Por Euler de França Belém

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Vanderlan Cardoso é forte em Senador Canedo mas pode ficar fora do 2º turno em Goiânia

Vanderlan Cardoso e Zélio Cândido 1 O empresário Vanderlan Cardoso (PSB) “bate a cabeça na parede” e diz, aos aliados, que está interessado na disputa pela Prefeitura de Goiânia. Na prática, Vanderlan Cardoso continua articulando politicamente muito mais em Senador Canedo, sua Paságarda, do que em Goiânia, seu Inferno de Dante. Só alguns integrantes do PPS acreditam que o empresário articula mais na capital. A turma do PSB sabe que o corpo de Vanderlan Cardoso está em Goiânia, mas sua cabeça só pensa na cidade vizinha. A Prefeitura de Senador Canedo é vista como mais importante porque Vanderlan Cardoso acredita que tem condições de eleger o empresário Zélio Cândido — ou sua mulher, Izaura Cardoso, no caso do outro postulante não decolar —, mas dificilmente terá condições de chegar ao segundo turno em Goiânia. (Na foto, no centro: Vanderlan Cardoso e Zélio Cândido/Crédito: Diário do Estado de Goiás)

Denúncias contra Aécio e Alckmin podem fortalecer o projeto nacional de Marconi Perillo

Aécio Neves e Geraldo Alckmin 1 Denúncias contra o senador Aécio Neves (citado por delatores no escândalo investigado pela Operação Lava Jato), de Minas Gerais, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (escândalo da merenda), fortalecem o projeto nacional do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB. O tucano-chefe pode consolidar-se como um nome novo na disputa, tendo o que mostrar em Goiás — como a recuperação do setor de saúde —, ante o enfraquecimento do senador mineiro e do governador paulista. (Na foto: Aécio Neves e Geraldo Alckmin/Crédito: PSDB)

PSDB precisa observar com atenção as denúncias contra Aécio Neves. Pode não ser apenas política

As empreiteiras que financiam o PT também financiam o PSDB e outros partidos de médio e grande porte

Jalles Fontoura “pede” Gilberto Naves e este “pede” aquele? Ou há jogo de cena em Goianésia?

Há quem aposte que Renato Rocha deve ser o candidato do PMDB a prefeito de Goiânia. O deputado sustenta que Gilberto Naves deve disputar

Waldir Soares absorve votos de Vanderlan em dois bairros e de Iris Rezende na região Noroeste

[caption id="attachment_39891" align="alignnone" width="620"]Delegado Waldir Soares se reuniu com vereadores do PSDB | Foto: Reprodução/Vídeo/Facebook Delegado Waldir Soares: novo fenômeno político-eleitoral de Goiás e Goiânia | Foto: Reprodução/Vídeo/Facebook[/caption] Pesquisas sugerem que o deputado federal Waldir Delegado Soares (quase fora do PSDB) está absorvendo votos de Vanderlan Cardoso, no Jardim Novo Mundo e Palmito, e de Iris Rezende, na região Noroeste de Goiânia. Os dados sobre o delegado Waldir Soares mostram que se trata de um fenômeno político-eleitoral. Ele está segurando Iris Rezende — que não sai da casa dos 30% das intenções de voto — e está puxando Vanderlan Cardoso para baixo, sempre menos de 15%.

Governo aposta que poderá eleger os prefeitos de Goiânia, Aparecida e Anápolis

[caption id="attachment_58186" align="aligncenter" width="620"]Giuseppe Vecci, Fernando Cunha Neto, Ozair José e Alcides Ribeiro: nomes fortes em Goiânia, em Anápolis e, os dois últimos, em Aparecida de Goiânia. Tucanato é consistente nas 3 cidades Giuseppe Vecci, Fernando Cunha Neto, Ozair José e Alcides Ribeiro: nomes fortes em Goiânia, em Anápolis e, os dois últimos, em Aparecida de Goiânia. Tucanato é consistente nas 3 cidades[/caption] Pela primeira vez nos últimos anos, os luas azuis do governismo apostam que, finalmente, poderão eleger o prefeito de Goiânia, de Aparecida de Goiânia e em Anápolis, em 2 de outubro deste ano. Em Goiânia, apesar de liderar as pesquisas de intenção de voto, Iris Rezende é mal avaliado nas pesquisas qualitativas. Sua liderança é tida como inercial, quer dizer, os eleitores ainda não sabem quais serão os outros candidatos e, por isso, não têm como avaliá-los com precisão. O peemedebista é visto como aquele candidato que, embora tido como forte eleitoralmente, é mais fácil de ser derrotado. Seu jogo político é mais fácil de ser desmontado, porque é percebido como extremamente previsível. Ao mesmo tempo, a base governista tem candidatos consistentes, em termos de conteúdo, e que, no devido tempo, certamente serão avaliados com mais atenção pelo eleitorado. Giuseppe Vecci (PSDB), Luiz Bittencourt (PTB), Virmondes Cruvinel (ou Francisco Júnior, do PSD) são vistos como políticos que, consistentes, podem surpreender Iris Rezende, sobretudo se apresentarem um programa de governo criativo e crível. Em Aparecida de Goiânia, quando o nome do milionário Sandro Mabel foi apontado como possível candidato a prefeito, a base marconista assustou-se. Por dois motivos. Primeiro, não faltaria dinheiro à sua campanha. Segundo, porque tem estatura próxima da do prefeito Maguito Vilela. Terceiro, tem presença política nacional (não se governa Aparecida sem a mão generosa do governo federal). Quando Mabel saiu do páreo, abrindo espaço para a consolidação de Gustavo Mendanha, do PMDB, a base tranquilizou-se. Acredita-se que Mendanha não é páreo para o empresário Alcides Ribeiro ou para o vice-prefeito Ozair José, ambos do PSDB. Em Anápolis, embora não trate o prefeito João Gomes como galinha morta, o tucanato sugere que o desgaste do PT nacional está abalando sua postulação. Tanto que, apesar da máquina e do apoio do ex-prefeito Antônio Gomide, o líder nas pesquisas de intenção de voto é o deputado estadual Carlos An­tônio, do Solidariedade. Fer­nando Cunha Neto, do PSDB, surge como uma força nova, mas que tem o apoio de figuras tradicionais.

Victor Priori pode ser vice de Leandro Vilela em 2016 e disputar Prefeitura de Jataí em 2020

[caption id="attachment_58185" align="aligncenter" width="620"]Leandro Vilela e Victor Priori: possível dobradinha do PMDB e do PSDB Leandro Vilela e Victor Priori: possível dobradinha do PMDB e do PSDB[/caption] Segundo um tucano dos mais graúdos, Victor Priori (PSDB) — o empresário mais rico de Jataí — está prestes a desistir, em caráter definitivo, de ser candidato a prefeito do município. Victor Priori é cotado para ser vice do pré-candidato a prefeito do município pelo PMDB, Leandro Vilela, sobrinho do prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela. Porém, para aceitar a vice, que teria o endosso do governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, Victor Priori estaria exigindo o compromisso de o PMDB bancá-lo para prefeito de Jataí, em 2020. Conta-se que, com a anuência de tucanos de bicos erados, Victor Priori teria conversado com Leandro Vilela a respeito de uma possível aliança — que teria a bênção tanto do governador Marconi Perillo quanto do prefeito de Jataí, Humberto Machado, do PMDB. O problema é que deixaram o vereador Vinicius Luz, do PSDB, avançar demais na postulação pela prefeitura e vai ser difícil retirá-lo do páreo. O tucano tem afirmado que vai colocar seu nome para a disputa, em prévias ou convenção. Ele é popular, ousado e articulado.

Ao sugerir que Vecci é o candidato chapa-branca, Waldir Soares descarta apoiá-lo para prefeito

[caption id="attachment_57490" align="aligncenter" width="620"]waldir-vecci-fotos-jornal-opcao Fotos: Renan Accioly / Jornal Opção[/caption] Ao sugerir que o deputado federal Giuseppe Vecci, do PSDB, é o candidato chapa-branca, o deputado federal Waldir Delegado Soares, do PSDB, praticamente descarta apoiá-lo, se indicado nas prévias para disputar a Prefeitura de Goiânia. Depois de fazer a crítica, e pertencendo ao mesmo partido, o delegado não terá como pedir votos, nas ruas, para o economista tucano. A crítica é uma declaração, aparentemente sutil, mas, na verdade, explícita e direta, ao principal nome do tucanato para a disputa. Giuseppe Vecci tem sugerido que está trabalhando para ser candidato, reunindo com os integrantes do partido, apresentando suas ideias e ouvindo-os. Um dos históricos do PSDB em Goiânia, inclusive apoiado por quase todos os históricos do partido, avalia que tem direito de pleitear a possibilidade de disputar a prefeitura da cidade onde mora há vários anos. Não se considera chapa-branca e tampouco devolve à crítica, pois “não ataca companheiros”. Waldir Soares disse ao Jornal Opção que, depois do Carnaval, vai decidir se se disputa as prévias ou não. “Estou pesquisando os filiados, pois quero saber se é ou não gente do governo. Na zonal 127, dos 400 filiados pelo menos 150 estão ligados ao governo do Estado e à Prefeitura de Goiânia. Anselmo Pereira e Vecci estão há anos no PSDB, então não é fácil enfrentá-los em prévias. Depois, não me agradou saber que o vice-governador José Eliton está pedindo apoio diretamente para Vecci.” Por enquanto, Waldir Soares diz que não vai dizer duas coisas: que vai sair do PSDB e que vai ser candidato. Suas palavras são ambíguas, mas indicam que, sim, não deve ficar no partido e que deve ser candidato. “Conversei com o presidente nacional do PR, Valdemar Costa Neto, e com a deputada federal Magda Mofatto. Fui levado a ele pela Magda. Dialoguei com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e com o deputado federal Rogério Rosso. Conversei algumas vezes com Eurípedes Júnior, presidente nacional do Pros. Estive com dirigentes do PRB, inclusive com o deputado Celso Russomanno. Estive com Cássio Cunha Lima, Antonio Imbassahy e Aécio Neves e eles querem a minha permanência no PSDB. Não me filiei ao Partido da Mulher Brasileira (PMB) porque, quando convidado, pretendia ficar no PSDB. Portanto, fui assediado por vários partidos, o que sugere que, politicamente, tenho valor.” O deputado diz que, mesmo sem estrutura, as pesquisas informam que, da base governista, é o pré-candidato mais cotado para enfrentar Iris Rezende (PMDB), apontado como favorito. “Eu tenho o voto de opinião. O eleitor não vota em mim por causa de pressão política — trata-se de uma escolha pessoal. Tenho 600 mil seguidores nas redes sociais, e por isso todos consideram como um fenômeno.” Waldir Soares diz que tem conversado com o deputado federal Daniel Vilela, presidente do PMDB, e com o pré-candidato a prefeito do partido em Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha. “As eleições de 2016 estão umbilicalmente vinculadas às eleições de 2018. Há duas vagas para o Senado, uma para o governo, uma vice. Posso, portanto, estabelecer um diálogo mais amplo com Daniel Vilela. Por que não?”

Iris Rezende vai pôr prepostos pra criticar gestão de Paulo Garcia e ele só atacará depois de junho

[caption id="attachment_42180" align="aligncenter" width="620"]Iris Rezende em seu escritório político | Foto: Fernando Leite Iris Rezende em seu escritório político | Foto: Fernando Leite[/caption] Depois de uma série de reuniões, no seu escritório, o pré-candidato a prefeito do PMDB em Goiânia, Iris Rezende, começa a delinear sua política em relação ao PT e ao prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT). Num primeiro momento, antes da definição de sua candidatura, não vai bater duramente no petista-chefe. Ele prefere pôr dois de seus prepostos mais agressivos para criticá-lo. Devido ao fato de ser vice-prefeito, Agenor Mariano vai fustigar o ex-parceiro em conversas com políticos, empresários e em entrevistas. O vereador Clécio Alves é o encarregado das críticas na Câmara Municipal de Goiânia e nos bairros. Outros atacantes deverão ser testados.

PSDB de Santa Helena vai bancar candidato contra Judson Lourenço

[caption id="attachment_58173" align="aligncenter" width="620"]Judson Lourenço, Érick Itacarambi e João Alberto: possíveis candidatos a prefeito de Santa Helena de Goiás Judson Lourenço, Érick Itacarambi e João Alberto: possíveis candidatos a prefeito de Santa Helena de Goiás[/caption] O prefeito de Santa Helena de Goiás, Judson Lourenço, afirma que não será candidato à reeleição. Mas na cidade toda a oposição contrapõe e frisa que o peemedebista, apesar dos despistes, será candidato. “O fato é que Judson Lourenço fez poucas obras com recursos municipais. Ele asfaltou quatro ruas e comprou algumas máquinas. As demais obras foram feitas com recursos federais. O Hospital de Urgências, por exemplo, não foi construído por ele, e sim pelo ex-governador Alcides Rodrigues e o governador Marconi Perillo, por intermédio da OS Pró-Saúde, o colocou para funcionar. O atendimento é aprovado por 90% dos pacientes que precisam de seus cuidados”, afirma o vereador Érick Itacarambi, do PSDB. “O PSDB”, frisa Érick Itacarambi, “vai lançar candidato a prefeito em Santa Helena. Somos a terceira via. Eu e o agropecuarista e empresário João Mattos podemos disputar prévias ou, então, chegar a um consenso. Como estamos fazendo filiações, vamos deixar para definir o candidato no fim de março. Definido o nome, vamos montar uma grande aliança”. Comenta-se que o grupo de Alcides Rodrigues deve bancar Raquel Rodrigues ou um filho, João Alberto Rodrigues, para prefeito. Érick Itacarambi não descarta a possibilidade de o grupo de Alcides apoiar o candidato do PSDB, “mas não há nenhuma possibilidade de compor com Judson Lourenço.” O PP pode bancar a candidatura do produtor rural Alcir Elias. Ele ganhou na Mega-sena e comprou fazendas no Tocantins e no Pará. Disputou a eleição passada pelo PT, com o apoio do grupo de Alcides, e perdeu para Judson Lourenço.

Vanderlan Cardoso pode ser vice de Giuseppe Vecci se o governo bancar seu candidato em Senado Canedo

vanderlan-vecci Em conversas públicas, até gravadas, o empresário Vanderlan Cardoso tem dito, com todas as letras, que sua prioridade eleitoral em 2016 não é se eleger prefeito de Goiânia, e sim derrotar o prefeito de Senador Canedo, Misael Oliveira, do PDT, e eleger o empresário Zélio Cândido, do PSB — ou, se este não decolar, sua mulher, Izaura Cardoso, do PSC. A tese do líder do PSB é realista; afinal, em política, mais vale um pássaro nas mãos do que dois voando. Se perder em Goiânia e em Senador Canedo, sairá desprestigiado e, possivelmente, terá de encerrar sua carreira política. Por isso, depois de algumas conversas, admite ser o candidato a vice do deputado federal Giuseppe Vecci, do PSDB. A contrapartida seria o apoio do governador Marconi Perillo ao seu candidato em Senador Canedo.

Iris Rezende estaria atribuindo a vitória de Daniel Vilela a traição de peemedebistas

O ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende está abalado com a derrota de Nailton Oliveira na disputa pelo comando do Diretório Estadual do PMDB. Admite que a derrota é sua, não de Nailton, que, politicamente, não existe. O decano peemedebista sugere que foi traído. Ele e Iris Araújo estão possessos inclusive com Adib Elias, que bandeou-se para o lado de Daniel Vilela.

Júlio da Retífica diz que Eronildo Valadares encardiu Porangatu em três anos

julio-retifica-marcos-kennedy-OK O deputado estadual Júlio da Retífica, do PSDB, é apontado por seus aliados como o favorito para prefeito de Porangatu, na eleição de 2 de outubro deste ano. Seu principal cabo eleitoral, paradoxalmente, é o prefeito Eronildo Valadares, do PMDB, seu adversário figadal. Mais magro, depois de uma cirurgia que fez para controlar o diabetes — seu médico é o expert Áureo Ludovico —, Júlio da Retífica que sente-se rejuvenescido. Frisando que ainda não decidiu se vai disputar a eleição para prefeito, sobretudo devido ao custo da campanha (“não sei se disputo ou se fico como deputado. O governador Marconi Perillo quer que eu seja candidato”), o tucano afirma que Eronildo surpreendeu a todos os porangatuenses. “Ninguém, nem os adversários, pensavam que sua administração seria tão desastrada. Ele não acerta uma.” O próximo prefeito, avalia Júlio da Retífica, “terá muita dificuldade de colocar a cidade nos eixos. Eronildo deixou a cidade deteriorar. As ruas estão sujas, encardidas e esburadas. Em três anos, o prefeito não acrescentou nada, não fez nada diferenciado. Ele conseguiu decepcionar até seus aliados”. Outros políticos comentam que “Eronildo conseguiu ser pior do que José Osvaldo”, que já não era bom. O PSDB terá candidato e o nome mais cotado é mesmo o de Júlio da Retífica. Perguntado sobre Odair Amorim, o deputado afirma que tem certa liderança, sobretudo porque é ligado à Renovação Carismática, corrente da Igreja Católica. Um ex-peemedebista afirma que, na verdade, “Odair Amorim pode ser vice de Júlio da Retífica ou de Valdemar Lopes, do PRTB”. É provável que, percebendo o naufrágio — há quem chame Eronildo de “o Titanic humano do Norte de Goiás” —, só não queira ser vice do prefeito.; A oposição diz que, no lugar de construir obras, Eronildo se tornou um expert em fechar escolas e creche. Segundo um vereador, ele arrancou árvores da cidade e não plantou outras

PT vai apontar que Iris Rezende fez asfalto sonrisal e deixou dívidas de 1 bilhão de reais

iris-rezende-jornal-opcao Ao saber que Iris Rezende vai partir para o ataque, a partir de junho, com o objetivo de desvincular sua imagem da do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, setores do PT decidiram que vão mobilizar uma artilharia de dados que deve incomodá-lo. O petismo vai mostrar que, quando prefeito, o peemedebista disse que asfaltou toda a capital, sem explicar que o asfalto sonrisal se desfez. Com uma espessura fina, com material tido como de baixa qualidade, ao menos 90% dos asfalto feito por Iris deteriorou-se em pouco tempo. Além de pagar a dívida deixada pelo antecessor, o petista está recuperando a malha urbana. As dívidas são heranças malditas. Calcula-se que chegam a pelo menos 1 bilhão de reais as dívidas deixadas por Iris Rezende — 200 milhões (ou muito mais) só na saúde.

Prefeito de Avelinópolis trabalha para manter unidade de sua base e eleger o próximo prefeito

O prefeito de Avelinópolis, Agmon Leite da Costa (PSB), de 43 anos, faz uma gestão muito bem avaliada. “A cidade é um brinco de tão arrumadinha”, disse ao Jornal Opção o deputado estadual Jean Carlo, do PHS. Reeleito, Agmon Leite diz que a prioridade de sua gestão é área de habitação. “O município tem 2.500 habitantes. Já entreguei 52 casas e vamos entregar mais de 200. Para o número de habitantes, é um número grande. Também procuro investir o máximo possível em educação e saúde”, frisa. Como não pode disputar a reeleição, Agmon, tido como um político de grande capacidade de articulação — segundo Jean Carlo e pelo advogado Gilberto de Castro —, está conversando com seus aliados. “O fundamental é manter a união da nossa base política”, destaca. “Nosso grupo é grande e bem estruturado. Por isso há vários pré-candidatos. Nós buscamos a unidade. Até o momento, quatro pré-candidatos despontam: o vice-prefeito Antônio Marcos, do PHS, o vereador Wellington Gordinho, do PSDB, o vereador Alisson Mota, do PSC, e o secretário de Obras da prefeitura, Zélio Alves, do PSD. Agmon diz que sua base política lidera as pesquisas de intenção de voto. Eliete Rodrigues Magalhães, do DEM, será, possivelmente, a principal adversária do candidato apoiado por Agmon. Fábio Alves, do PR, é o nome bancado pelo ex-prefeito de Anicuns Chico Buzina. Fábio Buzina é filho de Chico.