Doutor pela Sorbonne mostra como a imprensa apoiou a ditadura e criou imagem positiva para militares

9093662Doutor em sociologia pela Sorbonne, o gaúcho Juremir Machado da Silva é um intelectual que escreve muito e bem. Já publicou livros sobre Getúlio Vargas e João Goulart, sempre polêmico e acrescentando ideias que vale a pena serem examinadas, para além da bibliografia. Seu livro “1964 — Golpe Midiático-Civil-Militar” (Sulina, 159 páginas), apesar da discurseira típica de acadêmicos, é muito bom. O autor mostra, de maneira documentada, como a imprensa contribuiu para o golpe de 1964. Não só isso. Ajudou a formular a tese, que contribuiu para convencer as classes médias e as massas a aceitarem a queda do presidente João “Jango” Goulart, de que o perigo comunista era evidente. Não era. Não havia perigo comunista. De fato, parte da esquerda não tinha um projeto democrático — e também planejava implantar uma ditadura —, mas não tinha força política para se tornar hegemônica. Jango não era comunista, no máximo era nacionalista. A imprensa patropi, quando a ditadura estava em seus estertores, começou a reconstruir sua história. O “Estadão”, por exemplo, passou a lembrar que havia sido censurado e que colocava receitas de bolo nos espaços censurados. Mas não menciona que apoiou a ditadura com entusiasmo. Octávio Frias Oliveira e seus jornais apoiaram os governos militares, notadamente os mais duros, mas depois a “Folha de S. Paulo” passou a recordar, de maneira mais acentuada, que havia apoiado a campanha das Diretas Já. Apoiou mesmo — assim como deu sua contribuição para fortalecer a ditadura. O jornal dirigido por Otavio Frias Filho precisa “aceitar” as duas partes de sua história. Juremir Machado aponta, de maneira sólida e enfática, como a imprensa ajudou a bancar a ditadura e a construir uma imagem modernizadora para os governos militares. Depois, quando caiu, a ditadura passou a ser só “dos” militares — daí o uso de “ditadura militar”, quando é mais apropriado, com sugere o historiador Daniel Aarão Reis Filho, escrever ditadura civil-militar. Os militares não deram à luz sozinhos à ditadura que perdurou de 1964 a 1985. Civis, como donos de jornais, políticos e empresários, também devem ser considerados pais da Geni que, além de fardas, usava ternos bem cortados.

Silvia Pilz é vítima do politicamente correto, que bane a crítica, não necessariamente o preconceito

Preconceito não acabará por ser banido das páginas dos jornais. No Brasil, a burrice merece estátua e a inteligência, o cemitério

Não dá para esconder imagens de jornalistas sendo decapitados pelo terrorismo do Estado Islâmico

[caption id="attachment_29591" align="alignleft" width="620"]Piloto jordaniano queimado por terroristas do Estado Islâmico Piloto jordaniano queimado por terroristas do Estado Islâmico[/caption] A jornalista Dorrit Harazim, secundando outros autores, escreveu, em “O Globo”, artigo no qual condena a divulgação das imagens de jornalistas (e quaisquer outras pessoas) sendo decapitados (ou, no caso piloto jordaniano, queimado) pelos terroristas do Estado Islâmico. Seu argumento: a divulgação é tudo aquilo que os líderes do Estado Islâmico querem. Ao assustar indivíduos de todo o mundo, sugerindo que é incontrolável e que os estadistas das grandes potências devem subordinar-se às suas propostas, o Estado Islâmico planeja provar que tem poder e não hesita. Para expor o que quer, conta com a anuência da mídia internacional, que exibe as imagens das mortes parcial ou integralmente. Se o Estado Islâmico quer isto mesmo, que as cenas sejam exibidas em todos os países, então é mais inteligente não divulgá-las? Não divulgá-las muda o quê mesmo? Não muda nada. Se os grandes jornais e redes de televisão deixarem de mostrá-las — com o objetivo de não chocar e de não contribuir para fortalecer os terroristas —, o Estado Islâmico não deixará de cometer os crimes. Porque conta com um fenômeno que mesmo jornalistas ainda não conseguem dimensionar de maneira precisa — a internet. “Retirar” as imagens das grandes redes e publicações não significa que não serão mostradas, vistas e comentadas, por milhões de pessoas, inclusive jornalistas. Cabe a cada publicação e rede de televisão mostrar as cenas ou não. Eu, por exemplo, não aprecio vê-las. Mas defendo a divulgação integral e quem não quiser ver, por um motivo ou não, que não veja. As cenas brutais, uma volta à barbárie, colocam o mundo, cada vez mais, contra os terroristas e, erradamente, contra os árabes em geral. Exibi-las, por sinal, reforça a ideia de que uma intervenção transnacional — e não apenas norte-americana — é vital no Iraque e outros países.

Jornalista Julio Maria publica biografia de Elis Regina, a maior cantora brasileira

Nada Será Como Antes” (Master Books, 424 páginas), do jornalista Julio Maria, do “Estadão”, é a biografia da maior cantora (popular) brasileira. Trata-se de um livro autorizado pela família — o que não quer dizer edulcorado ou hagiográfico. “Furacão Elis”, de Regina Echevarria, não agradou aos familiares. O livro chega às livrarias no dia 17 deste mês. Para matar a curiosidade dos leitores, publico a sinopse fornecida pela editora no site da Livraria Cultura: “O livro ‘Elis Regina — Nada Será Como Antes’ narra a vida de Elis desde seus primeiros dias em Porto Alegre, quando cantava ‘Fascinação’ ao lado das amigas nas escadarias de um colégio, até sua despedida trágica, aos 36 anos, quando estava prestes a, de novo, mudar tudo em sua vida. “Ao todo foram quatro anos de entrevistas e pesquisas em arquivos. A ideia de escrever a biografia surgiu por meio de um convite da editora ao autor. No começo, o perfil do livro era uma homenagem, mas conforme o autor foi descobrindo mais histórias e avançando nas entrevistas, viu que havia muito mais o que contar. Pessoas importantes que até então nunca haviam se pronunciado — como dezenas de músicos que tocaram com ela. “Depois de dois anos em campo — durante esse tempo foram inúmeros arquivos consultados e 126 entrevistas, a maioria delas feitas pessoalmente —, o autor começou a colocar a história no papel. ‘Mesmo quando parei para escrever, as histórias continuavam a aparecer, e o livro ganhava novas partes de tempos em tempos. Ele ficou vivo o tempo todo. E confesso que, se pudesse, estaria neste momento colocando mais histórias’, conta. “‘Não vivi a era de Elis. Quando ela faleceu, em janeiro 19 de janeiro de 1982, eu tinha 9 anos de idade, e diante dessa personagem gigante, fui o que sou há 16 anos — repórter. Me joguei com o respeito que a história merecia, mas sem nenhuma tese a defender. Creio que o olhar descontaminado de paixões ou ódios ajude a traçar um perfil mais humano e menos divino’, diz o autor.”

Leitor diz que jornal O Hoje erra e troca paralisações por “paralizações”/RETRANCA: Guerra do “Z” com o “S”

O leitor Sérgio Murillo pergunta: “Li no jornal ‘O Hoje’, na edição de quarta-feira, 25, o título ‘Paralizações já prejudicam setor produtivo goiano’. O certo seria paralisações? O jornal precisa paralisar, de vez, o uso de ‘paralizações’?” O “Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa” explica, na página 2129: “Paralisação — Ação ou efeito de paralisar(se)”. Com “s”, é claro. O “Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa”, de Antônio Geraldo da Cunha, amplia o entendimento (página 580): “Paralisar — Entorpecer, tornar inerte”. A palavra “paralysar” (com “y” e com “s”) teria surgido em 1844. É uma “adaptação do francês paralyser”. Já “paralisação” surge no século 20. Paralisia deriva de “parelisia”, do século 14. A derivação é do latim “paralísis”, que “saiu” do grego “parálysis”. Portanto, o leitor está certo, e o jornal, errado. “O Hoje” deve escrever, a partir de agora, “paralisações”.

Estadão demite editor que é diretor do Sindicato dos Jornalistas de SP e provoca crise

Do ponto de vista corporativista do sindicalismo, o “Estadão” cometeu uma heresia na semana passada: demitiu um jornalista, Alessandro Giannini, editor assistente de internacional, que integra a diretoria do Conselho de Diretores do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. Teoricamente, o “Estadão” não poderia afastá-lo — porque diretores de sindicatos têm estabilidade no emprego — e agora terá de enfrentar o sindicato e a Justiça Trabalhista, que certamente cobrará a reintegração do profissional. O “Estadão” está demitindo, mas não em massa. São demissões pontuais. Segundo o Portal dos Jornalistas, as demissões seguem a “tendência que vem se consolidando em alguns veículos de comunicação de evitar cortes em escala, a fim de, entre outras razões, não ter que negociar compensações com o sindicato”.

PPS adere e contribui para formar o G-4. O grupo pretende lançar candidato a prefeito de Anápolis

O grupo político denominado de G-3, encabeçado pelas siglas (PSD, PHS e PEN), ganha mais um aliado na composição do quadro partidário do movimento. Na quarta-feira, 25, o PPS, sinalizou aos líderes do movimento que vai aderir à sigla — formatando o G-4, como será chamado daqui pra frente. O movimento que nasceu com a proposta de fazer política de uma forma diferenciada, cujo principal objetivo é colocar em pauta as questões sociopolíticas não apenas nas vésperas da eleição, chamou atenção do presidente do PPS, André Almeida (foto), que, na última reunião, firmou aliança com o grupo. Para os fundadores do G-3, a vinda do PPS ao movimento, possibilita ganho de força e qualidade na conjuntura política do município. A formação do grupo, em Anápolis, representa o crescimento da terceira via que aos poucos está ganhando força e espaço para discutir as propostas políticas de 2016. Por enquanto, não é de interesse do G-4 apontar nomes que possa compor a chapa majoritária no próximo pleito. O grupo se mantém focado no projeto de dialogar com a sociedade. O G-4 não descarta a possibilidade de expansão do grupo e ressalta que está de portas abertas para todos os partidos que pensam da mesma forma e pretendem se unir ao movimento. O grupo que ganhou notória visibilidade no cenário político, em Anápolis, tem sido procurado assiduamente por partidos que já estão de olho em 2016. Lançado oficialmente no dia 29 de janeiro deste ano, o grupo é liderado pelos presidentes municipais: Thiago Sousa (PSD), Pastor Elismar (PHS) e Domingos do Cedro (PEN) juntamente com a militância da três siglas. No entanto, a intenção é buscar ainda mais adesão de outros partidos interessados em abraçar o projeto. A soma das siglas possibilitou ao grupo intitulado de Anápolis Melhor elaborar um projeto diferenciado que promete dialogar de perto com a sociedade. A intenção é ministrar mensalmente seminários nas regiões de Anápolis com temas que agregam a participação popular, como educação, saneamento, segurança, saúde, mobilidade urbana, juventude, desenvolvimento socioeconômico, drogas e sustentabilidade. O grupo começa em março um ciclo de 10 debates, cuja finalidade é elaborar um documento que será chamado de Carta Anápolis, onde serão anotadas todas as reivindicações da população. O primeiro encontro está marcado para quinta-feira, 5, no bairro Calixtolândia, às 19h30, na Rua Roque Moreira, quadra 10, lote 16, Residencial Itatiaia.

Deputado diz que Santana Gomes deu uma enquadrada geral em José Nelto

Um deputado da base governista garante que José Nelto “chegou à Assembleia Legislativa cantando de galo, mas, nesta semana, acabou piando como um franguinho. Santana Gomes deu uma enquadrada geral no novo paladino da ética”. Santana Gomes frisou que José Nelto foi cassado e que viajou em avião público, sem nenhum pudor. “Só faltou lembrar a história de como jogou pedras no caixão da menina Leide das Neves, que morreu em decorrência do césio. Zé Nelto queria impedir que fosse enterrada no Cemitério Parque”, afirma um deputado. “Zé Nelto esquece rápido seus próprios problemas.”

Fotografia do juiz que foi flagrado usando roupas íntimas de Luma Oliveira, ex-mulher de Eike Batista

Recebi a fotografia acima e, como humor não faz mal a ninguém, divulgo-a. Para deixar o espírito mais leve e descontraído. Divertida, não é, leitor, a criatividade dos brasileiros? Um juiz "confiscou" um Porsche e um piano do ex-empresário bilionário Eike Batista. Aí alguém, esperto e rápido, criou o "quadro" acima.

Leon Deniz, de olho na disputa da OAB no fim do ano, deve deixar Comissão de Ética do PMDB

Um deputado estadual garante que o advogado Leon Deniz vai deixar a presidência da Comissão de Ética e Disciplina do PMDB. Leon Deniz queria sair agora, mas, a pedido do presidente regional do PMDB, Samuel Belchior, e do deputado estadual José Nelto, vai esperar mais alguns dias. O grupo de Leon Deniz, que faz oposição ao grupo que comanda a OAB-Goiás, critica o fato de Henrique Tibúrcio ter deixado a presidência da Ordem para assumir o cargo de secretário de Governo na equipe do governador Marconi Perillo (PSDB). Chega a criticar até a filiação de Tibúrcio ao PSDB. Porém, tudo aquilo que condenam em Tibúrcio “perdoam” em Leon Deniz. Este, além de filiado ao PMDB, preside sua Comissão de Ética. Se Iris Rezende tivesse sido eleito, possivelmente faria parte de sua equipe. Leon Deniz está de olho na disputa pela presidência da OAB em novembro deste ano. Pode ser candidato ou pode apoiar Lúcio Flávio ou Paulo Teles para presidente.

Comissão de Ética concede 15 dias para Friboi e Frederico Jayme se explicarem sobre apoio a Marconi

[Frederico Jayme e Júnior Friboi: na linha de fogo de Iris Rezende e do deputado José Nelto] A Comissão de Ética e Disciplina do PMDB deu 15 dias de prazo — a partir da notificação — para o empresário Júnior Friboi, o ex-deputado Frederico Jayme e Emival de Oliveira Santos se explicarem sobre a “denúncia” de suposta infidelidade partidária. Os três, embora filiados ao PMDB, não apoiaram Iris Rezende para governador, nas eleições de 2014, e optaram por apoiar a candidatura do governador Marconi Perillo, do PSDB. Os três políticos serão notificados por Dorival (Dori) Mocó nos próximos dias. O ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende, o deputado estadual José Nelto e o presidente do PMDB, Samuel Belchior, são os três políticos mais empenhados em expulsar Friboi, Frederico Jayme e Emival de Oliveira Santos.

O Popular retira nome de Luiz Fernando Rocha Lima como diretor editorial

Exibindo IMG-20150226-WA0003.jpg Na edição de domingo, 22, de "O Popular" constava o nome de Luiz Fernando Rocha Lima como diretor editorial, logo abaixo do nome do diretor superintendente, Tasso Câmara. Na edição de segunda-feira, 23, o nome do executivo desapareceu do espaço que sinalizava que dirigia a redação do jornal, acima da editora-chefe, Cileide Alves. A partir de agora, Cileide Alves responde diretamente ao vice-presidente do Grupo Jaime Câmara, Maurício Duarte, o principal executivo da empresa, abaixo apenas do presidente do Conselho de Administração, Jaime Câmara Júnior, e do presidente, Cristiano Roriz Câmara. Embora tenha perdido o comando da redação, Luiz Fernando Rocha Lima, o Nandão, permanece no GJC, como diretor. Ele, que cumprirá "missões especiais", pertence ao grupo de Júnior Câmara, mas não ao de Cristiano Câmara. A velha geração está definitivamente fora do comando executivo dos empreendimentos. Ronaldo Borges Ferrante é apontado como o último dos moicanos.