Por Euler de França Belém
O prefeito de Mineiros, Agenor Rezende, do PMDB, é chamado entre os amigos de Matusalém do Sudoeste. Mesmo assim, é o favorito. Por quê? Segundo um vereador, a explicação é simples: “Os adversários são fracos”. O vereador afirma que Ernesto Vilela, candidato do PDT a prefeito de Mineiros, passou a vida atacando os ex-prefeitos Aderaldo Barcelos e Neiba Barcelos, que são casados, e agora se aliaram (Aderaldo é seu vice). Os eleitores não conseguem entender tais ginásticas estrambóticas e aí votam no Matusalém do Sudoeste, que pelo menos permanece o mesmo, como uma árvore de carvalho há quase 100 anos.
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Prefeito de Morrinhos, Rogério Troncoso | Foto: reprodução / Facebook[/caption]
O prefeito de Morrinhos, Rogério Troncoso, do PTB, pode ter 95% dos votos dos eleitores. Quando perguntem o segredo do sucesso de sua administração, o petebista, que não tem o hábito de ficar reclamando de crise econômica e arrecadação em queda, diz que são “três”.
Quando afirma que são três os segredos do sucesso, os interlocutores perguntam de imediato: “Um deles é ter bons interlocutores em Brasília para, assim, conquistar mais recursos federais?” Rogério Troncoso admite que ter o apoio de um deputado federal como Jovair Arantes em Brasília, por ser atuante, ajuda muito. É fato. Mas os três segredos são outros: “Trabalho, trabalho e, finalmente, trabalho”. Conversar menos e trabalhar mais é o que ajuda mesmo a enfrentar a crise e a desenvolver uma gestão proativa e criadora. Além, é claro, de ter uma equipe eficiente.
O comentário é generalizado: Thiago Albernaz está fazendo a diferença na campanha de Vanderlan Cardoso. “Thiago é um vice articulado, que convoca a militância jovem e a coloca na linha de frente da campanha”, afirma Rodrigo Zani. “Não tenho receio de errar: Thiago Albernaz vale por quatro políticos e tem um grande futuro político pela frente. Ele é diplomático, sobretudo é infatigável e sabe liderar”, acrescenta Zani.
O governador Marconi Perillo tem examinado todas as pesquisas para prefeito de Goiânia. Sejam qualitativas, sejam quantitativas. Com seu olho clínico, tem ressaltado que Iris Rezende bateu no teto — cerca de 37% —, o que não garante vitória no primeiro turno. Outro detalhe é que Vanderlan Cardoso, que ainda não retira votos de Iris Rezende, está mexendo no eleitorado de quase todos os outros candidatos. Trata-se do voto útil — há uma migração para o candidato do PSB a prefeito de Goiânia. Após resultados sequenciais de trackings, além das pesquisas quantis e qualis, e cruzando informações, o governador Marconi Perillo concluiu que Goiânia terá segundo turno e será entre Iris Rezende e Vanderlan Cardoso e numa situação de quase empate técnico (o tucano-chefe está considerando, evidentemente, a ascensão do postulante do PSB). Sempre atento, e de um realismo ímpar, pouco dado a emocionalismo em termos de política, Marconi Perillo aposta suas fichas que Vanderlan Cardoso tem plenas condições de derrotar Iris Rezende no segundo turno.
O governador de Goiás, Marconi Perillo, e o candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB, Vanderlan Cardoso, conversam com frequência, não raro duas vezes por dia, para definir estratégias e ações da campanha. O tucano contribui de maneira acentuada para formatar e ampliar o trabalho político do postulante socialista.
Adriana Accorsi, do PT, e Francisco Júnior, do PSD, têm perfis parecidos. Eles estão fazendo uma campanha técnica, concentrados em propostas. A ressalva é que, devido à polarização entre Iris Rezende, do PMDB, e Vanderlan Cardoso, do PSB, os eleitores não estão prestando a mínima atenção ao que estão dizendo. Adriana Accorsi ainda carrega duas cruzes pesadas: o PT de Dilma Rousseff e Lula da Silva e o prefeito Paulo Garcia. Mas tanto Adriana quanto Francisco Júnior sairão maiores desta campanha. O líder do PSD é visto como bem preparado, dos que sabem debater em alto nível e que conhece a cidade como poucos. Adriana é apontada como uma política que tem personalidade própria e é firme.
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Foto: Marcos Kennedy[/caption]
Conclusão geral de segmentos organizados e dos jovens: Virmondes Cruvinel sai menor, bem menor, das eleições deste ano. Ao deixar de apoiar o candidato bancado de seu partido, Vanderlan Cardoso, optando por apoiar Waldir Soares, deixou a impressão de que fidelidade partidária não lhe importa. O que importa é o interesse pessoal, familiar.
Virmondes Cruvinel está carimbado como um político igual a todos os outros e o que dizia antes era apenas discurso. Espera-se que se recupere do mau passo, que cheira a fisiologismo.
A deputada federal Magda Mofatto é uma política pragmática. Ao pressentir cheiro de derrota em Goiânia — uma tragédia política anunciadíssima —, está concentrando suas energias em eleger prefeitos de algumas cidades do interior. Magda Mofatto, que tem faro político e empresarial, está certíssima. Afinal, pretende ser candidato a senadora em 2018. Ela e Flávio Canedo fazem um trabalho muito bem articulado no interior. Em Goiânia, até tentam ajudar, mas não conseguem, nem são ouvidos.
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Jardel e o governador Marconi Perillo | Foto: Eduardo Ferreira[/caption]
O governador de Goiás, Marconi Perillo, desembarca em Catalão na quinta-feira, 15.
O tucano-chefe vai participar de concentração pública da campanha do prefeito Jardel Sebba. Ele acompanha com lupa a campanha eleitoral do tucano de Catalão, que ele considera como um de seus melhores amigos.
Em Catalão, Adib Elias lidera, mas a frente vem caindo de maneira acentuada. Uma vira, embora difícil, não é considerada impossível.
A sexualidade do jornalista Mateus Júnior não está em debate, mas sim a brutalidade de determinados seres humanos e a imprudência dos que, mesmo maduros, acreditam que nada vai lhes acontecer
Despesas com alimentação e lavanderia são de responsabilidade da primeira-família. Laura Bush teve de pagar hora extra do próprio bolso para funcionários que organizaram aniversário para seu marido
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Ao contrário do filme americano, o filme explora mais detalhadamente o grande romance sobre a invasão napoleônica na Rússia
"Guerra e Paz” é um dos maiores, senão o maior, romance russo. Vladimir Nabokov considerava Púchkin e Liev Tolstói os escritores essenciais da Rússia. O livro de Tolstói deixou os historiadores, mais do que os críticos literários, desconcertados. Porque, assim como Balzac fez na França, mostrou uma compreensão esplêndida dos fatos (há equívocos, por certo, mas o autor escreveu quase em cima dos acontecimentos). Hollywood levou a obra ao cinema, com título homônimo, sob direção de King Vidor, e com Henry Fonda e Audrey Hepburn. Se não é ruim, não é bom. Belo plasticamente, é uma visão edulcorada e redutora da história. Para a sorte dos brasileiros, a história da invasão napoleônica na Rússia, em 1812, tendo como contrahistória a relação de Natasha e Andrei, foi levada ao cinema pelos próprios russos, grandiosos e grandiloquentes, como sempre (e como nós, brasileiros — os russos dos trópicos, ainda que mais malemolentes). “Guerra e Paz”, dirigido por Sergey Bondarchuk, foi lançado no fim da década de 1960 (recebeu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1968), mas saiu no Brasil há pouco tempo. Elenco: Lyudmila Saveleva, Sergey Bondarchuk e Vyacheslav Tikhonov.Com 402 minutos, em três discos, é um portento. Quase tão detalhado quanto o romance. O filme pode ser adquirido nas principais livrarias brasileiras, como a Cultura. Custa R$ 79,90. A Amazon é a única livraria que está comercializando a excelente tradução do livro feita por Rubens Figueiredo e publicada pela Cosac Naify. Custa R$ 99,90.
O acesso na internet é formidável. Todos estão contentes. Mas o faturamentos dos jornais na internet não contribui para manter as estruturas físicas
Investimentos saltam 150% em 3 anos e meio. Tucano assumiu com previdência do servidor municipal quebrada por esquema conhecido como escândalo das "pastinhas"

