Por Euler de França Belém
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Para o secretário das Cidades e Meio Ambiente, o cenário para 2018 só começará a ser definido em 2017, após as eleições municipais
O quadro para a disputa eleitoral em 2018 está completamente aberto. Essa é a avaliação do secretário de Estado Vilmar Rocha, presidente regional do PSD-GO. Para ele, “não existe um candidato natural da base para 2018. Não há nomes definidos”.
Apoiador desde o primeiro momento do então chamado Tempo Novo, em 1998, Vilmar é enfático ao dizer a base ainda não tem nomes para a disputa ao Senado ou ao governo. “Nem eu, que fui candidato a senador e tive mais de 1 milhão de votos, sou um candidato natural ao Senado em 2018. Se eu quiser ser candidato ao Senado ou a governador terei de construir isso. Assim como outros terão de construir as suas candidaturas também”, diz o secretário estadual das Cidades e Meio Ambiente.
Para ele, o cenário para 2018 só começará a ser definido em 2017, após as eleições municipais. “Só a partir do resultado das eleições municipais é que o quadro começará a ser definido”, explica.
No entanto, Vilmar faz uma ressalva. “Há sim um único candidato natural ao Senado: Marconi Perillo. Caso o governador decida ser candidato ao Senado, uma das vagas certamente será dele. Mas nós queremos mais para o Marconi. Queremos um projeto nacional para ele”, afirma.
De acordo com o titular da Secima, Goiás precisa de um nome forte em nível nacional e o mais qualificado para esse posto é o governador Marconi Perillo. “Será bom para Goiás se tivermos o Marconi no Governo Federal e ele está trabalhando para isso. Agora, eu já falei várias vezes pra ele que candidatura à presidência não é apenas projeto, é destino. Ele tem sim de trabalhar para construir isso, mas sem ansiedade. E esperar que o destino o conduza.”
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